O Sertão do Pajeú continua contando mortes na pandemia de Covid-19.
Em Serra Talhada, foram confirmados 45 novos casos positivos da doença nas últimas 24 horas, sendo 15 pacientes do sexo masculino e 30 do sexo feminino, com idades entre 2 e 69 anos.
A cidade chegou ao 148° óbito: paciente do sexo masculino, 56 anos, morador do Alto da Conceição. Portador de comorbidade (DPOC e HAS), faleceu no dia 13 de maio no Hospam.
O 149° óbito se trata de paciente do sexo masculino, 63 anos, morador da AABB. Portador de comorbidades (HAS), faleceu no dia 30 de maio também no Hospam.
Em Afogados da Ingazeira repercutiu a morte de Joabe Oliveira, conhecido por Nego Binha ou Binha do Pastel.
Binha estava internado no Hospital Regional Emília Câmara e veio a óbito esta manhã. em decorrência de complicações da covid. É o óbito 62 registrado.
De Carnaíba, repercutiram as mortes do pastor Jadson Márcio, de 49 anos, mais conhecido por pastor Caiçara e da professora Iolanda Pereira da Silva aos 85 anos.
Por André Luis Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (8), a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), anunciou que a vice-governadora eleita, Priscila Krause (Cidadania), será a responsável por coordenar a equipe de transição junto ao governo do Estado. Raquel está em Brasília cumprindo agenda institucional. Ela deve voltar nesta quarta-feira (9), e […]
Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (8), a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), anunciou que a vice-governadora eleita, Priscila Krause (Cidadania), será a responsável por coordenar a equipe de transição junto ao governo do Estado.
Raquel está em Brasília cumprindo agenda institucional. Ela deve voltar nesta quarta-feira (9), e o anúncio da equipe completa de transição deve ocorrer na quinta-feira (10).
Raquel está fazendo contatos sobre orçamento da União para Pernambuco em 2023, além de conversar com vários deputados e tendo reuniões com a equipe do PSDB nacional.
Em suas redes sociais, Priscila agradeceu a confiança de Raquel. “Agradeço a confiança da governadora eleita Raquel Lyra na escolha do meu nome para coordenar sua equipe da transição. Já estamos preparando o plano de obtenção do diagnóstico do estado para iniciarmos o governo à altura das necessidades dos pernambucanos. Ao trabalho!”
Por Gonzaga Patriota Diante das constantes crises institucionais enfrentadas pelo Executivo Federal, envolvido em graves denúncias de corrupção que afetam a governabilidade, agravadas pela crise econômica e financeira, que têm retardado, sobremaneira, a tão divulgada e esperada retomada do crescimento, voltou à pauta dos debates relacionados à política, a tese de que o Brasil estaria […]
Diante das constantes crises institucionais enfrentadas pelo Executivo Federal, envolvido em graves denúncias de corrupção que afetam a governabilidade, agravadas pela crise econômica e financeira, que têm retardado, sobremaneira, a tão divulgada e esperada retomada do crescimento, voltou à pauta dos debates relacionados à política, a tese de que o Brasil estaria em melhor situação se o sistema de governo fosse o parlamentarismo.
Nesta perspectiva, o poder executivo passaria a depender do apoio direto ou indireto do Congresso Nacional. Em primeira análise, tal sistema poderia até ser mais efetivo, se considerarmos que, diante de eventuais crises políticas, o problema poderia ser resolvido com a troca do governo, sem maiores traumas, sem paralisar o País.
Porém, analistas, estudiosos e diversos especialistas de grande relevância, afirmam que tal estrutura, diante do cenário político observado atualmente no Brasil, com um Congresso igualmente fragilizado, envolto em denúncias de corrupção, fragmentado e conservador, terminaria por reeditar os mesmos erros e vícios. Ou seja, além de não trazer soluções, poderia, inclusive, gerar mais instabilidade.
Lembro que o parlamentarismo não é estranho ao Brasil. Por 17 meses, durante o governo de João Goulart (1961-1964) foi feita uma experiência que não prosperou. O que se observou foi o enfraquecimento do presidente, sem que houvesse uma reforma concreta para tornar o sistema político mais eficiente. Naquela ocasião, o sistema foi revogado após um plebiscito.
Este mesmo instrumento democrático foi novamente utilizado em 21 de abril de 1993, quando em eleição plebiscitária, brasileiras e brasileiros de todos os Estados, foram às urnas e, com 55,4% dos votos, chancelaram o presidencialismo, como seu sistema de governo.
Antes de se discutir o sistema de governo, é fundamental que se produza uma real reforma política e eleitoral. Não apenas remendos, que mais prejudicam do que ajudam.
No presidencialismo, os governos são automaticamente estáveis. Não dependem da existência ou não, de uma maioria no parlamento. Mesmo que hajam muitos partidos políticos, como é o caso do Brasil, o governo é estável, porque é eleito independentemente da assembleia e, por maioria.
A escolha do governante pelo voto popular é legítima e a separação dos poderes é saudável e pode contribuir para que se produzam todas as mudanças necessárias e esperadas pelo povo. Caminhar rumo ao parlamentarismo implica em reduzir, de forma dramática e permanente, a soberania popular.
Para tirar o Brasil da crise, precisamos antes de tudo, fortalecer o Estado por meio da participação popular, fiscalizando e cobrando dos poderes públicos, que estes exerçam seu papel, conforme está na Constituição Federal, já em seu primeiro artigo: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”.
Além disso, não se justifica a ideia de que somente o parlamentarismo pode evitar eventuais abusos. No regime presidencialista, o Congresso – composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal – pode, de forma efetiva, controlar as ações do executivo.
