Doriel Barros diz que Fábrica de cimento e Iterpe ainda não cumpriram compromissos com moradores de Santa Rosa
Por Nill Júnior
Com apoio da Fetape, protesto foi feito ano passado. Comunidade reclama de lentidão no processo de avaliação das terras pelo Iterpe
Com apoio da Fetape, protesto foi feito ano passado. Comunidade reclama de lentidão no processo de avaliação das terras pelo Iterpe
O Presidente da Fetape Doriel Barros, responsabilizou em entrevista à Rádio Pajeú o Instituto de Terras de Pernambuco – Iterpe – pela lentidão no processo de avaliação de terras de moradores da comunidade de Santa Rosa, município de Carnaíba, que ficam ao lado da fábrica de cimento do Grupo Pertribu, que produz o Cimento Pajeú, o que tem causado transtornos relatados por uma líder comunitária à emissora.
“ A Fetape vem fazendo seu papel juntamente com o Sindicato. Houve alguns compromissos assumidos por prefeitura e empresa como locação de espaços para moradores e devida indenização. Também de convivência até resolver a questão de forma a não trazer danos maiores como quebra de pedra durante a noite na fábrica. Essa atividade mostra quebra de acordo” afirmou.
Outro problema é relacionado à avaliação das terras, que está parada. “Como houve transição de governo, o novo presidente prometeu voltar à área e concluir os trabalhos. Ficaram para dar resposta até o mês passado, o que não aconteceu. Estamos também agendando nova audiência para cobrar. Falei com Nilson Mota, o Secretário de Agricultura, que prometeu agilizar o processo da área, já que o prazo prometido não foi atendido. Vamos nos organizar para pedir audiência novamente”.
Doriel afirmou que a pauta dos moradores de Santa Rosa fará parte do debate no Grito da Terra Pernambuco.
Publicada neste domingo (11), a Coluna do Domingão, do blog, avaliou que o ato político com a presença do ministro Alexandre Padilha, em Serra Talhada, expôs uma estratégia central da gestão da prefeita Márcia Conrado (PT): ampliar ao máximo os ganhos políticos e institucionais decorrentes de sua proximidade com o governo Lula para elevar os […]
Publicada neste domingo (11), a Coluna do Domingão, do blog, avaliou que o ato político com a presença do ministro Alexandre Padilha, em Serra Talhada, expôs uma estratégia central da gestão da prefeita Márcia Conrado (PT): ampliar ao máximo os ganhos políticos e institucionais decorrentes de sua proximidade com o governo Lula para elevar os índices de aprovação.
Segundo a análise, o evento demonstrou que a prefeita deve intensificar o uso de sua articulação em Brasília como vitrine de resultados, buscando transformar investimentos e parcerias com o governo federal em capital político local.
A Coluna destaca ainda que, a estratégia é uma tentativa de garantir uma votação expressiva para o deputado estadual Breno Araújo (PSB) e preparar o terreno para seu candidato à sucessão em 2028, melhorando sua aprovação que deve estar em torno de 75%.
A avaliação sugere que, com a crescente polarização e disputas antecipadas pelo comando do município, a capacidade de entregar obras, serviços e recursos federais será decisiva para consolidar a influência do grupo político ligado à prefeita.
O deputado estadual Fabrizio Ferraz (PHS) fez sua estreia na tribuna da Assembleia Legislativa durante a Reunião Plenária desta terça (12). Ferraz prometeu empenho para incentivar ações – principalmente no Sertão – para a melhoria da segurança pública, a minimização dos efeitos da seca e a valorização da agricultura e da caprinocultura. A geração de […]
O deputado estadual Fabrizio Ferraz (PHS) fez sua estreia na tribuna da Assembleia Legislativa durante a Reunião Plenária desta terça (12). Ferraz prometeu empenho para incentivar ações – principalmente no Sertão – para a melhoria da segurança pública, a minimização dos efeitos da seca e a valorização da agricultura e da caprinocultura.
A geração de postos de trabalho também foi citada entre as prioridades de Fabrizio Ferraz. Além da defesa de investimentos na manutenção da ordem pública e em segurança hídrica no Sertão, o parlamentar apontou as desigualdades sociais e regionais como problemas que vão demandar a atenção dele.
“Tenho um olhar sensível para as causas que visam a uma distribuição de renda mais justa”, afirmou. “Não pretendo ser um seguidor acrítico do programa governista, mas sim um colaborador incansável dos projetos que beneficiem nosso povo”, emendou.
O dirigente pernambucano, Murilo Falcão, de 60 anos, morreu na tarde deste sábado (9), após semanas internado em um hospital do Recife para o tratamento de um câncer no fígado. Nos últimos dias as dores pioraram e o vice-presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) acabou não resistindo. Casado e pai de dois filhos, Falcão […]
O dirigente pernambucano, Murilo Falcão, de 60 anos, morreu na tarde deste sábado (9), após semanas internado em um hospital do Recife para o tratamento de um câncer no fígado.
Nos últimos dias as dores pioraram e o vice-presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) acabou não resistindo.
