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Ouro Velho entre municípios contemplados com recursos para suporte no combate à Covid-19

Por Nill Júnior

O coordenador da bancada federal da Paraíba, deputado Efraim Filho, informou que o Ministério da Saúde, por meio da Portaria 650, concedeu R$ 452,9 milhões de incentivo financeiro para custeio de 2.302 Centros de Atendimento para COVID-19.

Os recursos serão desembolsados em parcela única, compreendendo as competências de abril a junho de 2021, totalizando R$ 180 mil, R$ 240 mil ou R$ 300 mil, de acordo com o porte e a quantidade de habitantes.

O coordenador da Bancada da Paraíba no Congresso, deputado Efraim Filho, elogiou o trabalho do Ministro da Saúde, o também paraibano Marcelo Queiroga, ressaltando que o financiamento de Centros de Atendimento é de grande importância para que os municípios paraibanos possam fortalecer o combate efetivo à pandemia no interior da Paraíba e estruturar a rede de saúde pública.

O montante será destinado para 126 municípios da Paraíba. Dos oito contemplados no cariri paraibano, está Ouro Velho,  do prefeito Augusto Valadares.

Além dela, estão as  cidades de Amparo, Boa Vista, Boqueirão, Cabaceiras, Monteiro, Prata e Sebastião do Umbuzeiro, segundo a Assessoria do deputado Efraim Filho.

Outras Notícias

Integração Nacional solicita licença de operação para o Projeto São Francisco‏

Na reta final para dar funcionalidade às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, o Ministério da Integração Nacional solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença de operação para o empreendimento. O pedido, uma das últimas etapas de uma obra, foi formalizado na sexta-feira (29). […]

transposição-do-rio-são-francisco-580x387Na reta final para dar funcionalidade às obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco, o Ministério da Integração Nacional solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a licença de operação para o empreendimento.

O pedido, uma das últimas etapas de uma obra, foi formalizado na sexta-feira (29). Nos próximos meses, o Ibama analisará a execução dos serviços e o cumprimento das condicionantes ambientais do Projeto, que levará água a 12 milhões de pessoas em 390 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As águas que vão abastecer parte da população no semiárido brasileiro já estarão em reservatórios no primeiro trimestre de 2017. A conclusão das obras físicas nos dois eixos do empreendimento – Norte e Leste – está prevista para dezembro deste ano.

Para isso, o governo federal ampliou o repasse financeiro mensal às empresas executoras do Projeto São Francisco, hoje com 88,4% de avanço das obras e mais de nove mil trabalhadores em campo.

O empreendimento também possui 38 programas ambientais com diretrizes aprovadas pelo Ibama e em avançado estágio de execução. Somados, representam um total de investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão, incluído no orçamento global do Projeto.

As ações contemplam o monitoramento e a preservação da fauna e da flora da caatinga, resgates arqueológicos e o reassentamento de famílias que viviam na faixa das obras e passaram a morar em vilas produtivas rurais, além de outros projetos que beneficiam populações tradicionais e municípios próximos às estruturas.

Uchoa presta contas de suas ações no combate à Covid-19

Em suas contas nas redes sociais, o deputado Guilherme Uchoa Júnior fez um balanço das contribuições do seu mandato no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus até o momento. O conjunto das iniciativas envolve projetos de lei, indicações e votos de aplauso a diversos segmentos da sociedade na missão de salvar vidas; campanhas educativas e […]

Em suas contas nas redes sociais, o deputado Guilherme Uchoa Júnior fez um balanço das contribuições do seu mandato no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus até o momento.

O conjunto das iniciativas envolve projetos de lei, indicações e votos de aplauso a diversos segmentos da sociedade na missão de salvar vidas; campanhas educativas e ações de solidariedade à pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Dentre as proposições apresentadas no âmbito da Assembleia Legislativa, destacam-se a liberação de emendas parlamentares para os municípios, o acesso gratuito do sinal de internet aos alunos da rede estadual de ensino e o atendimento de pacientes com planos de saúde, sem a exigência da carência.

