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Operação da Compesa identifica 30 ligações clandestinas em Exu

Por André Luis

O município de Exu, que enfrenta um dos rodízios de abastecimento mais rigorosos do Sertão do Araripe e estava sem abastecimento em razão de ligações clandestinas na Adutora Luiz Gonzaga, teve o fornecimento de água restabelecido. Uma operação de fiscalização realizada pela Coordenação de Segurança Patrimonial da Compesa, com apoio da Polícia Militar, resultou na retirada de 30 ligações ao longo dos 12 quilômetros de tubulações percorridos na ação. 

O que mais chamou a atenção das equipes foi a descoberta de uma ligação clandestina em um clube, no bairro Gonzagão, que possui inclusive piscinas. Uma pessoa foi presa em flagrante no local.

Durante a ação de combate ao furto, foram recuperados cerca de 10 litros de água por segundo, o que representa 50% da vazão disponibilizada para Exu. A estimativa é um prejuízo mensal de R$ 145 mil para a empresa com o volume de água que estava sendo subtraído. Diante dessa quantidade de ligações clandestinas, não estava sendo possível  atender o calendário de distribuição para os cerca de 30 mil moradores do município. A cidade de Exu segue o calendário de abastecimento de três dias com água e 26 sem.

A Compesa reforça que fazer ligações clandestinas é crime, previsto no artigo 155 do Código Penal. Qualquer pessoa pode denunciar essa situação com a identidade  preservada, que pode ser feita pelo  0800 081 0195. A companhia registrou Boletim de Ocorrência para identificar e punir os responsáveis pelas irregularidades.

Para combater as ligações clandestinas, a Compesa vem realizando operações com o apoio policial em todo o estado. A irregularidade é um problema sério que vem sendo enfrentado pela Compesa. Segundo a empresa, o furto de água prejudica o abastecimento de água da população e também o funcionamento de equipamentos importantes à sociedade, como hospitais, escolas e órgãos públicos.

Outras Notícias

Vídeo mostra dinâmica de crime contra itapetinense

Uma câmera de segurança mostrou a dinâmica do assasinato do universitário Pedro Henrique Gonçalves da Silva, natural de Itapetim. O crime aconteceu no Bairro da Madalena,  capital pernambucana. As imagens foram editadas pelo blog em sua conta no Instagram para não mostrar o desfecho.  Servem para alertar contra a reação em atos criminosos como esse.  […]

Uma câmera de segurança mostrou a dinâmica do assasinato do universitário Pedro Henrique Gonçalves da Silva, natural de Itapetim. O crime aconteceu no Bairro da Madalena,  capital pernambucana.

As imagens foram editadas pelo blog em sua conta no Instagram para não mostrar o desfecho.  Servem para alertar contra a reação em atos criminosos como esse. 

Pedro estava com a irmã quando foram abordados por dois homens. Um saca a arma. Pouco depois Pedro tenta tomá-la e segue em direção ao assaltante quando é baleado.

O crime ocorreu por volta das 13h30 da quinta, 11. Pedro Henrique Gonçalves da Silva, de 24 anos, e a irmã dele, de 20 anos, que também é estudante, estavam indo para um mercado.O rapaz foi atingido no pescoço.

O sepultamento ocorreu em clima de comoção.

Segundo a Polícia Militar, as prisões ocorreram em San Martin, na mesma região do Recife. As equipes também apreenderam uma arma de fogo e a moto usada no crime. Os PMs encontraram o celular roubado.

A polícia chegou aos suspeitos a partir do número da placa da moto. Foi possível observar a numeração do veículo poro meio das câmeras de segurança da via.

Além dos dois suspeitos, foram levadas para averiguações mais duas pessoas. Elas são suspeitas de envolvimento no crime. A irmã de Pedro Henrique foi convocada para prestar depoimento.

A operação foi realizada por equipes do 13º Batalhão da PM. Os dois suspeitos foram levados para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na mesma região da cidade.

Pedro e a irmã vieram para o Recife de Itapetim, no Pajeú. Eles chegaram à capital há dois anos para estudar educação física em uma universidade particular.

Dinca ataca de novo e volta a ameaçar radialista. “Cachorro, imundo, cabra safado!”

