Para esquentar campanha, Murioka pode escolher Ivanildo do Fósforo como vice
Por Nill Júnior
Notícias vindas da cidade de Flores dão conta de que a chapa governista poderá sofrer alteração para a disputa da eleição municipal. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Ao invés de Chico dos Correios, a Prefeita Soraya Morioka (PR) poderá ter o empresário Ivanildo do Fósforo como seu candidato a vice-prefeito.
Pela oposição Marcone Santana vai mesmo liderar a chapa tentando voltar ao comando da gestão. O vice de Marcone, ainda é uma incógnita.
O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito. No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política. A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu […]
O candidato oposicionista Fredson Brito (Republicanos) conquistou a vitória nas eleições municipais de São José do Egito.
No entanto, apesar do triunfo nas urnas para a prefeitura, o cenário político para a governabilidade vai precisar de costura política.
A base do candidato derrotado George Borja (PSB), que tem Evandro Valadares, Paulinho Jucá e cia, conseguiu eleger a maioria dos vereadores, com oito dos 13 assentos da Câmara Municipal.
A base de apoio de Fredson na Câmara é composta por Aldo da Clipsi, Albérico Tiago, Daniel Siqueira (que já lançou o nome para disputar a presidência da Câmara), Vicente de Vevéi e Damião de Carminha.
Enquanto isso, a oposição ao novo prefeito conta com uma bancada formada por Adeílton de Bráz, Romerinho Dantas, Patrícia de Bacana, Fernanda de Flávio Jucá, Beto de Marreco, Tadeu do Hospital, Luiz de Raimundo e Gerson Sousa.
Com essa configuração, Fredson Brito, que assume a prefeitura em um cenário de divisão política, terá que buscar diálogo e articulação para aprovar projetos e garantir a governabilidade.
Em se tratando de São José do Egito, não haverá como dizer que essa formatação se mantém até o dia da posse. No bloco dos eleitos, há quadros que mudaram mais de uma vez de base no curso do mandato, eleitos cuja uma banda da família já apoiou Brito, e partidos que podem ser atraídos para o time governista, como o União Brasil.
A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB). O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação […]
A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB).
O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação judicial, e só poderia ser vendido com autorização judicial, segundo os policiais, o que não ocorreu. A dívida do grupo gira em torno de R$ 300 milhões.
O avião Cesna foi vendido a João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, ambos de Pernambuco, segundo documento do grupo Andrade enviado à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e revelado pela coluna Mônica Bergamo, da Folha. Mello Filho é usineiro e era amigo de Campos, segundo a Folha apurou.
Os policiais também querem saber por que os compradores não passaram a aeronave para os seus nomes, como prevê a legislação. Nos registros da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Cessna permanece em nome do grupo Andrade.
Uma das hipóteses dos policiais é que isso foi feito para burlar os credores. Segundo essa hipótese, o grupo Andrade simularia ainda ter a posse da aeronave para não repassar o que recebeu pela venda do avião. Segundo a lei de recuperação judicial, quando uma empresa está em dificuldade todo o valor arrecadado é usado para pagar dívidas.
Os policiais temem que, se ficar caracterizado que o avião ainda é do grupo Andrade, como está no registro da Anac, o grupo de Ribeirão Preto não teria recursos para honrar os cerca de R$ 9 milhões de prejuízo nos imóveis, provocado pela queda da aeronave.
Representantes do grupo Andrade dizem que os empresários pernambucanos pagaram oito parcelas de um “leasing” feito junto à Cessna (“leasing”, ou arrendamento mercantil, é um tipo de financiamento no qual o cliente paga uma parcela por mês e ao final fica com o avião).
No arrendamento, o avião custou cerca de US$ 9,5 milhões (por volta de R$ 21.437.700), divididos em dez anos ou 120 parcelas. Segundo essa conta, as oito parcelas pagas correspondem a US$ 633 mil (cerca de R$ 1.428.427). As oito parcelas foram pagas no dia 8 de maio, segundo a resposta do grupo Andrade à Anac.
Esse valor foi integralmente repassado à Cesna, segundo o grupo Andrade. Advogados dos usineiros de Ribeirão Preto refutam com veemência a versão de fraude. Segundo o advogado Celso Vilardi, que defende o grupo Andrade na esfera criminal, o avião representava despesa e não receita.
“A venda do avião representa uma dívida a menos para o grupo Andrade. O grupo não ficou com um tostão do avião, repassou tudo para a Cesna, porque havia dívidas”, afirma Vilardi.
O avião não estava em nome dos novos donos, segundo o documento enviado à Anac, porque a Cessna analisava a capacidade financeira das duas empresas que haviam adquirido o avião: a BR Par Participações e a Bandeirantes Pneus.