Desde o início da epidemia, estão sendo realizadas campanhas nas mídias sociais alertando sobre os cuidados de prevenção à doença, em consonância com as orientações da Organização Mundial da Saúde(OMS).

Além disso, o parlamentar vem apoiando campanhas humanitárias de distribuição de máscaras e alimentos em diversos municípios do estado.

Como as atividades na Alepe estão acontecendo remotamente, Uchoa vem atendendo demandas e pleitos do público através do Whatsapp. “Vivemos momentos difíceis, mas uma coisa é certa: vamos sair dessa crise sanitária, social e econômica dando mais valor à vida, à solidariedade e à filantropia”, opinou ele.

Final feliz: meninos retirados de caverna após três dias de resgate na Tailândia

G1 Todas as 13 pessoas que estavam na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia, foram retiradas com apoio de dezenas de mergulhadores. Os últimos quatro meninos e o técnico do time de futebol saíram do local nesta terça-feira (10), o terceiro dia de resgate e o mais desafiador, porque chovia e havia mais pessoas […]

Polícia protege com guarda-chuvas saída de resgatado em caverna na Tailândia, na terça-feira (10) (Foto: Sakchai Lalit/ AP)

G1

Todas as 13 pessoas que estavam na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia, foram retiradas com apoio de dezenas de mergulhadores. Os últimos quatro meninos e o técnico do time de futebol saíram do local nesta terça-feira (10), o terceiro dia de resgate e o mais desafiador, porque chovia e havia mais pessoas a serem resgatadas.

A dramática situação dos meninos presos na caverna causou comoção internacional. Doze garotos entre 11 e 16 anos e seu técnico de futebol entraram no local há 17 dias e só puderam sair depois de uma operação de resgate que envolveu mil profissionais vindos de várias partes do mundo.

A missão era muito difícil: os estreitos, lamacentos e inundados caminhos eram um desafio até mesmo para mergulhadores experientes, que levavam cerca de seis horas para percorrer 4 km até onde estava o grupo. Um deles morreu após levar suprimentos aos meninos, que estavam presos uma encosta cercada de água.

As equipes de resgate chegaram a considerar tirá-los pela superfície da montanha, mas não encontraram cavidades na parte superior da caverna. A profundidade do ponto em que estavam era grande demais – entre 800 m e 1 km- e ainda havia risco de desmoronamento caso o solo fosse perfurado.

Para facilitar o resgate, bombas drenavam a água ininterruptamente, mas os esforços tinham pouco resultado. Apesar dos milhões de litros de água bombeados para fora da caverna, o nível da água recuava lentamente.

O governo tailandês também considerou esperar meses até que nível da água baixasse, já que a saída pela água seria muito arriscada – alguns dos meninos não sabiam nadar e nenhum deles sabia técnicas de mergulho.

Mas, durante o fim de semana, a chuva deu uma trégua e a operação de resgate foi colocada em prática. A queda no nível de oxigênio na cavidade subterrânea e a elevação do dióxido de carbono também pressionaram as equipes a abreviar o resgate.

O entorno da caverna começou a ser esvaziado ainda no fim da noite de sábado (7). Os mais de 1 mil jornalistas que acompanham o resgate tiveram que se afastar da região. Nesta terça, um jornalista estrangeiro foi detido pela polícia por colocar um drone para sobrevoar a entrada da caverna.

Tudo foi feito para preservar os meninos, seu treinador e suas famílias. Conforme as vítimas eram salvas, os nomes não eram divulgados nem para os parentes. Questões culturais, relacionadas ao respeito, explicam essa decisão.

Algum tempo depois que os últimos meninos e o treinador voltarem à superfície, o médico e os fuzileiros navais que entraram na caverna para auxiliar nos resgates também saíram.

