Paulo Câmara cumpriu 10 de 30 promessas de campanha, diz G1
Por Nill Júnior
Ao fim de seu segundo mandato, o ex-governador Paulo Câmara (PSB) concluiu dez das 30 promessas que fez durante a campanha eleitoral de 2018, quando ele foi reeleito em primeiro turno por 50,70% dos válidos. Isso representa um terço dos compromissos assumidos pelo gestor antes de ser reconduzido à chefia do Executivo.
Nesta quinta-feira (5), foi publicado o resultado do levantamento do g1que acompanhou, durante toda a gestão do ex-governador Paulo Câmara, as promessas feitas por ele na campanha. Os compromissos foram assumidos em entrevistas, debates, programa de governo e outras declarações, em 2018.
O G1 considerou o que ser claramente cobrado e medido (consulte aqui a página especial). Do total de 30 promessas, o balanço foi o seguinte:
Cumpriu 10 promessas: quando a promessa foi totalmente cumprida, sem pendências;
Cumpriu em parte 13 promessas: quando a promessa foi cumprida parcialmente, com pendências;
Não cumpriu sete promessas: quando o que foi prometido não foi realizado e não está valendo/em funcionamento.
Na página especial, é possível conferir o status de cada promessa e o motivo. O andamento de cada promessa foi apurado pelo g1, que também consultou a gestão do ex-governador, até o final de dezembro de 2022, para obter respostas sobre os compromissos assumidos.
No primeiro mandato, Paulo Câmara teve 39 promessas monitoradas pelo g1(confira aqui todas elas). ao final da gestão, havia 13 promessas não cumpridas, 14 cumpridas parcialmente e 12 totalmente cumpridas. No novo balanço, com base no segundo mandato, a maioria das promessas feitas foi sobre segurança pública. Foram dez das 30. As promessas foram feitas um ano após o estado, sob gestão de Paulo Câmara, bater recorde no número de homicídios.
Dessas dez promessas, duas foram entregues parcialmente e somente quatro foram totalmente cumpridas: inauguração de novas delegacias da mulher, expansão do Grupo Tático Aéreo para outras regiões do estado, ampliação do Programa Patronato Penitenciário e implementação do Banco Eletrônico de Digitais.
Desde o mês de Julho a Secretaria Municipal de Assistência Social vem realizando uma série de debates e encontros preparatórios para a realização da X Conferência Municipal de Assistência Social de Afogados da Ingazeira, que acontece na próxima quinta-feira (19), de forma híbrida. A parte presencial ocorrerá às 8h30, na quinta, no auditório da secretaria, […]
Desde o mês de Julho a Secretaria Municipal de Assistência Social vem realizando uma série de debates e encontros preparatórios para a realização da X Conferência Municipal de Assistência Social de Afogados da Ingazeira, que acontece na próxima quinta-feira (19), de forma híbrida.
A parte presencial ocorrerá às 8h30, na quinta, no auditório da secretaria, na Rua Senador Paulo Guerra, no prédio do antigo fórum.
Mas quem estiver em casa vai poder acompanhar os debates através do canal oficial da Prefeitura, no YouTube. Basta entrar lá e digitar Prefeitura de Afogados da Ingazeira.
A décima conferência municipal de assistência traz esse ano o tema “Assistência social: direito do povo e dever do Estado, com o financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir a proteção social”.
“Estamos vivendo um momento muito conturbado da vida nacional, com o aumento do desemprego, da miséria e com o desmonte das políticas de assistência social no âmbito nacional. A sociedade precisa participar desse debate conosco e assim ajudar a construir alternativas, saídas para esse momento tão difícil, sobretudo para as políticas públicas de assistência social,” destacou Madalena Leite, Secretária de Assistência Social de Afogados.
Para assistir a conferência no YouTube basta clicar aqui.
Reunião acontece nesta quinta-feira (21), na Unidade Acadêmica de Serra Talhada A sociedade reinventa-se e elabora novas formas de se integrar e pensar melhores soluções para o seu desenvolvimento. É com este intuito que o Governo de Pernambuco – através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) -, sociedade civil organizada e o setor […]
Reunião acontece nesta quinta-feira (21), na Unidade Acadêmica de Serra Talhada
A sociedade reinventa-se e elabora novas formas de se integrar e pensar melhores soluções para o seu desenvolvimento.
É com este intuito que o Governo de Pernambuco – através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) -, sociedade civil organizada e o setor privado estão unidos, desde 2019, para priorizar necessidades e fortalecer cadeias produtivas relevantes para a economia estadual, por meio das Câmaras Setoriais.
