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Oposição questiona autonomia de Queiroga no Ministério da Saúde

Por André Luis

O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não nomeada — senadores de oposição disseram que Queiroga vai precisar responder sobre a sua real autonomia no comando da pasta.

Por outro lado, senadores da base do governo afirmaram que o episódio foi um ato corriqueiro de administração e não traz nenhuma evidência de interferência política sobre a Saúde. Eles também lamentaram a nova convocação de Queiroga e destacaram como algo que pode atrapalhar a condução do combate à pandemia, ao tirar o ministro da linha de frente.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acredita que o depoimento de Luana Araújo dá nova dimensão à ideia de um “gabinete paralelo” no governo federal, trabalhando à margem do Ministério da Saúde. Para Randolfe, esse núcleo não foi neutralizado com a chegada de Marcelo Queiroga, ao contrário do que o ministro teria sinalizado.

— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia. Até os senadores governistas confirmaram que ela preenche os requisitos técnicos. Qual a razão para se vetar um quadro dessa qualidade?

O senador Humberto Costa (PT-PE) entende que as afirmações de Queiroga à CPI sobre ter autonomia para montar sua equipe estão em dúvida e fazem parte das contradições que o ministro precisará explicar em seu novo depoimento. O senador, que foi ministro da Saúde no governo Lula, também disse que as credenciais técnicas de Luana Araújo são claras, mas não teriam ajudado o país no contexto atual.

— O ministério tem uma burocracia de carreira muito importante, funcionários experientes e bem formados. O que aconteceu foi que, durante a gestão [de Eduardo] Pazuello esse pessoal foi colocado para escanteio. O ministério tem quadros, o problema não foi esse. Pode encher o ministério de epidemiologista e infectologista que, com essa orientação, não vai dar certo nunca.

Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) elogiou as contribuições que a médica trouxe à comissão sobre a ação do vírus e as possibilidades de tratamento, mas ressaltou que ela não apresentou fatos novos que possam apontar para intervenção política indevida na condução da pandemia.

— Ela afastou essa hipótese. Ninguém sabe porque exatamente ela não foi nomeada. O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo.

Marcos Rogério acrescentou, ainda, que vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga, e lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI. Ele pediu ao presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), que compreenda essa situação.

— Espero que o presidente tenha consciência do importante papel que o ministério está cumprindo neste momento e deixe o ministro trabalhar. Que a CPI não sirva de obstáculo à ação legítima do Ministério da Saúde. Como vamos fazer o ministro parar a sua agenda para vir a uma CPI que virou um palanque?

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) elogiou o depoimento “assertivo” de Luana Araújo, a quem classificou como uma profissional “altamente qualificada”. Nas suas falas, disse o senador, ela conseguiu separar a ciência do debate político. Tudo isso, concluiu ele, pressiona ainda mais o ministro da Saúde.

— Ela mostrou que tinha projetos altamente qualificados para a saúde pública e foi impedida de atuar. Que Queiroga esclareça esse ponto. Quando ele vai constatar o mesmo que seus antecessores: que a parte política do governo não permite que os técnicos trabalhem?

O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que tanto a audiência com a médica quanto a reconvocação de Marcelo Queiroga são atitudes “protelatórias” para que a CPI não investigue governos estaduais. O senador foi crítico à forma como Luana Araújo se referiu a profissionais que defendem o “tratamento precoce” — que ela chamou de “neocurandeirismo” — e também disse crer que o ministro Queiroga não deveria retornar à comissão.

— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.

Fonte: Agência Senado

Outras Notícias

Hotel Brotas diz que não há irregularidades em uso do cartão corporativo

A empresária e Diretora do Hotel Brotas,  Carol Brito, usou as redes sociais da empresa para se pronunciar sobre a reportagem “Mais de R$ 600 mil em PE: Bolsonaro usou cartão corporativo em Afogados, Arcoverde, Petrolina e Salgueiro”. A matéria reproduz conteúdo do site Brasil de Fato com base em levantamento da ONG Agência Tatu. Ela […]

A empresária e Diretora do Hotel Brotas,  Carol Brito, usou as redes sociais da empresa para se pronunciar sobre a reportagem “Mais de R$ 600 mil em PE: Bolsonaro usou cartão corporativo em Afogados, Arcoverde, Petrolina e Salgueiro”.

A matéria reproduz conteúdo do site Brasil de Fato com base em levantamento da ONG Agência Tatu. Ela revelou detalhes em várias cidades do estado e de fato traz na relação uso de R$ 25.885,00 em hospedagens no Hotel Brotas.

