OAB-PE pede proteção a advogado que denunciou irregularidades em Triunfo
Por Nill Júnior
Do Blog da Folha
A situação de violência em Triunfo, Sertão do Estado, preocupa o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), Ronnie Preuss Duarte, que pediu proteção para o advogado Williams Terto Carneiro, que atua na cidade. Após ter denunciado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) irregularidades na Prefeitura, Williams, dois vereadores e outro morador do município passaram a sofrer ameaças.
Por determinação do promotor de Justiça e da juíza do local, o advogado Williams Terto Carneiro está com escolta policial. Mesmo assim, as ameaças continuam. Na noite da última quarta-feira (6), Williams Terto percebeu que havia uma movimentação suspeita em frente à residência dele. A OAB-PE encaminhou um ofício à Secretaria de Defesa Social e pede a adoção de medidas necessárias e urgentes para garantir a integridade física do advogado.
Na última segunda-feira (4), o vereador Lucimar Feitosa (PSB) foi assassinado e, na noite da última terça-feira (5), o sindicalista Gildenilson Magalhães foi baleado em frente a casa dele. No último dia 31, o vice-prefeito, João Hermano, também sofreu um atentado e encontra-se em recuperação.
Estudantes que ocuparam a UFRPE em Serra Talhada ganharam um depoimento da atriz Sônia Braga, envolvida na recente repercussão de Aquarius, por conta de seu ativismo político contra o governo Temer em festivais internacionais de cinema. O filme será exibido para os estudantes nesta quinta (10). “Oi Sertão do Pajeú, meu nome é Sônia Braga e a minha […]
Estudantes que ocuparam a UFRPE em Serra Talhada ganharam um depoimento da atriz Sônia Braga, envolvida na recente repercussão de Aquarius, por conta de seu ativismo político contra o governo Temer em festivais internacionais de cinema. O filme será exibido para os estudantes nesta quinta (10). “Oi Sertão do Pajeú, meu nome é Sônia Braga e a minha personagem em Aquarius é Clara. Espero que você goste do filme”, diz a atriz.
O ato de ocupação em Serra é contra a Proposta de Emenda Constitucional 241, que congela investimentos por 20 anos independente da arrecadação da União. A paralisação, por tempo indeterminado, abrange todos os cursos da instituição.
Na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sete prédios foram ocupados por alunos. A última ocupação foi realizada segunda-feira no Centro de Ciências Biológicas, do campus Recife.
Os locais estão oferecendo debate sobre as PECs, sobre a legitimidade das ocupações, desmonte em torno da educação e da saúde acontecendo agora no Centro de Artes e Comunicação da UFPE mobilizando alunos, professores e servidores. A mesa da manhã está sendo uma articulação entre os estudantes e professores do Departamento de Arquitetura.
A Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria Municipal de Obras, esta realizando trabalhos de saneamento básico no bairro Santa Ana, na rua em frente a Praça Belarmino Claudino da Silva. A partir desta intervenção do Governo Municipal, o esgotamento sanitário a céu aberto não mais existirá e a população também acabará de vez com […]
A Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria Municipal de Obras, esta realizando trabalhos de saneamento básico no bairro Santa Ana, na rua em frente a Praça Belarmino Claudino da Silva.
A partir desta intervenção do Governo Municipal, o esgotamento sanitário a céu aberto não mais existirá e a população também acabará de vez com os problemas ocasionados pelas fossas, que além de contaminar o solo em volta, ao ficarem cheias, é preciso serem esgotadas.
A ação irá trazer benefícios aos moradores, assim como, diminuir de forma considerável os riscos de contaminação.
“Investir no saneamento básico é cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas”, disse o prefeito Zeinha Torres.
Em sessão realizada na última quinta-feira (23), durante julgamento do processo de auditoria especial nº 20100051-9, a Segunda Câmara do Tribunal de Contas decidiu pela aplicação de multa ao Secretário de Finanças do Recife, José Ricardo Wanderley Dantas de Oliveira, por descumprir o Acórdão TC nº 366/2020, decorrente de uma Medida Cautelar (Processo TC nº […]
Em sessão realizada na última quinta-feira (23), durante julgamento do processo de auditoria especial nº 20100051-9, a Segunda Câmara do Tribunal de Contas decidiu pela aplicação de multa ao Secretário de Finanças do Recife, José Ricardo Wanderley Dantas de Oliveira, por descumprir o Acórdão TC nº 366/2020, decorrente de uma Medida Cautelar (Processo TC nº 2053000-6) expedida monocraticamente pelo conselheiro Carlos Porto, no dia 6 de maio deste ano, a pedido do Ministério Público de Contas. Carlos Porto é relator das contas do município do Recife em 2020.
O Acórdão TC nº 366/2020, de 28 de maio último, foi no sentido de referendar os termos da Cautelar que determinou ao secretário de Finanças do Recife, no prazo de cinco dias úteis, a partir de sua publicação, a publicação no Portal de Transparência da Prefeitura do Recife, informações sobre as contribuições voluntárias ao Programa Emergencial para antecipação do IPTU e da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD) relativos a 2021.
O recolhimento antecipado foi autorizado pela Lei Municipal nº 18.693/2020. Segundo a decisão, o descumprimento por parte do gestor poderia levar à aplicação de multa, nota de improbidade e rejeição das contas quando a Auditoria Especial fosse julgada pelo TCE.
O relatório da Auditoria Especial apontou que a secretaria continuava descumprindo a determinação de dar transparência pública às receitas arrecadadas de forma antecipada, e que a omissão da prefeitura do Recife, que não apresentou justificativas, encontrava-se respaldada em uma liminar concedida pelo desembargador do Tribunal de Justiça, Jovaldo Nunes Gomes, que suspendeu os efeitos da Cautelar e do Acórdão do Tribunal de Contas a partir do dia 19 de junho de 2020.