Na quinta-feira (21), a Adepe realiza a 8ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Apicultura, na Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST/UFRPE), no Sertão de Pernambuco.
Na reunião, será eleita a nova diretoria da Câmara Setorial de Apicultura, além de discutidas algumas pautas de interesse do setor, como estudo da proposta de incentivos e pleitos fiscais; mapeamento da cadeia produtiva e esclarecimento de dúvidas sobre o Programa PE Produz, de incentivo aos arranjos produtivos locais.
Entre os participantes confirmados, além da Adepe; estão representantes da Associação dos Apicultores e Meliponicultores do Cabo de Santo Agostinho (AAMC); Banco do Nordeste (BNB); Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA); Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (ADAGRO); Ministério da Agricultura; Pecuária e Abastecimento (MAPA); Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe); Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE); Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF); Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão (IF Sertão-PE); Serviço às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Pernambuco (Sebrae-PE); Associação dos Pequenos Produtores Sítio Riacho Fundo Araripina – APRAF, entre outros.
SOBRE AS CÂMARAS SETORIAIS – A iniciativa é comandada por meio de 11 Câmaras Setoriais secretariadas pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe). São elas: Têxtil e Confecções; Logística; Leite e Derivados; Sucroalcooleiro; Turismo; Audiovisual; Gesso; Ovinocaprinocultura; Energia; Avicultura e Apicultura. As reuniões periódicas contribuem para a estruturação dos setores que movimentam bilhões anualmente.
SOBRE O PE PRODUZ – O Programa PE Produz visa o fortalecimento dos Arranjos Produtivos. Uma clara política desenvolvimentista com o objetivo de fortalecer e focar nas atividades econômicas primárias e secundárias. O foco é resolver os gargalos presentes nos processos produtivos e vinculados a entidades privadas sem fins lucrativos. O resultado do primeiro chamamento do programa contemplou produtores das 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado e deverá beneficiar 1,5 mil famílias, podendo aumentar em até três salários na renda delas.
MERCADO DE MEL – O mercado do mel movimenta mais de R$ 25 milhões em Pernambuco, equivalentes a mais de 1,7 toneladas, segundo Pesquisa de Pecuária Municipal (PPM) do IBGE de 2022.
SERVIÇO
8ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Apicultura
Data: 21/03
Hora: 9h
Local: Unidade Acadêmica de Serra Talhada – UAST/ UFRPE – Av. Gregório Ferraz Nogueira, s/n – Serra Talhada/PE
Em nota, órgão explicou que decisão foi tomada por motivos legais EBC O Ministério da Cidadania informou, em nota divulgada na noite desta quarta (22), que o governo está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Na segunda-feira (22), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, […]
Em nota, órgão explicou que decisão foi tomada por motivos legais
EBC
O Ministério da Cidadania informou, em nota divulgada na noite desta quarta (22), que o governo está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600.
Na segunda-feira (22), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou que os trabalhadores informais e pessoas inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) nascidas em janeiro e fevereiro receberiam a segunda parcela hoje (23).
Segundo a nota, o ministério recebeu uma recomendação da Controladoria Geral da União (CGU) e cancelou a antecipação da segunda parcela.
O Ministério da Cidadania explicou que, devido ao alto número de informais cadastrados, o recurso disponível para cada uma das três parcelas é de R$ 32,7 bilhões, já foram transferidos R$ 31,3 bilhões, e ainda serão avaliados cerca de 12 milhões de cadastros para a primeira parcela. Em função disso, o ministério produziu nesta quarta-feira uma nota técnica e solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentaria o mais rápido possível.
Segundo a nota, em função disso, por fatores legais e orçamentários e pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, o ministério está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio.
Maioria das prefeituras brasileiras encerrou 2015 em situação ruim ou crítica, segundo o Índice Firjan Do Diário de Pernambuco Os municípios brasileiros entraram o ano eleitoral com as contas no vermelho. A maioria (87%) fechou 2015 com as contas em situação ruim ou crítica, o pior cenário dos últimos dez anos, resultado principalmente de má […]
Maioria das prefeituras brasileiras encerrou 2015 em situação ruim ou crítica, segundo o Índice Firjan
Do Diário de Pernambuco
Os municípios brasileiros entraram o ano eleitoral com as contas no vermelho. A maioria (87%) fechou 2015 com as contas em situação ruim ou crítica, o pior cenário dos últimos dez anos, resultado principalmente de má gestão. Pernambuco, por exemplo, possui uma relação de 40 gestores municipais muito ruins para cada bom prefeito. São 80 cidades entre as 500 piores do Brasil e apenas duas entre as 500 melhores gestões no tratamento de contas públicas do ano passado. Ipojuca foi a cidade que melhor fez o dever de casa em um ano bastante adverso para a economia. Cupira apresentou os piores indicadores do estado. No geral, quase 90% das prefeituras de Pernambuco dependem de repasses federais ou estaduais e não fizeram qualquer esforço para aumentar as receitas próprias.
Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), que utiliza números apresentados pelos próprios municípios ao Tesouro Nacional para medir os indicadores de Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. William Figueiredo, economista da equipe técnica da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e responsável pelo estudo, destaca que Pernambuco reúne mais cidades à espera de transferências. “Os municípios com maior fatia têm grande parte das receitas comprometidas com folha de pagamento de servidores, suas dívidas com fornecedores são maiores que o caixa existente para honrá-las e o resultado é que não sobra nada para investimentos, outro indicador que avalia diretamente a eficiência do gestor à frente do município. A mensagem é: elejam bons gestores, principalmente os que respeitem a lei.” Segundo ele, 740 municípios brasileiros ultrapassaram o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal para gasto com pessoal, que é de 60% da receita corrente líquida.
“São 94 cidades pernambucanas (52,5%) registrando gastos acima do teto em 2015, configurando um clara situação de ilegalidade. Vale ressaltar que apesar de ter ficado em segundo lugar no estado, o Recife piorou consideravelmente nesse indicador. Se fez cortes de servidores, não o fez de forma suficiente. Isso foi determinante para a cidade ter a maior queda do índice geral do estudo.”
A secretária de Finanças de Ipojuca, Fabiana Silveira, deu a receita da liderança no ranking no estado. “O planejamento do ano passado foi colocado em prática desde o começo do período. Cortamos cargos de salários mais altos para reduzir o gasto com pessoal, mantendo abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Para se ter ideia, todos os cargos de secretário-executivo foram cortados, exceto nas secretarias de saúde, educação e infraestrutura”, explica. Em relação à receita própria, todos os tributos dependentes exclusivamente da gestão tiveram aumento comparado a 2014, como IPTU (+10%), ITBI (+60%), além de taxas de iluminação e de limpeza pública. A única queda foi do ISS, por conta da desaceleração de Suape”, apontou.
A atuação do fisco tomou uma decisão acertada, que valeu a nota máxima no quesito Liquidez. “A gente fez uma programação e como vimos o que teríamos de arrecadação, não houve reajuste com fornecedores, optamos por não renovar contratos que não tinham caráter de essencialidade e fechamos com “restos a pagar” menor que em 2014 e 2013”, afirma Fabiana.
Com base na nota técnica encaminhada a parlamentares pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a Reforma da Previdência proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que, caso a proposta seja aprovada no Congresso, ela deverá ser derrubada na Justiça. De acordo com documento divulgado pela Procuradoria […]
Com base na nota técnica encaminhada a parlamentares pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a Reforma da Previdência proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que, caso a proposta seja aprovada no Congresso, ela deverá ser derrubada na Justiça. De acordo com documento divulgado pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, o projeto fere o princípio da solidariedade, estabelecido na Constituição Federal de 1988.
“É uma proposta imoral e inconstitucional, que não reforma nada. Na verdade, o projeto decreta o fim da Previdência Social: mantém privilégios, penaliza os mais pobres e acaba com garantias asseguradas na nossa Carta Magna. Não acredito que esse modelo defendido pelo governo Jair Bolsonaro tenha sobrevida no Congresso, mas, mesmo se tiver, será barrado na Justiça porque desrespeita cláusula pétrea da Constituição”, afirmou o senador.
Em nota, o MPF questiona especialmente o novo modelo de capitalização da previdência. Além disso, critica indefinição de questões como idade mínima, tempo de contribuição, tempo de duração da pensão por morte e condições para acumulação de benefícios no projeto, que serão definidas por lei complementar.
“Dia após dia, o governo Jair Bolsonaro vem mostrando o seu desprezo à Constituição, que foi criada com objetivo de garantir mais dignidade e justiça social para a população. Mas não vamos permitir que este governo nefasto acabe com o que conseguimos com muita luta. Em ações semelhantes, em que a Carta Magna foi ameaçada, o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionou contra retrocessos. Tenho certeza que, nesse caso, não será diferente”, afirmou Humberto.
Você precisa fazer login para comentar.