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Orçamento 2023: Secretários explicam na Alepe remanejamento de R$ 5,7 bilhões

Por André Luis

Os secretários estaduais da Fazenda, Wilson José de Paula, e de Planejamento, Fabrício Marques Santos, estiveram nesta segunda-feira (27) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para esclarecer dúvidas relacionadas ao Projeto de Lei (PL) n° 357/2023. 

A matéria, que solicita a autorização do Legislativo para o Estado realocar R$ 5,7 bilhões dentro do Orçamento de 2023, está em tramitação nas comissões de Justiça (CCLJ), Finanças e Administração Pública, que convocaram a reunião extraordinária conjunta. 

Presidente da CCLJ, o deputado Antônio Moraes (PP) alertou que alguns deputados questionaram se o PL aumentaria — de 20% para 30% — o percentual orçamentário que o Executivo pode alterar via decreto e, portanto, sem o aval da Alepe. 

“A dúvida é se a proposta seria um ‘cheque em branco’ para o Governo do Estado fazer remanejamentos sem autorização desta Casa”, comentou, justificando a reunião.

Segundo o secretário de Planejamento, quase a totalidade do valor realocado —  R$ 5,1 bilhões — refere-se apenas a uma adequação técnica. 

“É pura e simplesmente para compatibilizar o orçamento ao novo Manual de Finanças do Tesouro Nacional, que determina que os Estados consolidem em uma única ação os gastos previdenciários”, disse. 

“Atualmente, estes valores estão distribuídos em diferentes ações, em razão do órgão de origem, o que dificulta a União a identificar o déficit previdenciário total de cada ente”, esclareceu Santos.

Ainda de acordo com o gestor, o restante do remanejamento — pouco mais de R$ 600 milhões — busca compatibilizar o Orçamento de 2023 à nova estrutura administrativa do Estado, aprovada pela Alepe em janeiro deste ano. 

“Como houve a criação de novas secretarias e a fusão de algumas pastas, os valores precisam ser deslocados”, pontuou. “Não houve acréscimo, apenas mudanças de dotação entre ações ou órgãos”, complementou o secretário de Fazenda, Wilson José de Paula.  (Veja tabela abaixo).

Questionamentos

Parlamentares presentes no encontro registraram a importância do diálogo entre os Poderes para sanar dúvidas na tramitação de matérias. “Fomos surpreendidos pela imprensa, que falava em ‘cheque em branco’. É importante que a gente seja informado das iniciativas pelo Governo”, pontuou Dani Portela (PSOL), que também pediu audiências com o Executivo para tratar de alterações que permitam, por exemplo, o pagamento do piso salarial da enfermagem.

Outro tópico em que o Legislativo busca dialogar com o Governo do Estado é o pagamento das emendas parlamentares. “Vamos promover conversas para construir um aplicativo que permita ao deputado acompanhar, de maneira mais clara, a execução das emendas”, registrou a presidente da Comissão de Finanças, deputada Débora Almeida (PSDB).

O deputado Renato Antunes (PL), por sua vez, elogiou o encontro conjunto promovido pelos colegiados de Justiça, Administração e Finanças. “Quando o Parlamento tem dúvida, é importante convidar o Executivo a vir nos esclarecer”, pontuou. “Esta Casa sempre fará debates para discutir os interesses dos pernambucanos”, acrescentou o presidente da Comissão de Administração Pública, Joaquim Lira (PV).

Tramitação

Mesmo após os esclarecimentos relativos ao PL 357, João Paulo (PT) pediu vistas para aprofundar a análise da matéria, bem como da emenda anunciada pelo deputado Romero Albuquerque (União). Esse último dispositivo propõe o remanejamento de recursos destinados à divulgação governamental para ações de combate à violência contra a vida animal. 