O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, voltou a atacar e ameaçar o radialista Fabrício Ferreira,  da Rádio Cidade FM. Dinca ameaçou o profissional por uma crítica que repercutiu na imprensa sobre os questionamentos por, segundo a comunidade de Várzea, a gestão a mando dele, segundo o relato, desligar um poço catavento que atendia os moradores. […]

O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, voltou a atacar e ameaçar o radialista Fabrício Ferreira,  da Rádio Cidade FM.

Dinca ameaçou o profissional por uma crítica que repercutiu na imprensa sobre os questionamentos por, segundo a comunidade de Várzea, a gestão a mando dele, segundo o relato, desligar um poço catavento que atendia os moradores.

“Quebraram a base, cortaram o ferro que vai até o poço e tiraram a caixa d’água de 15 mil litros”, disse Joás Ferreira à Coluna do Domingão. O poço tem boa vazão, garante a comunidade. A versão é de que o Secretário Joel Mariano autorizou a “operação trava catavento” a mando de Dinca Brandino, porque uma família na área não votou neles em 2020. Joel diz não ter conhecimento, mas não respondeu a queixa enviada por Joel em 27 de junho e compartilhada com o blog.

Dinca atacou Fabrício,  que comentava a informação: “não tenho conhecimento. Deixe de bater na mesa cachorro, cabra safado,  tentando desmoralizar o Secretário de Agricultura.  Tú pode desmoralizar ele, agora um homem igual a mim tú não desmoraliza não! Cachorro! Imundo! Safado! Tô à tua disposição,  imundo  pra tu me procurar. Agora me chama pra eu ir agora no rádio onde tú tá,  pra tu bater na mesa na minha frente, cachorro! E tu dizer que eu mandei desligar bomba de lá porque eu dou um ditador e quem manda sou eu…”

E seguiu: “aonde tu arrumasse isso porque eu mandei enquanto eu fui prefeito.  Hoje é uma prefeita, e quem manda é ela”.

Não é a primeira vez que Dinca faz a ameaça pública à Fabrício Ferreira.  Há poucos dias,  disse que o radialista merecia uma pisa. Em outro, foi acusado de invadir o estúdio da Rádio Cidade FM.  Nos dois casos, entidades como ASSERPE e Sindicato dos Radialistas cobraram apuração e punição pelas autoridades,  aparentemente em vão,  já que ele reitera as ameaças sem nenhuma preocupação com as consequências jurídica e cíveis.

Prefeitura de Serra Talhada entrega 902 casas do Residencial Vanete Almeida 

A Prefeitura de Serra Talhada realiza, nesta sexta-feira (16), às 15h, a entrega de 902 unidades habitacionais do Residencial Vanete Almeida. A cerimônia contará com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho. As moradias integram um empreendimento que ficou com as obras paralisadas por anos e foi retomado após articulações institucionais junto ao […]

A Prefeitura de Serra Talhada realiza, nesta sexta-feira (16), às 15h, a entrega de 902 unidades habitacionais do Residencial Vanete Almeida. A cerimônia contará com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho. As moradias integram um empreendimento que ficou com as obras paralisadas por anos e foi retomado após articulações institucionais junto ao governo federal.

Segundo a prefeita Márcia Conrado, a retomada do projeto envolveu tratativas contínuas com o deputado federal Fernando Monteiro e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Não foi rápido. Não foi simples. Mas foi tratado como prioridade”, afirmou. De acordo com a gestora, o tema esteve presente em agendas e discussões ao longo de mais de cinco anos.

A prefeita informou que realizou viagens a Brasília e São Paulo para tratar dos entraves que impediam o avanço do empreendimento. “Cada porta que se abrir aqui hoje representa um recomeço”, declarou.

Além das unidades habitacionais, o Residencial Vanete Almeida conta com a implantação de equipamentos públicos. Um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem inauguração prevista; uma escola, com 12 salas de aula, está com 50% das obras concluídas; uma creche aguarda a ordem de serviço; e uma Unidade Básica de Saúde (UBS) encontra-se em fase de licitação.

