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Pai empossou o filho em Calumbi

Por Nill Júnior

Em Calumbi, o rumo das eleições fez com que pela primeira vez na história do município o pai empossasse o filho prefeito.

Isso foi possível porque o pai de Joelson e vereador eleito, Zé Luiz, 67 anos, foi eleito Presidente da Câmara de Vereadores com oito dos nove votos.

Ele só não teve o voto de Severina de Roças Velhas, contando com quatro votos da oposição.

Assim, o primeiro ato coimo Presidente do Poder Legislativo  de Calumbi foi empossar o filho, Erivaldo José da Silva, o Joelson (AVANTE) como prefeito do município. O fato, claro, chamou a atenção na cidade e nas redes sociais.

Joelson, de 49 anos, foi eleito para o cargo ao receber 53,66% dos votos válidos, um total de 2.742 votos em 15 de novembro. Sandra da Farmácia, do PT, não conseguiu a reeleição. Teve 46,34% dos votos válidos, ou 2.368 votos. Já o pai, teve 400 votos, eleito pelo PSL.

 

Outras Notícias

Sebastião Oliveira diz não torcer contra Duque. “Quero que Serra dobre representação”

Deputado disse que fará observações sobre gestão Márcia no momento certo. Oliveira também disse ser contra CPI da Covid, voltou a defender Zé Neto para governador e afirmou estar aliviado, mas com cicatrizes da investigação que não encontrou provas de desvios por PF e TCU. “Quero virar essa página” O Deputado Federal Sebastião Oliveira (AVANTE) […]

Deputado disse que fará observações sobre gestão Márcia no momento certo.

Oliveira também disse ser contra CPI da Covid, voltou a defender Zé Neto para governador e afirmou estar aliviado, mas com cicatrizes da investigação que não encontrou provas de desvios por PF e TCU. “Quero virar essa página”

O Deputado Federal Sebastião Oliveira (AVANTE) falou ao programa Revista da Cultura sobre alguns temas, a partir da conclusão de que não teve nenhum envolvimento em supostos desvios na obra da BR 101, em investigação da PF e TCU. Também comentou sua defesa de Zé Neto para o Governo do Estado, condenou a CPI da Covid e disse não recusar votos dobrados com Luciano em 2022, além de não ver momento para alimentar divisão política na cidade por conta da pandemia. Leia alguns trechos:

Absolvição por PF e TCU

Fui massacrado na época pelos jornais e opinião pública, mas tinha convicção de que não havia sobrepreço, desvio. Foi uma denúncia que partiu do TCE e a gente sabe de quem partiu. Foi um ano revirando minha vida. Eu e os advogados achávamos que as cautelares sobre mim tinham sido absurdas. Aquele estado de criminalização estava intenso, mas eu estava tranquilo. O mal que eu fiz foi tirar a BR 101 da situação em que estava. Quando eu consegui o convenio peguei uma obra orçada em R$ 250 milhões e licitamos por R$ 192 milhões. O TCE deu uma cautelar e eu instalei um comitê de monitoramento e saneamos todas as possíveis dúvidas do TCU que não mostra nenhum sobrepreço, desvio de recurso, problema com qualidade da obra. Eu tinha certeza, tanto que a obra nunca parou. O relatório final não me indiciou. A decisão deixa um alivio, mas as cicatrizes ficaram. Fui muito massacrado pela imprensa. Mas vida que segue, quero virar essa página. Sempre sustentei meu padrão como homem de classe média. Meu Imposto de Renda é compatível com o que eu ganho. E no futuro a investigação vai mostrar que os que ainda estão sendo investigados serão inocentados.

Exposição da imprensa foi provocada por indicação para governo

Fui exposto na imprensa dessa forma por isso, porque os partidos de centro construíram proximidade com o Governo Federal e um primo meu tomou posse num cargo nacional. (Dois dias antes da matéria sobre a investigação, , em 6 de maio de 2020, Sebastião Oliveira foi notícia por ser o “padrinho” da indicação do novo Diretor Geral do Dnocs, Marcondes Leão).

