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Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento. O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores […]

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,1% dos votos válidos, contra 48,9% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. A diferença de 2,2 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento.

O resultado considera apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e eleitores indecisos. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, o que caracteriza empate técnico entre os dois candidatos a quatro dias da votação.

No cenário estimulado, que considera o total de entrevistados, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46%. Os votos brancos e nulos somam 3,4%, e outros 2,6% não souberam responder.

Na comparação com a pesquisa anterior do instituto, divulgada em 30 de setembro, Lula oscilou de 48,5% para 46%, uma redução de 2,5 pontos percentuais. Flávio manteve os 48% registrados naquele levantamento.

A pesquisa também identificou um aumento nas intenções de voto em branco ou nulo, que passaram de 2,1% para 3,4%. Já o percentual de entrevistados que não souberam responder subiu de 1,5% para 2,6%.

Outro dado apresentado pelo levantamento é o grau de definição do voto. Segundo a Meio/Ideia, 83,7% dos entrevistados afirmaram já ter decidido em quem votar, enquanto 16,3% admitiram a possibilidade de mudar de candidato.

A pesquisa também mediu a rejeição dos presidenciáveis. Lula registra 47,7% de eleitores que afirmam não votar nele de maneira alguma, enquanto Flávio aparece com 46,5%. Os percentuais estão dentro da margem de erro.

O levantamento foi realizado pelo instituto Ideia, contratado pelo Meio, e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08251/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Meio/Ideia; Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução

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Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação. Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa […]

Pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL), com 50%, e Lula (PT), com 48% das intenções de voto para o segundo turno. O levantamento também mostra que 79% dos entrevistados afirmam que nada os faria mudar de candidato até a votação.

Os resultados indicam estabilidade em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 13. Flávio Bolsonaro manteve os 50%, enquanto Lula oscilou de 49% para 48%, variação dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento também analisou o comportamento dos eleitores que votaram em outros candidatos no primeiro turno. Entre os que escolheram Renan Santos (Missão), Flávio registra 42% das intenções de voto, contra 39% de Lula.

No grupo que votou em Ronaldo Caiado (PSD), os dois presidenciáveis aparecem com 44%. Já entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), Lula tem 52%, enquanto Flávio registra 43%, apesar de Cury ter declarado apoio ao candidato do PL.

A pesquisa também investigou o grau de certeza dos eleitores em relação ao voto. Ao todo, 79% dos entrevistados afirmaram que nada os faria mudar de opinião. Outros 7% disseram que poderiam reconsiderar a escolha diante de um escândalo grave envolvendo o candidato.

A desistência ou o impedimento de um dos concorrentes foi citado por 4% dos entrevistados como motivo para mudar o voto, enquanto 3% mencionaram possíveis alterações na situação econômica.

A Palver ouviu 5 mil eleitores entre os dias 18 e 20 de outubro, por meio de questionários realizados pela internet. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto, tem margem de erro informada de 2,4 pontos percentuais, nível de confiança declarado de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04612/2026.

Os percentuais de 50% para Flávio e 48% para Lula representam os votos totais. A reportagem da Folha não apresentou resultados específicos para os votos válidos.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Folha de S.Paulo Foto: Reprodução

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Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno. O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número […]

Nova pesquisa Quaest será divulgada às 10h desta quarta-feira (21), a quatro dias do segundo turno.

O novo levantamento foi realizado entre os dias 17 e 20 de outubro, com 2.154 eleitores entrevistados presencialmente em seus domicílios. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026. A divulgação está prevista para cinco dias antes do segundo turno, marcado para domingo (25).

Na última pesquisa Quaest, Flávio Bolsonaro registrou 46% das intenções de voto, enquanto Lula apareceu com 44%. Como a diferença estava dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o resultado indicou empate técnico entre os presidenciáveis.

O levantamento anterior também mostrou que 9% dos entrevistados pretendiam votar em branco ou nulo, enquanto 1% se declarou indeciso.

Em relação à rejeição, Flávio Bolsonaro registrou 54%, e Lula, 53%. Os percentuais também ficaram dentro da margem de erro, indicando equilíbrio entre os candidatos nesse indicador.

A pesquisa divulgada em 14 de outubro ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 daquele mês. O levantamento teve nível de confiança de 95% e foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.

A nova rodada permitirá comparar as intenções de voto com os números da semana anterior, na reta final da disputa presidencial. Os resultados ainda não haviam sido divulgados até a preparação desta matéria.

Foto: Reprodução

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Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos. Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata […]

Presidente questionou a honestidade do adversário e voltou a desafiá-lo a divulgar dados bancários e telefônicos.

Em Petrolina, o petista afirmou não acreditar que Flávio aceite a proposta. Ao justificar sua avaliação, declarou que o adversário não teria coragem de abrir os sigilos “porque ele sabe que a vida dele é podre quando se trata da honestidade”.

Lula informou que já apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando a divulgação de seus dados bancários, fiscais e telefônicos, condicionada à adoção da mesma medida pelo candidato do PL.

O documento prevê a abertura de informações referentes aos últimos oito anos. A autorização apresentada pelo presidente inclui a primeira-dama Janja Lula da Silva, seus cinco filhos e uma empresa da qual é sócio.

Em contrapartida, Lula propõe que Flávio também disponibilize seus dados, assim como os de sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, de seus pais, Jair e Rogéria Bolsonaro, e dos irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan. O pedido também menciona empresas relacionadas aos candidatos.

Entre elas está a Alcazar Holdings, registrada na Ilha da Madeira, em Portugal. A Polícia Federal investiga suspeitas envolvendo movimentações financeiras e possíveis vínculos do senador com uma conta associada à empresa. Flávio nega irregularidades.

A apresentação do requerimento ao TSE não representa a quebra automática dos sigilos. A proposta de Lula está condicionada à adesão do adversário.

As declarações foram feitas antes da caminhada de campanha que reuniu apoiadores e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia, entre Juazeiro e Petrolina. Participaram da agenda nomes como João Campos, Humberto Costa, Teresa Leitão, Marília Arraes e o governador baiano Jerônimo Rodrigues.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Ricardo Stuckert

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A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. […]

A Polícia Federal identificou indícios de uma possível relação empresarial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o advogado Willer Tomaz, além de pagamentos para remover links de notícias que associavam os dois. O candidato à Presidência pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso à investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.

As informações foram reveladas pelo jornal O Globo nessa terça-feira (20), com base em documentos e mensagens analisados pela PF. O material reúne registros bancários, viagens internacionais em jatinhos particulares, contatos em um aplicativo de mensagens temporárias e a contratação de serviços para retirar conteúdos dos resultados de buscas na internet.

Um dos principais elementos da investigação envolve a Alcazar Holding, empresa controlada por Willer Tomaz. Segundo a PF, Flávio aparecia cadastrado como “usuário master” de uma conta bancária da companhia. Os investigadores também localizaram um pedido de exclusão desse acesso, datado de 22 de maio de 2025.

Para a Polícia Federal, os registros levantam a hipótese de uma participação econômica ou societária não formalizada do senador em negócios ligados ao advogado. Essa suspeita ainda não foi comprovada.

Outro ponto investigado são viagens internacionais realizadas pelos dois, acompanhados de familiares. Documentos analisados pela PF indicam que despesas com deslocamentos em aeronaves particulares foram atribuídas à Cathedral, empresa controlada por Tomaz no exterior. Entre os destinos estão Portugal, França, Estados Unidos e África do Sul.

