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Orquestra Criança Cidadã faz concerto na Terra Santa no próximo domingo

Por André Luis

A Orquestra Criança Cidadã será uma das grandes atrações do 11º. Congresso Internacional de Pentecostes organizado pela Obra de Maria, na Terra Santa, nos dias 27 e 28 de maio.

O concerto da Orquestra Criança Cidadã será neste domingo (28), quando os jovens recifenses se unirão a grandes expoentes da música católica brasileira, como os padres Fábio de Melo e Reginaldo Manzotti, Frei Gilson e Irmã Kelly Patrícia,  em um show evangelizador organizado pela Obra de Maria para celebrar o Dia de Pentecostes, importante evento do calendário litúrgico católico. 

A delegação da Orquestra Cidadã já chegou em Jerusalém e conta com 41 pessoas, sendo 33 músicos, o maestro José Renato Accioly, um assistente do maestro, gestores e equipe administrativa. No repertório, músicas católicas, regionais e clássicas, nacionais e internacionais. 

A apresentação da Orquestra Criança Cidadã na abertura dos shows do 11º Congresso Internacional de Pentecostes está sendo aguardada com muita expectativa. Os músicos vão se dividir no palco entre violinos, violas, violoncelos, contrabaixos e trompete, para interpretar canções reconhecidas mundialmente. 

Abrindo a apresentação, a Orquestra entoará músicas clássicas internacionais, como O Messias, de Georg Friedrich Händel, seguindo por Jesus, alegria dos homens, de Johann Sebastian Bach, Missa em sol maior, de Franz Schubert e músicas de autorias brasileiras, como Três peças nordestinas II. Aboio, de Clóvis Pereira, Bachianas brasileiras n° 4 e n° 5, Heitor Villa-Lobos. 

No âmbito católico internacional, a Orquestra, que é um projeto social gerido pela Associação Orquestra Criança Cidadã (AOCC), conquistou o reconhecimento do Papa Francisco quando, em 2014, músicos do projeto se apresentaram na Cidade do Vaticano, durante a 16ª Conferência Internacional da Fraternidade Católica, que foi organizada pela Obra de Maria. Vale destacar que a orquestra também esteve presente em vários eventos beneficentes e shows de comemoração do aniversário da Obra de Maria. 

História 

O projeto de inclusão social é composto por mais de 400 crianças e adolescentes, com idade entre 6 e 21 anos, que encontram na música o resgate social adequado, com oportunidades para estudar e desenvolver habilidades. Cerca de 250 desses músicos saíram da comunidade de Coque, na Zona Sul do Recife, 120 do distrito de Canela, em Ipojuca, no litoral sul do estado, e 30 são de Igarassu, no litoral norte.

Nos centros de ensino do projeto, os alunos têm acesso a aulas de instrumentos de cordas, sopros, ou percussão, com inserção também nas teorias e percepção musical, solfejo, flauta doce e canto coral. Além disso, realizam as três refeições do dia nos locais e contam com o apoio pedagógico, a inclusão digital, atendimentos psicológico, médico e com odontologista, administrados por órgãos governamentais e empresas privadas. 

O Congresso 

A Comunidade Católica Obra de Maria organiza o roteiro de viagens pela Terra Santa, na data em que marca a passagem de Pentecostes, importante evento do calendário litúrgico católico. A viagem conta com visitas a templos sagrados, alimentação, hospedagem e ingressos para os shows, conferências e vigílias do 11º Congresso Internacional de Pentecostes, que acontece neste sábado e domingo. 

Com conferências pela manhã e shows à tarde, além da Orquestra Criança Cidadã, o congresso reunirá padres-cantores, como Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti e Adriano Zandoná, cantores como Frei Gilson, Irmã Kelly Patrícia, Eliana Ribeiro, Ironi Spuldaro, Dunga, Paula Guimarães, e palestrantes, como Patti Mansfield, Prado Flores e Irmã Briege Mckenna. 

