Patriota disse que não tem posição fechada sobre candidatura em 2018
Por Nill Júnior
Por duas horas o Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira.
Como grande notícia o gestor revelou que em 15 de dezembro começará a obra de duplicação de entrada da cidade, saída para Carnaíba.
As máquinas inclusive já começaram a chegar a Afogados. Duas obras apontadas como prioritárias pelo gestor afogadense como a requalificação da Avenida Rio Branco e Iluminação do estádio Vianão estão na pauta, mais ainda sem data para serem iniciadas.
Mesmo vislumbrando muitas dificuldades para o 2º mandato, Patriota se mostrou confiante na execução de ações como disciplinamento do trânsito, aterro sanitário, pátio da feira livre, Parada de Lotações e duplicação da entrada da cidade, na saída para Tabira.
Sobre uma possível candidatura a deputado, Patriota declarou não ter resposta pronta, se Estadual ou Federal e nem mesmo se será candidato. “Tenho responsabilidade com o povo afogadense que me reelegeu. A decisão precisa ser tomada com muito cuidado”.
Ele admitiu que o Governador Paulo Câmara em conversa recente tocou no assunto candidatura, mas nada em caráter definitivo.
Analisando os números da eleição municipal com vitória onde atingiu 83,25% dos votos, disse que foi uma soma “de um governo forte, voltado para a maioria da população”. Provocado a falar sobre as críticas do prefeito tabirense Sebastião Dias (PTB) contra os gestores que não se posicionaram contra o impeachment da ex-presidenta Dilma, Patriota disse respeitar, mais entende que no calor, na emoção de um ato, o poeta falou “apenas o que a plateia presente queria ouvir”.
A respeito da chapa liderada por Zé de Bira e Edgley Freitas, Patriota informou nada ter contra Dinca ou Sebastião e ter tudo a favor da estratégia política do seu partido o PSB. “Pesquisas indicavam forte rejeição as candidaturas do PTB e PMDB e a chapa foi uma indicação da direção estadual da legenda socialista”. Durante o programa, o prefeito afogadense foi festejado por ouvintes de Tabira e cidades da região.
Sertanejas estiveram recebendo o prêmio Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco, no Centro de Convenções, em Olinda. Uma delas, naturalizada carnaibana, Maria Agnalda de Souza Pereira, conhecida como Naldinha, de 41 anos, filha primogênita de Reginaldo Antônio de Souza, o Reginaldo Vaqueiro e de Eva Terezinha Pereira de Souza, que nasceu em Tabira. Agnalda, […]
Sertanejas estiveram recebendo o prêmio Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco, no Centro de Convenções, em Olinda.
Uma delas, naturalizada carnaibana, Maria Agnalda de Souza Pereira, conhecida como Naldinha, de 41 anos, filha primogênita de Reginaldo Antônio de Souza, o Reginaldo Vaqueiro e de Eva Terezinha Pereira de Souza, que nasceu em Tabira.
Agnalda, viveu sua infância na Fazenda São José em Carnaíba, pertencente ao saudoso Pedro Daniel até seus 10 anos de idade quando mudou-se para Carnaíba. Aos 17 foi estudar e trabalhar na vizinha cidade de Afogados da Ingazeira, onde formou-se no magistério.
Em 2003, mudou-se para o Recife onde fez o curso de Psicologia, sonho criança. Fez pós graduação em Saúde Mental, álcool e outras drogas. Através dos resultados magnificos de seu trabalho na área de Assistência Social, realizando acompanhamento com famílias de extrema vulnerabilidade, recebeu a indicação no ano passado para receber este ano o prêmio e participar do livro “Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco”. Para Agnalda, receber esse prêmio é uma grande honra.
“A indicação foi através do reconhecimento do meu trabalho com familias em situação de extrema vulnerabilidade. Trabalho no CRAS- Centro de Referência a Assistência Social da Prefeitura do Paulista, mas meu sonho sempre foi ser Psicóloga. Então em 2003 vim pra Recife estudar e trabalhar. Passei muitas dificuldades. mas consegui me formar, fiz minha Pós Graduação em Saúde Saúde Mental , álcool e outras drogas na Universidade Católica de Pernambuco. Desde 2012 atuo na área. Mas a indicação foi por causa do meu Trabalho na Área Social, minha paixão”, disse Agnalda ao Blog do Cauê Rodrigues.