Segundo Antônio Moraes, o projeto entrará na pauta de discussões da CCLJ na próxima segunda (3). “É importante que o Governo melhore a comunicação com a Casa. Este encontro foi solicitado porque não estava clara a questão do remanejamento da previdência”, disse. A proposição terá como relatora, nesse colegiado, a deputada Débora Almeida. Nos de Finanças e de Administração, os pareceres ficarão a cargo, respectivamente, de João de Nadegi (PV) e Eriberto Filho (PSB).

Outras Notícias

Secretaria nega demissão sumária: afastamento de presidente do DER ocorreu por “motivos pessoais”

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco esclareceu em nota ao blog que é falsa a informação que o ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Bruno Cabral, foi sumariamente demitido. “A exoneração ocorreu a pedido, por motivos pessoais”, diz em nota a Secretaria. Dia 9, havia sido divulgada a informação de […]

A Secretária Fernandha Batista

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco esclareceu em nota ao blog que é falsa a informação que o ex-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Bruno Cabral, foi sumariamente demitido. “A exoneração ocorreu a pedido, por motivos pessoais”, diz em nota a Secretaria.

Dia 9, havia sido divulgada a informação de que Bruno Azevedo Cabral havia sido sumariamente exonerado do cargo. A publicação saiu no Diário Oficial do Estado daquela data.

A notícia era de que Bruno não estaria gerindo o órgão como esperado pela Secretária Fernandha Batista, o que foi negado na nota. A própria secretaria está respondendo pelo DER temporariamente.

Comandante da PM fala em eleições tranquilas no Pajeú

Apenas duas ocorrências de distribuição de santinhose compra de voto foram registradas em Quixaba e Tabira O comandante do 23o BPM, Coronel Costa Júnior,  disse que a eleição é tranquila no Pajeú. Foi falando à cobertura das Eleições 2022 na Rádio Pajeú. “Tivemos apenas dois registros em Quixaba e Tabira de entrega de santinhos e […]

Apenas duas ocorrências de distribuição de santinhose compra de voto foram registradas em Quixaba e Tabira

O comandante do 23o BPM, Coronel Costa Júnior,  disse que a eleição é tranquila no Pajeú. Foi falando à cobertura das Eleições 2022 na Rádio Pajeú.

“Tivemos apenas dois registros em Quixaba e Tabira de entrega de santinhos e numerário.  Os responsáveis foram conduzidos à delegacia, disse.

Ele destacou que a Polícia Militar teve um planejamento há mais de mais de 30 dias, com apoio de pessoas da capital. “O policiamento está desde sexta feira atuando, graças ao planejamento operacional montado e executado”, disse.

O trabalho começou com a escolta da transferência das urnas de Recife para as cidades da região.

Eclérinston e Augusto bem nos cenários para 2024. João de Maria é melhor nome na oposição

PESQUISA OPINIÃO: Vice prefeito tem o melhor percentual entre pré-candidatos à prefeitura de São José do Egito, seguido do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares. Na oposição, João de Maria teve o melhor desempenho. Empresário Fredson Brito, que ainda não colocou bloco na rua e tem maior taxa de desconhecimento, vem depois O instituto Opinião, […]

PESQUISA OPINIÃO: Vice prefeito tem o melhor percentual entre pré-candidatos à prefeitura de São José do Egito, seguido do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares.

Na oposição, João de Maria teve o melhor desempenho. Empresário Fredson Brito, que ainda não colocou bloco na rua e tem maior taxa de desconhecimento, vem depois

O instituto Opinião, de Campina Grande, fez uma pesquisa de opinião sobre o cenário em São José do Egito a praticamente um ano e meio das eleições 2024. O blog divulga com exclusividade os números. Todos os cenários são estimulados, condição em que um entrevistador oferece as opções para o entrevistado.

Na corrida sucessória, a primeira impressão é de os nomes governistas largam melhor que os nomes da oposição. Isso se explica pela maior exposição dos nomes governistas em relação aos oposicionistas disponíveis no debate.

Claro, isso a esse tempo do pleito ainda não quer dizer muita coisa, diante do fato de que a oposição não evidenciou um nome oficial, enquanto os nomes governistas estão na mídia a mais tempo.