Os investigadores também identificaram Flávio entre os contatos favoritos do advogado no aplicativo Confide, que permite enviar mensagens que desaparecem após a leitura. O uso da ferramenta, isoladamente, não configura irregularidade.

A PF encontrou ainda conversas e uma planilha indicando que Willer Tomaz contratou um serviço para remover ou desindexar 12 links de notícias sobre sua relação com o senador. As mensagens, de outubro de 2025, mencionam um pagamento de R$ 9 mil à empresa Seu Nome Novo de Novo.

Entre os conteúdos relacionados estavam reportagens sobre uma disputa por uma mansão e encontros de Flávio com representantes de cassinos em Las Vegas.

Willer afirma que a medida consistiu em uma ação judicial contra o Google para retirar dos resultados de busca conteúdos antigos e desatualizados. O advogado nega ter tentado esconder sua amizade com o senador.

A investigação teve origem no Rio Grande do Sul e apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo empresas e plataformas de apostas esportivas. O caso foi encaminhado ao STF após a identificação de elementos relacionados a Flávio.

Nessa terça-feira (20), a defesa do senador apresentou uma petição a Alexandre de Moraes solicitando acesso aos documentos do inquérito e habilitação formal no processo. Os advogados afirmaram que souberam da investigação por meio da imprensa.

Flávio classificou as suspeitas como “fake news” e afirmou que mantém apenas uma relação de amizade com Willer Tomaz. O advogado também negou irregularidades e contestou a divulgação das informações às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.

A investigação permanece em andamento, sem conclusão definitiva sobre a existência de crimes ou eventual responsabilidade dos envolvidos.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Senadora eleita participou de ato de campanha entre Juazeiro e Petrolina e falou sobre prioridades para o Sertão. O ato marcou o último compromisso de campanha de Lula nos dois estados antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). A mobilização reuniu apoiadores, parlamentares e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia. […]

Senadora eleita participou de ato de campanha entre Juazeiro e Petrolina e falou sobre prioridades para o Sertão.

O ato marcou o último compromisso de campanha de Lula nos dois estados antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25). A mobilização reuniu apoiadores, parlamentares e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia.

Antes da caminhada, Marília conversou com a imprensa e agradeceu a votação recebida em Petrolina, onde conquistou 81.797 votos, o maior número entre os candidatos ao Senado no município. Em todo o estado, a pedetista foi eleita com 2.325.127 votos.

Na ocasião, a senadora eleita destacou necessidades do Sertão do São Francisco, especialmente o acesso à água e a realização de obras de infraestrutura. Entre as demandas mencionadas está a construção de um novo hospital regional.

Marília afirmou que pretende representar todas as regiões de Pernambuco no Senado e atuar na articulação de projetos voltados às necessidades dos municípios.

A caminhada também contou com a participação do presidente nacional do PSB, João Campos; do governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); do governador eleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT); do senador reeleito Humberto Costa (PT); da senadora Teresa Leitão (PT) e do presidente estadual do PT, Carlos Veras.

Durante entrevista coletiva em Juazeiro, Lula abordou o Bolsa Família e defendeu a continuidade das políticas de transferência de renda. O presidente também criticou declarações atribuídas ao adversário Flávio Bolsonaro (PL) sobre o programa.

Lula voltou a tratar da abertura de sigilos bancários e telefônicos, afirmando ter autorizado a disponibilização de seus dados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e desafiando Flávio a adotar a mesma medida.

No primeiro turno, Lula recebeu 60,2% dos votos válidos em Petrolina e 63,30% em Juazeiro. A passagem pelo Vale do São Francisco encerrou uma série de compromissos de campanha do presidente no Nordeste, iniciada em São Luís, no Maranhão.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Ricardo Stuckert

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A Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, rejeitou uma solicitação do governo federal para criar um canal de atendimento a jornalistas e comunicadores vítimas de ameaças, ataques digitais e bloqueios de contas. A negativa foi divulgada nessa terça-feira (20) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O pedido foi apresentado pelo Observatório da […]

A Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, rejeitou uma solicitação do governo federal para criar um canal de atendimento a jornalistas e comunicadores vítimas de ameaças, ataques digitais e bloqueios de contas. A negativa foi divulgada nessa terça-feira (20) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O pedido foi apresentado pelo Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, vinculado ao Ministério da Justiça, diante de relatos de restrições a perfis jornalísticos e dificuldades para contestar decisões das plataformas digitais. A proposta previa um mecanismo direto para encaminhar denúncias e acompanhar situações consideradas urgentes.

Segundo o ministério, a Meta respondeu formalmente em 16 de outubro, alegando dificuldades técnicas, jurídicas e operacionais. A empresa também argumentou que a criação de um canal específico poderia representar a aceitação de novas obrigações regulatórias.

A plataforma sustentou ainda que suas regras são aplicadas igualmente a todos os usuários e que os canais de atendimento existentes seriam suficientes. Para questões relacionadas às eleições, mencionou os mecanismos de cooperação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A negativa ocorre em meio ao aumento das denúncias de violência digital contra profissionais da imprensa. Dados da Coalizão em Defesa do Jornalismo apontam 14.182 ataques digitais a jornalistas e veículos de comunicação durante o primeiro turno das eleições de 2026. A média diária de ataques cresceu 74% na reta final da campanha.

Outro levantamento, realizado pela organização CTRL+Z, reuniu 1.121 relatos de restrições a contas e conteúdos políticos, incluindo bloqueios e remoções sem justificativas específicas.

Em agosto, o Observatório já havia encaminhado à Meta denúncias de nove organizações da sociedade civil envolvendo 24 perfis jornalísticos com indícios de restrições sem explicações no Instagram. Entre os casos mencionados estão os veículos Mentira Tem Preço, Tapajós de Fato e Revista Cenarium.

Para o Ministério da Justiça, os mecanismos gerais de atendimento da empresa e a cooperação com a Justiça Eleitoral não substituem um serviço específico para proteger jornalistas em situações de risco, inclusive fora dos períodos eleitorais.

O governo argumenta que a ausência de respostas rápidas a ameaças e restrições pode prejudicar não apenas os profissionais atingidos, mas também o acesso da população à informação.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria da Meta informou que não comentaria o assunto.

Fonte: Agência Brasil                                                                                                                                                         Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta terça-feira (20), de uma caminhada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), acompanhado de parlamentares, governadores e apoiadores. Durante a passagem pelo Vale do São Francisco, o candidato à reeleição falou sobre o desenvolvimento do Nordeste e a continuidade de políticas públicas para a região. A […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta terça-feira (20), de uma caminhada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), acompanhado de parlamentares, governadores e apoiadores. Durante a passagem pelo Vale do São Francisco, o candidato à reeleição falou sobre o desenvolvimento do Nordeste e a continuidade de políticas públicas para a região.

A mobilização começou em Juazeiro e seguiu pela Ponte Presidente Dutra, sobre o Rio São Francisco, até Petrolina.

Ao chegar a Juazeiro, o presidente abordou as desigualdades regionais e defendeu a ampliação de oportunidades para a população nordestina. “A gente vai continuar fazendo com que o Nordeste se transforme, tendo as mesmas oportunidades de todo o Brasil”, declarou.

A senadora Teresa Leitão (PT-PE), que acompanhou a caminhada, destacou o caráter simbólico da travessia entre os dois estados. Em declaração divulgada por sua assessoria, ela também avaliou a participação dos apoiadores como um sinal de mobilização da campanha nesta reta final.

“É um ato bonito, simbólico. As ruas estão vermelhas, cheias de gente. É muita alegria!”, afirmou a parlamentar, que também manifestou confiança no resultado eleitoral.