Os deputados e senadores, de qualquer partido, podem livremente criticar o presidente, sem medo de que, com isto, causem uma crise política: o presidente não pode ser derrubado a qualquer tempo, porque tem uma legitimidade própria.
Fato é que, como as ruas deixaram claro na nossa história recente, é imperativo que, independentemente do sistema adotado, se melhore a qualidade do nosso Governo.
Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista. Pós-Graduado em Ciência Política, Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil pela Universidade Federal de Buenos Aires, na Argentina.
A nadadora Joanna Maranhão se filiou ao PSOL ontem, em Belo Horizonte, no lançamento da campanha #VemPraoPSOL. Além dela, a Esquerda Marxista (organização política que se desligou do PT em 2015) também aderiu à legenda. A ficha de filiação de Joanna foi abonada por Sara Azevedo – Presidenta do PSOL MG, e por Sâmia Bonfim […]
Gabriel lindenbach, Sâmia Bonfim (Vereadora São Paulo), Fernando Aquino (Esquerda Marxista), Sara Azevedo (Presidenta do PSOL MG), Àurea Carolina (vereadora de BH) e Joanna Maranhão.
A nadadora Joanna Maranhão se filiou ao PSOL ontem, em Belo Horizonte, no lançamento da campanha #VemPraoPSOL. Além dela, a Esquerda Marxista (organização política que se desligou do PT em 2015) também aderiu à legenda.
A ficha de filiação de Joanna foi abonada por Sara Azevedo – Presidenta do PSOL MG, e por Sâmia Bonfim – Vereadora da Cidade de São Paulo, que prestigiou o evento. Joana reside e treina em Minas Gerais.
É a segunda notícia envolvendo participação de atletas olímpicos do estado em projetos políticos ou de governo. Em janeiro, a pentatleta Yane Marques assumiu a Secretaria Executiva de Esportes no governo de Geraldo Júlio, do PSB.
Candidato a governador em 2012 pelo partido, Zé Gomes diz que em Pernambuco estão programadas novas filiações, com destaque para o ex deputado federal Paulo Rubem Santiago.
Em Pernambuco, temos vivido um crescimento e encontro de várias trajetórias e biografias. A eleição do Vereador Ivan Moraes no Recife é um salto qualitativo na relação com esquerda social”, diz Gomes.
E conclui: “A luta contra os ajustes e ataques a direitos do ilegitimo Governo Temer se fortalece, será nossa tarefa central e o elemento de busca de unidade com outros setores da esquerda”.
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) fez na quarta-feira (4), no plenário, um contundente discurso em defesa do fortalecimento do Banco do Nordeste (BNB). Num contraponto ao senador Espiridião Amin (PP-SC), que criticou o que chamou de “monopólio” do BNB na distribuição dos recursos do Fundo Constitucional do Nordeste, o pernambucano rebateu: “a expressão monopólio […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) fez na quarta-feira (4), no plenário, um contundente discurso em defesa do fortalecimento do Banco do Nordeste (BNB). Num contraponto ao senador Espiridião Amin (PP-SC), que criticou o que chamou de “monopólio” do BNB na distribuição dos recursos do Fundo Constitucional do Nordeste, o pernambucano rebateu: “a expressão monopólio não é justa”.
Segundo Fernando Bezerra, o BNB é o principal instrumento de desenvolvimento da região mais pobre do país – o semiárido.
“De todos os bancos de desenvolvimento, o Banco do Nordeste é o que tem a melhor performance. De todos os bancos públicos, no ano passado, o Banco do Nordeste foi o que melhor performou do ponto de vista da aplicação de recursos, do retorno e da rentabilidade. O banco, que é reconhecido internacionalmente como o banco do Crediamigo, do crédito popular e do microcrédito. E o banco, para subsistir num ambiente econômico adverso, precisa sim da exclusividade dos recursos do Fundo Constitucional do Nordeste”, afirmou.
O senador pernambucano criticou iniciativas que tentam diminuir a capacidade de ação do BNB e ressaltou que, ao contrário de outros bancos de desenvolvimento, o BNB aplica 100% dos recursos do Fundo Constitucional.
“O Banco do Nordeste tem, inclusive, dificuldade de atender a demanda de crédito. E a metade dos créditos concedidos está voltada para o semiárido nordestino. É lá na região econômica mais adversa que ele atua. Então, quando se tentou abrir a concessão de recursos do Fundo Constitucional para dar até 20% para as cooperativas, lá no Nordeste isso não cabe. Nós não temos tradição de cooperativa agrícola”, explicou FBC.
“Essa é uma matéria cara para quem é do Nordeste, para quem é do semiárido. Sou de Pernambuco, sou do semiárido, sou da região mais pobre do país e defendo intransigentemente o fortalecimento do Banco do Nordeste”, concluiu o senador.
Um dia após o resultado do primeiro turno das eleições municipais 2020 no Recife, em que cravaram João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) no segundo turno, o terceiro colocado, Mendonça Filho (DEM), declarou não apoiará nenhum dos candidatos à disputa. As informações são do Blog da Folha. O ex-ministro da Educação se reuniu com […]
Um dia após o resultado do primeiro turno das eleições municipais 2020 no Recife, em que cravaram João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) no segundo turno, o terceiro colocado, Mendonça Filho (DEM), declarou não apoiará nenhum dos candidatos à disputa. As informações são do Blog da Folha.
O ex-ministro da Educação se reuniu com apoiadores, sua candidata à vice-prefeita, Priscila Krause, e o ex-senador Armando Monteiro, para agradecer o apoio popular das urnas na primeira etapa do processo eleitoral e informar que não apoiará os candidatos de esquerda.
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