Oposição e OAB discutem ações contra a violência em PE
Por Nill Júnior
A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) vai hoje à OAB debater iniciativas conjuntas para combater o crescimento da violência no Estado.
Segundo levantamento da Oposição, com base nos dados da Secretaria de Defesa Social (SDS), Pernambuco caminha para o terceiro ano consecutivo de crescimento no número dos homicídios.
Alta acumulada este ano está em 6%, sobre um crescimento de 13,5% já registrado em 2015 e de quase 10% em 2014.
Os parlamentares da Oposição defendem uma ampla discussão com a sociedade sobre o Pacto pela Vida e uma repactuação das bases do programa estadual de combate à violência.
Em mais uma reunião de monitoramento do Juntos pela Segurança, a governadora em exercício Priscila Krause acompanhou os dados mais recentes de segurança pública do Estado e o andamento de obras de equipamentos ligados às secretarias e órgãos vinculados ao programa. O encontro aconteceu nesta quarta-feira (30), na sede da Secretaria de Planejamento, Gestão e […]
Em mais uma reunião de monitoramento do Juntos pela Segurança, a governadora em exercício Priscila Krause acompanhou os dados mais recentes de segurança pública do Estado e o andamento de obras de equipamentos ligados às secretarias e órgãos vinculados ao programa.
O encontro aconteceu nesta quarta-feira (30), na sede da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, no Recife.
“Nós temos feito esta reunião toda semana para olhar os números, identificar as áreas mais aquecidas em termos de ocorrências e debater como devemos atuar. Hoje também fizemos o monitoramento de obras que estão em curso na área de segurança pública, como o novo prédio do Complexo do Curado, que está em fase de finalização, terminando algumas intervenções da parte física e trabalhando toda a equipagem. Esperamos que, muito em breve, possamos anunciar o início do funcionamento da nova estrutura”, ressaltou Priscila Krause.
A obra mencionada pela governadora é a do Presídio Policial Penal Leonardo Lago (PLL), que vai integrar o Complexo Prisional do Curado, situado na Zona Oeste do Recife. As intervenções estão em fase de conclusão. O espaço ofertará 954 vagas do regime fechado e a previsão de entrega é em novembro deste ano. O trabalho está sendo executado pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização.
Acompanharam a reunião os secretários Alessandro Carvalho (Defesa Social), Rodrigo Ribeiro (Projetos Estratégicos) e Fernando Holanda (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais). Também participaram o chefe da Polícia Civil, delegado Renato Leite; o comandante da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Ivanildo Torres; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Francisco Cantarelli; o Secretário Executivo da Defesa Civil, coronel Clóvis Ramalho, e o gerente-geral de Polícia Científica, Fernando Benevides.
A Usina de Asfalto em Arcoverde finalizou a Leonardo Arcoverde, no São Cristóvão, ao lado do Centro de Educação Física em direção a Vila São Francisco, segundo nota ao blog. No centro está sendo a vez da Rua Neto Cavalcanti em direção à Praça da Bíblia até o Corredor. “Gostaríamos de concluir também a rua […]
A Usina de Asfalto em Arcoverde finalizou a Leonardo Arcoverde, no São Cristóvão, ao lado do Centro de Educação Física em direção a Vila São Francisco, segundo nota ao blog.
No centro está sendo a vez da Rua Neto Cavalcanti em direção à Praça da Bíblia até o Corredor. “Gostaríamos de concluir também a rua da Delegacia, mas só poderemos fazer caso a prefeita Madalena consiga autorização da polícia e do Detran para esvaziar aquele pátio com os carros abandonados”, enfatizou o secretário de obras, Ricardo Lins.
Ainda nesta semana, a equipe da secretaria de Obras e Serviços Públicos está voltada a Festa da Divina Misericórdia, que se inicia no dia 31 de março e segue até o dia 03 de abril. “Estamos dando todo o suporte que Padre Adilson nos pediu para o maior evento religioso da região”, concluiu.
