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Eleição transcorre em segurança nos municípios de Pernambuco, diz SDS

Por André Luis

Balanço parcial da Operação Eleições 2020, realizada pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) para garantir a segurança do pleito em todo o Estado, mostra que, da 0h até as 17h deste domingo (15/11), 143 municípios de Pernambuco não haviam registrado ocorrências relativas às eleições. Segundo dados do Sistema Operação Eleição Pernambuco (SOEPE), criado pela SDS, as demais cidades tiveram 51 crimes eleitorais. Ao todo, 129 pessoas foram conduzidas a delegacias de Polícia Civil.

“Tivemos o emprego de um grande reforço no Estado inteiro e, diante desse balanço parcial, avaliamos esta como uma eleição tranquila. Nossos servidores se empenharam para que o exercício da democracia prevalecesse em Pernambuco. E também os eleitores compareceram às urnas para votar com muita serenidade, colaborando com todo o trabalho da segurança pública. O trabalho prossegue monitorando este momento de apuração dos votos e a movimentação após a divulgação dos resultados”, diz o secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua.

Em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, seis pessoas foram autuadas em flagrante delito por suspeita de compra de votos. Entre os candidatos, 11 acabaram conduzidos a delegacias, porém apenas um deles terminou preso em flagrante, no município de Catende, na região da Mata Sul.

Nas 42 cidades pernambucanas com casos de crime eleitoral, os mais frequentes foram: propaganda ilegal de partidos e candidatos, ameaça, corrupção eleitoral, prática de boca de urna, desobediência às instruções da Justiça Eleitoral e lesão corporal relacionada às eleições.

O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco atuou em 114 ocorrências, a maioria de serviços técnicos, atendimentos pré-hospitalares, incêndios, prevenção de acidentes e salvamentos.

Outras Notícias

Padre Fabrício Dias confirma retorno à Diocese de Patos após missão em Arcoverde

O padre Fabrício Dias Timóteo confirmou, em entrevista concedida na última sexta-feira (3) à Rádio Cariri POP FM, que está de volta à Diocese de Patos (PB) após cumprir um período missionário de seis meses no Santuário da Divina Misericórdia, localizado na Terra da Misericórdia, em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Segundo o sacerdote, a […]

O padre Fabrício Dias Timóteo confirmou, em entrevista concedida na última sexta-feira (3) à Rádio Cariri POP FM, que está de volta à Diocese de Patos (PB) após cumprir um período missionário de seis meses no Santuário da Divina Misericórdia, localizado na Terra da Misericórdia, em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco.

Segundo o sacerdote, a transferência foi resultado de um acordo entre os bispos de Patos (PB) e Pesqueira (PE), e já estava prevista desde o início de sua missão. “Os bispos entraram em acordo, o bispo de Patos com o bispo de Pesqueira. Ficamos durante seis meses em missão no santuário, e havia a possibilidade de renovação. Mas eles entenderam que não deveria haver a renovação, e eu volto com muita alegria para a Diocese de Patos”, afirmou.

Padre Fabrício destacou que o retorno à Paraíba não tem relação com especulações políticas. “Nada tem a ver com política. Quando eu fui, já fui com um prazo bem definido de seis meses, que era passível de renovação. Decidimos que não haveria renovação e eu volto para a Diocese de Patos”, explicou.

De forma bem-humorada, o padre acrescentou: “Pelo contrário, se tivesse a ver com política, me queriam mais distante, e não mais próximo. Agora eu venho para o centro, para o olho do furacão.”

O religioso informou que ainda não conversou oficialmente com o bispo diocesano de Patos, Dom Eraldo, mas que deve se apresentar nos próximos dias. “Essa semana nós conversaremos, se Deus quiser. Estou à total disposição, como Nossa Senhora: ‘Eis aqui o servo do Senhor. Faça-se em mim segundo a vossa vontade’”, concluiu.

 

Paulo Câmara destaca investimentos do BNB em saneamento

Por André Luis O Banco do Nordeste (BNB) já contratou R$ 2,3 bilhões em obras de esgotamento sanitário e tratamento de água na sua área de atuação, em 2023. O valor é superior aos R$ 2,2 bilhões mobilizados entre 2018 e 2022. Os dados foram apresentados pelo presidente do BNB, Paulo Câmara, em suas redes […]

Por André Luis

O Banco do Nordeste (BNB) já contratou R$ 2,3 bilhões em obras de esgotamento sanitário e tratamento de água na sua área de atuação, em 2023. O valor é superior aos R$ 2,2 bilhões mobilizados entre 2018 e 2022.

Os dados foram apresentados pelo presidente do BNB, Paulo Câmara, em suas redes sociais, na quarta-feira (27). Ele participou do seminário “Saneamento e Desenvolvimento Sustentável”, realizado no Recife.

