Oposição diz que Romonilson foi grande derrotado em Belmonte
Por Nill Júnior
Passada as eleições de 2022, se iniciam as contas para 2024.
E para a oposição, o grupo do prefeito Romonilson Mariano foi o maior perdedor na eleição em Belmonte.
Perdeu com seu candidato a presidente Bolsobaro, com seu candidato a governador Miguel Coelho, apenas no terceiro lugar, bem como seu candidato a deputado federal Fernando Monteiro, menos votados que Dr. Marcos e o Coletivo e Waldemar Oliveira.
Sua única vitória foi para deputado estudal com pequena margem, com Luciano Duque que teve o fator local como ajuda, já que era tido como um candidato leve, de Serra Talhada, casado com uma belmontense e com presença na campanha.
Diante do cenário, dois atores da oposição sairam fortalecidos para 2024. O vereador Erick Diniz junto com Dr. Vital, e o grupo do ex-prefeito e deputado Rogério Leão. Ele pode sair ainda mais fortalecido se confirmada a vitória de Marília Arraes no segundo turno.
O deputado estadual Doriel Barros, que é também presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco e da Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Assembleia Legislativa, retomou, na manhã desta terça-feira (06.07), o seu Giro pelo Estado. Nesta semana, os diálogos serão com trabalhadores e lideranças sindicais e políticas da região do Pajeú. O […]
O deputado estadual Doriel Barros, que é também presidente do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco e da Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Assembleia Legislativa, retomou, na manhã desta terça-feira (06.07), o seu Giro pelo Estado.
Nesta semana, os diálogos serão com trabalhadores e lideranças sindicais e políticas da região do Pajeú. O parlamentar quer dar continuidade ao acompanhamento da situação dos municípios no que se refere à fome, à vacinação e à agricultura familiar.
“Somente conversando com a nossa gente, temos a condição de apresentar projetos de Lei, indicações e fazer um conjunto de articulações que possam contribuir para que as famílias tenham uma vida melhor”, afirma.
Na oportunidade, Doriel Barros vai buscar, ainda, conversar com lideranças do PT em alguns municípios sobre as ações do Partido no enfrentamento ao desmonte, promovido pelo Governo Bolsonaro, das políticas públicas voltadas para a população que mais precisa.
“A situação desafiadora vivenciada pelo nosso país, nas áreas sanitária, social, econômica e política, só será revertida com a força da base. O nosso povo tem uma história de luta e resistência que o fez alcançar importantes conquistas, e desta vez não vai ser diferente”, finalizou.
O município de Serra Talhada se prepara para receber nos próximos dias uma Unidade Odontológica Móvel (UOM), viabilizada por recursos do Novo PAC, do governo federal. A ação é fruto da parceria entre a prefeita Márcia Conrado e o presidente Lula. A gestão tem destacado que a parceria tem trazido avanços para o município. “Essa […]
O município de Serra Talhada se prepara para receber nos próximos dias uma Unidade Odontológica Móvel (UOM), viabilizada por recursos do Novo PAC, do governo federal.
A ação é fruto da parceria entre a prefeita Márcia Conrado e o presidente Lula. A gestão tem destacado que a parceria tem trazido avanços para o município.
“Essa Unidade Odontológica Móvel vai levar saúde bucal a quem mais precisa, garantindo cuidado, dignidade e cidadania para nossa população. É uma conquista que reflete o compromisso do governo federal e da nossa gestão com quem mais precisa”, destacou a prefeita Márcia Conrado.
Entre os avanços na parceria, o município também registra destaques na área de moradia, com a retomada das obras do Vanete Almeida, que beneficiarão mais de 900 famílias, em parceria com o deputado federal Fernando Monteiro. Além disso, o Residencial Lorena I vai garantir 150 novas casas, ampliando o acesso à moradia digna.
“Cada conquista é fruto de planejamento e parcerias firmes. A chegada dessa Unidade Odontológica Móvel mostra que saúde, cidadania e bem-estar caminham juntas em Serra Talhada, e vamos seguir trabalhando para garantir melhorias concretas para todos”, concluiu Márcia Conrado.