Outra informação importante, o nome mais competitivo da oposição, o médico Romério Guimarães não terá condições de disputar dada sua situação jurídica. E Zé Marcos a muito tempo tem avisado que não quer. Vamos aos cenários:

Eclérinston Ramos 50% x 30,5% João Maria

Quando o instituto montou o cenário com o vice-prefeito Eclérinston Ramos e o presidente da Câmara de Vereadores, João de Maria, o vice aparece com 50% dos votos, contra 30% do legislador.

Brancos, nulos ou nenhum somam 10,5%. Indecisos somam 9%.

Augusto Valadares 41,5% x 31,5% João de Maria 

Quando o candidato governista é o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, ele tem 41,5%, contra 31,5% do presidente da Câmara.

Brancos, nulos ou nenhum somam 14,5% . indecisos nesse cenário são 12,5%.

Eclérinston 56,6% x 13,3% Fredson Brito

Pagando um preço por maior desconhecimento e por ainda não ter lançado seu nome, o empresário Fredson Brito tem maior desvantagem em relação aos nomes governistas que João.

Em uma simulação com Eclérinston Ramos, o governista tem 56,6% contra 13,3% de Fredson.

Brancos ou nulos são 14,3%. Indecisos e os que não sabem somam 15,8%.

Augusto Valadares 49,4% x 12% Fredson Brito

Quando o confronto é com o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, o gestor lidera com 49,4%. Fredson tem 12%.

Brancos, nulos ou nenhum sobem para 19,8% e indecisos, 18,8%.

Pesquisa espontânea com os quatro nomes mostram três empatados na margem de erro

O cenário é obviamente improvável, mas o Opinião fez uma pesquisa juntando os quatro nomes citados. Nela, Eclérinston Ramos tem 18,5%. Augusto Valadares tem 16,3%. Já o presidente da Câmara, João de Maria, tem 12%. Fredson Brito aparece com 3%.

Dados da pesquisa: Foram ouvidas 400 pessoas. As entrevistas com os moradores da zona urbana foram realizadas nos seguintes bairros: Alto Boa Vista, Antônio Marinho, Boa Vista, Centro, Distrito Riacho do Meio, Distrito Bonfim, Ipiranga, Jardim Bela Vista, Junior Valadares, Loteamento Cassiano, Loteamento Morada Nobre, Loteamento Rita Viana, Novo Horizonte, Planalto, São Borja, São João e Vila da COHAB. E com os moradores da zona rural foram realizadas nas seguintes localidades: Baraúnas, Batatas, Espirito Santo, Juazeirinho, Mundo Novo, Povoado Curralinho, Povoado dos Grossos, Povoado Olho D’agua, São Sebastião do Aguiar e Serra do Machado.

Foram realizadas 400 entrevistas. O intervalo de confiança estimado é de 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.

E Romério? O médico e ex-prefeito Romério Guimarães, nome  tido como o mais forte eleitoralmente pela oposição, dado acordo sendo construído no processo federal 0800047-86.2017.4.05.8303 da Ação Civil de Improbidade já divulgada pelo blog não deve disputar o pleito, informação de conhecimento da própria oposição.

Dentre os itens do acordo construído com MPF e a justiça federal para evitar uma condenação mais dura, está a inelegibilidade por cinco anos. Se o cenário tiver uma reviravolta jurídica, o que é dado como improvável, será incluído em próximo levantamento.

Covid-19: Boletim mostra que número de casos e óbitos tem a maior queda em 2021

Foto: Wellington Júnior O Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (17/9), sinaliza que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos se encontra no melhor cenário desde que foi iniciado o monitoramento do indicador.  Apenas uma capital está com taxa superior a 80%: o Rio de Janeiro (82%). Duas estão […]

Foto: Wellington Júnior

O Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (17/9), sinaliza que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos se encontra no melhor cenário desde que foi iniciado o monitoramento do indicador. 