Entre os participantes estavam os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Jaques Wagner (PT-BA), a senadora eleita Marília Arraes (PDT), o presidente nacional do PSB, João Campos, e os governadores reeleitos Jerônimo Rodrigues (PT-BA) e Rafael Fonteles (PT-PI).

Também acompanharam a agenda o senador eleito Rui Costa (PT-BA), o deputado federal Carlos Veras (PT), presidente estadual do partido e coordenador da campanha de Lula em Pernambuco, além de outros parlamentares e lideranças políticas.


A caminhada coincidiu com os 23 anos de criação do Bolsa Família, instituído em 20 de outubro de 2003, durante o primeiro mandato de Lula. O programa federal de transferência de renda foi mencionado pela assessoria de Teresa Leitão ao contextualizar a passagem do presidente pela região.

Segundo a campanha, esta foi a última agenda de Lula em Pernambuco antes do segundo turno.

Foto: Divulgação

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O anúncio foi feito durante um ato de campanha em São Luís, no Maranhão, a cinco dias do segundo turno da eleição presidencial, disputado entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). O projeto de perdão das dívidas integra o programa Prospera MEI, encaminhado pelo governo ao Congresso na semana passada e já aprovado pela Câmara dos […]

O anúncio foi feito durante um ato de campanha em São Luís, no Maranhão, a cinco dias do segundo turno da eleição presidencial, disputado entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).

O projeto de perdão das dívidas integra o programa Prospera MEI, encaminhado pelo governo ao Congresso na semana passada e já aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

A medida poderá beneficiar aproximadamente 3,6 milhões de microempreendedores com débitos inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Segundo estimativas do governo, o valor das dívidas alcança R$ 12,6 bilhões.

Além da anistia, o projeto prevê o aumento gradual do teto de faturamento anual dos MEIs, dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Também amplia de um para dois o número de funcionários que poderão ser contratados por cada microempreendedor.

Conforme o Ministério da Fazenda, o perdão das dívidas poderá entrar em vigor em janeiro de 2027. Para manter o benefício, os microempreendedores precisarão continuar pagando regularmente suas contribuições nos seis meses seguintes à entrada em vigor da lei.

Outra proposta anunciada pelo presidente foi o envio da chamada PEC da Tarifa Zero, que pretende estabelecer gratuidade no transporte público aos sábados e domingos.

Lula associou a iniciativa ao fim da escala de trabalho 6×1, aprovado pelo Congresso, argumentando que a redução da jornada permitirá aos trabalhadores aproveitar mais tempo de descanso e lazer.

O presidente também defendeu a utilização de recursos de emendas parlamentares para financiar parte da gratuidade. A proposta, entretanto, ainda precisará ser apresentada formalmente e analisada pelo Congresso Nacional.

Os anúncios ocorrem na última semana da campanha presidencial. Enquanto o perdão das dívidas dos MEIs já recebeu aprovação legislativa e aguarda sanção, a tarifa zero depende da tramitação e aprovação da PEC.

Fonte: Correio Braziliense.                                             Foto: Reprodução

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Aliados orientam Flávio Bolsonaro a não abrir sigilos após desafio de Lula ao TSE

Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) defendem que o senador não aceite a proposta do presidente Lula (PT) para a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos dois candidatos e de seus familiares. A discussão começou durante o debate da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a tornar públicos os dados […]

Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) defendem que o senador não aceite a proposta do presidente Lula (PT) para a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos dois candidatos e de seus familiares.

A discussão começou durante o debate da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio a tornar públicos os dados financeiros e telefônicos dos candidatos e de suas famílias. Nesta terça-feira (20), o presidente formalizou a proposta no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condicionando a divulgação de suas informações à adesão do adversário.

Segundo a reportagem, aliados de Flávio ouvidos pelo SBT News classificaram a iniciativa como uma “armadilha” eleitoral. A avaliação é que a abertura dos sigilos poderia provocar novos questionamentos e investigações às vésperas da votação, sem tempo suficiente para esclarecimentos.

“Lula não vai ter esse gostinho”, afirmou um integrante da campanha, conforme a publicação.

O jornal O Globo também informou que aliados recomendam ao senador não prolongar a discussão. Na avaliação desses interlocutores, Lula tenta criar um fato político na reta final da disputa, e uma reação mais intensa poderia ampliar a repercussão do assunto.

O documento apresentado pelo presidente ao TSE prevê a divulgação de informações dos últimos oito anos, incluindo dados da primeira-dama Janja e dos cinco filhos de Lula. A proposta solicita, em contrapartida, a abertura dos sigilos de Flávio, de sua esposa, de seus pais e irmãos, além de empresas relacionadas ao candidato.

Entre as empresas mencionadas está a Alcazar Holdings, ligada ao advogado Willer Tomaz. Segundo informações da Polícia Federal relatadas pelo Diário de Pernambuco, Flávio teria sido identificado como “usuário master” de uma conta associada à empresa. O senador e o advogado negam irregularidades.

A apresentação da autorização ao TSE não significa a divulgação automática dos dados, que depende da adesão de Flávio e dos procedimentos necessários para sua disponibilização.

Até o momento, o candidato do PL não anunciou uma decisão definitiva sobre o desafio. Segundo O Globo, sua equipe pretende priorizar propostas e reduzir confrontos pessoais no debate da TV Globo, previsto para sexta-feira (23).

Fonte: O Globo.
Foto: Nelson Almeida/AFP

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O governo brasileiro reagiu nesta terça-feira (20) às declarações do presidente da Argentina, Javier Milei, contra Lula (PT) e o processo eleitoral do Brasil. O Itamaraty classificou as manifestações como uma tentativa inaceitável de interferência estrangeira na disputa presidencial. A controvérsia começou quando Milei compartilhou, na rede social X, um vídeo do presidente Luiz Inácio […]

O governo brasileiro reagiu nesta terça-feira (20) às declarações do presidente da Argentina, Javier Milei, contra Lula (PT) e o processo eleitoral do Brasil. O Itamaraty classificou as manifestações como uma tentativa inaceitável de interferência estrangeira na disputa presidencial.

A controvérsia começou quando Milei compartilhou, na rede social X, um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentando a participação das mulheres nos cuidados familiares. O argentino criticou a declaração, acusou integrantes do campo político de Lula de machismo e insinuou que a campanha petista poderia tentar fraudar o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).

Na publicação, Milei escreveu: “Espero que o último truque sujo de campanha deles não inclua roubar a eleição… esquerdista ladrão”. A mensagem foi direcionada a Lula, que disputa a reeleição contra Flávio Bolsonaro (PL), candidato que já recebeu apoio público do presidente argentino.

A manifestação provocou uma resposta do Ministério das Relações Exteriores, que considerou as declarações uma tentativa de interferência no processo democrático brasileiro.

“As ofensas de hoje do Presidente da República Argentina ao Brasil, desta vez dirigidas ao Poder Judiciário e ao sistema de voto eletrônico, constituem nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro”, afirmou o Itamaraty em nota oficial.

O ministério também associou as declarações de Milei às acusações de fraude eleitoral difundidas por setores que contestaram o resultado das eleições de 2022 e participaram da tentativa de golpe de Estado.

Segundo a diplomacia brasileira, o presidente argentino reproduz alegações desses grupos ao questionar a credibilidade do processo eleitoral. O Itamaraty classificou sua manifestação como antidemocrática, inaceitável e desequilibrada, além de incompatível com a postura esperada de um chefe de Estado de um país que mantém relações diplomáticas com o Brasil.

