Oposição de São José do Egito é questionada por ausência em audiência sobre FUNPRESJE
Alberico Tiago, Fernanda Jucá, Beto de Marreco, Damião de Carminha e Adeilton de Brás são questionados por não participar do debate
A realização da audiência pública para debater a Previdência Municipal (FUNPRESJE) e a proposta de unificação do sistema previdenciário local, nesta sexta-feira (24), na Câmara de Vereadores de São José do Egito, levantou um ponto que chamou atenção: a ausência da bancada de oposição no plenário durante o debate.
Liderada pelo vereador Alberico Tiago, a bancada de oposição, composta também pela vereadora do PT, Fernanda Jucá, e pelos vereadores Beto de Marreco, Damião de Carminha e Adeilton de Brás, foi oficialmente convidada para participar da audiência. Apesar de estarem presentes nas dependências da Câmara, os parlamentares não se fizeram presentes no plenário no momento das discussões.
O presidente Romerinho Dantas conduziu os trabalhos.
A ausência levanta questionamentos importantes: por que não participar de um debate público sobre um tema tão sensível e de impacto direto na vida dos servidores municipais? A audiência foi justamente pensada como um espaço democrático para esclarecimentos, construção de diálogo e escuta da população.
O encontro contou com a presença de advogados, da gestão do fundo de previdência municipal, além de representantes dos sindicatos dos servidores públicos e dos professores municipais, garantindo pluralidade de opiniões e aprofundamento técnico na discussão.
O prefeito Fredson Brito acompanhou toda a audiência. Ele disse estar disposto para o diálogo e abertura para ouvir diferentes posicionamentos sobre o tema.
O tema do Fundo Previdenciário domina o debate em São José do Egito a um bom tempo, dada a sua dificuldade histórica de gestão. Não se propor a debater o tema com a seriedade que ele exige não pegou bem.




O Múltipla também ouviu a população sobre as gestões do governador Paulo Câmara e do Presidente Bolsonaro.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), entrou com uma representação no Ministério Público Federal (MPF), nesta sexta-feira (2), para garantir o direito de manifestação dos cidadãos contra o governo do presidente Michel Temer (PMDB) em São Paulo.
Depois da prisão do General Braga Netto neste sábado, especialistas que se aprofundam no tema ja dizem ser certo dizer que as próximas prisões no inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado são certas.

Esse discurso, no entanto, abalou a integridade moral e municipalista dos gestores, que apesar desse banho de água fria, se agruparam em frente ao plenário da Câmara, tentando entrar na Casa para protestar contra o descaso da União com os municípios.












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