Parceria entre UNIP e Casa de Saúde Dr. José Evóide de Moura garante descontos para colaboradores
Por André Luis
A universidade Paulista – UNIP, fechou mais uma grande parceria com o objetivo de oferecer cada vez mais a chance para que pessoas possam realizar o sonho de ter uma formação superior.
Em uma reunião entre o representante comercial da instituição, Samuel Gomes com a diretora da Casa de Saúde Dr. José Evóide de Moura, Márcia Soares Moura, ficou acertado um convênio onde colaboradores da empresa, terão descontos especiais de 30% no valor das mensalidades de qualquer curso disponibilizado pelo polo UNIP.
A UNIP oferece educação a distância nas mais diversas áreas, como Administração, Artes visuais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e muito mais. Todas elas com descontos de até 30% nas mensalidades.
Recentemente, a UNIP recebeu autorização do Ministério da Educação – MEC para ofertar mais quatro cursos, sendo eles: enfermagem, farmácia, nutrição, e biomedicina, que em breve estarão sendo disponibilizados no polo de Afogados da Ingazeira.
Para mais informações ligue: UNIP: (87) 383-1763 ou (87) 9.9998-1141 ou (87) 9.9625-8969 – Samuel Gomes – Representante comercial. Site: unip.br/ead
Do Consultor Jurídico O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cometeu crime de calúnia ao chamar Aécio Neves (PSDB), em 2014, de “filhinho de papai” durante um comício eleitoral. Acolhendo o parecer do Ministério Público, a juíza Rosângela de Carvalho de Monteiro, da 26ª Zona Eleitoral de Minas Gerais, concluiu que as declarações “foram […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cometeu crime de calúnia ao chamar Aécio Neves (PSDB), em 2014, de “filhinho de papai” durante um comício eleitoral.
Acolhendo o parecer do Ministério Público, a juíza Rosângela de Carvalho de Monteiro, da 26ª Zona Eleitoral de Minas Gerais, concluiu que as declarações “foram genéricas e superficiais, descaracterizando, assim, o crime de calúnia com finalidade eleitoral”.
A fala de Lula se deu em um comício em 18 de outubro de 2014, quando o tucano disputava o segundo turno das eleições presidenciais contra Dilma Roussef (PT). Após um pedido da coligação de Aécio Neves, a Polícia Federal instaurou, em 2015, um inquérito para investigar os crimes de calúnia, injúria e difamação.
Com o objetivo de trancar o inquérito, a defesa de Lula impetrou Habeas Corpus. Para isso apontou que os crimes de injúria e difamação prescreveram e que o crime de calúnia não ficou caracterizado, uma vez que não houve intenção de caluniar. A defesa de Lula foi feita pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins.
Considerando que Lula tem mais de 70 anos, o que reduz o prazo prescricional pela metade, a juíza Rosângela de Carvalho reconheceu a prescrição relativa aos crimes de injúria e difamação.
Quanto à calúnia, a juíza explicou que o artigo 324 do Código Eleitoral estabelece que para existir o crime de calúnia é necessário a existência de três requisitos, entre eles a intenção de caluniar. O que, para ela, não houve no caso pois as declarações foram genéricas e superficiais, “emergindo da emoção e do calor de um comício”.
“Portanto, as afirmações genéricas, proclamadas pelo agente [Lula], sem o objetivo e a intenção de caluniar, não configuram o delito de calúnia”, concluiu a juíza, determinando o arquivamento do inquérito policial.
O município de Exu, que enfrenta um dos rodízios de abastecimento mais rigorosos do Sertão do Araripe e estava sem abastecimento em razão de ligações clandestinas na Adutora Luiz Gonzaga, teve o fornecimento de água restabelecido. Uma operação de fiscalização realizada pela Coordenação de Segurança Patrimonial da Compesa, com apoio da Polícia Militar, resultou na […]
O município de Exu, que enfrenta um dos rodízios de abastecimento mais rigorosos do Sertão do Araripe e estava sem abastecimento em razão de ligações clandestinas na Adutora Luiz Gonzaga, teve o fornecimento de água restabelecido. Uma operação de fiscalização realizada pela Coordenação de Segurança Patrimonial da Compesa, com apoio da Polícia Militar, resultou na retirada de 30 ligações ao longo dos 12 quilômetros de tubulações percorridos na ação.
O que mais chamou a atenção das equipes foi a descoberta de uma ligação clandestina em um clube, no bairro Gonzagão, que possui inclusive piscinas. Uma pessoa foi presa em flagrante no local.
Durante a ação de combate ao furto, foram recuperados cerca de 10 litros de água por segundo, o que representa 50% da vazão disponibilizada para Exu. A estimativa é um prejuízo mensal de R$ 145 mil para a empresa com o volume de água que estava sendo subtraído. Diante dessa quantidade de ligações clandestinas, não estava sendo possível atender o calendário de distribuição para os cerca de 30 mil moradores do município. A cidade de Exu segue o calendário de abastecimento de três dias com água e 26 sem.
A Compesa reforça que fazer ligações clandestinas é crime, previsto no artigo 155 do Código Penal. Qualquer pessoa pode denunciar essa situação com a identidade preservada, que pode ser feita pelo 0800 081 0195. A companhia registrou Boletim de Ocorrência para identificar e punir os responsáveis pelas irregularidades.