Falta de destaque da absolvição na imprensa nacional

Quero virar essa página. Não tem quem controle a imprensa. É uma luta inglória. Se a questão for invocada de novo pela imprensa, vou estar acobertado pelos relatórios.

Contra a CPI da Covid

O poder judiciário exorbitou (determinando a abertura da CPI). A gente não deve politizar o vírus. A CPI é inoportuna e vai virar área para o debate político, coisa que nesse momento não favorece o brasileiro. O Brasil é o quinto país que mais vacina, sem fazer defesa de Bolsonaro. Só perdemos para os países produtores de vacina. Vamos ficar em quarto. Nem sempre algumas palavras do presidente refletem o que está acontecendo. A gente vê vacina chegando em Serra Talhada toda semana pelo aeroporto. Eu não sou favorável. Se quiser colher minha assinatura não assinarei. E isso seria contra qualquer um, Dilma, Bolsonaro, Temer…

Zé Neto para governador

Eu dei apenas minha opinião. Zé Neto é uma liderança nem suave. Transita bem tanto na esquerda como no centro. Existe um maniqueísmo do bem e do mal. Zé se posiciona no Centro, que pode furar a direita. Cumpriu e cumpre uma função importante. É o melhor secretário da gestão Câmara. Outros passaram e não tiveram o mesmo êxito. Zé neto sabe atender, dar não, dar sim. Cumpre compromisso, cumpre palavra, tem discurso de centro. Sei que Geraldo Júlio tem seus predicados. Não tenho nenhum problema em votar em Geraldo Júlio. No fim a decisão caberá ao PSB quem decide.

Espaços no governo Câmara para o AVANTE

Não tenho nenhum diálogo sobre o tema nem vou puxar mais esse assunto. Me pronunciei em janeiro provocado por Deputados e nomes do partido. Mas não trato mais nem vou romper.

Interpretação da fala sobre relação com Márcia Conrado e Luciano Duque

Eu quis dizer que no momento que a gente tá vivendo nessa crise  não é de estar fazendo rinha política, é de ajudar. Se eu puder ajudar ao meu município estou a  disposição da prefeita (Márcia Conrado) e continuo, assim como da sociedade civil. No momento certo vamos fazer as colocações necessárias como oposição. Sobre 2022, dobro com Rogério Leão e uma parte do grupo com Fabrízio Ferraz. Mas torço que Serra dobre sua representação. Se o prefeito (Luciano Duque) for candidato torço pelo êxito. Se alguém quiser votar nele e votar em mim, não vou recusar nem rechaçar. Isso é praticar  a democracia. Nunca fiz política no lado pessoal sobre Luciano. No momento certo, quando a gente vencer essa pandemia vou assumir o papel de fiscalização.

Diogo Morais cumpre agenda em Sertânia, Solidão, Iguaracy e Ingazeira

O prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira recebeu nesta segunda-feira (18) a visita do deputado estadual Diogo Moraes. O gestor reuniu os secretários municipais e alguns vereadores para apresentarem as demandas de Sertânia ao parlamentar. A principal necessidade exposta ao deputado estadual diz respeito a construção de um distrito industrial em Sertânia. Segundo Diogo já existe […]

O prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira recebeu nesta segunda-feira (18) a visita do deputado estadual Diogo Moraes. O gestor reuniu os secretários municipais e alguns vereadores para apresentarem as demandas de Sertânia ao parlamentar.

A principal necessidade exposta ao deputado estadual diz respeito a construção de um distrito industrial em Sertânia.

Segundo Diogo já existe uma movimentação para que essa iniciativa seja concretizada. A prefeitura de Sertânia ficará responsável pela demarcação da área para implantação do polo industrial. Sertânia é vista como um município com potencial pata tal fim por conta da segurança hídrica que oferece.