G1 Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente. Dados do Tribunal Superior Eleitoral […]
Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 240 dos 513 deputados federais eleitos em 2014 conseguiram garantir a permanência no cargo por mais quatro anos (46,8% do total). O número representa 62,8% dos 382 que tentaram a reeleição.
No Senado, dos 54 senadores eleitos em 2010, 32 tentaram um novo mandato, mas só oito (25% do total), conseguiram votos suficientespara assegurar a reeleição.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Após 32 anos de mandatos como deputado federal, prefeito de Campina Grande (PB), governador da Paraíba e senador, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) não conseguiu se reeleger para o Senado.
Ele ficou em quarto lugar, atrás de Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), Daniella Ribeiro (PP-PB) – os eleitos – e Luiz Couto (PT-PB).
Atual vice-presidente do Senado, o tucano utilizou as redes sociais para comentar o resultado eleitoral. Ele afirmou que fez uma campanha sem “populismo” e disse que, “para praticar o bem”, não é necessário mandato.
“Fiz uma campanha ética e transparente, sem concessões ao populismo ou à irresponsabilidade. Ninguém fica bom ou ruim da noite para o dia”, declarou.
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Deputado federal por quatro mandatos consecutivos, Chico Alencar (PSOL) tentou, desta vez, uma cadeira no Senado Federal. Recebeu 1.281.373 votos – número que considera expressivo –, mas acabou ficando em quinto lugar.
Conhecido entre os parlamentares pelo perfil combativo, atribuiu o resultado a “um tsunami da extrema-direita”.
Das duas vagas em disputa de senador pelo Rio de Janeiro, a primeira ficou com Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A segunda, com Arolde de Oliveira (PSD), eleito com 2,38 milhões de votos.
“O filho do Bolsonaro é a truculência, a solução simplista para problemas complexos: arma na mão como solução. E o Arolde é o projeto da Bíblia fundamentalista, que também não é caminho para enfrentar os gravíssimos problemas do estado perpetrado por uma máfia do MDB. Mas reconheço que eles estão legitimados pelas urnas”, afirmou ao G1.
Alencar lamentou estar fora do Parlamento, mas disse que continuará militando de outras formas. “O que ameniza a tristeza é o fato de ter uma bancada do PSOL que cresceu bastante e também nas bancadas estaduais, e que me representam muito”, disse. Após deixar o mandato, ele pretende voltar a lecionar na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Ex-governador, Cristovam Buarque (PPS) concorreu ao terceiro mandato de senador pelo Distrito Federal. Ficou em terceiro lugar na votação, que elegeu Leila do Vôlei (PSB) e Izalci Lucas (PSDB).
Cristovam afirmou ao G1 que entende como “natural” a derrota, já que exerceu dois mandatos seguidos.
Na avaliação dele, os votos favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff, à reforma trabalhista e ao teto de gastos, mais o apoio à reforma da Previdência, desagradaram o eleitor. Ele disse que não pretende disputar outras eleições.
“Estava há tempo demais. Foi natural surgir a fadiga dos materiais. Há uma ânsia muito grande de mudar porque o povo está cansado de todos nós. Não fui derrotado por escândalo de corrupção, por ser ficha suja, foi por discordância do eleitor com as minhas posições”, disse.
Darcísio Perondi (MDB-RS)
Vice-líder do governo na Câmara dos Deputados e um dos principais defensores do presidente Michel Temer, Darcísio Perondi (MDB-RS) não conquistou o sétimo mandato consecutivo de deputado federal. Ficou entre os suplentes na bancada do Rio de Grande do Sul.
Perondi declarou ao G1 que repercutiu mal entre seus eleitores a defesa das reformas propostas por Temer, um governo com alto índice de rejeição. O “fenômeno Bolsonaro” e “ataques feitos pelo PT” em seus redutos eleitorais também pesaram no revés eleitoral, segundo o deputado.
