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Paraíba volta a eleger governador no 1º turno depois de vinte anos

Por Nill Júnior

G1 PB

eleição de João Azevêdo (PSB), com 58,1% do votos válidos no domingo (7), voltou a registrar um resultado eleitoral que não acontecia na Paraíba desde 1998: eleger um governador em um 1° turno.

Há 20 anos, José Maranhão (MDB), que concorreu também nesta última eleição, venceu naquele ano o candidato Gilvan Freire (PSB) no 1º turno, com 80,7% dos votos válidos.

Nas eleições de 1998, José Maranhão, no então PMDB, conseguiu 877.852 votos contra 175.234 votos de Gilvan Freire, cerca de 16,1%. Nessas eleições, a Paraíba ainda contava com José Antônio Valadares (PRP), que obteve 14.090 votos, com João César de Araújo, que obteve 11.095, e Marcelino Rodrigues, que alcançou 9.244 votos.

Por sua vez, em 2018, João Azevêdo obteve 1.119.758 votos, que representaram 58,18% dos válidos. Lucélio Cartaxo (PV) ficou em segundo lugar, com 450.525 votos (23,4%), e José Maranhão (MDB), em terceiro, com 335.604 votos (17,4%), com Tárcio Teixeira em quarto, com 15.522 votos e Rama Dantas (PSTU) em quinta com 3.146 votos.

Em entrevista coletiva realizada em João Pessoa, após a confirmação da vitória, o governador eleito da Paraíba falou sobre as eleições: “Eu tenho certeza que esse momento é muito especial, por uma série de fatores. Como foi grande e como foi bonita essa caminhada que nós fizemos. Fizemos uma campanha limpa, uma campanha propositiva, uma campanha de convencimento, uma campanha de demonstrar a todo mundo aquilo que efetivamente aconteceu. Uma campanha da verdade que mostrou que essa Paraíba evoluiu, porque evoluiu, como evoluiu e quem promoveu essa evolução pra Paraíba”, destacou.

Outras Notícias

PEC que viabiliza pagamento do piso da enfermagem vai à promulgação

O Senado aprovou nesta terça-feira (20), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição que viabiliza o pagamento do piso da enfermagem (PEC 42/2022). O texto direciona recursos do superávit financeiro de fundos públicos e do Fundo Social para financiar o piso salarial nacional da enfermagem no setor público, nas entidades filantrópicas e de […]

O Senado aprovou nesta terça-feira (20), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição que viabiliza o pagamento do piso da enfermagem (PEC 42/2022). O texto direciona recursos do superávit financeiro de fundos públicos e do Fundo Social para financiar o piso salarial nacional da enfermagem no setor público, nas entidades filantrópicas e de prestadores de serviços, com um mínimo de atendimento de 60% de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A matéria segue agora para promulgação. 

O texto, que tem como primeiro signatário o deputado André Figueiredo (PDT-CE), foi aprovado na semana passada pela Câmara e chegou ao Senado na forma do substitutivo da comissão especial à PEC 390/2014. 

A iniciativa estabelece que a União ajudará estados e municípios a pagar esses profissionais usando recursos do superávit financeiro dos fundos públicos do Poder Executivo, verificados ao fim de cada ano entre os exercícios de 2023 a 2027, exceto os saldos vindos do esforço de arrecadação dos servidores civis e militares da União, como os relacionados à cobrança da dívida ativa.

A aprovação da proposta foi uma reação do Congresso à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de bloquear o pagamento do piso. A Corte deu prazo de 60 dias para entes públicos e privados da área da saúde esclarecerem o impacto financeiro, os riscos para empregabilidade no setor e a eventual redução na qualidade dos serviços, com a apresentação de proposta de solução.

O relator da proposta, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que a medida não cria despesas sem contrapartidas e por essa razão soluciona o impasse judicial. 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, acredita que com a aprovação da medida e sua posterior promulgação o STF deve reverter o bloqueio. 