De acordo com o parlamentar algumas empresas já manifestaram interesse para atuarem na cidade e já foram iniciadas conversas com o governador Paulo Câmara para que o governo estadual possa oferecer incentivos fiscais a essas instituições. Além disso, depois da criação do distrito industrial a ideia é oferecer capacitação a população local para que os sertanienses sejam os primeiros beneficiados no que diz respeito a geração de emprego.

Em Iguaracy, Diogo se reuniu com os vereadores Manoel Olímpio e Chico Torres, além do ex-vereador Janduir, secretários e lideranças da região. Na pauta, demandas para o município.

Em Solidão, Diogo visitou a Barragem de Manoel Moço. “Vamos lutar pela melhoria dessa barragem e trazer mais segurança hídrica para o município”, disse .

A programação terminou à noite na cidade de Ingazeira, onde participou de um terço na prefeitura do município e da Missa na Festa de São José. O prefeito Lino Morais, o vice-prefeito Juarez, o prefeito de Iguaracy Zeinha Torres, o ex-prefeito Luciano Torres, a Presidente da Câmara Deorlanda Carvalho, vereadores e lideranças políticas da região estiveram com o parlamentar.

IF Sertão-PE oferece 80 vagas para cursos técnicos a distância em Sertânia

A Coordenação de Educação a Distância do IF Sertão-PE (Cead) abriu Edital para o processo seletivo para selecionar estudantes, que concluíram o Ensino Médio ou equivalente, para o ingresso em cursos técnicos, na modalidade a distância. No total, estão sendo ofertadas 80 vagas para os cursos de Serviços Públicos e Segurança do Trabalho. Os interessados deverão […]

IF-Sertão-PE-Salgueiro

A Coordenação de Educação a Distância do IF Sertão-PE (Cead) abriu Edital para o processo seletivo para selecionar estudantes, que concluíram o Ensino Médio ou equivalente, para o ingresso em cursos técnicos, na modalidade a distância. No total, estão sendo ofertadas 80 vagas para os cursos de Serviços Públicos e Segurança do Trabalho.

Os interessados deverão realizar suas inscrições, gratuitamente, até o dia 28 de julho, por meio do endereço eletrônico: cead.ifsertao-pe.edu.br/selecao.

O processo seletivo será realizado em uma única fase que corresponde a Avaliação Curricular do Ensino Médio nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. O resultado da seleção está previsto para ser divulgado a partir de 11 de agosto e o início das aulas no mês de setembro.

Em delação à PF, Palocci acusa Lula de interferir em fundos de pensão

Ex-ministro relatou suposta atuação criminosa de Lula para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para ‘quatro ou cinco’ campanhas do PT Do Diário de Pernambuco Em delação premiada à Polícia Federal, o ex-ministro Antônio Palocci relata suposta atuação criminosa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para viabilizar o projeto […]

Ex-ministro relatou suposta atuação criminosa de Lula para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para ‘quatro ou cinco’ campanhas do PT

Do Diário de Pernambuco

Em delação premiada à Polícia Federal, o ex-ministro Antônio Palocci relata suposta atuação criminosa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para “quatro ou cinco” campanhas do PT – em especial, a primeira eleição de Dilma Rousseff, em 2010 -, à reboque da descoberta do pré-sal.

Segundo Palocci, Lula e Dilma teriam determinado indevidamente a cinco ex-dirigentes dos fundos de pensão do Banco do Brasil (Previ), da Caixa Econômica Federal (Funcef) e da Petrobrás (Petros), indicados aos cargos pelo PT, que capitalizassem o “projeto sondas”. A operação financeira, que resultou na criação da Sete Brasil, em 2010, buscava viabilizar a construção no Brasil dos navios-sonda – embarcações que perfuram os poços de petróleo – para a Petrobrás explorar o pré-sal. A estatal anunciara em 2008 que precisaria de 40 equipamentos – no mundo, existiam menos de 100. “Dentro desse investimento, tinha todo ilícito possível”, afirmou o ex-ministro, em depoimento à PF.