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, esteve nesta quinta-feira (11) na Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco e no Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE), no Recife, para apresentar o projeto de construção de uma ciclovia às margens da PE-292, no sentido de Sertânia. Ele foi acompanhado pelo vice-prefeito e secretário de Administração e […]
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, esteve nesta quinta-feira (11) na Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco e no Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE), no Recife, para apresentar o projeto de construção de uma ciclovia às margens da PE-292, no sentido de Sertânia. Ele foi acompanhado pelo vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Jerônimo (Marquinhos Melo).
A comitiva foi recebida pelo secretário-executivo Pedro Neves e pelo diretor do DER-PE, André Fonseca. No encontro, foram discutidos detalhes técnicos do projeto, orçado em cerca de R$ 800 mil. A proposta é firmar convênio com o Governo do Estado para garantir a execução da obra, que pretende aumentar a segurança dos ciclistas da região.
Na mesma ocasião, o prefeito também acompanhou o andamento do projeto da PE-282, que liga Iguaracy ao distrito de Jabitacá. Segundo ele, trata-se de uma demanda antiga da população. “É um investimento que traz segurança, qualidade de vida e contribui para a saúde e desenvolvimento”, afirmou.
Marquinhos Melo destacou o impacto econômico da iniciativa. “Infraestrutura de qualidade é essencial para atrair investimentos e melhorar a vida da população”, disse.
A agenda no Recife incluiu ainda reunião com o secretário estadual de Turismo e Lazer, Kaio Maniçoba. O prefeito reforçou a importância do apoio da governadora Raquel Lyra para viabilizar os projetos em Iguaracy e Jabitacá. O assessor do deputado estadual Kaio Maniçoba, Rinaldi de Oliveira, também acompanhou os encontros.
Período junino não poderá ter fogueiras tanto na zona urbana quanto rural da cidade. Por André Luis O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, estabeleceu, através de novo decreto, a proibição do acendimento de fogueiras em locais públicos ou privados, na zona rural e urbana, do município durante o período junino. O decreto considerou os avanços […]
Período junino não poderá ter fogueiras tanto na zona urbana quanto rural da cidade.
Por André Luis
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, estabeleceu, através de novo decreto, a proibição do acendimento de fogueiras em locais públicos ou privados, na zona rural e urbana, do município durante o período junino.
O decreto considerou os avanços da pandemia da Covid-19, “notadamente na Região do Pajeú, com ocupação da quase totalidade dos leitos de UTI”.
Foi considerado também, “que, tradicionalmente, durante o período dos festejos juninos, a população utiliza-se da prática do acendimento de fogueiras, o que agrava a situação de saúde dos que possuem problemas respiratórios, em função da fumaça lançada no meio ambiente”. O decreto foi editado nesta terça-feira, 15 de junho de 2021 e entrou em vigor na data de sua publicação.
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta terça-feira (15), Carnaíba registrou nas últimas 24 horas, 12 novos casos positivos e 1 novo óbito. O município conta com 1.803 casos confirmados, 1.652 recuperados, 34 óbitos e 117 casos ativos da doença. O 34º óbito se trata de paciente do sexo feminino de 58 anos. Leia aqui a íntegra do decreto.
“Houve um homem, enviado por Deus, chamado JOÃO” (Jo.1,6). É assim que São João Evangelista – autor do 4º Evangelho – se refere à palavra hebraica Yohanan (da mesma raiz de Yahweh), que significa “Deus perdoa”, ou “graça divina”, ou “Deus é misericordioso”, ou “Deus é benevolente” para falar de João Batista, o primo de […]
“Houve um homem, enviado por Deus, chamado JOÃO” (Jo.1,6).
É assim que São João Evangelista – autor do 4º Evangelho – se refere à palavra hebraica Yohanan (da mesma raiz de Yahweh), que significa “Deus perdoa”, ou “graça divina”, ou “Deus é misericordioso”, ou “Deus é benevolente” para falar de João Batista, o primo de Jesus, que O anunciou por primeiro.
O nosso Padre João veio bem depois, com um coração imenso pra perdoar, cheio de graça (quem não o achava engraçado?), complacente e bom como qualidades inerentes ao significado do seu nome.
Eu o conheci nos primeiros anos de minha chegada a Afogados da Ingazeira na metade da década de 1960. Ele era afilhado do Mons. Antonio de Pádua e frequentador assíduo da Casa do Bispo, Dom Francisco. Chamava-me muito a atenção, sua loquacidade, desinibição e o modo de andar, correr e de se movimentar pelo fato de ter uma perna mais curta, devido a uma poliomielite de que tinha sido acometido na mais tenra infância. Isto não lhe causava nenhum constrangimento. Pelo contrario; dava-lhe charme e o fazia diferenciado entre todas as crianças pela facilidade que tinha de se movimentar, comunicar-se e ser portador de outras graças que encantavam a todos. Com tantas virtudes e com a amizade com o Pároco e o Bispo foi um salto para o convite a ingressar no Seminário.