Rachapol Ngamgrabuan, governador da província Chiang Rai e coordenador do esforço de resgate, não escondeu a emoção com o sucesso da operação.

Presidente da Anvisa diz que prazo de cinco dias para aprovar vacinas é ‘irreal’

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse nesta sexta-feira (5), em entrevista à GloboNews, que o prazo de cinco dias para a aprovação de vacinas no Brasil é “irreal”. Na quinta-feira (4), o Senado aprovou a medida provisória que estabelece prazo de até cinco dias para que a Anvisa autorize o […]

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse nesta sexta-feira (5), em entrevista à GloboNews, que o prazo de cinco dias para a aprovação de vacinas no Brasil é “irreal”.

Na quinta-feira (4), o Senado aprovou a medida provisória que estabelece prazo de até cinco dias para que a Anvisa autorize o uso emergencial no Brasil de vacinas contra a Covid-19 que já tenham aval internacional.

O texto segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro, que pode confirmar ou vetar mudanças feitas na versão original da MP. O prazo de cinco dias é uma dessas alterações feitas no Congresso. De acordo com a GloboNews, a Anvisa vai pedir que o prazo seja vetado pelo presidente.

Antônio Barra Torres diz que, atualmente, o prazo de 10 dias é considerado adequado para análise de pedidos de uso emergencial. Além dele, o órgão trabalha com o prazo de até 60 dias nos pedidos de registro definitivo, que é a modalidade que permite o uso amplo da vacina, liberando inclusive eventual comercialização e aplicação em todos os perfis de público.

“Agora, cinco dias realmente não é possível. É um prazo que não produzirá efeito”, disse Torres. A aprovação da medida provisória no Senado é a mais recente fonte de pressão sobre a Anvisa, que é questionada por políticos e até mesmo especialistas da área sobre a sua atuação durante a pandemia.

Dilma diz que Petrobras está acima de crimes e malfeitos

A presidente Dilma Rousseff disse, neste domingo, que a Petrobras está acima de qualquer crime ou malfeito e que dirigentes ou responsáveis por denúncias de corrupção devem ser punidos. “O Brasil e nós todos temos que aprender que se pessoas cometeram erros, malfeitos, crimes, atos de corrupção, isso não significa que as instituições tenham feito […]

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A presidente Dilma Rousseff disse, neste domingo, que a Petrobras está acima de qualquer crime ou malfeito e que dirigentes ou responsáveis por denúncias de corrupção devem ser punidos.

“O Brasil e nós todos temos que aprender que se pessoas cometeram erros, malfeitos, crimes, atos de corrupção, isso não significa que as instituições tenham feito isso. Não se pode confundir as pessoas com as instituições”, declarou Dilma, durante entrevista coletiva no Palácio da Alvorada.

Segundo a presidente, a Petrobras é uma empresa que dever ser preservada como instituição, apesar de denúncias que possam surgir. Afirmou, no entanto, que, por depender da atuação de homens e mulheres, nenhuma empresa está acima de qualquer suspeita.

“A Petrobras é muito maior do que qualquer agente dela, diretor ou não, que cometam crimes, equívocos e que sejam condenados. Isso não significa condenação da empresa. Homens e mulheres falham, não as instituições. A Petrobras está acima disso”.

Sobre a decisão do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa de fazer delação premiada à Justiça e Polícia Federal, Dilma respondeu que não comentaria a decisão “de uma pessoa presa”.

A presidente e candidata à reeleição pelo PT reagiu às críticas da adversária Marina Silva (PSB), de que o país não precisa de uma “gerente”, dizendo que esse tipo de análise só pode partir de quem nunca teve experiência administrativa.

“Essa história de que o Brasil não precisa ter cuidado na execução das suas obras e obrigação de entregá-las é uma temeridade. Ou é (avaliação de) quem nunca teve experiência administrativa e não sabe que um pais da complexidade do Brasil (é preciso) dar conta de tudo, de obras, do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida, e das relações políticas”, afirmou.