Apenas uma capital está com taxa superior a 80%: o Rio de Janeiro (82%). Duas estão na zona de alerta intermediária: Boa Vista (76%) e Curitiba (64%).

O número de casos e de óbitos sofreu a maior queda desde o início de 2021. São agora 12 semanas consecutivas de diminuição do número de mortes, com redução de 3,8% ao dia na última Semana Epidemiológica (SE 36). 

O total de casos também apresenta tendência de redução, mas com oscilações ao longo das últimas 12 SE. Foi registrada uma média de 15,9 mil casos e 460 óbitos diários na SE de 5 a 11 de setembro. Níveis ainda considerados altos e que geram preocupação diante da manutenção da positividade dos testes.

Apesar da análise das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), realizada pelo InfoGripe/Fiocruz, indicar tendência de melhora no quadro geral do país, o estudo chama atenção para a avaliação de média móvel das últimas semanas, que mostra que os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Goiás e o Distrito Federal ainda estão com taxas acima de 5 casos por 100 mil habitantes − considerada muito alta.

Em relação à vacinação, conforme frisam os pesquisadores do Observatório, tem avançado de forma assíncrona no país e sofre com o atraso do registro. “Em função dessa dissonância, pode apresentar falhas por vários motivos, tais como a descontinuidade de investimento em equipes e infraestrutura nos sistemas de registro em saúde”.

A redução dos casos e óbitos parece ser sustentada. Contudo, o cenário atual mostra que, uma vez beneficiada de forma mais homogênea com a vacinação, a população tende a ter relativamente mais casos graves e fatais entre idosos, concentrando-os novamente nas idades mais avançadas. 

Após o início da vacinação entre adultos jovens, esta é a primeira vez em que a mediana dos três indicadores – internações gerais, internações em UTI e óbitos – estão novamente acima dos 60 anos. Isto significa que mais da metade de casos graves e fatais ocorrem entre idosos. No total, 54,4% das internações e 74,2% dos óbitos ocorrem entre idosos.

Passaporte

A nova edição coloca também em pauta o “passaporte de vacinas”. Na visão dos cientistas, a iniciativa é uma política pública para a proteção coletiva e estímulo da vacinação. A fim de trazer mais subsídios para esse debate, o Boletim traça um painel de como a questão tem sido tratada em países como EUA, Reino Unido, França e Brasil, destacando os principais pontos da discussão.  

No Brasil, por exemplo, o estudo apresenta os principais desafios de um país continental no qual a vacinação tem avançado de forma assíncrona. Quatro em cada dez cidades brasileiras apresentam dificuldades em completar o esquema vacinal da população pelo não comparecimento na data definida nos postos de saúde para a aplicação da segunda dose. Mas algumas cidades vêm alcançando níveis altos de vacinação, mesmo acima da meta.

“Apesar da queda acentuada da mortalidade por Covid-19, a pandemia ainda não acabou e cuidados ainda devem ser mantidos para que este quadro positivo não seja revertido. A implementação de um passaporte de vacinas no país tem sido discutida como uma estratégia para estimular a imunização de parte da população que ainda não buscou os postos de vacinação, bem como para garantir o controle da pandemia num cenário de flexibilização de medidas não-farmacológicas, como restrição de determinadas atividades que propiciam a aglomeração de pessoas”, enfatizam os pesquisadores. 

Distanciamento físico

Outro tema destacado no Boletim é, apesar da queda no número de casos e óbitos e internações, a importância do distanciamento físico. Os cientistas ressaltam que o patamar de cobertura razoável para conseguir bloquear a circulação do vírus é de pelo menos 70% de pessoas com esquema vacinal completo. 

“Ainda está longe do que temos hoje. Isto significa dizer que outras medidas de mitigação ainda possuem absoluta importância para o Brasil”.