As “ordens” de Lula – que, assim como Palocci, está preso e condenado pela Operação Lava Jato – eram cumpridas, diz o ex-ministro. Os presidentes dos fundos, segundo ele, “eram cobrados a investir sem analisar.”

A Polícia Federal levantou dados que corroborariam a delação ao indicar que prazos, estudos técnicos detalhados e apontamentos de riscos e prejuízos foram ignorados. O delator afirma que “todos” sabiam que estavam “descumprindo os critérios internos” dos fundos “e também gerando propinas ao partido”.

Cinco ex-dirigentes são citados: Sérgio Rosa e Ricardo Flores (Previ), Guilherme Lacerda (Funcef) e Wagner Pinheiro e Luís Carlos Affonso (Petros). Na sexta-feira, como parte da 56.ª fase da Lava Jato, a Justiça determinou a prisão de Affonso, enquanto endereços de Pinheiro foram alvo de operações de busca e apreensão. Ambos são investigados por supostas irregularidades em obra da sede da Petrobrás na Bahia.

Palocci cita “reuniões” de Lula com os representantes dos fundos “muitas vezes em conjunto”, outras separadamente. A delação forneceu à PF pistas para confirmação dos encontros, alguns em “reuniões oficiais” com atas. Palocci afirmou ter alertado Lula sobre os riscos, por não serem “atas de reuniões, mas sim relatos de ilícitos”. O ex-ministro disse ter sido procurado por ex-dirigentes dos fundos, que demonstraram “preocupação”. “Eles pediam para que eu ajudasse a tirar a pressão do Lula e da Dilma para que eles pudessem ter tempo de avaliar o projeto e fazer (os investimentos) de forma adequada.” Segundo ele, “o presidente reagia muito mal”. “Ele (Lula) falava ‘quem foi eleito fui eu, ou eles cumprem o que eu quero que façam ou eu troco os presidentes’”.

Palocci não é um colaborador qualquer. Além de ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma, ele foi um dos coordenadores das campanhas do PT, interface do partido com o empresariado e o setor financeiro, membro do Conselho de Administração da Petrobrás e responsável pela indicação de alguns dos presidentes dos fundos de pensão de estatais.

O PT ocupou os comandos da Previ, Funcef e Petros desde o início do governo Lula, em 2003. O papel de liderança de Palocci no esquema político alvo da Lava Jato pesou na decisão da PF em aceitar a delação. Os termos acordados foram homologados em junho pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região.

Guilherme Coelho assumiu e deixou o mandato seis vezes em 15 meses

Deputado afirma que “é a vida de suplente”. Ele tentará se eleger no ano que vem para uma cadeira na Câmara Entre idas e vindas. Assim é a vida do tucano Guilherme Coelho(PE). Suplente de deputado, ele assume e deixa o mandato toda vez que os ministros Mendonça Filho (DEM-PE) e Bruno Araújo(PSDB-PE), licenciados da […]

Deputado afirma que “é a vida de suplente”. Ele tentará se eleger no ano que vem para uma cadeira na Câmara

Entre idas e vindas. Assim é a vida do tucano Guilherme Coelho(PE). Suplente de deputado, ele assume e deixa o mandato toda vez que os ministros Mendonça Filho (DEM-PE) e Bruno Araújo(PSDB-PE), licenciados da Câmara, deixam o Executivo para votar assuntos de interesses do governo.

De maio de 2016 até o último dia 10, foram seis vezes. “É a vida de um suplente, sempre na iminência de sair”, disse ele à EXPRESSO, de Época.

Primo do ministro Fernando Bezerra Filho (Minas e Energia), Coelho afirmou que tentará se eleger em 2018. Espera, na suplência, conseguir mais votos para deixar essa vida de substituto para trás.