“Ser um dos líderes das reformas, com alta visibilidade, influenciou no resultado, porque o povo não entendeu a necessidade das reformas. No Rio Grande do Sul, o fenômeno Bolsonaro pesou muito na última semana. Parecia que os nomes apoiados por Bolsonaro tinham um bênção divina”, afirmou.
Eunício Oliveira (MDB-CE)
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) não obteve votos suficientes para se reelegersenador pelo Ceará. Ele obteve 1.313.793 votos – os eleitors foram Cid Gomes (PDT), com 3.228.533 votos, e Eduardo Girão (PROS), com 1.325.786.
Eunício foi deputado federal por três legislaturas (entre 1999 e 2010) e ministro das Comunicações do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2004 e 2005.
“Recebo com reverência e respeito essa determinação imposta a todos nós pelas regras democráticas, pelas quais tanto lutei. Agradeço, com muita honra e humildade, aos 1.313.793 cearenses que seguiram confiando em mim”, disse por meio da assessoria.Com a derrota, disse que agora vai se dedicar à vida pessoal. “Desejo boa sorte e energia para os que foram eleitos. Recolho-me agora à vida pessoal”, afirmou.
Magno Malta (PR-ES)
Depois de 16 anos no Senado, Magno Malta não conseguiu se reeleger para um terceiro mandato.
Aliado de Jair Bolsonaro, Malta chegou a ser cotado para candidato a vice na chapa do presidenciável do PSL. Mas preferiu disputar mais oito anos no Senado e foi derrotado por Fabiano Contarato (Rede-ES) e Marcos do Val (PPS-ES).
Após o resultado, Magno Malta divulgou um vídeo no qual diz que foi cumprida “a vontade de Deus”.
“Não tem desculpa para nada disso. ‘Ah, o Magno Malta viajou, foi cumprir agenda de Bolsonaro, abandonou a campanha’. Não, não, esquece. Tudo foi feito, tudo direito. O comando da vida é de Deus”, afirmou.
Miro Teixeira (Rede-RJ)
Após 11 mandatos como deputado federal, o decano da Câmara, Miro Teixeira (Rede-RJ), se lançou ao Senado, mas acabou ficando em sétimo lugar, com cerca de 430 mil votos.
“São pessoas que votaram em mim pelo livre convencimento, sem qualquer outra espécie de influência. E, quando se tem voto, se ganha. Não há uma explicação para o resultado eleitoral, faltou voto”, disse.
Ele também considera que o resultado se deve ao reflexo da conquista expressiva de votos de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro para eleger seu filho ao Senado.“Foi uma eleição notoriamente puxada pela expressiva votação do [Jair] Bolsonaro no Rio de Janeiro, que acabou influenciando na eleição do filho como senador”, avaliou.
Roberto Requião (MDB-PR)
Ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba, Roberto Requião (MDB) tentou o terceiro mandato de senador. Com 1,52 milhão de votos, ele ficou em terceiro lugar, atrás dos eleitos Professor Oriovisto (Pode), com 2,95 milhões, e Flavio Arns (Rede), com 2,33 milhões.
Ao G1, Requião afirmou ter sido “atropelado” por informações falsas nas redes sociais, pela “onda Bolsonaro”, por ter se posicionado contra a prisão de Lula e pelas pesquisas de intenção de voto, que, para ele, induziram o voto útil a fim de tirar Beto Richa (PSDB) da disputa. Requião aparecia na frente nas sondagens até a véspera da eleição.
“Induziram o voto útil no Arns e no Oriovisto em função da altíssima rejeição do Beto Richa. Me transformaram no símbolo do político que defendia o PT. Fui atropelado pelo tsunami de direita. Não me abalo um milímetro. As coisas não têm que ser lamentadas, têm de ser entendidas”, declarou.