A nota também defendeu a segurança do sistema eletrônico de votação brasileiro, destacando que observadores eleitorais internacionais acompanharam o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.

O episódio ocorre em um contexto de tensões entre os governos de Brasil e Argentina. Milei tem feito críticas públicas a Lula e manifestado apoio a Flávio Bolsonaro, inclusive durante sua participação em um evento político do PL em São Paulo.

Ao encerrar a manifestação, o Itamaraty afirmou que a definição sobre o futuro político do Brasil cabe exclusivamente aos eleitores brasileiros, que voltarão às urnas no próximo domingo, sem interferência de governos estrangeiros.

Fonte: O Globo.                                                                 Foto: Reprodução

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A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação do prazo para concluir diligências em dois inquéritos que citam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). O pedido ainda aguarda decisão do ministro André Mendonça. A solicitação foi apresentada em 2 de outubro, quando terminou o prazo inicial […]

A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação do prazo para concluir diligências em dois inquéritos que citam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). O pedido ainda aguarda decisão do ministro André Mendonça.

A solicitação foi apresentada em 2 de outubro, quando terminou o prazo inicial de 60 dias para as diligências. Segundo reportagem do Diário de Pernambuco, publicada nesta terça-feira (20), a PF argumentou que ainda depende de resultados de análises técnicas para esclarecer os fatos investigados e avaliar a necessidade de outras providências.

As investigações foram autorizadas pelo STF a partir do fim de julho. André Mendonça é relator de dois dos três inquéritos relacionados ao caso, enquanto o terceiro está sob responsabilidade do ministro Flávio Dino.

Os dois procedimentos abrangidos pelo pedido de prorrogação investigam a intermediação de um contrato de cannabis medicinal no Ministério da Saúde e negócios federais envolvendo o empresário de tecnologia Cléber Ribas. A empresa dele mantém contratos que somam R$ 53 milhões com o Ministério do Desenvolvimento Social.

O nome de Lulinha passou a ser citado nas apurações após a revelação de sua proximidade com a empresária Roberta Luchsinger, alvo da Operação Sem Desconto, que investiga suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Entre as diligências pendentes, a Polícia Federal solicitou relatórios sobre viagens realizadas por Lulinha e Roberta desde janeiro de 2023, incluindo a identificação dos responsáveis pelo pagamento das passagens.

Os investigadores também aguardam informações sobre vínculos societários e financeiros das pessoas mencionadas, movimentações bancárias obtidas por meio de quebras de sigilo já autorizadas e registros de agendas e reuniões em órgãos do governo federal.

Outro ponto analisado é uma viagem de Lulinha a Portugal, em junho de 2024. A PF pretende verificar se as despesas foram custeadas da mesma maneira que as de outra viagem, realizada no fim daquele ano e já reconhecida por ele.

A defesa de Lulinha contesta a continuidade das investigações. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirma que não existem elementos de prova contra seu cliente e critica a decisão da Polícia Federal de não encerrar o procedimento.

Segundo o advogado, os sigilos fiscal, bancário e telemático de Lulinha já foram entregues ao ministro André Mendonça. Ele também informou que o filho do presidente, atualmente residente na Espanha, está disposto a prestar esclarecimentos caso seja convocado.

A defesa de Roberta Luchsinger também defende o arquivamento de um dos inquéritos, argumentando que a investigação deve respeitar seu objeto específico.

Já os representantes de Cléber Ribas negam irregularidades e afirmam que os contratos de suas empresas com o governo federal seguiram os procedimentos legais.

Até a publicação da reportagem, André Mendonça não havia decidido se concederia o prazo adicional solicitado pela Polícia Federal.

Fonte: Diário de Pernambuco.                                        Foto: Nelson Almeida/AFP

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O vereador de Caruaru Anderson Correia (PP) elogiou a governadora Raquel Lyra pelos resultados do Programa Estadual de Controle Populacional Ético de Cães e Gatos. A iniciativa ultrapassou a marca de 20 mil castrações gratuitas em Pernambuco ainda no primeiro semestre de 2026. O programa foi lançado em fevereiro deste ano, com previsão inicial de […]

O vereador de Caruaru Anderson Correia (PP) elogiou a governadora Raquel Lyra pelos resultados do Programa Estadual de Controle Populacional Ético de Cães e Gatos.

A iniciativa ultrapassou a marca de 20 mil castrações gratuitas em Pernambuco ainda no primeiro semestre de 2026.

O programa foi lançado em fevereiro deste ano, com previsão inicial de realizar mais de 33 mil procedimentos. Após atingir a marca de 20 mil castrações em junho, o Governo de Pernambuco ampliou a meta para 40 mil até o fim de 2026.

Anderson Correia, que defendeu a implantação de uma política estadual de castração, destacou a importância da iniciativa para o controle populacional de cães e gatos, a prevenção do abandono e o cuidado com animais em situação de vulnerabilidade.

O parlamentar também reconheceu a atuação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha e da Secretaria Executiva da Causa Animal, além do trabalho do secretário Daniel Coelho na execução do programa.

“Também fui um dos que defenderam a criação desse programa, porque sabemos que a castração é fundamental para combater o abandono, controlar a reprodução desordenada e garantir mais dignidade aos animais”, afirmou o vereador.

Na avaliação de Correia, os resultados representam um avanço para as políticas públicas voltadas à proteção animal em Pernambuco. Ele também parabenizou Raquel Lyra e os profissionais envolvidos na realização dos procedimentos.

A política estadual conta com investimento anunciado de R$ 20 milhões e utiliza unidades móveis para oferecer castrações gratuitas em diferentes municípios. Os procedimentos incluem microchipagem dos animais e são realizados mediante agendamento prévio.

Até junho, segundo dados divulgados pelo Governo do Estado, o programa havia atendido cães e gatos em mais de 15 municípios pernambucanos.

Foto: Divulgação

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Meta diz ao TSE que adotou medidas para garantir tratamento igual a Lula e Flávio

A Meta informou nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que adotou medidas para assegurar tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no Facebook, Instagram e WhatsApp. A manifestação responde a uma determinação da Justiça Eleitoral para que a empresa comprovasse o cumprimento das medidas impostas pela Corte. Na petição […]

A Meta informou nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que adotou medidas para assegurar tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no Facebook, Instagram e WhatsApp. A manifestação responde a uma determinação da Justiça Eleitoral para que a empresa comprovasse o cumprimento das medidas impostas pela Corte.

Na petição enviada ao tribunal, a empresa afirmou que suas equipes estão reunindo a documentação necessária para responder aos 17 pontos estabelecidos pela decisão judicial.

A Meta sustenta que pretende cumprir integralmente as determinações, embora tenha sinalizado que poderá questionar judicialmente pontos específicos por razões técnicas e jurídicas.

Entre as medidas informadas está a aplicação dos mesmos critérios às duas candidaturas na distribuição de conteúdos políticos e eleitorais nas plataformas.

A empresa também afirmou ter criado um procedimento para que eventuais restrições aplicadas automaticamente às contas de anúncios de Lula e Flávio sejam submetidas a revisão humana em até duas horas. A medida deverá permanecer em vigor até domingo (25), data do segundo turno.

Outro ponto abordado envolve a Meta AI. A Justiça Eleitoral havia cobrado informações sobre o funcionamento da ferramenta de inteligência artificial em solicitações relacionadas aos candidatos e à eleição.

A empresa apresentou ainda uma ressalva sobre publicações colaborativas no Instagram. Segundo a Meta, limitações técnicas impedem que um conteúdo publicado em colaboração deixe de ser recomendado no perfil oficial de um candidato e, ao mesmo tempo, continue elegível para recomendação no perfil do outro participante. Por isso, a não recomendação é aplicada à publicação como um todo.