Em seu voto, Contarato ressaltou que o impacto da PEC está estimado em R$ 19 bilhões. Frente a isso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avalia que o incremento necessário para o cumprimento do piso será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os municípios, de R$ 1,3 bilhão ao ano para os estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União. Por outro lado, a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) indicou aumento de R$ 6,3 bilhões ao ano.

Teto de gastos 

De acordo com o texto, o valor destinado as despesas correntes e os valores transferidos pela União aos fundos de saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ficará fora do teto de gastos da União. A matéria estabelece ainda um período de transição para que esses entes, que terão um aumento das despesas com pessoal, contabilizem o piso nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A norma vai retirar as despesas com o piso salarial do cálculo do limite de despesas com pessoal. Dessa forma, nenhuma despesa que tenha esse objetivo será computada como gastos com pessoal no primeiro ano de vigência da emenda constitucional (EC) que resultar da PEC. No segundo ano, somente 10% das despesas serão computadas; 20% no terceiro ano e, assim, sucessivamente, com incrementos de 10% ao ano, até que a totalidade dos gastos com o piso salarial seja computada no limite de gastos com pessoal. Atualmente o limite com despesa de gasto com pessoal é de 65% da receita corrente líquida (RCL) do ente. 

Fundo Social 

A PEC estabelece ainda como fonte adicional de recursos para o pagamento da assistência financeira, os recursos vinculados ao Fundo Social, sem prejuízo da parcela que estiver destinada à educação. O Fundo Social foi instituído pela Lei 12.351, de 2022, com o objetivo de formar uma poupança de longo prazo com os recursos arrecadados com a exploração do petróleo, sobretudo nos contratos de partilha na região do pré-sal.

Contarato observou em seu voto que, em 2022, a Secretaria do Tesouro Nacional divulgou o seu balanço patrimonial de 2021 com um superávit financeiro dos fundos da União de R$ 20,9 bilhões, sendo que R$ 3,9 bilhões se referem a parcela do Fundo Social destinada à saúde pública e à educação. 

Setor privado 

Apesar de votarem favoravelmente à matéria, os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Portinho (PL-RJ), Soraya Thronicke (União-MS) e Flávio Arns (Podemos-PR) manifestaram preocupação em relação a resposta do Congresso para que as instituições privadas também tenham condições de pagar o piso sem promover demissões em massa.

Eles defenderam a aprovação de projetos, já em tramitação no Senado, que auxiliam o setor a arcar com o aumento das despesas que serão geradas com o cumprimento da lei. O senador Izalci citou como exemplo projeto de sua autoria que inclui empresas do setor de saúde entre as beneficiadas do programa de desoneração da folha (PL 1.378/2022).

Diante da preocupação, Rodrigo Pacheco informou que já esteve com o indicado a assumir o Ministério da Economia do próximo governo, Fernando Haddad, e que já antecipou essa preocupação. Segundo ele, há interesse da equipe econômica do novo governo em buscar uma viabilidade financeira para o setor privado. O que, na visão dele, não impede que o STF já delibere sobre o que diz respeito às instituições públicas e filantrópicas. As informações são da Agência Senado.

PGR acionará STF contra excessos de ações policiais em universidades

Do Congresso em Foco A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, anunciou nesta sexta-feira (26) que ajuizará no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) para assegurar o restabelecimento da normalidade em ambiente universitário, diante da onda de ações policiais em universidades em todo o Brasil sob o pretexto de coibir […]

Foto: Reprodução

Do Congresso em Foco

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, anunciou nesta sexta-feira (26) que ajuizará no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) para assegurar o restabelecimento da normalidade em ambiente universitário, diante da onda de ações policiais em universidades em todo o Brasil sob o pretexto de coibir supostas infrações eleitorais. Como este site mostrou ontem (25), associações de professores denunciaram excessos da Polícia Federal e ameaça à liberdade de expressão e manifestação nas instituições de ensino superior.

A reclamação de professores e alunos é que juízes eleitorais têm interpretado faixas contra o fascismo, por exemplo, como ação eleitoral para beneficiar determinada candidatura. Segundo Raquel Dogde, há indícios de ofensa à liberdade de expressão, à liberdade de reunião e à autonomia universitária, e a ADPF visa a “vigência plena da Constituição no país”.