Iniciou pela entrada no Pré-seminário e Escola Normal, que eram dirigidos pelas Irmãs Franciscanas Alemãs, sob a orientação da Diocese e onde poderia ser mais bem avaliado quanto aos estudos, à disciplina, convivência e trabalhos em grupo. Terminados os 1º e 2º graus, entrou na filosofia, seguida da teologia. Nesta fase, eu tomei um maior contato com ele. Eu era vice-diretor e professor da Escola Normal e fui acompanhante dele e dos demais seminaristas nos Cursos Superiores no ITER e em Olinda.
Apesar das costumeiras distancias entre superiores e alunos, nós nos mantivemos amigos, confiantes, mutuamente, entre nós, como aprendizes. Eu me renovava com a juventude e os estudos deles, e eles aproveitavam da minha experiência e da maturação pastoral que ia passando pra eles. Foi sempre esta a minha intenção: em Olinda, João Pessoa, Fortaleza e Sobral. Se todos os seminaristas não aproveitaram por igual, o João se destacou em 100% de informação e aprendizagem, fazendo-me feliz pelo mútuo proveito.
Quando eu fiz cinco anos de Padre, fui agraciado com uma bolsa de estudos para me especializar em Comunicação na Universidade Gregoriana, em Roma. Eu já fizera um 1º momento no Centro de Comunicações Sociais do Nordeste (CECOSNE) em Recife e, àquele momento, eu precisava renovar. Fui pra Roma. Um dia, Padre João me falou que queria fazer um Curso de Direito Canônico. Seria no Rio de Janeiro, com a chancela da Gregoriana. Não o deixei nem terminar seu desejo. Disse-lhe de imediato: vá, meu irmão!
Padre João foi para o Rio. Morria de saudades. Telefonava-me, a cobrar, para dar notícias. Chorava e eu lhe dava o apoio que um irmão daria nessas ocasiões. Na época das férias, perguntou: “como passar este tempo aqui, sem fazer nada”? “Venha” disse-lhe eu. “A gente dá um jeito”. Ele nem precisou do meu jeito. Encontrou recursos para vir e voltar. Ah! Padre João! Você sempre se virou na solução de seus problemas! Para todos, relacionados à sua saúde, operações, procedimentos para você e para amigos, você encontrava saída. Só para esta terrível doença que o acometeu, você ainda lutou, heroicamente. Ela não o derrotou. Você foi ficar “junto do Pai”, como um lutador. Um vencedor.
Não foi por coincidência. O próprio Pai preparou o ambiente para sua chegada. Fê-lo voltar do Recife para seu meio familiar, pastoral e amigo. Desligou-o da vida terrena no dia litúrgico da instituição do Sacerdócio e da Eucaristia. Na tarde da quinta-feira santa, enquanto Jesus Eucarístico era transladado para “o Santo Sepulcro” (aquele local onde ficam as sagradas espécies para serem adoradas) sua Diocese, seus familiares e irmãos sacerdotes estavam preparando a sua “sepultura” para permanecer no interior da “mãe terra” que o viu nascer e que o vai transformar também “em terra”: “lembra-te homem, que és pó e em pó te tornarás”.
Seu Calvário aconteceu ao mesmo tempo em que lembrávamos o Calvário de Jesus. Seu Sepultamento também. Não será já um prenuncio da Ressurreição? A certeza da Vida Eterna que o aguarda?
Minha participação ao vivo pela Rádio Pajeú mostrou a minha parte humana, sentimental e até senil em que me encontro.
Minha participação agora, por escrito, encobriu um pouco de minhas lágrimas. Mas não encobre o meu sentimento de amor, de respeito e carinho que sempre nos uniu. Obrigado, amigo, por tudo de bom que fizemos: nossa solidariedade, nossos reencontros sempre fraternais, tudo nos aproximou mais um do outro e nos aproximou mais de Deus. Por causa disso, Ele perdoará nossas fraquezas e limites.
Um abraço para todos: Diocese, Familiares e amigos.
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