Luciano Duque cumpre agenda no Agreste

O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, candidato a deputado estadual, cumpriu agenda nesse final de semana no município de Pesqueira, agreste pernambucano.  O candidato conta com o apoio de vereadores e ex-vereadores, e visitou localidades da zona rural, ouvindo as pessoas e selando proposta para a região. “Assim como, em muitas outras cidades por […]

O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, candidato a deputado estadual, cumpriu agenda nesse final de semana no município de Pesqueira, agreste pernambucano. 

O candidato conta com o apoio de vereadores e ex-vereadores, e visitou localidades da zona rural, ouvindo as pessoas e selando proposta para a região.

“Assim como, em muitas outras cidades por onde passamos, o descaso do atual governo com a saúde do nosso povo foi uma das principais queixas da população – a comunidade do Papagaio, por exemplo, não dispõe de posto de saúde para receber atendimento médico. Expliquei como transformamos a saúde de Serra Talhada nos nossos oito anos de gestão, e como, junto com Marília e Lula, podemos fazer essa mudança também em Pernambuco”, declarou o ex-prefeito.

“Não dá em nada”, diz Walber Agra sobre ação contra PP por renúncia de candidatas em Arcoverde

O imbróglio envolvendo a saída de cinco candidatas do PP de Arcoverde não deve prosperar, muito menos alterar a ordem dos vereadores eleitos. Em setembro, a Coligação Unir para Reconstruir ingressou com Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), acusando fraude à cota de gênero no PP, pedindo anulação de votos e cassação de mandato. O […]

O imbróglio envolvendo a saída de cinco candidatas do PP de Arcoverde não deve prosperar, muito menos alterar a ordem dos vereadores eleitos.

Em setembro, a Coligação Unir para Reconstruir ingressou com Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), acusando fraude à cota de gênero no PP, pedindo anulação de votos e cassação de mandato.

O blog ouviu o experiente advogado Walber Agra.  Fora do país,  ele conversou com o blog. Questões periféricas a parte, como quem convidou quem e em que circunstâncias elas definiram as candidaturas,  o fato determinante tem relação com a data de desistência formal das candidaturas.

Isso porque o PP foi alvo de disputa entre os grupos de Madalena Britto e Zeca. Em julho, o Partido Progressistas, do deputado federal Eduardo da Fonte, renovou a direção do partido em Arcoverde e fechou apoio ao pré-candidato Zeca na corrida eleitoral 2024.

A nova direção do PP de Arcoverde passou a ter a presidência de Paulinho Galindo, tendo como vice-presidente o empresário Newton Cavalcanti (cunhado de Zeca).

A movimentação gerou uma confusão entre quem ficou e quem não aceitou a mudança.  Fechadas as candidaturas do partido,  tudo seguiu até 22 de setembro,  quando renunciaram às candidaturas o ex-secretário de Saúde, Isaac Sales; a ex-secretária Executiva de Saúde, Telma Jeane; Junior Mendes e Nayara Siqueira. Pouco tempo depois,  Zirleide Monteiro também renunciou.

Começou uma guerra de narrativas na imprensa com acusações de ameaças,  coação e intimidação.  Mas, pelo que o blog apurou, o conjunto probatório é frágil, com muita conversa “de boca” e poucos elementos concretos. O que há de fato é um registro das candidaturas e as desistências a partir do dia 22 de setembro.

Segundo Walber Agra,  a regra é clara: o partido ou coligação só tem obrigação de substituir desistentes quando isso ocorre até 20 dias antes do pleito. “Depois disso, não há obrigação de substituição.  Por esse aspecto a ação não dá em nada”, disse Agra.

De fato, o prazo para realizar o registro de candidatura por substituição de candidatas e candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador terminou no dia 16 de setembro.

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), regulamentada pela permiteResolução TSE n. 23.609/2019 permite que o partido, federação ou coligação realize a substituição de candidaturas indeferidas, canceladas, cassadas, como também para casos de renúncias e falecimentos.

A substituição deve ser feita de acordo com o que constar no estatuto do partido ou da federação e, em qualquer dos casos, o pedido deve ser realizado em até 10 dias do fato que deu origem à substituição. O prazo do dia 16 só não valeria no caso de falecimento de candidatos, onde a substituição poderá ser efetivada após esta data.