Ela critica o blog,  mesmo que tenha deixado clara a origem do conteúdo,  afirmando que “com uma grande surpresa e lamentação se deparou com a ppublicação, que induz sua audiência a acreditar que o serviço prestado a um cliente tem algum tipo irregularidade, politizando a prestação de serviço de uma empresa privada”.

E segue: “É como acusar uma gráfica de estar imprimindo papel, ora esse é o objeto social previsto no seu contrato, como poderia ser diferente?”.

“Apesar do tom sensacionalista da matéria, nenhuma novidade foi revelada, uma vez que a notícia da presença do cliente, estava publicada em toda a imprensa”.

“Eram tempos difíceis, passamos seis meses com a hospedagem quase zerada. Atender a esse cliente em meados de setembro nos permitiu respirar e continuar. Toda a equipe que teve a oportunidade de trabalhar na ocasião, trata esse período com um marco de vitória, superação, de alegria em ver nosso querido hotel movimento depois de tanto tempo, como também a constatação do nosso potencial em prestar um bom serviço”.

Ela destacou que atendem clientes do poder legislativo, executivo e judiciário,  de todo partido político, religião e etnia.

“Atender a um cliente deste nível somente foi possível por causa do comprometimento da equipe e de toda estrutura que dispomos no hotel, que vai desde hospedagem, a espaços de eventos, lavanderia, refeições, loja de conveniência e muito mais. Apesar de o evento não ter sido na cidade, mais uma vez conseguimos convergir esse movimento para Afogados, para nossa economia, para nossa gente, o que nos orgulha muito”.

“Reafirmo que nunca dei nenhuma declaração a esse blogueiro sobre este ou qualquer outro cliente. Isso porque, além de ser ilegal, nós trabalhamos de forma ética e respeitamos a privacidade e o conforto dos nossos visitantes, que nos tem como segunda casa”.

“Apesar de não ser profissional na área da comunicação, apesar de as nossas redes não terem esse fim e nem mesmo termos a sua audiência, nos vimos na obrigação desse pronunciamento, vez que não podemos permitir ter a reputação de um trabalho de tantos anos, com tantos desafios e impossibilidades superadas, seja maculado dessa forma”.

E conclui, novamente fazendo referência ao blog: “Afinal, ficaria feliz o blogueiro se o grupo tivesse se hospedado em outra cidade? Ou o objetivo é apenas politizar uma prestação de serviço ou mesmo perseguir o cumprimento de uma agenda oficial?”

Ao final, diz que estará na cidade para converter o máximo de eventos e hospedagem para nossa cidade, através de um serviço prestado com carinho e muita dedicação. “Essa é a nossa razão de existir. Seguimos o nosso sonho de desenvolver a cidade, enquanto for possível”.

Lula define os rumos do PT para 2022 em encontro com ex-tucano

Correio Braziliense Em meio à construção eleitoral para o pleito de outubro deste ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem deixando à mostra suas cartas para ajudá-lo na disputa. Além de juntar novos nomes em seu baralho de alianças, como os governadores petistas Wellington Dias, do Ceará, e Rui Costa, da Bahia, e […]

Correio Braziliense

Em meio à construção eleitoral para o pleito de outubro deste ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem deixando à mostra suas cartas para ajudá-lo na disputa. Além de juntar novos nomes em seu baralho de alianças, como os governadores petistas Wellington Dias, do Ceará, e Rui Costa, da Bahia, e Flávio Dino (PSB), no Maranhão, Lula direciona aqueles que devem ficar no bolo de descarte.

Neste xadrez eleitoral que se forma na esquerda, Lula se encontrou novamente com o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) na casa do ex-prefeito de São Paulo e postulante ao Palácio dos Bandeirantes Fernando Haddad, na sexta à noite, para discutir a chapa presidencial que deve ser anunciada em março.

Entre os descartes de Lula, o petista afirmou que a ex-presidente Dilma Rousseff não deve fazer parte de um eventual governo em 2023. Aliados do presidente também deram a entender que nomes como Guido Mantega e José Dirceu devem ficar longe do comando de ministérios.

Entre os mais próximos de Lula, a tendência é afastar quadros que possam ser explorados por adversários a ponto de atingir a campanha. Os pontos principais são falhas na Economia, puxada por Mantega, e corrupção, por Dirceu. No caso de Dilma, além dos fatores citados, o impeachment sofrido por ela em 2016, por crime de responsabilidade, é outro fator que pode pesar contra Lula e aumentar sua rejeição.