A carnaibana Maria Agnalda de Souza Pereira e a florestana atuando em Serra Dalva Lúcia de Sá Menezes: justas homenagens
A Defensora Pública Dalva Lúcia de Sá Menezes, Coordenadora do Núcleo Regional da Defensoria Pública do Estado em Serra Talhada, foi também homenageadas. O prêmio é uma das maiores comendas do Estado. A condecoração é fruto do incansável trabalho desempenhado pela Defensora ao longo dos seus 32 anos, servindo à população pernambucana.
Durante evento, a Associação dos Defensores Públicos do Estado, representada pelo o presidente, Edmundo Siqueira Campos, e o Defensor aposentado Paulo Ceciliano Duarte, receberam o Prêmio Olegária Mariano, menção honrosa que instituída para homenagear pessoas ou entidades com notável contribuição para o crescimento de Pernambuco.A solenidade foi prestigiada pelas Defensoras Públicas Cristina Sakaki, Coordenadora do Núcleo da Saúde e da Pessoa Idosa; e Cynthia Credidio.
“Orgulho-me pelo reconhecimento. Atuo há décadas na Defensoria Pública, no Interior do Estado. Meu compromisso com os assistidos é um incentivo para trabalhar pela meta de promover cidadania aos vulneráveis de recursos. A homenagem significa a valorização de competências que fazem a diferença para muitas pessoas. Seja, na área jurídica, econômica, cultural, política, o que se objetiva é enaltecer a relevância do trabalho dessas mulheres”, disse emocionada.
De acordo com o Defensor Público-Geral, José Fabrício Silva de Lima, a homenagem à Defensora Dalva Lúcia reconhece décadas de atuação em um trabalho brilhante na Defensoria Pública de Pernambuco. “Muito nos honra ter em nosso quadro efetivo uma colega abnegada, detentora de um profissionalismo exemplar”, enfatizou.
Luiz Aroldo (PT) deu início a seu segundo mandato como prefeito de Águas Belas, nesta sexta-feira (1º). Ele, a vice-prefeita Eniale de Codinho e os 13 representantes do legislativo tomaram posse em solenidade da Câmara Municipal realizada na quadra do Colégio Municipal, em Águas Belas. Em discurso, Luiz Aroldo destacou a parceria com o agora […]
Luiz Aroldo (PT) deu início a seu segundo mandato como prefeito de Águas Belas, nesta sexta-feira (1º). Ele, a vice-prefeita Eniale de Codinho e os 13 representantes do legislativo tomaram posse em solenidade da Câmara Municipal realizada na quadra do Colégio Municipal, em Águas Belas.
Em discurso, Luiz Aroldo destacou a parceria com o agora ex-vice-prefeito Maurício de Josué, e fez avaliação positiva do trabalho que vem desenvolvendo à frente do governo municipal.
“Há quatro anos, pegamos a prefeitura com setores com até cinco meses sem receber. Ontem, concluímos 48 meses de governo com a folha salarial em dia e com grandes obras na cidade, distritos e zona rural. Agora, iniciamos uma nova etapa dessa missão. Estamos prontos para fazer muito mais”, disse.
Os deputados estadual e federal, Doriel Barros (PT) e Carlos Veras (PT), respectivamente, participam da solenidade. Ambos destacaram a atuação do ex-vice Maurício ao lado de Aroldo, enalteceram os avanços que o prefeito tem promovido e reafirmaram compromissos, como a destinação de emendas.
Luiz Aroldo foi reeleito em Águas Belas com 36,99% dos votos. Foram 8.348 votos no total.
Nova Mesa Diretora é formada: a solenidade contou ainda com a formação da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal. Vereador com nove mandatos, Josué de Curral Novo (PSD) vai presidir pela 6ª vez a Casa Legislativa. Melke Malta (1º secretário) e Cristiane da Saúde (2ª secretária) compõem a Mesa.
Protocolos de segurança: a solenidade de posse aconteceu na quadra do Colégio Municipal, seguindo os protocolos de segurança contra a Covid-19, como uso de máscara e distanciamento social e uso de álcool gel. Cerca de 100 pessoas participaram. Entres os convidados, autoridades e lideranças políticas do município e da região.
Os avanços na regulamentação e experiências exitosas para a produção, distribuição e uso de medicamentos à base de Cannabis no Brasil foram os temas debatidos na reunião da Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da Alepe. O encontro ocorreu nesta segunda (26) e foi coordenado pelo deputado João Paulo (PT). Representantes das […]
Os avanços na regulamentação e experiências exitosas para a produção, distribuição e uso de medicamentos à base de Cannabis no Brasil foram os temas debatidos na reunião da Frente Parlamentar da Cannabis Medicinal e do Cânhamo Industrial da Alepe. O encontro ocorreu nesta segunda (26) e foi coordenado pelo deputado João Paulo (PT).