Serviço 

11º Congresso Internacional de Pentecostes

Data: 27 e 28 de maio de 2023

Local: Terra Santa

Site com informações sobre as peregrinações da Obra de Maria: rdpviagens.com

Central de reservas Obra de Maria: (81) 3048-8050

Outras Notícias

São José do Egito: empossado Conselho Municipal do Meio Ambiente

Na manhã desta terça-feira, 07 de Junho, aconteceu no Auditório do Centro de Inclusão Digital a Solenidade de Posse do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – COMDEMA. O evento marca a comemoração da Semana do Meio Ambiente promovida pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente. Contou com a participação de alunos das […]

comdema

Na manhã desta terça-feira, 07 de Junho, aconteceu no Auditório do Centro de Inclusão Digital a Solenidade de Posse do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – COMDEMA.

O evento marca a comemoração da Semana do Meio Ambiente promovida pela Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

Contou com a participação de alunos das escolas municipais Romero Dantas e Naná Patriota, que apresentaram-se com a declamação de poesias e cantando a música Asa Branca. Estas apresentações fazem parte de projetos pedagógicos desenvolvidos pelas escolas do município.

Na ocasião o prefeito Romério Guimarães anunciou a criação do Parque Ecológico, que é um projeto de preservação da natureza, do meio ambiente e da vegetação nativa do semiárido.

Márcia Conrado tem 62% de aprovação em Serra Talhada, diz Múltipla

Do Farol de Notícias O instituto Múltipla em parceria com o Farol de Notícias divulgou a avaliação da gestão Márcia Conrado em Serra Talhada. Foram ouvidas 350 pessoas na zona rural e urbana de Serra Talhada. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 5.2% para mais ou menos. […]

Do Farol de Notícias

O instituto Múltipla em parceria com o Farol de Notícias divulgou a avaliação da gestão Márcia Conrado em Serra Talhada.

Foram ouvidas 350 pessoas na zona rural e urbana de Serra Talhada.

O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 5.2% para mais ou menos.

Segundo o Múltipla, Márcia tem 62% de aprovação e 29% de desaprovação. 9% não opinaram.

Patriota no Debate

O Deputado Estadual José Patriota, do PSB,  é o convidado do Debate das Dez desta terça (26) na Rádio Pajeú. Patriota faz uma avaliação de seu mandato como Deputado Estadual, da pauta municipalista, avalia os governos Lula e Raquel  e sua movimentação política no estado. Claro, também avalia o governo do aliado Sandrinho Palmeira e […]

O Deputado Estadual José Patriota, do PSB,  é o convidado do Debate das Dez desta terça (26) na Rádio Pajeú.

Patriota faz uma avaliação de seu mandato como Deputado Estadual, da pauta municipalista, avalia os governos Lula e Raquel  e sua movimentação política no estado.

Claro, também avalia o governo do aliado Sandrinho Palmeira e se posiciona sobre o debate em 2024, além de responder às perguntas dos ouvintes e de blogueiros. Por exemplo se apoia a manutenção da chapa Sandrinho-Daniel ou se deve oferecer outras sugestões no debate.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total.

Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.

Venturosa: Kelvin tem 48,4%, Adriano do Posto 37,6% e Ernandes, 7,2%, diz Múltipla

O pré-candidato governista à prefeitura de Venturosa, Kelvin Cavalcanti, continua liderando as intenções de voto para a prefeitura de Venturosa. Na pesquisa estimulada, ele tem 48,4% das intenções de voto contra 37,6% de Adriano do Posto e 7,2% de Ernandes da Farmácia. Disseram votar branco ou nulo 3,6% contra 3,2% que se disseram indecisos ou […]

O pré-candidato governista à prefeitura de Venturosa, Kelvin Cavalcanti, continua liderando as intenções de voto para a prefeitura de Venturosa.

Na pesquisa estimulada, ele tem 48,4% das intenções de voto contra 37,6% de Adriano do Posto e 7,2% de Ernandes da Farmácia. Disseram votar branco ou nulo 3,6% contra 3,2% que se disseram indecisos ou não opinaram.

