PE 275 está entre as piores do Estado, diz o estudo
PE 275 está entre as piores do Estado, diz o estudo
Por Anchieta Santos
Outra vez no sertão, o Governador Paulo Câmara passa longe das estradas esburacadas. Mesmo visitando Sertânia, Belmonte, Triunfo, Carnaíba e Iguaracy, o chefe do executivo pernambucano passa longe da PE-265 que liga Sertânia a Cruzeiro do Nordeste, da rodovia PE-275 que liga Sertânia ao distrito de Albuquerque Né e demais cidades do Pajeú, a exemplo de Tuparetama e São José do Egito, que estão em total abandono.
Áreas de instabilidade vão continuar atuando sobre o Nordeste do Brasil nestes últimos dias de março e início de abril. O mês que já teve muita chuva vai terminar com mais temporais sobre a costa leste e norte da Região. Nesta sexta-feira (29), as áreas de instabilidade até enfraqueceram um pouco diminuindo o risco de […]
Áreas de instabilidade vão continuar atuando sobre o Nordeste do Brasil nestes últimos dias de março e início de abril. O mês que já teve muita chuva vai terminar com mais temporais sobre a costa leste e norte da Região.
Nesta sexta-feira (29), as áreas de instabilidade até enfraqueceram um pouco diminuindo o risco de temporais, mas a situação volta a ficar em alerta durante este fim de semana.
Os ventos marítimos ajudam a trazer umidade e muita nebulosidade ainda vai se espalhar pelas áreas litorâneas entre a costa de Pernambuco e do Maranhão, além do interior do Ceará, do norte do Piauí e do Maranhão. O litoral sul da Bahia também fica em atenção, com chuva frequente, moderada à forte.
As áreas de instabilidade voltam a ficar muito ativas no fim de semana e grande parte do Nordeste fica em alerta para temporais. Os últimos dias de março serão de mais chuva forte e os temporais devem se espalhar pela costa norte e costa leste da Região.
São Luís (MA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN) João Pessoa (PB), Recife (PE), Maceió (AL) e Aracaju (SE) poderão ter temporais. Algumas pancadas de chuva também poderão ser fortes pelo interior do Nordeste.
O clientelismo político, aliado do coronelismo, que imperou secularmente na região semiárida brasileira, aprofundou as desigualdades socioeconômicas e a concentração fundiária, implementando soluções com gigantismo e ineficiência, alimentadoras da “indústria da seca” e que, efetivamente, não mudaram a realidade na região na perspectiva de criar oportunidade para todos e todas. É o que diz em […]
Entidade defende educação contextualizada com o meio, conservação da Caatinga, e políticas que sustentem e dêem dignidade às famílias em comunidades espalhadas pelo Nordeste.
O clientelismo político, aliado do coronelismo, que imperou secularmente na região semiárida brasileira, aprofundou as desigualdades socioeconômicas e a concentração fundiária, implementando soluções com gigantismo e ineficiência, alimentadoras da “indústria da seca” e que, efetivamente, não mudaram a realidade na região na perspectiva de criar oportunidade para todos e todas.
É o que diz em nota a ASA – Articulação do Semi Árido, formada por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas – sindicatos rurais, associações de agricultores e agricultoras, cooperativas, ONG´s, Oscip, conectando pessoas organizadas em entidades que atuam em todo o Semiárido defendendo os direitos dos povos e comunidades nos 10 estados que compõem o Semiárido Brasileiro (MG, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI e MA). É agente determinante em políticas públicas com o Programa Um Milhão de Cisternas.
“Conviver com o Semiárido significa valorizar seu povo, sua cultura, seu modo de ser e de viver, seu protagonismo. É assumir seu povo na sua imensa diversidade de raças, etnias, gerações, identidades de gênero e orientações sexuais.
É assumi-lo, especialmente, como construtor e senhor de sua própria história, sem perder de vista processos fundamentais, como: a política de estoque de água, sementes e alimentos, garantindo vida digna e saudável para as pessoas e também contribuindo com a conservação da sociobiodiversidade; e, por outro lado, valorizando elementos outros como educação contextualizada, conservação da Caatinga, querer bem a natureza, cultura”, diz em texto.
“Nos últimos dois anos, porém, vivenciamos a desconstrução destas e de outras políticas, representando um retrocesso de até 30 anos na garantia dos direitos, ameaçando os frutos da caminhada, deixando a população desesperançada quanto ao futuro da região e trazendo à tona o fantasma da indústria da seca e, pior, o retorno da miséria e da fome”, critica.
A entidade alerta para o risco de políticas concentradoras, geradoras de exclusão e de morte. “Entendemos que não se pode continuar tratando o Semiárido com políticas e estratégias que excluem seu povo e negam, ao mesmo, oportunidades”.
Pensando nisso, a entidade elaborou uma carta aos candidatos e às candidatas ao Pleito Eleitoral de 2018, que pode ser conferida aqui.