Representantes das principais associações de pacientes que atuam no Estado e têm autorização judicial para cultivar, produzir e fornecer remédios à base de Cannabis compareceram à reunião. A principal demanda é o respaldo de suas atividades por regulamentos e leis, o que significa mais segurança jurídica.
Desconhecimento
A presidente da Aliança Medicinal, Hélida Lacerda, disse que a organização, que atualmente atende seis mil famílias, está passando por um processo de padronização dos procedimentos e treinamento de pessoal para garantir segurança aos pacientes atendidos.
A entidade também oferece workshops para os médicos que prescrevem o tratamento. “Apesar de a planta estar disponível há milênios, ainda é tudo muito novo para eles”, disse Hélida.
Ela afirmou que o uso medicinal da Cannabis pode ter impactos positivos no tratamento de Alzheimer, Parkinson, fibromialgia, autismo, ansiedade, depressão, entre outras doenças. Ela ainda compartilhou que viu melhorias consideráveis no estado de saúde do próprio filho que, antes do medicamento, tinha até 80 convulsões diárias. Atualmente, esse número caiu para duas ou três em dias eventuais.
Preconceitos
O presidente da AMME Medicinal, Diogo Dias, disse que as dificuldades começaram já no momento de registrar em cartório o nome da organização, que era originalmente “Associação Maconha Medicinal”. Ele afirmou que o registro só pôde ser feito com a retirada da palavra “maconha” e abreviação a nomenclatura para AMME.
Dias registrou ainda que todos os processos internos realizados pela entidade, da produção à distribuição dos remédios, são organizados em documentos que podem ser compartilhados. O objetivo é que outras instituições possam pular etapas e superar as dificuldades enfrentadas pela AMME.
Presidente da Medical Agreste, Robson Freire falou sobre as dificuldades para o fornecimento dessas medicações pelo SUS e a luta pela desburocratização desses processos. Ele disse que a situação no interior do Estado é pior por conta do preconceito.
“No interior, as pessoas ainda encaram a maconha como uma substância muito criminalizada. Municípios como Custódia e Ibimirim, que têm potencial agrícola para a produção e distribuição dos fármacos à base de Cannabis, ainda resvalam na questão do preconceito, que é muito nocivo”, disse. Robson Freire convidou ainda os parlamentares e demais participantes da reunião para rodas de palestras nas Câmaras Municipais de Gravatá, Sertânia e Carnaubeira da Penha. O objetivo dos encontros é difundir informações e tirar dúvidas sobre o uso medicinal da substância.
Regulamentação
O representante do Instituto de Pesquisas Sociais e Econômicas da Cannabis (Instituto Ficus), Pedro Lopes, falou sobre convenções internacionais, importação de medicamentos e normas editadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele alertou para a urgente necessidade de regulamentação da produção e distribuição dos produtos e do funcionamento regular das associações que hoje atuam com base em decisões judiciais.
“Temos uma série de decisões judiciais que autorizam as atividades das associações, inclusive algumas referendadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas precisamos encontrar soluções que sejam válidas para todas essas entidades e que não sejam a via judicial”, ressaltou.
A diretora da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), Karla Baêta, destacou que a falta de regulamentação gera lacunas e que isso pode significar a entrada no mercado de entidades que não estejam de fato preocupadas com a saúde da população. Ela disse também que existe a possibilidade da criação de regulamentações estaduais legítimas, mas que isso implicará em uma dificuldade futura de harmonização das regras nacionais.
No âmbito de Pernambuco, por exemplo, o deputado João Paulo é autor do Projeto de Lei Ordinária (PL) nº 1803/2024, que institui a política estadual de fornecimento gratuito de medicamentos e derivados de Cannabis, para tratamento medicinal, em Pernambuco. Já Luciano Duque (Solidariedade), que também integra a frente parlamentar e participou da reunião desta segunda, é autor do PL nº 474/2023, que institui a política estadual de fornecimento gratuito de medicamentos à base de Canabidiol nas unidades de saúde conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com João Paulo, que coordena a frente parlamentar, comunidades indígenas e quilombolas, além da bancada federal de Pernambuco, serão convidados para um novo encontro com as associações de pacientes e demais organizações interessadas. Luciano Duque sugeriu que também sejam chamadas representações das prefeituras municipais por meio da Frente Nacional de Prefeitos.
Participaram ainda da reunião integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), Defensoria Pública de Pernambuco (DPPE) e Centro de Prevenção às Dependências, entre outras entidades.