Na pesquisa de 28 de junho, Kelvin tinha 45%. Cresceu 3,4%, oscilando dentro da margem de erro. Adriano do Posto tinha 32% e foi a 37,6%, subindo  5,6%. Já Ernandes da Farmácia caiu de 13% para 7,2%. Ou seja, Kelvin mantém a liderança e Ernandes desidratou sua votação.

Na pesquisa espontânea, onde não são citados os nomes dos pré-candidatos, Kelvin tem 45,2% contra 35,6% de Adriano do Posto e 4,8% de Ernandes da Farmácia. Se declararam no voto branco ou nulo, 2% e outros, indecisos ou os que não opinaram, foram 12,4%.

Rejeição: quando o tema é rejeição, aquele candidato em que a população diz conhecer e não votar de jeito nenhum, Ernandes da Farmácia tem 48,8% e Adriano do Posto tem 45,2%, contra 37,6% de Kelvin. A pergunta é individual,  sem permitir somar os resultados.

Avaliação da gestão do Dr Eudes

O Múltipla quis saber a percepção da população sobre a gestão do Dr Eudes. Quando a pergunta é sobre aprovação,  70% aprovam, 22,8% desaprovam e 7,2% não opinaram.

Chamada a classificar a gestão, 30,8% disseram que é ótima,   28,8% afirmam ser boa,  23,6% regular, 4,4% ruim e 11,2%, péssima. Não opinaram 1,2%.

O registro é o PE – 01334/2024. Contratada pelo blog, a pesquisa foi realizada dias 7 e 8 de agosto.

Foram 250 entrevistas, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro para mais ou menos de 6,2%.

Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (Julho/24).

A privatização da Eletrobrás é um crime contra a pátria

Por: Gonzaga Patriota* Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população.  […]

Por: Gonzaga Patriota*

Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população. 

Entregar esse patrimônio essencial e estratégico às mãos de grupos estrangeiros é abrir mão da nossa soberania e do nosso desenvolvimento, com consequências desastrosas para o Brasil e para os brasileiros. É um crime contra a nossa pátria!

Além do risco de perda da soberania energética e da fragilização do sistema integrado de distribuição, a Medida Provisória nº 1031/2021, que autoriza a privatização da Eletrobrás, também ameaça os investimentos necessários na infraestrutura energética, para minimizar a crise hídrica que ameaça os reservatórios de cinco das maiores hidrelétricas do Brasil. O alerta é do Sindicato dos Energéticos do Estado de São Paulo, o Sinergia CUT.

A Eletrobrás responde hoje por 30% da geração de energia do país e 70% da distribuição dessa energia, com mais de 70 mil quilômetros de linhas de transmissão. Possui 48 usinas hidrelétricas, 62 eólicas, 12 termelétricas, duas termonucleares e uma solar.

Concentra desde a Usina de Itaipu, Chesf, Furnas, entre outras, usinas eólicas e até a Usina Nuclear. Além disso, foi responsável pela operação do Luz para Todos, implantada durante o governo Lula, que levou energia elétrica para quase 17 milhões de brasileiros.

O movimento União Pela Energia, que reúne empresas e associações do setor elétrico, apontou em uma carta, que o texto possui vários “jabutis”, emendas diversas do próprio texto. 

Para o grupo, “as mudanças propostas aumentarão os custos da energia, além de comprometer a governança, tornar menos relevantes, importantes pilares do setor elétrico, como o planejamento e a regulação, e aumentar a insegurança no seu ambiente de investimentos”. 

“As alterações do PLV, com as reservas de mercado introduzidas, interferem diretamente na competição e na transparência, que deveriam ser as bases para a modernização do setor”, afirma o texto.

Um dos problemas apontados é a forma com que o projeto de lei de conversão (PLV) da MP, trata o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA). O programa visa aumentar a participação de fontes de energia renováveis, como o uso de usinas eólicas, pequenas hidrelétricas e termelétricas a biomassa. 

Nesse caso, o texto que tramita no Senado não leva em conta o valor presente dos contratos. A carta alerta que seria importante, também, que o PLV levasse em conta que “a energia desta extensão de contratos poderia ser substituída por energia resultante de processos competitivos de fontes renováveis e que trariam mais investimentos”.

