V Geres: nova Gerente assume prometendo atuação plena em 21 cidades
Por Nill Júnior
Aprovada por meio de processo seletivo realizado pela Secretaria Estadual de Saúde e homologado no final de maio no Diário Oficial do estado, Catarina Tenório assumiu a V Gerência Regional de Saúde – V GERES, sediada em Garanhuns, Agreste Pernambucano.
Depois de reuniões na capital, com o Secretário Iran Costa, e ao lado dos novos gestores regionais das 11 outras gerências, Catarina iniciou seu trabalho em Garanhuns nesta terça-feira. Ela foi recebida por Dr. Luiz Melo, diretor do Hospital Regional Dom Moura, que respondia interinamente pela regional, além de todos os coordenadores, com os quais já teve sua primeira reunião de trabalho.
“Chego com a missão de somar, integrar cada vez mais os equipamentos estaduais existentes como o Hospital Regional Dom Moura, UPAE, Hemocentro Garanhuns, Laboratório Regional e Farmácia de Pernambuco com os 21 municípios de nossa abrangência pois tenho certeza de que com o nosso trabalho em equipe colheremos sempre bons frutos”, prometeu a nova gestora regional. Catarina Tenório é especialista em Direito Sanitário.
Ainda sem definir o seu companheiro de chapa, o Prefeito Sebastião Dias confirmou para 05 de agosto último dia do prazo, a realização da convenção para oficializar a sua candidatura. Na mesma coligação de apoio ao Poeta Prefeito estão os partidos PTB/PT/PSDB/PTC/PHS/PP/PSDC/PDT/PC do B/PSC/PT do B/PTN/PSL e PSD. A festa política acontecerá na Boate Esquina […]
Ainda sem definir o seu companheiro de chapa, o Prefeito Sebastião Dias confirmou para 05 de agosto último dia do prazo, a realização da convenção para oficializar a sua candidatura.
Na mesma coligação de apoio ao Poeta Prefeito estão os partidos PTB/PT/PSDB/PTC/PHS/PP/PSDC/PDT/PC do B/PSC/PT do B/PTN/PSL e PSD.
A festa política acontecerá na Boate Esquina Clube. Até lá o Prefeito tabirense escolherá o seu vice entre três postulantes: o advogado Marinho Fortunato(PSD), a vereadora Maria Nelly (PSC) e o empreiteiro José Amaral (PSDC).
Coligações praticamente definidas em Tabira – Enquanto a coligação de apoio ao Prefeito Sebastião Dias reúne 14 partidos, a aliança de apoio a Nicinha de Dinca, soma 06 agremiações.
Estão juntos PMDB/PR/PPS/PROS/PV e PS. A candidatura de Edgley tem por enquanto apenas o PRB. Já no PSB, nem os integrantes sabem o futuro do partido.
Essa manhã foi marcada pela oficialização do apoio do AVANTE de Sebastião e Waldemar Oliveira à reeleição da prefeita Márcia Conrado. Também do PSB, que em Serra Talhada tem menor expressão política. Os ex-adversários trocaram afagos políticos e juras de fidelidade eleitoral. Na sua fala, Sebastião Oliveira disse que não tem interesse de se intrometer […]
Essa manhã foi marcada pela oficialização do apoio do AVANTE de Sebastião e Waldemar Oliveira à reeleição da prefeita Márcia Conrado.
Também do PSB, que em Serra Talhada tem menor expressão política.
Os ex-adversários trocaram afagos políticos e juras de fidelidade eleitoral.
Na sua fala, Sebastião Oliveira disse que não tem interesse de se intrometer ou “dar pitaco” na gestão da petista. Também que é hora de deixar de olhar pras diferenças que os separavam e olhar pra frente, em nome da unidade do grupo.
Já Márcia Conrado rasgou-se em elogios aos irmãos Oliveira. Também falou em apagar as arestas e na construção da nova aliança.
Em recado a Luciano Duque, falouu que “quem pensa que a política antiga vai sobreviver aos dias atuais está enganado. Também em “deixar de lado o egoísmo e as disputas mesquinhas pelo poder”.
Marília não foi: a presença da líder do Solidariedade, Marília Arraes, era especulada pela imprensa serra-talhadense. Mas ela não compareceu. Marília esteve ontem em Camaragibe, na aliança de PSB e Solidariedade em torno dos pré-candidatos Paulo André e Ednaldo, ao lado dos socialistas Pedro Campos e Sileno Guedes.
Caso Marília Arraes apoie Márcia em Serra Talhada, enterra as chances de Luciano Duque disputar a prefeitura pela legenda. O deputado tem invocado o direito de disputar pelo partido.