Romero Jucá (MDB-RR)
Líder no Senado dos governos Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer, Romero Jucá não conseguiu o quarto mandato consecutivo como senador. Ele obteve 84,9 mil votos ficou atrás de Chico Rodrigues (DEM-RR), com 111,4 mil e Mecias de Jesus (PRB-RR), com 85,3 mil.
Presidente nacional do MDB, Jucá é réu na Lava Jato, acusado pelo Ministério Público de corrupção e lavagem de dinheiro com base nas delações da Odebrecht. Ele nega as acusações.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (8), Jucá atribuiu a perda de votos a “ataques” e “mentiras”.
“Infelizmente, por 434 votos, não entramos no Senado. Essa é uma decisão soberana da população, eu respeito, apesar de saber que muitos ataques, muitas agressões, muitas mentiras fizeram com que eu tivesse essa condição de perder votos”, afirmou.
O emedebista lembrou que continua no Senado até fevereiro de 2019, quando os eleitos neste ano tomam posse.
Após 10 dias de descanso nos EUA, o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) está de novo com o pé na estrada visitando as lideranças da Frente Popular no interior de Pernambuco.O pretexto da viagem é “agradecer” os votos recebidos nas últimas eleições. Mas o que o Senador deseja mesmo é procurar viabilizar-se, politicamente, para […]
Após 10 dias de descanso nos EUA, o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) está de novo com o pé na estrada visitando as lideranças da Frente Popular no interior de Pernambuco.O pretexto da viagem é “agradecer” os votos recebidos nas últimas eleições. Mas o que o Senador deseja mesmo é procurar viabilizar-se, politicamente, para ser o sucessor de Paulo Câmara (PSB) no Governo do Estado.
Hoje o Senador será recepcionado em Afogados da Ingazeira pelo prefeito José Patriota, Presidente da Amupe. Às 16h, o Senador reúne-se na Pousada de Brotas com lideranças políticas e Prefeitos do Sertão do Pajeú. A agenda administrativa com o Senador Fernando Bezerra Coelho tem início às 19 horas, em frente à Igreja do Bairro São Francisco, onde participa da inauguração das Ruas pavimentadas pela Prefeitura no entorno da Igreja do bairro.
Com asfalto produzido na usina de asfalto, a Prefeitura pavimentou 960m² da continuação da Rua 7 de Setembro – trecho entre à Escola Geraldo Cipriano e a quadra coberta, e 814 m² das ruas do entorno da Igreja. Na oportunidade, ele também participará da entrega de óculos gratuitos a alunos da rede municipal de ensino. A ação faz parte do Projeto Visão de Futuro, que garante exames oftalmológicos e óculos, gratuitamente, para alunos do município que possuam algum tipo de problema de visão.
Almoço com prefeita de Arcoverde: Antes, Fernando Bezerra Coelho (PSB) segue para Arcoverde. Lá, participa de almoço com a prefeita do município Madalena Brito, que hoje está sem partido e virou um dos símbolos da campanha socialista depois que decidiu deixar de apoiar Armando Monteiro para acompanha o palanque socialista. FBC vai agradecer a votação no município e tratar com Madalena de projetos para o município.
O Antagonista Recordista em impopularidade, Michel Temer encerrará seu mandato com a reprovação em baixa, aponta o Datafolha. Pesquisa do instituto divulgada hoje mostra que a gestão de Temer é considerada ruim ou péssima por 62% dos entrevistados, regular por 29% e boa ou ótima por apenas 7%. Embora a rejeição ainda seja alta, ela […]
Recordista em impopularidade, Michel Temer encerrará seu mandato com a reprovação em baixa, aponta o Datafolha.
Pesquisa do instituto divulgada hoje mostra que a gestão de Temer é considerada ruim ou péssima por 62% dos entrevistados, regular por 29% e boa ou ótima por apenas 7%.
Embora a rejeição ainda seja alta, ela caiu 20 pontos desde o final da greve dos caminhoneiros, em junho, quando chegou a 82% –maior índice verificado pelo Datafolha desde a redemocratização.
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