Raquel Dodge disse ter reunido “informações sobre atos que estão coibindo a liberdade de manifestação e de reunião no âmbito de algumas universidades brasileiras”, de forma a fundamentar a formalização da ADPF no Supremo. “Por verificar no curso de várias medidas noticiadas pela imprensa que houve e há indícios claros de ofensa à liberdade de expressão, de reunião, da liberdade de cátedra, da autonomia universitária, da discussão no ambiente universitário a respeito de medidas relacionadas às eleições que estou requerendo ao STF providência no sentido de assegurar a vigência plena da Constituição no país e, sobretudo, nesse momento de eleições no Brasil”, destacou a procuradora-geral.

Em um dos casos que se tornaram emblemáticos do problema nos últimos dias, uma bandeira com os dizeres “Direito UFF AntiFascista” perdurada na histórica fachada da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ), foi alvo da Justiça Eleitoral no estado sem fazer qualquer menção a partidos ou candidatos. Mesmo assim, a juíza Maria Aparecida da Costa Barros, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), deu prazo para a retirada da bandeira. Do contrário, o diretor da Faculdade de Direito da UFF, Wilson Madeira Filho, deveria ser preso.

Em seu perfil no Facebook, ele comentou o assunto por volta das 23h desta quinta-feira (25). “Decisão judicial do TRE nesta data (25/10) entendeu ser a bandeira e os eventos promovidos na Faculdade de Direito sob a expressão Anti-Fascismo alusivas enquanto campanha negativa ao presidenciável Jair Bolsonaro. Nesse sentido, determinei a retirada da bandeira e a ausência de novas manifestações”, comunicou o diretor da UFF.

Mais cedo, diante dos relatos originados de diversos pontos do país, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), divulgou nota pública para criticar a postura dos juízes eleitorais. “É lamentável que, em uma disputa tão marcada pela violência física e simbólica, pelo engano e pela falsificação de fatos, o ataque do sistema de justiça se dirija exatamente para o campo das ideias”, concluiu o documento.

Na última semana de gestão, Paulo Câmara intensifica agenda

Gestor estará em Arcoverde, Belo Jardim, Tacaimbó, Caruaru, Pombos e Vitória O governador Paulo Câmara inaugura, nesta segunda-feira (26), obras de infraestrutura, esgotamento sanitário, desenvolvimento urbano e abastecimento de água em agenda nas regiões do Sertão do Moxotó, Agreste Central e Zona da Mata, previstas no Plano Retomada. Os compromissos são nos municípios de Arcoverde, […]

Gestor estará em Arcoverde, Belo Jardim, Tacaimbó, Caruaru, Pombos e Vitória

O governador Paulo Câmara inaugura, nesta segunda-feira (26), obras de infraestrutura, esgotamento sanitário, desenvolvimento urbano e abastecimento de água em agenda nas regiões do Sertão do Moxotó, Agreste Central e Zona da Mata, previstas no Plano Retomada.

Os compromissos são nos municípios de Arcoverde, Belo Jardim, Tacaimbó, Caruaru, Pombos e Vitória de Santo Antão.

A agenda começa em Arcoverde às 8 horas, com a inauguração da Adutora do Agreste – Trecho Barragem do Ipojuca/ Distrito de Mimoso. Será na Barragem do Ipojuca.

Em Belo Jardim, inaugura as obras de terraplanagem, pavimentação, drenagem e sinalização do trecho da BR-232 ao Distrito de Água Fria.

Às 9h40, inauguração o Parque Ambiental Janelas para o Rio, no Antigo Parque do Bambu.

Em seguida, o Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) Belo Jardim.

Às 11 horas em Tacaimbó, visita às obras de restauração da PE-144. Depois, inaugura as obras de terraplanagem, pavimentação, drenagem e sinalização em vias urbanas no Loteamento Santo Antônio.

Em Caruaru, entrega às 22h40 o Centro de Hemodiálise do Hospital Mestre Vitalino.