“Investir em saneamento é investir em saúde pública, em turismo e desenvolvimento econômico. O BNB tem priorizado esse setor e ampliado os financiamentos na área”, disse Câmara.

O seminário, realizado pelo Instituto Brasileiro Pró-Cidadania (IBC PRO), reuniu representantes do setor público, privado e da sociedade civil para discutir os desafios e oportunidades do saneamento no Brasil.

O presidente do BNB destacou que o banco está à disposição dos municípios e estados para apoiar o desenvolvimento do saneamento básico.

“O BNB está comprometido com a universalização do saneamento no Brasil”, disse Câmara. “Essa é uma prioridade do governo federal e do BNB.”

Benefícios do saneamento

O saneamento básico é essencial para a saúde pública, o turismo e o desenvolvimento econômico.

O acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário reduz a incidência de doenças, melhora a qualidade de vida da população e atrai investimentos.

No Brasil, ainda há cerca de 35 milhões de pessoas sem acesso à água tratada e 100 milhões sem acesso ao esgotamento sanitário.

O governo federal tem um plano para universalizar o saneamento básico até 2033.

“Casimiro foi desonesto”, afirma Joana D’Arc à Pajeú sobre distribuição de recursos no PV

Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, […]

Joana D’Arc, candidata a vereadora pelo PV nas últimas eleições, fez graves acusações ao presidente do diretório municipal do Partido Verde (PV), Casimiro Ferreira, em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (15). Segundo Joana, o fundo partidário destinado ao PV na cidade foi distribuído exclusivamente para a candidata Simone da Feira, que é mãe de Casimiro, sem que os demais candidatos do partido tivessem acesso a qualquer parte do recurso. A situação, que veio à tona após a consulta pública ao Portal da Transparência, gerou indignação e acusações de desonestidade e favorecimento.

Joana relatou que, durante a campanha, ela e os outros candidatos do PV questionaram diversas vezes Casimiro sobre a existência de algum apoio financeiro por parte do partido. A resposta foi sempre negativa. “A campanha seguiu, pedimos votos, e fomos atrás dos eleitores. Recentemente, após a campanha, fui ao Portal da Transparência, e lá estava: Simone recebeu R$ 10 mil do fundo partidário, enquanto todos os outros candidatos do PV não receberam absolutamente nada”, denunciou a candidata.

A principal crítica de Joana está na falta de transparência e na violação das cotas de gênero. Segundo a candidata, os recursos deveriam ter sido distribuídos entre as quatro mulheres do partido, incluindo ela própria, Simone da Feira, Gilda do Riacho da Onça e Cícera do Leite, conforme determina a legislação eleitoral. “Casimiro violou essa distribuição, prejudicando a cota feminina ao destinar todo o valor para Simone. Ele não destinou nenhum recurso para os demais candidatos, deixando todos nós, mulheres, sem apoio financeiro”, afirmou Joana.

Em resposta às acusações, Casimiro afirmou, por meio de nota, que o repasse de recursos foi feito diretamente pelo PV Nacional para a conta de Simone da Feira, sem sua intervenção. No entanto, Joana refutou a explicação, alegando que, como presidente municipal, Casimiro tinha pleno conhecimento da situação e deveria ter agido com honestidade e justiça. “Como a Nacional poderia saber, entre quatro mulheres, que só Simone era merecedora dos R$ 10 mil? Isso claramente foi direcionado por Casimiro”, disse a candidata.

Joana também destacou que, além de não receber o recurso do fundo partidário, os demais candidatos do PV não tiveram qualquer apoio do partido para a confecção de material de campanha, ficando dependentes da ajuda da chapa majoritária. “Se dependesse do PV, nem sairíamos de casa para fazer campanha”, desabafou.

A candidata encerrou a entrevista afirmando que já acionou a assessoria jurídica e pretende levar o caso ao Tribunal Regional Eleitoral. “É preciso que alguém responda por isso e esclareça como funciona a distribuição do recurso financeiro dos partidos. Muitas vezes, as mulheres são deixadas de lado e se tornam invisíveis. As cotas de gênero foram violadas, e Casimiro foi desonesto ao distribuir o recurso apenas para sua mãe”, concluiu.

A denúncia de Joana D’Arc acende um alerta para a necessidade de maior fiscalização e transparência na distribuição dos recursos partidários, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das cotas de gênero, que têm o objetivo de garantir igualdade de condições para mulheres nas disputas eleitorais.