Acontece esta manhã a visita da equipe técnica do Cimpajeú à sede do Instituto de Técnica e Gestão Moderna. A Organização social fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. A visita tem por objetivo cumprir a última etapa do Chamamento Público, para fechar o contrato com entidade que irá gerir o Samu Consorciado da […]
Acontece esta manhã a visita da equipe técnica do Cimpajeú à sede do Instituto de Técnica e Gestão Moderna. A Organização social fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
A visita tem por objetivo cumprir a última etapa do Chamamento Público, para fechar o contrato com entidade que irá gerir o Samu Consorciado da III Macrorregional.
Participam da visita representando a diretoria do CIMPAJEÚ, a Secretária Executiva do Cimpajeú e prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, a Gerente Geral do Cimpajeú, Hilana Santana e a assessora jurídica do Cimpajeú, Bruna Madeira.
No instituto ITGM, foram recebidos por André Ribeiro, presidente do Instituto, o médico coordenador da rede de urgência e emergência, Jener Castelo Branco, o médico responsável técnico Francisco Matheus Guimarães, e Vicente Vidal, coordenador de projetos, além de outros integrantes do Instituto.
Ainda há uma visita programada a Fortaleza para conhecer o serviço de gerenciamento de uma unidade regional do SAMU. A esperança é de que o serviço comece a atender pra valer em até 20 dias. O SAMU atenderá a III Macrorregião de Saúde.
O diretor Geral do ProRural, Fábio Fiorenzano, assinou na tarde desta quarta-feira (03), o convênio para a construção da Unidade de Beneficiamento do Pescado de Petrolândia. O investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, financiado pelo Governo de Pernambuco, através do acordo de empréstimo com o Banco Mundial, promete alavancar o comércio do pescado do município, […]
O diretor Geral do ProRural, Fábio Fiorenzano, assinou na tarde desta quarta-feira (03), o convênio para a construção da Unidade de Beneficiamento do Pescado de Petrolândia.
O investimento de aproximadamente R$ 4 milhões, financiado pelo Governo de Pernambuco, através do acordo de empréstimo com o Banco Mundial, promete alavancar o comércio do pescado do município, que hoje já é o quarto maior produtor de tilápias do país. Com o convênio firmado, as obras devem ficar prontas em um prazo de 14 meses.
O projeto contemplará a construção civil, máquinas, equipamentos e capital de giro. Com o frigorífico, o pescado da região será completamente aproveitado, não deixando resíduos para o meio ambiente e agregando valor ao produto.
Assim, a construção da Unidade que funcionará no Distrito industrial da cidade terá também as fábricas de gelo, de óleo e de farinha para componente de ração, feitos a partir do processamento industrial dos subprodutos da pesca, sem interesse comercial, como as vísceras, cabeças, espinhas e restos do processamento do peixe.
E mais importante, o pescado que passar pela Unidade vai ter inspeção sanitária e poderá ser comercializado em novos mercados como supermercados e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o que proporcionará o retorno do investimento de forma rápida e satisfatória.
“O peixe que entrará na unidade por R$ 6,50 sairá com um valor agregado de quase cem por cento. O setor terá ganho econômico, ambiental, sanitário e comercial. Em 4 anos, dará o retorno do investimento, quando tiver operando na capacidade plena da planta industrial, o faturamento poderá ultrapassar 25 milhões/ano, com uma produção superior a seis toneladas/dia”. Informa Fiorenzano.
A prefeita da cidade, Janielma Souza, presente na cerimônia, agradeceu a vontade e coragem das associações firmadas e depois cooperadas, e que formataram o projeto apresentado ao ProRural, assim como a todos que transformaram a cidade no segundo maior produtor de tilápia do nordeste, atrás apenas do município de Jatobá, que também será beneficiado com a Unidade.
“Agradeço aos homens e mulheres que desbravaram a piscicultura na região com muito esforço, e ao Governo de Paulo Câmara, que acreditou nesse sonho de vocês que está sendo realizado hoje”.
Para o presidente da Cooperativa Agroaquícola de Petrolândia (CAAP), Edísio Cruz, esse é um resultado de uma semente plantada há anos, quando o ProRural esteve na região e viu o potencial para a piscicultura investindo assim nos primeiros projetos. “Nesse momento, o comércio do pescado está passando por dificuldades e, em nossas discussões na Rede percebemos que agora precisávamos de algo que nos dessem condições de avançar. E, novamente, o ProRural e os demais parceiros vieram para salvar a atividade” agradece.
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