A manifestação ocorre depois de o ministro Marco Aurélio Bellizze determinar que a empresa comprovasse, em 24 horas, o cumprimento das medidas estabelecidas pelo TSE. Caso o tribunal considere que as determinações não foram atendidas integralmente, a multa diária pode chegar a R$ 1 milhão.

A campanha de Lula havia acusado a Meta de descumprir a decisão e prejudicar a candidatura petista. Já a campanha de Flávio também apresentou reclamação ao tribunal, afirmando que o candidato estaria sendo prejudicado pela plataforma devido à circulação de anúncios negativos impulsionados.

A Meta nega favorecer qualquer uma das candidaturas e pediu uma reunião técnica com o gabinete do ministro para apresentar a documentação e esclarecer aspectos das medidas adotadas.

A manifestação da empresa ainda será analisada pela Justiça Eleitoral.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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O deputado federal André Janones (Rede-MG) recebeu alta nesta terça-feira (20) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após permanecer cerca de 36 horas em observação por causa de uma arritmia cardíaca. Na saída da unidade, o parlamentar encontrou apoiadores ligados ao grupo “Exército do Lula”. Janones havia sido internado na madrugada dessa segunda-feira […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) recebeu alta nesta terça-feira (20) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após permanecer cerca de 36 horas em observação por causa de uma arritmia cardíaca. Na saída da unidade, o parlamentar encontrou apoiadores ligados ao grupo “Exército do Lula”.

Janones havia sido internado na madrugada dessa segunda-feira (19), após acompanhar o debate presidencial da Band entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ele apresentou arritmia cardíaca e chegou a permanecer na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo informações divulgadas pela equipe do deputado, o quadro foi estabilizado pelos médicos. Boletim divulgado enquanto ele ainda estava internado apontava evolução clínica favorável e condicionava a alta à manutenção da estabilidade. 

Antes de deixar o hospital, Janones havia anunciado pelas redes sociais que retomaria as atividades políticas ainda nesta terça-feira. Na saída da unidade, reuniu-se com apoiadores do “Exército do Lula”, canal que coordena no WhatsApp e que vem sendo utilizado na mobilização digital da campanha pela reeleição do presidente. 

O parlamentar também comentou a atuação nas redes sociais durante a campanha e afirmou que pretende continuar trabalhando na mobilização de apoiadores nesta reta final do segundo turno. 

Janones, de 42 anos, acompanhou a comitiva de Lula no debate realizado no domingo (18) e, antes da internação, participou das ações digitais relacionadas ao confronto entre os candidatos.

Fonte: UOL
Fotos: Reprodução/ Instagram

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O vereador do Recife e deputado federal eleito Thiago Medina (PL) anunciou uma proposta para retirar o nome de Dona Lindu do parque localizado em Boa Viagem e substituir pela denominação em homenagem à mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro. A Câmara Municipal informou, porém, que o projeto ainda não havia sido protocolado oficialmente. O Parque […]

O vereador do Recife e deputado federal eleito Thiago Medina (PL) anunciou uma proposta para retirar o nome de Dona Lindu do parque localizado em Boa Viagem e substituir pela denominação em homenagem à mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro. A Câmara Municipal informou, porém, que o projeto ainda não havia sido protocolado oficialmente.

O Parque Dona Lindu leva o nome de Eurídice Ferreira de Melo, mãe do presidente Lula (PT). Ao anunciar a iniciativa nesta terça-feira (20), Medina afirmou que a denominação de espaços públicos representa uma escolha sobre as personalidades que uma cidade decide homenagear.

Em nota, o vereador relacionou a proposta às investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS e mencionou suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. As apurações citadas pelo parlamentar não representam condenação do filho do presidente.

“Acredito que o nome daquela família não deve ser homenagem pública no Recife. É isso que o projeto propõe”, declarou Medina.

 

O parlamentar também relacionou a iniciativa ao ato de campanha de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) previsto para quinta-feira (22), na Zona Sul do Recife. A programação contará com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira e deve terminar nas proximidades do Parque Dona Lindu.

Apesar de Medina ter anunciado a apresentação da proposta, a Câmara Municipal do Recife informou ao Diario de Pernambuco que, até a consulta realizada pelo veículo, nenhum projeto com esse conteúdo havia sido protocolado no Departamento Legislativo.

A matéria também não constava no sistema oficial de proposições da Casa. Caso seja formalizada, a mudança do nome do parque ainda precisará passar pela tramitação legislativa e votação dos vereadores.

Thiago Medina cumpre seu primeiro mandato na Câmara do Recife e foi eleito deputado federal nas eleições deste ano. Ele deverá assumir o novo cargo em fevereiro de 2027.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Francisco Silva/Acervo DP

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O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi sorteado nesta terça-feira (20) como relator da ação apresentada por Lula (PT) para autorizar a abertura de seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que Flávio Bolsonaro (PL) adote a mesma medida. A petição formaliza o desafio feito por Lula durante o debate da […]

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi sorteado nesta terça-feira (20) como relator da ação apresentada por Lula (PT) para autorizar a abertura de seus próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que Flávio Bolsonaro (PL) adote a mesma medida.

A petição formaliza o desafio feito por Lula durante o debate da Band, realizado no domingo (18). A campanha pede que as informações sejam divulgadas antes desta quarta-feira (21), na reta final do segundo turno.

A autorização apresentada por Lula abrange dados dos últimos oito anos e inclui também a primeira-dama Janja da Silva e os filhos do presidente. O pedido busca estender a mesma medida a Flávio, familiares do candidato e empresas relacionadas aos dois presidenciáveis.

Entre os familiares de Flávio mencionados estão a esposa, Fernanda Bolsonaro, os pais, Jair Bolsonaro e Rogéria Bolsonaro, e os irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan Bolsonaro.

A petição também alcança pessoas jurídicas das quais os candidatos sejam sócios ou administradores e contas nas quais figurem como responsáveis financeiros ou “usuários master”.

No caso de Flávio, a campanha de Lula cita a Alcazar Holdings. O candidato do PL é mencionado como “usuário master” de uma conta relacionada à empresa em material de investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. Flávio e o advogado negam irregularidades.

Ao apresentar a ação, Lula afirmou que está disposto a disponibilizar as próprias informações e voltou a cobrar reciprocidade do adversário.

O sorteio de André Mendonça como relator não significa que a quebra dos sigilos tenha sido autorizada. Caberá ao ministro analisar o requerimento apresentado pela campanha e decidir sobre seu prosseguimento.

Até a publicação das informações, Flávio não havia anunciado adesão ao desafio apresentado por Lula.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Alejandro Zambrana/STF

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Votação do Prêmio Referência 2026 termina nesta quarta-feira (21)

Moradores de 31 municípios da Paraíba e de Pernambuco têm até esta quarta-feira (21) para participar da votação do Prêmio Referência 2026. A pesquisa, realizada pela internet, permite indicar profissionais, empresas, comerciantes e prestadores de serviços em diferentes áreas. A votação começou no dia 6 de outubro e é promovida pelo portal Cariri em Ação. […]

Moradores de 31 municípios da Paraíba e de Pernambuco têm até esta quarta-feira (21) para participar da votação do Prêmio Referência 2026. A pesquisa, realizada pela internet, permite indicar profissionais, empresas, comerciantes e prestadores de serviços em diferentes áreas.