A Folha não conseguiu falar com Mello Filho sobre por que o avião ainda não estava em seu nome.
Professores e alunos da Escola Municipal Argemiro Ferreira Véras, na Ingazeira, alertaram em contato com o blog para a necessidade de melhoria na estrutura do educandário, diante da perspectiva de mais chuvas segundo a meteorologia. A preocupação se dá porque, semana passada, foram verificados problemas que praticamente inviabilizaram as aulas. Muitas infiltrações e água entrando […]
Professores e alunos da Escola Municipal Argemiro Ferreira Véras, na Ingazeira, alertaram em contato com o blog para a necessidade de melhoria na estrutura do educandário, diante da perspectiva de mais chuvas segundo a meteorologia.
A preocupação se dá porque, semana passada, foram verificados problemas que praticamente inviabilizaram as aulas. Muitas infiltrações e água entrando em grande volume no corredor e salas de aula foram registrados com as chuvas.
As imagens mostram como a água entrou na escola e o risco de danos. Professores e alunos tentaram evitar que a chuva danificasse mobiliário e material didático na Escola. Eles chamaram a tenção do prefeito Lino Morais e também da Secretaria de Educação.
Com a chuva o teto da biblioteca cedeu e danificou livros. Depois do início das chuvas chegou a ser feita uma pequena reforma, mas ela não suportou as chuvas que chegaram em seguida, como se vê nas imagens.
Após participarem da cerimônia de inauguração da etapa do Sistema Adutor Pajeú em São José do Egito, presidente Jair Bolsonaro e ministro Rogério Marinho visitam obra do Ramal do Agreste, em Sertânia, e sobrevoam a Barragem Ingazeira Está prevista para esta quinta-feira (1º), às 10h, a inauguração da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, […]
Após participarem da cerimônia de inauguração da etapa do Sistema Adutor Pajeú em São José do Egito, presidente Jair Bolsonaro e ministro Rogério Marinho visitam obra do Ramal do Agreste, em Sertânia, e sobrevoam a Barragem Ingazeira
Está prevista para esta quinta-feira (1º), às 10h, a inauguração da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, em São José do Egito (PE). O evento deve contar com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Segundo nota, a estrutura abastecerá quase 100 mil pessoas com a água proveniente do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Essa etapa do empreendimento recebeu mais de R$ 245 milhões do Governo Federal, por meio do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs). A primeira etapa, em operação desde 2014, já abastece cerca de 200 mil moradores na região.
Às 11h, o presidente e o ministro devem visitar as obras do Ramal do Agreste, em Sertânia (PE). A estrutura, que também será receptora das águas do Eixo Leste, está com 70,6% de execução. A expectativa é de atender 68 cidades e mais de 2,2 milhões de habitantes.
Por fim, as autoridades sobrevoarão a Barragem de Ingazeira, também localizada na região do semiárido pernambucano. A obra, concluída em 2019, contou com investimentos de R$ 73,1 milhões federais e beneficia até 50 mil pessoas.
SERVIÇO
Inauguração da primeira fase da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú, em São José do Egito (PE)
Data: 1º/10/2020 (quinta-feira)
Horário: 10h30
End: PE-320, Serrote Redondo, n° 14 – São José do Egito – PE.
Por André Luis A desistência de Rubinho do São João da briga pela vice do prefeito Sandrinho Palmeira na disputa eleitoral de 2024 está sendo avaliada como um problema a menos para a Frente Popular de Afogados da Ingazeira ter que administrar. Essa decisão inesperada facilitou tanto a vida de Sandrinho e Daniel – que […]
A desistência de Rubinho do São João da briga pela vice do prefeito Sandrinho Palmeira na disputa eleitoral de 2024 está sendo avaliada como um problema a menos para a Frente Popular de Afogados da Ingazeira ter que administrar.
Essa decisão inesperada facilitou tanto a vida de Sandrinho e Daniel – que passa ter um concorrente a menos de olho na vaga – que já despertou especulações sobre o debate político que ocorrerá em 2028, quando um novo ciclo político será obrigatoriamente iniciado.
Com um problema a menos para administrar, resta à Frente Popular ficar de olho na movimentação da oposição, que ainda não mostrou as cartas para o jogo político municipal do próximo ano.
Há uma expectativa se um dos nomes naturais da oposição, Zé Negão, que disputou contra o atual prefeito em 2020 abrirá mão para o filho, Edson Henrique, disputar a Prefeitura de Afogados da Ingazeira. No entanto, Edson já revelou que a prioridade é disputar a reeleição para vereador.
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