Adelmo Moura diz que reunião tem que tratar logo projeto “nome da terra” em 2022

Djalma Alves diz que projeto é interessante, apesar do vínculo com Clodoaldo Magalhães  Os prefeitos reeleitos de Itapetim, Adelmo Moura e o de Solidão, Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez especial desta terça, com a série Prefeitos Eleitos. Eles comemoraram a reeleição e avaliaram a votação. No caso de Itapetim, Adelmo minimizou a repercussão […]

Djalma Alves diz que projeto é interessante, apesar do vínculo com Clodoaldo Magalhães 

Os prefeitos reeleitos de Itapetim, Adelmo Moura e o de Solidão, Djalma Alves, estiveram no Debate das Dez especial desta terça, com a série Prefeitos Eleitos.

Eles comemoraram a reeleição e avaliaram a votação. No caso de Itapetim, Adelmo minimizou a repercussão de que seu adversário, Anderson Lopes (PTB), tenha surpreendido com a votação.

Disse que em linhas gerais manteve a hegemonia eleitoral, mas admitiu que precisa oxigenar a gestão com novas ações a partir de 2021.

Já Djalma deixou evidente que a votação com quase o dobro dos votos da adversária Cida Oliveira foi fruto do trabalho de arrumação da casa. Ele disse que a austeridade administrativa foi determinante para que a população reconhecesse seu trabalho.

Nas duas cidades, o tema segurança foi um dos abordados com o aumento dos crimes contra o patrimônio. Tanto Djalma quanto Adelmo afirmaram que o Estado precisa melhorar o policiamento, que é minimo.

Os dois sinalizaram a realização de concurso público. Itapetim com mais convicção e Solidão dependendo de analise técnica pelo alto comprometimento com folha. “Vamos ver uma forma pois o Fundo de Previdência é deficitário”, disse Djalma.

Os dois também sinalizaram que poderão fazer algumas mudanças pontuais no secretariado.

Política: Adelmo se mostrou confiante na virada de João Campos no Recife sobre Marília Arraes. Já Djalma admitiu ser muito difícil. “Acredito muito em pesquisa”, disse mais cético.

Outro tema foi a possibilidade de unidade dos prefeitos da região em torno de uma candidatura única para a Alepe. Djalma Alves disse que apesar do compromisso com o Deputado Clodoaldo Magalhães a possibilidade pode ser discutida.

Já Adelmo defendeu uma reunião o quanto antes com o bloco socialista envolvendo também o prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira. Na reunião o nome socialista cotado é o do prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, que estará sem mandato.

Iterpe e Decred alinham informações sobre o PNCF em Pernambuco

O presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Altair Patriota, se reuniu com a consultora do Departamento de Gestão do Crédito Fundiário (Decred/SAF/MAPA), Andréa Connolly, com o objetivo de alinhar as informações sobre o processo de contratação das propostas de financiamento do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNFC) para 2020. A […]

Foto: Mirthis Novaes/ASCOM Iterpe

O presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Altair Patriota, se reuniu com a consultora do Departamento de Gestão do Crédito Fundiário (Decred/SAF/MAPA), Andréa Connolly, com o objetivo de alinhar as informações sobre o processo de contratação das propostas de financiamento do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNFC) para 2020.

A pauta da reunião, realizada nesta quinta-feira (12), considerou a importância do papel da rede de apoio para a qualificação e apresentação das propostas de aquisição de terras, que devem ser analisadas pelo Iterpe.

Integraram ainda a discussão a gerente da execução do PNCF em Pernambuco, Alcineide Oliveira, e o representante da Fetape, Aglailson Paixão, uma das instituições parceiras do programa e que é responsável pela etapa de capacitação dos grupos de agricultores beneficiários do financiamento da terra.

A ocasião serviu, ainda, para definir conjuntamente alguns encaminhamentos necessários, neste mês de abril, para alavancar o processo de envio e análise das propostas de áreas rurais enquadradas nas exigências legais do programa, que, por sua vez, tramitam entre o Iterpe e a União.

O presidente do Iterpe reforçou a importância da integração das esferas institucionais parceiras da promoção do PNCF, durante a reunião. “O diálogo permanente entre as entidades que orquestram a realização do programa é o diferencial para acelerar as etapas voltadas às contratações dessa política pública no Estado de Pernambuco”, enfatizou Altair Patriota.

Sobre o Programa

O PNCF é uma política nacional implementada em 2003 com apoio dos estados que, ao longo do tempo, contou com diversas modificações em sua normativa em atendimento às reivindicações da sociedade civil organizada para adequar as diferenças regionais dos beneficiários.

A execução dessa política, em Pernambuco, realizada pelo Iterpe, tem o objetivo de conceder financiamento com juros baixos às famílias de agricultores sem ou com pouca terra, para que comprem um imóvel rural a fim de produzir o sustento de suas famílias.