A votação começou no dia 6 de outubro e é promovida pelo portal Cariri em Ação. Segundo a organização, a edição deste ano contempla 24 municípios paraibanos e sete pernambucanos, incluindo cidades das regiões do Pajeú e Moxotó.

Os participantes podem registrar seus votos por meio da plataforma disponibilizada pela organização, escolhendo os nomes e estabelecimentos que consideram referência em suas respectivas cidades.

De acordo com Marivaldo Alcântara, responsável pela iniciativa, o objetivo é reconhecer profissionais, empresas e prestadores de serviços que atuam nos municípios participantes.

“Estamos chegando à reta final de mais uma edição do Prêmio Referência. Nosso objetivo é valorizar quem faz a diferença no dia a dia das cidades, reconhecendo o trabalho e a dedicação de profissionais, empresas e prestadores de serviços”, afirmou.

A votação ficará disponível até esta quarta-feira (21), no endereço premioreferencia.caririemacao.com.

Após o encerramento, a organização informou que fará a conferência e a apuração dos resultados, que serão divulgados posteriormente pelos canais do Cariri em Ação.

Foto: Divulgação

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Tempo: o principal ativo de Flávio; o principal desafio de Lula

No meu comentário das 12h desta terça-feira (20/10), analiso a reta final das eleições presidenciais, destacando o tempo como o fator determinante para a disputa entre Flávio Bolsonaro e o presidente Lula. A cinco dias da votação, as últimas pesquisas apontam uma relativa estabilidade, com uma leve tendência de vantagem para Flávio na maioria dos […]

No meu comentário das 12h desta terça-feira (20/10), analiso a reta final das eleições presidenciais, destacando o tempo como o fator determinante para a disputa entre Flávio Bolsonaro e o presidente Lula.

A cinco dias da votação, as últimas pesquisas apontam uma relativa estabilidade, com uma leve tendência de vantagem para Flávio na maioria dos levantamentos, quase sempre dentro do limite da margem de erro (empate técnico):

Alfa Inteligência: Flávio 51,5% vs Lula 48,5%.
Real Time Big Data: Flávio 52% vs Lula 48%.
Atlas-Bloomberg: Flávio 51,1% vs Lula 48,9%.

Explico que, na média dos levantamentos recentes, de 80% a 90% das pesquisas aferem essa ligeira vantagem de Flávio, enquanto 10% a 20% apontam empate matemático ou vantagem para Lula (como o instituto Vox Brasil).

O próximo grande fato relevante será o debate da TV Globo na sexta-feira (23), apontado como o confronto final do convencimento. Além disso, anuncio que na próxima sexta-feira apresentarei os três cenários e probabilidades mais reais da eleição.

Clique no link abaixo e confira o meu comentário completo.

 

As campanhas eleitorais de 2026 já declararam pelo menos R$ 288,7 milhões em pagamentos diretos à Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp. O valor é parcial, representa 6% das despesas eleitorais informadas até agora e supera em mais de duas vezes os R$ 129 milhões registrados em 2022. O levantamento foi feito a partir […]

As campanhas eleitorais de 2026 já declararam pelo menos R$ 288,7 milhões em pagamentos diretos à Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp. O valor é parcial, representa 6% das despesas eleitorais informadas até agora e supera em mais de duas vezes os R$ 129 milhões registrados em 2022.

O levantamento foi feito a partir das prestações de contas disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e considera pagamentos realizados diretamente à Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.

O crescimento dos gastos acompanha a expansão do impulsionamento de conteúdo nas campanhas. Em 2018, a Meta recebeu R$ 22,7 milhões diretamente dos candidatos. Na eleição nacional seguinte, em 2022, o montante chegou a R$ 129 milhões e, neste ano, já alcança R$ 288,7 milhões.

A participação da empresa no total das despesas eleitorais também aumentou. Os pagamentos diretos à Meta representavam 0,7% dos recursos gastos pelas campanhas em 2018. Em 2026, já correspondem a 6% do total declarado até agora.

Entre os partidos, o PL lidera as despesas diretas com a plataforma, com R$ 63,7 milhões. O PT aparece em seguida, com R$ 37,9 milhões, seguido pelo PSD, com R$ 30,3 milhões, e pelo União Brasil, com R$ 23,3 milhões.

Na comparação entre candidaturas individuais, Flávio Bolsonaro (PL) declarou R$ 7,45 milhões em contratações diretas com a Meta. Lula (PT) informou R$ 2,59 milhões. O valor declarado pela campanha de Flávio é quase três vezes o informado pela campanha do petista.

O levantamento aponta ainda que 24 candidaturas já declararam despesas superiores a R$ 1 milhão diretamente com a empresa. Juntas, elas somam R$ 41 milhões. Em 2022, apenas quatro candidatos haviam ultrapassado essa marca.

Os números de 2026 ainda podem aumentar. O prazo para a prestação final de contas termina em 3 de novembro para as candidaturas que participaram apenas do primeiro turno e em 14 de novembro para aquelas que avançaram ao segundo.

O levantamento considera apenas pagamentos cujo fornecedor direto é a Meta. Por isso, ficam de fora despesas realizadas por diretórios partidários, pagamentos por intermédio de agências de publicidade e outros gastos que apareçam vinculados ao CNPJ de terceiros.

Fonte: g1
Foto: Reprodução

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) excluiu de sua conta no X publicações antigas em que criticava o Bolsa Família e programas de transferência de renda. As mensagens, publicadas entre 2011 e 2014, foram removidas em um momento em que o candidato afirma que manterá o benefício caso seja eleito. A exclusão foi identificada […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) excluiu de sua conta no X publicações antigas em que criticava o Bolsa Família e programas de transferência de renda. As mensagens, publicadas entre 2011 e 2014, foram removidas em um momento em que o candidato afirma que manterá o benefício caso seja eleito.

A exclusão foi identificada a partir de um arquivo com publicações de Flávio coletadas em junho deste ano. Os links das mensagens citadas anteriormente em reportagem sobre o posicionamento do candidato em relação ao Bolsa Família não estão mais disponíveis.

Entre as postagens estava uma de 2013 na qual Flávio afirmava que o PT “perpetua a pobreza com o bolsa-farelo”, associando o programa à dependência dos beneficiários.

Também foram apagadas publicações de 2014 em que o então deputado estadual questionava a situação de pessoas que recebiam Bolsa Família ou seguro-desemprego e outras, de 2011, nas quais criticava políticas de transferência de renda.

Naquele ano, Flávio também utilizou a expressão “bolsa-farelo” para se referir ao Renda Melhor, programa criado pelo governo do Rio de Janeiro para complementar a renda de famílias que já recebiam o Bolsa Família. O benefício estadual chegava a R$ 300.

Quando era deputado estadual, Flávio votou contra a criação do Renda Melhor e defendeu que o pagamento tivesse prazo máximo de dois anos.

A exclusão das mensagens ocorre enquanto o Bolsa Família ocupa espaço na campanha do segundo turno. Nesta semana, a coordenadora econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques, apresentou a proposta de uma regra de transição de dois anos para beneficiários que consigam emprego formal ou passem a empreender.

Após interpretações de que a proposta significaria limitar a permanência geral no programa a dois anos, a campanha afirmou que o prazo se refere apenas à regra de transição para quem tiver aumento de renda.

Flávio também publicou um vídeo nessa segunda-feira (19) afirmando que os beneficiários podem ficar tranquilos porque o “benefício está garantido”.