Em Afogados da Ingazeira, o sábado de Zé Pereira começou com dezenas de tabaqueiros pelas ruas com suas fantasias tradicionais e os seus arreios estalando anunciando que já era Carnaval. Durante o dia, a animação ficou por conta do bloco Asa do Frevo. Outro bloco que animou os foliões foi a Casa de Emergência Giza […]
Em Afogados da Ingazeira, o sábado de Zé Pereira começou com dezenas de tabaqueiros pelas ruas com suas fantasias tradicionais e os seus arreios estalando anunciando que já era Carnaval.
Durante o dia, a animação ficou por conta do bloco Asa do Frevo. Outro bloco que animou os foliões foi a Casa de Emergência Giza Simões. No início da noite foi a vez das virgens darem o ar de sua graça, desfilando pela Avenida Rio Branco.
Na praça de alimentação, o Prefeito José Patriota, acompanhado do seu vice, Alessandro Palmeira, fez a abertura oficial do carnaval de Afogados, enfatizando a importância da figura do tabaqueiro como um marco que diferencia o carnaval da cidade de outros carnavais. Participaram também da abertura, o Vereador Augusto Martins, a homenageada do carnaval deste ano, ao lado do Rei, Rainha e da Princesa da folia afogadense.
“É com muita alegria que abrimos mais um ano de nosso carnaval, aqui no Polo do Frevo, com muita alegria e animação. É muito bom contar com a animação dos nossos foliões, que nos ajudam, apesar das crises, a fazer uma das maiores festas populares do Sertão de Pernambuco,” enfatizou Patriota.
Congresso em Foco O líder do DEM, partido do ministro, Efraim Filho, afirmou que a demissão é uma péssima notícia para o país. “Para o Democratas, foco é no trabalho, o que menos preocupa o Mandetta é o Diário oficial. Já não é mais surpresa para nós. Mesmo com todos os sinais da demissão está […]
O líder do DEM, partido do ministro, Efraim Filho, afirmou que a demissão é uma péssima notícia para o país. “Para o Democratas, foco é no trabalho, o que menos preocupa o Mandetta é o Diário oficial. Já não é mais surpresa para nós. Mesmo com todos os sinais da demissão está pela manhã em 02 reuniões operacionais. Está na trincheira, no Ministério da Saúde. Para ele, cada minuto conta e será dedicado ao Ministério da Saúde e ao Brasil. Caso confirmada a demissão, será uma péssima notícia para o Brasil”, disse Efraim.
O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), disse que o ministro foi demitido por seguir a ciência. “Mandetta foi demitido porque não abriu mão de princípios científicos e médicos em nome da saúde do povo brasileiro. Nelson Teich assume o lugar de ministro. Eu vi posicionamento dele pedindo isolamento horizontal para todos. Se ele persistir nesse fundamento vai ter problemas sérios com o presidente Bolsonaro e não vai durar 30 dias no cargo. Ou terá que rasgar seu diploma e terá que contrariar toda a comunidade científica mundial”, afirmou.
Para o líder do PSB na Câmara, Alessandro Molon (RJ), a decisão de Jair Bolsonaro, de demitir o ministro foi irresponsável. “Desde o começo desta crise, Bolsonaro escolheu o caminho da negação e guiou suas decisões pelo achismo, politizando o que deveriam ser ações técnicas com critérios científicos. A demissão de Mandetta não passa de um acerto de contas por parte de um chefe que, no auge de sua mediocridade, não tolera um auxiliar se destacando mais do que ele. Um comportamento irresponsável de quem está mais preocupado com sua reeleição do que em salvar as vidas dos brasileiros.”
O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que Bolsonaro foi insensato. “A última coisa que um governante responsável faz durante a pandemia é substituir o ministro da Saúde durante a pandemia. Um movimento insensato e irresponsável. Demora para você organizar um ministério, demora para você redefinir uma equipe técnica de um ministério e durante uma pandemia não há tempo para fazer isso. Ainda mais quando as razões para se fazer isso são razões politiqueiras, são razões eleitorais. Jair Bolsonaro promoveu um processo de fritura pública, colocou assessores do Planalto para destruírem a reputação do ministro Mandetta. Sem sucesso, porque o ministro Mandetta ainda goza de uma aprovação de mais de 70% na população brasileira, pelo seu trabalho, como ele sempre diz, técnico, científico”, afirmou.