Em Pombos, inaugura a primeira etapa de obras da PE-058.  Segue e entrega a rede de distribuição para atendimento das localidades de Dois Leões e Vila São José

Fecha a agenda em Vitória de Santo Antão, onde inaugura a ampliação do abastecimento para o bairro de Cajueiro e da nova rede de distribuição do bairro Belo Horizonte e a 1ª etapa da PE-045.

Governador promete a Deputado reforço de policiais no Sertão a partir de agosto‏

Em conversa nesta quinta-feira (02) com o governador Paulo Câmara, o deputado estadual Miguel Coelho recebeu a confirmação de que o 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM) será reforçado nos próximos meses. O efetivo que atende os municípios de Petrolina, Afrânio e Dormentes será incrementado com 50 soldados. A expectativa é de que os novos […]

Miguel Paulo e Tereza Campello

Em conversa nesta quinta-feira (02) com o governador Paulo Câmara, o deputado estadual Miguel Coelho recebeu a confirmação de que o 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM) será reforçado nos próximos meses.

O efetivo que atende os municípios de Petrolina, Afrânio e Dormentes será incrementado com 50 soldados. A expectativa é de que os novos policiais já comecem a atuar a partir de agosto e setembro.

Devido ao aumento recente de casos de homicídio na região de Petrolina, o deputado já havia feito pedidos ao Governo do Estado para ampliar o efetivo do 5° BPM.

“Conversei pessoalmente com o governador e ele nos confirmou que pelo menos 50 policiais serão acrescidos ao 5° BPM entre agosto e setembro deste ano. É uma boa notícia para a população do Sertão do São Francisco, que vai ter mais segurança e conforto”, resume o deputado socialista.

Iguaracy abre o São João do Gonzagão 2023

Programação vai até o dia 24 de junho passando por bairros e distritos do município. O Governo Municipal de Iguaracy, através da Secretaria de Cultura e Turismo, realizou na noite desta sexta-feira (9), a abertura oficial do São João do Gonzagão 2023 e como sempre, o Bairro Santa Ana foi palco da abertura das festividades. […]

Programação vai até o dia 24 de junho passando por bairros e distritos do município.

O Governo Municipal de Iguaracy, através da Secretaria de Cultura e Turismo, realizou na noite desta sexta-feira (9), a abertura oficial do São João do Gonzagão 2023 e como sempre, o Bairro Santa Ana foi palco da abertura das festividades.

Inicialmente, o evento contou com a apresentação cultural da Quadrilha Arraiá do Corredor da cidade de Sertânia que fizeram uma linda apresentação.

O prefeito Zeinha Torres esteve prestigiando o evento e ao lado do secretário de Administração, Marquinhos Melo e amigos, assistiu à apresentação cultural e também a apresentação da noite que ficou por conta do cantor e sanfoneiro Lindojohnson e Banda.

Filho de Cícero Sousa e irmão de Lindomar Sousa, dois nomes de peso do forró na região, Lindojohnson mostrou que o talento para música vem de berço. Desde os oito anos o cantor afogadense já iniciava sua trajetória musical ao lado do pai, hoje possui sua própria banda com um total de cinco componentes e já estão com o pé na estrada há quatro anos, porém, sendo a primeira vez em Iguaracy. As informações são do blog TV Web Sertão.

Fique por dentro do restante da programação do São João do Gonzagão 2023:

Dia 10/06 – Bairro COHAB – Artur Vaqueiro

Dia 11/06 – Bairro Frei Damião – Luciano Lima e Waguinho dos Teclados

Dia 16/06 – Bairro São Sebastião – Alison Almeida e Farra de Paredão

Dia 17/06 – Bairro Otaviano Bezerra – RD do Piseiro

Dia 18/06 – Irajaí – Nego Adelmo

Dia 21/06 – Caatingueira – Kleyton Mota

Dia 22/06 – Jabitacá – Neno do Acordeon

Dia 23/06 – Iguaracy – Adelino do Acordeon e Renato & Renata

Dia 24/06 – Iguaracy – Forró D3 e Forrozão MW