“Maior que o próprio PT”, como disseram políticos e especialistas, Lula tenta preservar sua campanha e usar o “lulismo” ao máximo. Segundo o cientista político André Felipe Rosa, alguns programas iniciados pelo ex-presidente no passado geraram a ele uma imagem destacada do partido para alguns eleitores.

“O eleitor do Lula viu o filho se formando na faculdade com Prouni, Fies, em vagas em federais criadas na gestão dele. Teve gente com carreira internacional no Ciências Sem Fronteiras, o próprio Bolsa Família. É o chamado voto de gratidão, quando o eleitor tem o sentimento que foi diretamente beneficiado por um ator político. Por isso, pode-se dizer que existe um lulismo muito forte, de um eleitor que é lulista, mas não é petista e que, às vezes, tem até mais ressalvas contra a legenda”, explicou.

Apesar da sinalização de não dar espaço em seu eventual governo aos tradicionais caciques do PT, alguns petistas “raiz” devem permanecer próximos a Lula em um eventual governo. A presidente do partido e deputada federal Gleisi Hoffmann (RS), o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PE) e o deputado federal Reginaldo Lopes (MG), que assumiu a liderança do governo na Câmara, são alguns dos nomes que devem continuar fortes em um eventual governo.

Resistência

Por mais que os caminhos apontem que a palavra final sobre os rumos do PT e da campanha ao Planalto será majoritariamente de Lula, ainda há resistências com relação a alguns movimentos do ex-mandatário. Um exemplo é a possível chapa Lula-Alckmin, que conta com a rejeição de nomes como o deputado federal Rui Falcão e até mesmo a ex-presidente Dilma, que o comparou a Michel Temer.

Já Lula e a ala petista que concorda com a aliança preferem relacioná-lo a José Alencar, vice-presidente dos governos petistas entre 2003 e 2010. Alencar era do PL (hoje partido de Bolsonaro) e também enfrentou muita desconfiança de uma ala da legenda, mas Lula bancou e a parceria foi bem sucedida.

Segundo o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, especialista em opinião pública, a movimentação para atrair Alckmin já vem sendo positiva antes mesmo de ser concretizada por ter diminuído as menções a Lula como um candidato radical.

“Foi o movimento mais ousado e surpreendente desta pré-campanha. Se nós prestarmos atenção, já houve um efeito inicial dessa cogitação da chapa Lula-Alckmin. Diminuiu muito o volume das menções na imprensa ao radicalismo de Lula. Um candidato radical de esquerda não convidaria Geraldo Alckmin para vice. Isso tem uma importância simbólica muito forte e conta pontos para a candidatura do ex-presidente Lula”, destacou.

O ex-tucano precisa ainda escolher qual será seu partido entre os futuros federados (PV, PSB e PCdoB). No caso do PSB, sua eventual filiação esbarra no ex-governador e pré-candidato ao governo paulista Márcio França — que não foi convidado para o jantar.

Para Alckmin, há a saída pelo PV, um nanico ao centro que condiz com o perfil do ex-governador, já que ele não seria aceito no PCdoB. A decisão deve ser tomada até 2 de abril, fim do prazo para as filiações.

IPESPE/Folha: Marília Arraes mantém liderança na disputa pelo Senado em Pernambuco; Humberto em segundo

A segunda rodada da pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), realizada em parceria com a Folha de Pernambuco, confirma a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelo Senado Federal nos dois cenários avaliados. O senador Humberto Costa (PT), que busca a reeleição, aparece na segunda colocação em ambas as […]

A segunda rodada da pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE), realizada em parceria com a Folha de Pernambuco, confirma a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa pelo Senado Federal nos dois cenários avaliados.

O senador Humberto Costa (PT), que busca a reeleição, aparece na segunda colocação em ambas as simulações, mantendo o cenário de polarização entre os dois nomes mais bem posicionados na corrida pelas duas vagas que estarão em disputa nas eleições deste ano.

No primeiro cenário, com a presença do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), Marília Arraes avançou de 21% para 22% das intenções de voto. Humberto Costa oscilou de 16% para 15%, enquanto o deputado federal Mendonça Filho (PL) permaneceu com 10%. Túlio Gadelha (PSD) e Eduardo da Fonte aparecem empatados com 7%, ambos registrando queda em relação aos 8% da pesquisa anterior. Já o senador Fernando Dueire (PSD) subiu de 1% para 2%. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato passaram de 25% para 23%, enquanto o percentual de eleitores que não souberam ou preferiram não responder aumentou de 11% para 15%.