Para combater as ligações clandestinas, a Compesa vem realizando operações com o apoio policial em todo o estado. A irregularidade é um problema sério que vem sendo enfrentado pela Compesa. Segundo a empresa, o furto de água prejudica o abastecimento de água da população e também o funcionamento de equipamentos importantes à sociedade, como hospitais, escolas e órgãos públicos.
O vice-prefeito Alessandro Palmeira disse, falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que são sete os nomes colocados no debate sucessório da Frente Popular. Os nomes colocados são além do dele, de Totonho Valadares (MDB), Augusto Martins (PSD), Erickson Torres (PSD), Igor Mariano (PSD), Daniel Valadares (MDB) e Edson Cosmético (PSD). Sandrinho disse que […]
O vice-prefeito Alessandro Palmeira disse, falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que são sete os nomes colocados no debate sucessório da Frente Popular.
Os nomes colocados são além do dele, de Totonho Valadares (MDB), Augusto Martins (PSD), Erickson Torres (PSD), Igor Mariano (PSD), Daniel Valadares (MDB) e Edson Cosmético (PSD).
Sandrinho disse que pode haver alguma novidade, mas que a princípio esses são os nome colocados no debate sucessório da Frente Popular.
Palmeira não confirmou nenhum acordo prévio ou “PF Político” na Frente e garantiu que as discussões e critérios serão definidos para escolha de candidato a prefeito e vice. Também afirmou que não coloca o processo como prioridade diante da pandemia do coronavirus. “Nem sabemos se haverá eleição esse ano”, disse.
Ele ainda se manifestou sobre a aliança entre o prefeito Patriota e o ex-prefeito Totonho e elogiou a postura de ambos. Disse que as críticas trocadas entre ele e o ex-prefeito já foram superadas e que a unidade tem por finalidade favorecer a cidade.
Sandrinho afirmou já ter tido contato com o ex-prefeito e considera superado o episódio em que foi chamado de “poste” por Totonho. Outra questão que foi contemporizada teve relação com o voto de Totonho em Jair Bolsonaro. Sandrinho afirmou que mantém sua oposição ao presidente, mas recorreu ao arrependimento do prefeito para considerar que o gesto foi importante na reaproximação.
Prezado Nill Júnior, Sobre as declarações de Danilo Simões em entrevista ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, venho esclarecer: Não tenho qualquer envolvimento com gestões ligadas ao PSB, nem em nível municipal nem estadual. Pelo contrário: sempre combati politicamente esse modelo em Pernambuco e colaborei diretamente para encerrá-lo com a eleição da nossa governadora […]
Sobre as declarações de Danilo Simões em entrevista ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, venho esclarecer:
Não tenho qualquer envolvimento com gestões ligadas ao PSB, nem em nível municipal nem estadual. Pelo contrário: sempre combati politicamente esse modelo em Pernambuco e colaborei diretamente para encerrá-lo com a eleição da nossa governadora Raquel Lyra, em 2022.
As inverdades proferidas por Danilo na rádio — cuja finalidade não compreendo — não contribuem com o que é mais importante: a união em torno do projeto de reeleição da nossa governadora Raquel Lyra. Esse desafio é maior do que disputas locais ou desentendimentos que, aliás, sempre partiram do próprio Danilo, alimentando divisões em vez de fortalecer o grupo.
Dizer que os gerentes de órgãos estaduais em Afogados da Ingazeira não estão a serviço do governo é injusto. Esses profissionais têm entregado resultados com competência e total alinhamento com as diretrizes do Estado.
Também manifesto minha solidariedade ao presidente do IPA, Miguel Duque, e ao deputado estadual Luciano Duque, atacados mesmo tendo se dedicado intensamente ao projeto político — seja na Assembleia Legislativa, enfrentando uma oposição agressiva, ou à frente do IPA, reestruturando um órgão abandonado pelas gestões socialistas.
Como agente político, tenho o dever de construir articulações que fortaleçam a base da governadora Raquel Lyra. Faço isso com respeito a todos os que atuam em nosso campo político, mesmo quando há diferenças. Infelizmente, existe uma tentativa de desqualificar minha atuação, mesmo com o reconhecimento do governo pelas missões que tenho cumprido no Pajeú e em outras regiões do Estado, com trabalho firme para ampliar as entregas da gestão.
Apesar dos ataques, fake news e pressões para enfraquecer meu trabalho legítimo na região, sigo focado no que realmente importa: fortalecer o governo Raquel Lyra, respeitar os espaços de cada liderança e trabalhar pelo que nos une.
Estou sempre à disposição do governo para continuar cumprindo meu papel, sem me deixar levar por disputas menores.
Nossos adversários políticos estão do outro lado.
Mário Viana Filho Gerente de Articulação Regional da Casa Civil
Da Agência Estado Com quase oito horas de sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que, na melhor das hipóteses, a sessão de hoje terminara às 22 horas. O ministro comanda o julgamento do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Ele afirmou há pouco que às 18 horas […]
Com quase oito horas de sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que, na melhor das hipóteses, a sessão de hoje terminara às 22 horas. O ministro comanda o julgamento do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.
Ele afirmou há pouco que às 18 horas irá realizar uma pausa para o jantar e que depois os senadores irão ouvir o professor Ricardo Loddi, última testemunha de defesa. “Temos 14 inscritos e a intervenção da defesa no que toca a testemunha seguinte. Teremos os trabalhos alongados por 3h30”, disse.
Em meio à questionamentos do plenário, o ministro disse ainda que foi informado por sua assessoria que, se houver necessidade, a presidência pode conduzir coercitivamente qualquer testemunha para depor.
Você precisa fazer login para comentar.