Para o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, a decisão de Bolsonaro é lamentável. “Mandetta se tornou alvo de críticas e intrigas dentro do governo nos últimos dias, justamente por estar fazendo um bom trabalho, alinhado à ciência, aos organismos e às autoridades internacionais. O que se espera, neste momento, é que seu substituto mantenha a linha de atuação que os países, na sua grande maioria, estão adotando. Não é possível que o mundo inteiro esteja errado. São vidas que estão em jogo e o esforço para preservá-las deve estar acima de disputas políticas e ideológicas”.
A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama, disse em sua conta do Twitter que recebeu a notícia com temor. “O Brasil recebe com temor a demissão do ministro. Como médico mostrou apreço pela vida. No ofício de ministro, teve coragem ao não se submeter às loucuras de um presidente que se mostrou tantas vezes irresponsável”, publicou.
Folha de Pernambuco Com os bastidores da disputa pela Presidência da Assembleia Legislativa (Alepe) efervescendo, o presidente da Casa, deputado estadual Eriberto Medeiros (PP), marcou para hoje a eleição para a nova Mesa Diretora, composta de sete cargos titulares e sete suplentes, sendo os mais cobiçados o de presidente e 1º secretário. A data foi […]
Com os bastidores da disputa pela Presidência da Assembleia Legislativa (Alepe) efervescendo, o presidente da Casa, deputado estadual Eriberto Medeiros (PP), marcou para hoje a eleição para a nova Mesa Diretora, composta de sete cargos titulares e sete suplentes, sendo os mais cobiçados o de presidente e 1º secretário. A data foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial, e o movimento pegou de surpresa parte dos legisladores, em especial, os da oposição.
Pelo regimento da Casa, a eleição da Mesa Diretora pode ser convocada entre 1 de dezembro até fevereiro do ano correspondente ao próximo exercício. Nas coxias, o movimento foi visto por parte dos parlamentares como uma tentativa de Eriberto Medeiros, que disputa a reeleição, de se antecipar ao surgimento de movimentos rebeldes no Legislativo e evitar que a disputa ganhe intensidade maior. Haveria uma precaução com uma possível exposição da Casa e acirramento dos ânimos internos.
O deputado estadual Álvaro Porto, que colocou seu nome na disputa pela presidência, afirmou que causou estranheza a decisão do presidente da Alepe em marcar para hoje a eleição. “Marcar a eleição para uma sessão presencial numa sexta-feira à tarde, quando não há expediente na Casa, sem acordos e com prazos corridos indica que esse processo está equivocado desde o início”, frisou Porto.
O deputado ainda destacou que sua candidatura resulta de um sentimento de insatisfação existente na Casa, que muitas vezes não é manifestado, mas que está latente. Outro ponto que Porto pontuou é que ele não é candidato de oposição nem de governo, mas, sim, candidato em favor da Casa. Também avaliou que, diante do descontentamento observado, qualquer um, assim como ele, poderia ser candidato e voltou a reiterar que, se eleito, apresentará PEC para proibir a reeleição da Mesa Diretora da Alepe.
“A Casa é independente. E assim que me posiciono e me apresento: como um candidato independente, sem chapa”, salienta, acrescentando ter apoio tanto de deputados oposicionistas quanto de governistas. “O presidente não pode representar nem oposição e nem governo. Ele responde pela representação institucional de um Poder”, observa.
A ala dos legisladores contra a recondução de Eriberto Medeiros à Presidência da Casa também é descontente com a reeleição do atual 1º secretário da Alepe, deputado estadual Clodoaldo Magalhães (PSB), que reforçou a naturalidade da oposição e falou que o movimento é de democratização.
Além disso, Clodoaldo defendeu sua gestão à frente da 1ª Secretaria da Alepe, afirmando que a Casa nunca esteve tão próxima da sociedade como hoje. “O que a gente tem hoje é uma democratização dos estados de estrutura para o funcionamento e representatividade de cada parlamentar . Inclusive, nós fomos alvos de crítica quando colocamos todas estruturas dos cargos comissionado em 70%”, lembrou.
“A Casa nunca nivelou tanto como agora, fruto de um debate que a gente travou com a sociedade. Acho que a Casa está, de maneira bem resumida, se aproximando da sociedade, democratizando internamente as estruturas para representação popular e avançando cada vez mais para que o povo pernambucano tenha estruturas dignas. Também, é aqui nesse poder que ecoam todos os clãs da sociedade”, completou o parlamentar.
Há uma expectativa judicial sobre a disputa. Hoje, o Supremo Tribunal Federal (STF) julga a possibilidade de mudar as eleições nas Assembleias Legislativas e do Congresso Nacional, o que pode alterar o movimento dos deputados pernambucanos. Procurado, Eriberto Medeiros disse que não iria se manifestar.
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