Na segunda simulação, Eduardo da Fonte é substituído pelo ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil). Marília Arraes permanece na liderança com 22%, apesar de registrar uma oscilação negativa de um ponto percentual em relação ao levantamento anterior. Humberto Costa cresce de 14% para 15%, enquanto Miguel Coelho recua de 12% para 11%. Mendonça Filho passa de 10% para 9%, Túlio Gadelha cai de 7% para 6% e Fernando Dueire mantém 2% das intenções de voto. Os votos brancos, nulos e em nenhum candidato somam 23%, enquanto os indecisos representam 12% do eleitorado, indicando que a disputa pelas duas cadeiras pernambucanas no Senado segue aberta e com espaço para movimentações ao longo da campanha.

Iguaracy recebeu Dia Nacional da Juventude

A Diocese de Afogados da Ingazeira esteve comemorando neste domingo o Dia Nacional da Juventude na Paróquia de São Sebastião em Iguaraci. A concentração aconteceu em frente à Matriz de São Sebastião de onde saíram em caminhada até a quadra da Escola Rosete Bezerra. Primeiramente aconteceu a missa que foi presidida pelo bispo dom Egídio […]

Com informações e foto do Afogados On Line
Com informações e foto do Afogados On Line

A Diocese de Afogados da Ingazeira esteve comemorando neste domingo o Dia Nacional da Juventude na Paróquia de São Sebastião em Iguaraci. A concentração aconteceu em frente à Matriz de São Sebastião de onde saíram em caminhada até a quadra da Escola Rosete Bezerra. Primeiramente aconteceu a missa que foi presidida pelo bispo dom Egídio Bisol e concelebrada pelos padres Erinaldo Sultério, Juacir Delmiro, Wanderson Eduardo, Daniel Gomes e Jorge Adjan. Jovens dos três zonais (Alto, Médio e Baixo Pajeú) da diocese estiveram participando.

Dom Egídio saudou todos os presentes naquele momento e orientou que todos têm que estar a serviço do próximo. “Precisamos seguindo a Jesus descobrir que quanto mais nos colocaremos a serviço dos irmãos dentro da comunidade, estaremos encontrando a felicidade. O caminho que busca a felicidade passa por esse serviço”, disse.

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O bispo também falou que aquele momento já seria uma preparação para as santas missões que ocorrerão no próximo ano com a peregrinação ocorrerá em toda a diocese com a imagem peregrina de Nossa Aparecida.

O padre Erinaldo Sultério do Setor Juventude da Diocese agradeceu a todos que colaboraram para fosse possível a realização do evento e disse que o encontro levou para aquela comunidade (São Sebastião) vários ensinamentos, entre eles, Deus pode tudo. “Ele É essência e o centro, e é por intermédio Dele que tudo acontece e somos eternamente gratos porque tudo foi por ele providenciado”, concluiu o padre.

Prefeitura de Serra Talhada acusa vereador de promover Fake News sobre Altino Ventura

O líder da oposição vereador Vandinho da Saúde, acusou em entrevista deu uma declaração de que a Fundação Altino Ventura acumula débitos que alcançariam a marca de R$ 1 milhão. Em nota ao blog, a prefeitura de Serra Talhada esclareceu que o Hospital Altino Ventura “segue atendendo em seu potencial máximo em Serra Talhada”. A Secretária de Saúde, […]

O líder da oposição vereador Vandinho da Saúde, acusou em entrevista deu uma declaração de que a Fundação Altino Ventura acumula débitos que alcançariam a marca de R$ 1 milhão.

Em nota ao blog, a prefeitura de Serra Talhada esclareceu que o Hospital Altino Ventura “segue atendendo em seu potencial máximo em Serra Talhada”.

A Secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, classificou como “ato irresponsável e terrorismo político” a fala do vereador Vandinho da Saúde, insinuando que o hospital Altino Ventura irá fechar.

“Lamentável essa postura de quem deveria fiscalizar com responsabilidade e exercer o seu papel de parlamentar com seriedade e não disseminando Fake News e medo por pura politicagem.”

Por fim, reforçou que só nos últimos 4 meses foram realizados mais de 5.000 procedimentos no hospital “O Altino Ventura segue operando com potencial máximo. Só no período de outubro de 2023 a janeiro de 2024, foram realizados 2.148 exames, 2.792 consultas e 61 cirurgias.” Afirmou a secretária tranquilizando a população.