Com base nesse contexto, eles alertam para a importância da manutenção do distanciamento físico. Após observarem que hoje o Brasil tem um padrão de circulação nas ruas semelhante ao anterior à pandemia, o cientistas apresentam uma análise do índice de Permanência Domiciliar − ilustrada por gráficos − que faz uma comparação da quantidade de pessoas que se encontram em casa no atual momento e no período entre 3 de janeiro e 6 de fevereiro de 2020. 

O que se verifica é que no Brasil, desde meados de julho deste ano, o índice se encontra próximo de zero, o que significa que não há diferença na intensidade de circulação de pessoas nas ruas ao observado na fase pré-pandêmica. 

O avanço da vacinação e a distribuição de imunizantes

O Boletim pontua ainda que é fundamental que se alinhem os cronogramas de vacinação, sobretudo em municípios limítrofes, para evitar migração desnecessária de pessoas em busca de imunizantes, propiciando, consequentemente, a dispersão do vírus em um cenário de circulação de uma nova variante mais infecciosa. 

“A circulação da variante Delta é um agravante no cenário atual, principalmente porque, em alguns locais, o processo de reabertura se torna cada vez mais acelerado e menos criterioso. No entanto, os imunizantes têm demonstrado sua eficiência, reduzindo o número de internações e óbitos, mesmo num cenário de alta de casos. Entretanto, o comportamento da população e as decisões dos gestores podem ainda criar um cenário caótico, que pode ser amplificado em função do surgimento de novas variantes mais infecciosas e com maior potencial de transmissão”. 

Imunização

Segundo dados do MonitoraCovid-19, compilados com base nas informações das secretarias estaduais de Saúde, no Brasil cerca de 214 milhões de doses de vacinas foram administradas. 

Isso representa a imunização de 86% da população com a primeira dose e 47% da população com o esquema de vacinação completo, considerando a população adulta (acima de 18 anos).

Com exceção de Roraima, os demais estados vacinaram mais de 70% da população acima de 18 anos com ao menos uma dose do imunizante e pelo menos 30% da população com segunda dose ou dose única. 

Mato Grosso do Sul apresenta a menor diferença entre a primeira e a segunda doses aplicadas, com percentual de primeira dose de 90% e segunda superior a 66%. 

São Paulo apresenta o maior percentual de primeiras doses aplicadas, com 99% da população adulta com uma dose do imunizante e mais de 58% da com a segunda. 

A situação de Roraima preocupa, com 68% da população vacinada com primeira dose e 23% com a segunda.

V Geres: nova Gerente assume prometendo atuação plena em 21 cidades

Aprovada por meio de processo seletivo realizado pela Secretaria Estadual de Saúde e homologado no final de maio no Diário Oficial do estado, Catarina Tenório assumiu a V Gerência Regional de Saúde – V GERES, sediada em Garanhuns, Agreste Pernambucano. Depois de reuniões na capital, com o Secretário  Iran Costa, e ao lado dos novos […]

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Aprovada por meio de processo seletivo realizado pela Secretaria Estadual de Saúde e homologado no final de maio no Diário Oficial do estado, Catarina Tenório assumiu a V Gerência Regional de Saúde – V GERES, sediada em Garanhuns, Agreste Pernambucano.

Depois de reuniões na capital, com o Secretário  Iran Costa, e ao lado dos novos gestores regionais das 11 outras gerências, Catarina iniciou seu trabalho em Garanhuns nesta terça-feira. Ela foi recebida por Dr. Luiz Melo, diretor do Hospital Regional Dom Moura, que respondia interinamente pela regional, além de todos os coordenadores, com os quais já teve sua primeira reunião de trabalho.

“Chego com a missão de somar, integrar cada vez mais os equipamentos estaduais existentes como o Hospital Regional Dom Moura, UPAE, Hemocentro Garanhuns, Laboratório Regional e Farmácia de Pernambuco com os 21 municípios de nossa abrangência pois tenho certeza de que com o nosso trabalho em equipe colheremos sempre bons frutos”, prometeu a nova gestora regional. Catarina Tenório é especialista em Direito Sanitário.