Questionada sobre o motivo da exclusão das publicações antigas, a campanha de Flávio não havia respondido até a publicação da reportagem que revelou as remoções.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Pesquisas aferem situação de Flávio e Lula a 5 dias do pleito

No meu comentário desta terça-feira (20/10) para o Jornal Itapuama, analiso os mais recentes levantamentos das pesquisas eleitorais, a cinco dias do pleito. A pesquisa Real Time Big Data mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos, o que configura empate técnico. Nos votos totais, Flávio aparece com 48% e Lula […]

No meu comentário desta terça-feira (20/10) para o Jornal Itapuama, analiso os mais recentes levantamentos das pesquisas eleitorais, a cinco dias do pleito.

A pesquisa Real Time Big Data mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos, o que configura empate técnico. Nos votos totais, Flávio aparece com 48% e Lula com 45%. O levantamento ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais por telefone entre 15 e 19 de outubro.

Destaco que, na reta final da campanha, os dados indicam estabilidade nos percentuais médios, com Flávio liderando por margens pequenas (entre 1,5 e 3 pontos) e uma trajetória recente de crescimento de Lula. Aponto ainda que o debate na TV Globo, na próxima sexta-feira (23), será determinante para a decisão dos eleitores indecisos.

🔊 Ative o áudio do post e confira o comentário completo.

 

A campanha do presidente Lula (PT) apresentou nova manifestação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp. O partido afirma que a empresa não cumpriu a determinação da Corte para assegurar tratamento igualitário às campanhas presidenciais no segundo turno. Segundo o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, a […]

A campanha do presidente Lula (PT) apresentou nova manifestação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp. O partido afirma que a empresa não cumpriu a determinação da Corte para assegurar tratamento igualitário às campanhas presidenciais no segundo turno.

Segundo o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, a campanha levará ao tribunal novos elementos para sustentar que a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze não estaria sendo cumprida.

“Nós vamos dizer que a decisão do ministro (Marco Aurélio) Belizze não está sendo cumprida e não foi cumprida. No momento importante da campanha, com o debate. É muito ruim a gente vir aqui todo dia apresentar nova denúncia”, afirmou Valadares.

Entre os pontos apresentados pelo PT está o funcionamento da inteligência artificial da Meta. A campanha alega que a ferramenta estaria favorecendo a geração de imagens com o número 22, utilizado por Flávio Bolsonaro (PL), inclusive em situações nas quais o nome do candidato não é mencionado.

A alegação é da campanha de Lula e ainda está submetida à análise da Justiça Eleitoral.

Valadares afirmou ainda que representantes da campanha participaram, nessa segunda-feira (19), de uma reunião com órgãos investigadores e observadores eleitorais da União Europeia e da Organização dos Estados Americanos (OEA) para tratar do assunto.

A nova manifestação ocorre após Bellizze conceder prazo de 24 horas para que a Meta comprove o cumprimento das medidas determinadas pelo TSE para garantir isonomia na distribuição de conteúdos políticos e anúncios eleitorais no segundo turno. Caso o tribunal considere que a ordem não foi integralmente cumprida, a multa diária prevista pode ser elevada para R$ 1 milhão.

Na sexta-feira (16), a Meta reconheceu que problemas técnicos no impulsionamento de anúncios afetaram a campanha de Lula, mas negou qualquer interferência política na eleição. A empresa afirmou que os incidentes atingiram campanhas de diferentes posições políticas e disse que Flávio Bolsonaro também relatou falhas.

“A Meta não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição, e são falsas e infundadas as alegações de que estamos favorecendo ou interferindo em nome de qualquer candidato ou grupo político”, afirmou a empresa.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Evaristo Sá/AFP

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O Congresso da Colômbia aprovou nesta terça-feira (20) o orçamento de 2027, estimado em 634,9 trilhões de pesos colombianos. A decisão amplia os gastos previstos para o próximo ano enquanto o governo do presidente Abelardo De La Espriella prepara uma proposta separada de ajuste fiscal para tentar reduzir o déficit das contas públicas. A aprovação […]

O Congresso da Colômbia aprovou nesta terça-feira (20) o orçamento de 2027, estimado em 634,9 trilhões de pesos colombianos. A decisão amplia os gastos previstos para o próximo ano enquanto o governo do presidente Abelardo De La Espriella prepara uma proposta separada de ajuste fiscal para tentar reduzir o déficit das contas públicas.

A aprovação ocorreu após uma longa discussão no Senado e na Câmara dos Representantes. Na Câmara, o texto recebeu 112 votos favoráveis e apenas um contrário.

O orçamento representa crescimento de cerca de 16% quando comparado ao valor originalmente aprovado para 2026. Considerando a dotação atualmente vigente deste ano, de 555,8 trilhões de pesos, a alta é de aproximadamente 14,2%.

A proposta prevê déficit fiscal de 9,4% do Produto Interno Bruto em 2027. O patamar ocorre em um cenário de aumento da dívida pública e de dificuldades para a Colômbia recuperar o grau de investimento perdido em 2021.

Entre as principais destinações previstas estão recursos para pagamento da dívida, educação, saúde e defesa. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares também realizaram mudanças nas verbas destinadas a diferentes áreas do governo.

A aprovação amplia gastos no mesmo momento em que o governo colombiano afirma pretender reorganizar as contas públicas. De La Espriella havia prometido reduzir despesas e agora prepara a chamada “Lei de Resgate”, que deverá concentrar as medidas de ajuste fiscal.

A intenção do governo é reduzir o déficit projetado para 2027 de 9,4% para 7,2% do PIB. A proposta deverá envolver cortes de despesas e revisão de benefícios tributários, mas o texto definitivo ainda precisa ser apresentado e analisado pelo Congresso.

O ministro da Fazenda, Miguel Gómez, afirmou após a votação que o governo recebeu um “voto de confiança” do Legislativo e defendeu mudanças na trajetória das finanças públicas colombianas.

A discussão fiscal ocorre também enquanto o país busca conter o crescimento da dívida e recuperar a confiança dos mercados. A expectativa do governo é realizar o ajuste após a aprovação do orçamento, transferindo para uma nova legislação as medidas destinadas a reduzir o desequilíbrio das contas públicas.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48,5% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de três pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra […]

Pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48,5% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de três pontos percentuais, os candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.

No cenário que considera todos os entrevistados, Flávio registra 48,8% das intenções de voto e Lula, 45,9%. Brancos, nulos ou eleitores que afirmam não votar em nenhum dos candidatos somam 3,5%, enquanto 1,8% não souberam ou não responderam.

Os votos válidos desconsideram brancos, nulos e indecisos e correspondem ao critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado da eleição.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio aparece com 47% e Lula com 43%.

O levantamento também mediu a rejeição dos presidenciáveis. Lula é rejeitado por 46% dos entrevistados, enquanto Flávio registra 45%. Os percentuais também configuram empate técnico.

A Alfa Inteligência entrevistou 2.700 eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. As entrevistas foram realizadas presencialmente.

A margem de erro é de 1,9 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00820/2026.

O segundo turno entre Lula e Flávio será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: CNN Brasil
Foto: Carlos Moura/Agência Senado e Ricardo Stuckert

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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. No cenário de votos totais, […]

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48% de Lula (PT). Apesar da diferença numérica de quatro pontos, os candidatos estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário de votos totais, Flávio aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Lula registra 45%. Brancos e nulos somam 5%, e outros 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Os votos válidos desconsideram brancos e nulos e correspondem ao critério utilizado pela Justiça Eleitoral para calcular o resultado das eleições.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 19 de outubro, em todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas por telefone.