Parecer encaminhado pelo procurador do Ministério Público de Contas, Cristiano Pimentel, ao conselheiro Carlos Porto, destacou que, apesar de a prefeitura estar amparada na liminar do TJPE, havia um período de 40 dias, entre dos dias 6 de maio e 18 de junho, portanto anteriores à decisão judicial que não possui efeito retroativo, no qual o descumprimento de decisão do Tribunal de Contas se manteve. Notificado pelo relator, o secretário José Ricardo Wanderley não apresentou defesa.
Em novo parecer, solicitado pelo conselheiro Carlos Porto, o procurador Cristiano Pimentel manteve o entendimento anterior, levando o relator a decidir pela aplicação e multa ao gestor.
VOTO – O conselheiro Marcos Loreto apresentou voto divergente argumentando que não havia razão para se aplicar multa por descumprimento de uma decisão, cujo processo ainda não havia sido concluído pela Coordenadoria de Controle Externo do TCE.
Ele acrescentou ainda que a decisão do Tribunal de Justiça decorrente do mandado de segurança que suspendeu os efeitos do Acórdão do TCE, não era definitiva. E que o mais prudente seria aguardar o desfecho final da justiça, considerando não haver urgência para a punição dos agentes públicos envolvidos, já que a Auditoria Especial ainda estava sob análise do TCE.
O conselheiro Loreto afirmou também que, em seu entendimento, a decisão do relator Carlos Porto estaria descumprindo o Acórdão 266/2020 do Pleno do TCE (Processo TC n° 2052540-0), que foi no sentido contrário ao da aplicação de multa.
Os argumentos foram acompanhados pelo procurador do MPCO, Guido Monteiro.
Na votação, a conselheira Teresa Duere acompanhou o voto do relator, que venceu pela maioria.
O Deputado Estadual Diogo Moraes acusou o governo do Estado de perseguição política. Isso porque o município teria sido barrado na Fenearte 2024, que acontecerá de 3 a 14 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco. Nos meus quatro mandatos de Deputado Estadual eu nunca tinha ouvido falar o que eu escutei hoje. Todas as […]
O Deputado Estadual Diogo Moraes acusou o governo do Estado de perseguição política.
Isso porque o município teria sido barrado na Fenearte 2024, que acontecerá de 3 a 14 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco.
Nos meus quatro mandatos de Deputado Estadual eu nunca tinha ouvido falar o que eu escutei hoje. Todas as edições da FENEARTE o município de Sertânia participou. E esta edição por incrível que pareça o município de Sertânia está excluído”.
Ele diz que o município fez inscrição em tempo hábil, atendeu todos os requisitos já participou de todas as outras edições. “A ADEPE diz que se houver uma desistência a prefeitura de Sertânia pode participar”. E questiona: “levar parte política para a Fenearte? Que mudança radical o estado está vivendo”.
Ele diz que o prejuízo é para os artesãos que não tem nada a ver com a história.
Em Sertânia, a candidata com apoio da governadora Raquel Lyra é Pollyanna Abreu, do PSDB. O nome de Ângelo Ferreira é o da vereadora Rita Rodrigues. Ângelo diz que a partir dessa conjuntura política tem sofrido represálias pelo grupo de Pollyanna, intervindo em decisões do estado.
Nesse episódio específico, não há garantia da participação da adversária. O ADEPE e o Governo do Estado ainda não se manifestaram.
Ação pedia que TSE reconhecesse suspeição de juiz eleitoral em ação penal contra o político Por unanimidade de votos, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negaram habeas corpus, apresentado em favor do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho. A defesa do político solicitava que a Corte reconhecesse a suspeição do juiz eleitoral Glaucenir […]
Ação pedia que TSE reconhecesse suspeição de juiz eleitoral em ação penal contra o político
Por unanimidade de votos, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negaram habeas corpus, apresentado em favor do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho. A defesa do político solicitava que a Corte reconhecesse a suspeição do juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira e anulasse atos praticados pelo magistrado em uma ação penal envolvendo o ex-governador. A decisão foi tomada na sessão de julgamento desta quinta-feira (23).
Com base no voto do relator, ministro Ramos Tavares, o Plenário entendeu que não há nenhum indício de constrangimento ilegal praticado pelo juiz contra Garotinho. Diante disso, manteve a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que não reconheceu a suspeição de Glaucenir.
No voto, o ministro Ramos Tavares destacou que o novo habeas corpus utilizou o mesmo conjunto de fatos apresentados em uma ação anterior, relativos à ação penal, que teve por objeto eventuais práticas de crimes complementares, dissociados dos apurados na ação original. “Isso em uma tentativa de construir uma pseudoatmosfera de perseguição pessoal que, a toda evidência, não encontra amparo na realidade”, afirmou Ramos Tavares.
O ministro disse que não há nenhum fato novo que justifique interpretação diferente da que foi dada no julgamento de ações passadas, que listaram os mesmos argumentos. “Além disso, os fatos e as provas incluídos aos autos não foram suficientes para confirmar a parcialidade do juiz eleitoral ou de qualquer das outras autoridades apontadas no processo”, concluiu o relator.
Entenda o caso
A ação penal envolve a acusação contra Anthony Garotinho e outros por suposta prática dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e peculato nas Eleições 2016, no município de Campos dos Goytacazes (RJ), chamada de “Operação Chequinho”. A defesa de Garotinho solicitava o reconhecimento da suspeição do juiz eleitoral e a anulação dos atos processuais.
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