Segundo o relatório anual da companhia, a Eletrobrás registrou lucro líquido de R$ 6,4 bilhões de reais, em 2020, mesmo em um ano de pandemia, tendo sido a sexta empresa mais lucrativa do país, no período. Além disso, a companhia tem uma geração de caixa de R$ 15 bilhões de reais, por ano. 

“Então, a questão de vender patrimônio para poder fazer recurso é equívoco. Quando se vende uma empresa que paga dividendos — robustos e com regularidade — se está abrindo mão de um fluxo de caixa futuro”, afirma a professora do departamento de economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Glaucia Campregher.

Existe uma grande negociata por trás dessa ideia de privatizações predatórias voltada a beneficiar grandes investidores ou grandes grupos de investidores internacionais, que, provavelmente, nem conhecem o Brasil ou desconhecem a importância destas empresas, no dia a dia dos brasileiros.

A lógica destes grandes grupos é obter a máxima lucratividade no menor espaço de tempo possível, com o menor investimento possível, sem nenhuma preocupação com a conservação dos nossos rios, com a qualificação dos serviços prestados e com os interesses do povo, da sociedade como um todo.

Diante deste quadro perverso, é legítimo prever que doravante enfrentaremos uma amarga realidade de precarização dos serviços, o surgimento de apagões e o aumento incontrolável, da conta da luz. Privatizar a Eletrobrás, segundo cálculo da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres), custará R$ 20 bilhões de reais, a mais por ano, que serão pagos pela população.

A venda da Eletrobrás não irá gerar um único emprego, mas cada brasileiro pagará mais pela conta da luz e, o país perderá qualquer possibilidade de influir nesta relação. Não haverá agência reguladora que controle os eventuais abusos que surgirão, a partir desta nova realidade.

Deixar a matriz energética brasileira nas mãos de empresas privadas é acabar com os níveis de regularidade do fornecimento e não tratar a energia como um bem público. Essas empresas tratam da energia como uma commodity. 

Quem está adquirindo empresa de energia no Brasil são rentistas. Não empresas especializadas em fazer ampliação do setor e investimento para gerar energia, com eficiência, para a sociedade e para as indústrias.

Achando pouco o que consta deste artigo, o Congresso Nacional aprovou por 258 votos a favor e 136 contrários, a Medida Provisória que permite um crime contra o patrimônio da União e aos direitos e cidadania do povo brasileiro.

A análise dessa Medida Provisória foi realizada de forma inconsequente. Quando houve a tentativa de privatizar a Eletrobras, no governo Michel Temer, a ANEEL disse que se isto ocorresse, haveria um aumento de 17% na tarifa de energia elétrica. Agora esta matéria foi aprovada sem um estudo sobre seu impacto tarifário. 

Se, antes da pandemia, este era o índice previsto, imagine agora com o risco hidrológico e as medidas embutidas na MP, sem nenhuma discussão, com impacto de R$ 84 bilhões de reais, quanto será o aumento que isso terá na vida do povo brasileiro?

A proposta permite que a Eletrobras venda ações na bolsa de valores para diminuir a participação acionária da União, que também não poderá comandar o Conselho da empresa, mas terá poder de veto sobre as decisões (golden share).

A Norma que rege a técnica legislativa exige que as leis tenham frases curtas e concisas, para serem claras, e que, para serem lógicas, devem restringir o conteúdo de cada artigo a um único princípio ou assunto, expressado por meios de parágrafos, incisos, alíneas e itens, as discriminações e enumerações pertinentes e, a Constituição Federal estipula que o veto parcial somente pode abranger texto integral de artigo; de parágrafo; de inciso ou de alínea. 

Isto quer dizer que se o presidente Jair Bolsonaro tiver a intenção de vetar esse trecho da Medida Provisória, que trata sobre reserva de mercado, terá que vetar o aumento de capital da empresa, o principal objetivo da matéria. Esse grave erro se presta a ferir uma regra basilar da Constituição, que é relativa ao veto presidencial.

*Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista, pós-graduado em Ciência Política e Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil, pela Universidade Federal da Argentina.