O período de campo incluiu o debate entre Lula e Flávio realizado pela Band no domingo (18), com entrevistas coletadas antes e depois do primeiro confronto direto entre os candidatos no segundo turno.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada pela Real Time Big Data com recursos próprios da Real Time Mídia Ltda. e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02952/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no próximo domingo (25).

Fonte: UOL e Real Time Big Data
Foto: Miguel Schincariol/AFP e Ricardo Stuckert/Campanha Lula

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A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). A informação foi publicada inicialmente […]

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, deve deixar de apoiar a tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado a partir de 2027. A movimentação ocorre em meio ao alinhamento das cúpulas das duas legendas com a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

A informação foi publicada inicialmente pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles. Até o momento, a retirada do apoio não foi formalizada pelas direções partidárias, mas integrantes da federação indicam que Alcolumbre não deverá contar com o respaldo conjunto de PP e União Brasil na disputa.

O movimento representa uma mudança em relação às articulações realizadas antes do segundo turno. Em setembro, dirigentes da federação chegaram a discutir a manutenção de Alcolumbre no comando do Senado como parte das negociações envolvendo eventual apoio a Flávio Bolsonaro.

Nas últimas semanas, porém, o presidente do Senado manteve uma aproximação política com Lula (PT), enquanto as direções de PP e União Brasil passaram a se alinhar à candidatura de Flávio.

Alcolumbre também tem procurado senadores que tomarão posse em 2027 para construir apoio à sua permanência na presidência da Casa. Segundo a apuração publicada pelo Metrópoles, as conversas envolvem negociações sobre espaços em gabinetes e presidências de comissões.

A União Progressista deverá iniciar a próxima legislatura com 12 senadores, sendo seis do PP e seis do União Brasil, considerando os parlamentares com mandato até 2031. A ausência do apoio formal da federação não impede uma candidatura de Alcolumbre, mas reduz uma das bases partidárias disponíveis para a disputa.

O cenário também é influenciado pelas decisões recentes tomadas no Senado. Alcolumbre colocou em votação a proposta que encerra gradualmente a escala de trabalho 6×1 e retirou da pauta a PEC da Segurança Pública, que enfrentava divergências em torno de temas como a redução da maioridade penal.

A eleição para a presidência do Senado ocorrerá no início de 2027, após a posse dos parlamentares eleitos neste ano. As articulações ainda estão em andamento e outras candidaturas podem surgir até a definição da nova composição da Casa.

Fonte: Blog do Mário Flávio
Foto: Reprodução

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin. O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter […]

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido para investigar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto abuso de autoridade. A manifestação foi enviada nesta segunda-feira (19) ao presidente da Corte, Edson Fachin.

O caso teve início depois que Alexandre de Moraes pediu que Mendonça fosse investigado por ter solicitado a abertura de uma apuração envolvendo o próprio Moraes. A solicitação estava relacionada às investigações do caso Master e às conversas atribuídas ao ministro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Diante do pedido de Moraes, Fachin encaminhou a questão à PGR para manifestação.

No parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou não identificar elementos que permitam enquadrar a atuação de André Mendonça como crime previsto na Lei de Abuso de Autoridade.

Segundo Gonet, o fato de Mendonça ter representado pela investigação de outro ministro não é, por si só, suficiente para caracterizar uma conduta criminosa.

A PGR também analisou relatórios que haviam sido solicitados por Mendonça à Polícia Federal para fundamentar o pedido de investigação contra Moraes. Para Gonet, esses documentos não possuem valor probatório e, portanto, também não podem ser classificados como provas ilícitas.

A crise entre os ministros ganhou força depois que Mendonça, relator das investigações do caso Master, retirou o sigilo de parte dos autos e encaminhou informações ao presidente do Supremo.

A investigação da Polícia Federal apontou que Daniel Vorcaro trocou cerca de 50 mensagens com um número atribuído a Alexandre de Moraes antes da prisão do ex-banqueiro, ocorrida em novembro de 2025.

Moraes acusou Mendonça de agir de forma parcial na condução das investigações com o objetivo de incriminá-lo. A manifestação da PGR desta segunda-feira trata especificamente da possibilidade de enquadramento da atuação de Mendonça como abuso de autoridade e não representa decisão definitiva do STF sobre o caso.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Gustavo Moreno/STF

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O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) participou, nessa segunda-feira (19), de uma caminhada de campanha no centro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Largo dos Açorianos, entre o bairro Cidade Baixa e o Centro Histórico da capital gaúcha. A agenda ocorreu na última semana antes do segundo […]

O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) participou, nessa segunda-feira (19), de uma caminhada de campanha no centro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Largo dos Açorianos, entre o bairro Cidade Baixa e o Centro Histórico da capital gaúcha.

A agenda ocorreu na última semana antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula enfrenta Flávio Bolsonaro (PL).

Durante a passagem por Porto Alegre, o presidente também voltou a falar sobre o desafio lançado ao adversário durante o debate da Band para que ambos autorizem o acesso aos próprios sigilos e aos de familiares.

Lula afirmou que enviaria ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para abertura de seus sigilos bancário, telefônico e fiscal, além dos dados dos filhos, e cobrou que Flávio adote a mesma medida.

“A única coisa que eu estou pedindo é que ele [Flávio Bolsonaro] tenha a coragem de provar que é honesto”, declarou.

O presidente afirmou ainda que espera que as informações sejam analisadas pela Justiça e posteriormente tornadas públicas. O assunto já havia sido levantado por Lula durante o confronto entre os candidatos realizado no domingo (18).

Ainda nessa segunda-feira, Lula concedeu uma entrevista gravada ao SBT, na qual tratou de temas como MEIs, fim da escala 6×1, segurança pública e saúde.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Ricardo Stuckert/Lula Oficial

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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (19) em Marabá, no Pará, onde participou de uma motociata e apresentou propostas relacionadas à regularização fundiária, propriedade privada e segurança pública. Durante o ato, Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende promover o que chamou de “maior regularização fundiária que o […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (19) em Marabá, no Pará, onde participou de uma motociata e apresentou propostas relacionadas à regularização fundiária, propriedade privada e segurança pública.

Durante o ato, Flávio afirmou que, caso seja eleito, pretende promover o que chamou de “maior regularização fundiária que o Pará já viu”. O candidato, porém, não detalhou como a proposta seria executada.

Ao abordar o uso das propriedades rurais, Flávio disse que pretende reduzir restrições que classificou como entraves ambientais motivados por questões ideológicas.

“Vamos respeitar a propriedade privada. Você vai poder plantar, criar gado, vai fazer o que quiser na sua terra e o que você explorar da terra é seu. Esses entraves que existem ambientais por causa de razões ideológicas a gente vai acabar”, declarou.

O candidato também incluiu a segurança pública entre as prioridades apresentadas durante a passagem pelo Pará. Flávio voltou a utilizar o termo “narcoterroristas” para se referir a integrantes de organizações criminosas e afirmou que pretende endurecer o enfrentamento a esses grupos.

“Eu vou a partir de janeiro do ano que vem, pegar em guerra aos narcoterroristas. Vou devolver a sua soberania sobre o seu celular. Eu vou devolver a soberania sobre a sua bolsa, sobre a sua moto, sobre o seu carro, sobre a sua propriedade”, disse.

Na mesma fala, o candidato afirmou que pretende propor a castração química de pessoas condenadas por estupro.

Flávio também defendeu a realização de obras estruturantes na região Amazônica e mencionou a saúde entre as áreas que, em sua avaliação, precisam de investimentos.

Após a agenda em Marabá, o candidato seguiu para Manaus, no Amazonas, onde participou de um ato com apoiadores na noite desta segunda-feira.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Vittor Sales

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