Casado e pai de dois filhos, Falcão tornou-se o homem forte do futebol pernambucano na gestão Evandro Carvalho, ao qual acumulava também a chefia de competições da FPF.
Assim que soube da notícia, Rogério Cabloco, presidente da CBF, determinou um minuto de silêncio em todas as partidas deste final de semana do campeonato brasileiro e revelou ser “muito triste” o falecimento do dirigente pernambucano.
Através das redes sociais, o presidente da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF), Salmo Valentim, homenageou o amigo.
“Murilo combateu o bom combate e se manteve forte até seu último minuto de vida. Deixa um legado de amizade, fraternidade e compromisso com o nosso futebol. Amou o esporte como todos nós brasileiros o amamos. Vá em paz meu amigo”.
Sua última aparição pública foi durante o Congresso da ANAF, realizado no fim do ano passado, na capital pernambucana. Visivelmente debilitado, ao lado da esposa, Olimpia Falcão, Murilo sorteou os dois carros zero quilômetro que a entidade destinou aos seus associados.
A família ainda não divulgou informações sobre o velório do dirigente pernambucano.
O Afogados da Ingazeira FC lamentou o falecimento de Murilo Falcão, diretor de Competições da Federação Pernambucana de Futebol.
“Neste momento de dor, pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos”.
Em São José do Egito, luto com a morte do jovem egipciense George Denner de Vasconcelos Santos. Ele tinha apenas 29 anos e perdeu uma luta contra o câncer. Era filho do casal Geraldo Nicolau e Sônia Vasconcelos. George de Geraldo Nicolau, como era conhecido, tinha feito uma cirurgia que foi considerada exitosa para tratar […]
Em São José do Egito, luto com a morte do jovem egipciense George Denner de Vasconcelos Santos. Ele tinha apenas 29 anos e perdeu uma luta contra o câncer.
Era filho do casal Geraldo Nicolau e Sônia Vasconcelos.
George de Geraldo Nicolau, como era conhecido, tinha feito uma cirurgia que foi considerada exitosa para tratar da doença, mas precisou fazer outro procedimento e no pós-operatório teve complicações.
Era casado com Lara Bitu Vasconcelos e tinha um filho, Pedro Henrique.
Segundo o Blog do Marcelo Patriota, o corpo está sendo velado na Central do PASC. O sepultamento ocorre na tarde de hoje no Cemitério Campo do Silêncio, perto da Compesa.
Por Heitor Scalambrini Costa* A palavra azar é o oposto da sorte, ou seja, aquilo que é negativo, que provoca resultados desastrosos, que atrai e causa má sorte. Alguns sinônimos de azar são desgraça, urucubaca, falta de sorte, infortúnio, azarão, e assim por diante. O azar existe sim. Assim como existe a sorte. Sorte e azar […]
A palavra azar é o oposto da sorte, ou seja, aquilo que é negativo, que provoca resultados desastrosos, que atrai e causa má sorte. Alguns sinônimos de azar são desgraça, urucubaca, falta de sorte, infortúnio, azarão, e assim por diante.
O azar existe sim. Assim como existe a sorte. Sorte e azar são energias antagônicas, mas que se completam. Uma só existe por causa da outra.
Como se livrar do azar? Existem várias crenças populares para se livrar da má sorte. Uma das recomendações é pegar um pouco de sal grosso, e jogar sobre o ombro esquerdo. Não se equivoque, tem que ser o lado esquerdo, pois se jogar no direito, mais azar trará.
Infelizmente a população brasileira preferiu optar pelo lado direito, a extrema direita, na eleição de 2018, elegendo o azarento. O presidente eleito trouxe para a nação brasileira um azar incomensurável, uma má sorte nunca vista por estas bandas dos trópicos. E agora a única forma de nos livrarmos desta urucubaca é o voto em 2022.
Vou explicar melhor porque chamo o atual presidente, este infortúnio, de azarento.
No mesmo mês da posse presidencial, no dia 25 de janeiro, ocorreu a catástrofe anunciada de Brumadinho, também conhecida como o Crime da Vale. A barragem do Córrego do Feijão, pertencente a Vale do Rio Doce, se rompeu, resultando em 270 mortes. Esta barragem de rejeitos da mineração já estava condenada. E porque não se rompeu antes? Porque os moradores não foram alertados do perigo iminente? Esperou o azarão tomar posse para ocasionar a tragédia.
Em março, dia 13, um outro episódio, completamente incomum no país aconteceu. Dois jovens invadem uma escola em Suzano, cidade paulista, e matam 8 estudantes. Este episódio ficou conhecido como o massacre de Suzano. Que coisa surreal para os brasileiros que conheciam esta loucura somente pela televisão, ocorrida em outros países.
No fim do mês de julho, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou um relatório apontando que o desmatamento da floresta Amazônica havia crescido 278% em relação ao mesmo período de 2018. Neste caso não foi azar, não. Foi obra direta das medidas adotadas pelo presidente, e de seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Azar foi tê-lo guindado ao cargo máximo pela maioria dos eleitores.