Implantar a tarifa única na Região Metropolitana do Recife, o corredor VLT na Avenida Norte, concluir o projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe e implantar ar-condicionado em toda a frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife. Essas foram algumas das promessas feitas pelo Governo do Estado que, infelizmente, devem ficar apenas no papel. Coração […]
Implantar a tarifa única na Região Metropolitana do Recife, o corredor VLT na Avenida Norte, concluir o projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe e implantar ar-condicionado em toda a frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife. Essas foram algumas das promessas feitas pelo Governo do Estado que, infelizmente, devem ficar apenas no papel. Coração do sistema público de passageiros da Região Metropolitana, o Recife está prestes a completar o segundo ano de atraso na entrega do plano municipal de mobilidade, que deveria estar pronto desde abril de 2015, como previsto na Lei 12.587/12.
“O Governo do Estado só trata do tema mobilidade uma vez por ano, exatamente em janeiro, quando as empresas de ônibus apresentam sua proposta de reajuste da tarifa. Nem mesmo o que estava previsto no edital de licitação do sistema, em 2013, é discutido com a sociedade”, critica o deputado Silvio Costa Filho (PRB).
O deputado lembra que nem as principais obras de mobilidade prometidas para a Copa do Mundo, como os corredores Leste-Oeste e Norte-Sul do BRT; a Navegabilidade do Rio Capibaribe, e o ramal da Copa conseguiram ser entregues à população. “Já são quase três anos de atraso e frustração para a sociedade, sem contar as promessas feitas pelo governador Paulo Câmara, como a tarifa única com integração temporal de três horas e o corredor do VLT na Avenida Norte”, lembrou.
Para Silvio, o debate sobre transporte público não pode ficar restrito ao reajuste da passagem, como vem acontecendo nos últimos dois anos. Segundo o parlamentar, é preciso rediscutir o sistema integrado, a complementação modal, além das rotas cicloviárias e passeios públicos, já que 30% da população do Grande Recife se desloca a pé ou de bicicleta. “Estamos aproveitando a realização da reunião do Conselho Superior de Transporte Metropolitano, que acontece nesta sexta-feira (6), para cobrar que as discussões não fiquem restritas ao índice de reajuste da tarifa, mas que seja apresentado também um cronograma de entrega dessas obras”, defendeu Silvio.
Confira os principais questionamentos da Oposição em relação à mobilidade e transporte:
Quando a tarifa única será implantada?
Quando o usuário do sistema de transportes de passageiros poderão contar com a integração temporal?
Quando a frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife contará com ar-condicionado?
Quando o projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe será entregue?
Quando o Corredor Leste-Oeste e os terminais do BRT serão concluídos?
Quando o Corredor Norte-Sul e os terminais do BRT começarão a funcionar?
Quando o VLT da Avenida Norte sairá do papel?
Quando os usuários de bicicletas poderão utilizar os 590 quilômetros de ciclovias previstos no plano diretor cicloviário da Região Metropolitana do Recife?
Quando será concluído o Ramal da Copa?
Quando o Recife entregará seu programa de mobilidade e quando os planos municipais serão integrados em um programa metropolitano?
“Luciano, não tenho dúvida, será Deputado Estadual”, disse Sílvio A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, esteve, juntamente com o ex-prefeito Luciano Duque, atendendo a convite do deputado federal Silvio Costa Filho e fazendo-lhe uma visita. “O Deputado se comprometeu em liberar recursos para investimentos em Serra Talhada”, informou Márcia. “Com mais esse gesto o […]
“Luciano, não tenho dúvida, será Deputado Estadual”, disse Sílvio
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, esteve, juntamente com o ex-prefeito Luciano Duque, atendendo a convite do deputado federal Silvio Costa Filho e fazendo-lhe uma visita.
“O Deputado se comprometeu em liberar recursos para investimentos em Serra Talhada”, informou Márcia.
“Com mais esse gesto o deputado vem se mostrando um amigo de Serra Talhada”, comemorou em uma rede social.
Luciano Duque também comemorou a agenda. Sílvio destacou que eles ainda conversaram sobre a conjuntura política e afirmou que Luciano fez “uma excelente gestão” na Capital do Xaxado. Cravou: “não tenho dúvida que será Deputado Estadual”.
O Secretário de Educação de São José do Egito, Henrique Marinho, confirmou para 22 de julho a retomada das aulas. A única condição, se a situação da pandemia for menos complexa e grave. “Se a situação for semelhante ao que temos hoje, as aulas não voltam”. Ele demonstrou preocupação com a volta às aulas na […]
O Secretário de Educação de São José do Egito, Henrique Marinho, confirmou para 22 de julho a retomada das aulas.
A única condição, se a situação da pandemia for menos complexa e grave. “Se a situação for semelhante ao que temos hoje, as aulas não voltam”.
Ele demonstrou preocupação com a volta às aulas na rede estadual. “A gente vê com preocupação a insistência na volta das aulas presenciais. Entendo a situação de atraso nas atividades, mas a vida é mais importante”. Ele destacou casos de Covid registrados no município.
“Perdemos a professora Val, temos uma professora intubada, outra que teve complicações graves”, é muito preocupante. Quanto à vacinação dos profissionais da educação, faltam motoristas e auxiliares de alunos co necessidades especiais.
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