Em agosto, manchas de óleo invadiram as praias do Nordeste brasileiro. O produto atingiu o litoral de todos os nove Estados da região. E acabou atingindo o litoral do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Apesar dos vários inquéritos, investigações, não houve a identificação dos responsáveis. Um tremendo azar foi responsável por este óleo ter surgido, aparentemente do nada, e invadir as belas praias, impedindo assim o lazer e geração de renda, com o turismo e a pesca artesanal.
Poderia aqui continuar a enumerar mais tragédias ocorridas no ano da posse do atual mandatário, mas vamos para 2020.
Sem dúvida, a pandemia pelo Coronavírus foi o maior e mais importante acontecimento. Pense num cara para dar azar. Justamente no seu segundo ano de mandato, o mundo conhece a virulência de um vírus (um parasita não considerado como ser vivo). E o chefe de Estado brasileiro, perante o mundo, nega a pandemia, nega a ciência, nega a vacina, se opõe às medidas não farmacológicas para impedir a transmissão do vírus. Tornando-se o maior aliado do vírus contra a vida. Que azar! Justo em um momento especialíssimo, se comporta como um ensandecido e mal informado. Resultado alcançado, mais de 600 mil mortes. Muitas delas evitáveis.
Secas, enchentes e queimadas também dominaram as manchetes neste ano. Para alguns desastres naturais, para outros uma atração de energia negativa que se abateu sobre o território nacional. Obviamente as mudanças climáticas foram em grande parte responsáveis, mas teve a ajudazinha do presidente negacionista do aquecimento global, teve. Sua intervenção direta contribuiu de maneira decisiva, para o desmantelamento de políticas públicas de proteção e conservação do meio ambiente.
O ano de 2021 não foi diferente. A pandemia neste início do ano voltou revigorada com a variante Ômicron. Graças ao avanço da vacinação, sob pressão da sociedade brasileira, diminuiu sensivelmente os óbitos. Todavia, mesmo diante dos fatos e dos números, o azarento continuou a descredibilizar a vacina, e propagandear o uso de medicamentos ineficazes.
Voltou a se repetir no mês de maio, na cidade de Saudades, região Oeste de Santa Catarina, o que aconteceu em uma escola de Suzano em São Paulo. Um homem invadiu a escola Aquarela com duas facas, e matou três crianças e duas funcionárias. Após as mortes, o criminoso deu golpes contra o próprio corpo. Parece que virou moda no país do presidente azarento.
O massacre de Jacarezinho foi outro episódio de violência policial recorrente no Rio de Janeiro, e que merece ser destacado nesta breve retrospectiva sobre a influência da maré de azar que se abateu sobre a população pobre do país. Uma operação policial contra traficantes do Morro do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, deixou 28 pessoas mortas, e passou a ser considerada a operação da Polícia Civil mais letal da história do estado. Erro ou vingança? Ou somente um azar daqueles moradores que perderam a vida, em um momento da história brasileira comandada por um exterminador do presente?
E para terminar o ano de 2021, ciclone e tempestades na Bahia e Minas Gerais, e temperaturas extremas no sudeste do País. Na Bahia, cidades totalmente inundadas foram mostradas ao vivo e em cores pelas televisões e redes sociais. Enquanto no Rio Grande do Sul e Santa Catarina a seca destruiu plantações, chegando a temperaturas superiores a 40º C. As mudanças climáticas mostraram a que veio, enquanto políticas públicas de enfrentamento a estas mudanças no clima inexistem no atual governo. Azar? Não. Mas podemos considerar que sem a presença do dito cujo, seria muito diferente o tratamento e enfrentamento dado a estes fenômenos que aconteceram, e que vão voltar a acontecer, com maior frequência e intensidade.
E no ano corrente, logo em janeiro, o desabamento de pedras/rochas em um cânion no lago de Furnas, no município de Capitólio, região turística de Minas Gerais, provocou a morte de 10 pessoas, atingindo embarcações de turistas. Imaginem que estas pedras estavam ali a milhares de anos, e segundo geólogos as chuvas intensas na região teriam provocado o deslocamento do imenso bloco de pedra/terra. Algo até previsível, e que poderia ter sido evitado. Mas o desabamento ocorreu, no dia e na hora em que os barcos estavam justamente no local. Poderia ter ocorrido o desabamento em outro dia e horário, onde não tivesse a presença das pessoas? Mas a explicação pode estar nas forças negativas emanadas pelo mais alto funcionário público do país.
Vamos aguardar o que resta ainda acontecer até a passagem desta figura ímpar/negativa pela presidência. Esperamos que as tragédias diminuam, e que em 2023 se restabeleça a sorte, e que as forças e a energia do bem prevaleçam E assim virar a página desta triste história vivenciada pelo povo brasileiro.
E como diz o matuto “esse homi dá chulé em pé de mesa e, se cair de costas, quebra o pau”. Xô azarento. No mais, nossa total e irrestrita solidariedade e empatia às famílias que perderam seus entes queridos nas tragédias mencionadas.
Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco*
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