Oposição acusa filho de Sávio Torres de agredir militante e danificar veículo
Por Nill Júnior
Segundo nota da oposição, na noite do último domingo, dia 18 de Outubro de 2020, um dos filhos do atual prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, teria agredido um cidadão que é eleitor do bloco oposicionista, encabeçado por Dêva Pessoa.
Josivânio Silva, conhecido como Fuba parou o seu carro em virtude de um acidente no sentido de sua residência no sítio Riachão. Segundo testemunhas ao parar o seu veículo na intenção de entender o ocorrido e imbuído do desejo de prestar socorro, foi surpreendido pelo filho do prefeito que começou a agredi-lo verbalmente.
Um outro senhor conhecido como Expedito Íris também partiu para agressão tentando arrancar o senhor Josivânio do carro rasgando suas roupas. O filho da vítima, uma criança de 12 anos e sua esposa entraram em pânico e não permitiram que o agredido saísse do carro.
“Foi quando o filho do prefeito e seu amigo passaram a esmurrar e chutar o carro da vítima. Alguns correligionários do prefeito Sávio Torres tentaram conter seu filho. Um deles teria quebrado o pé tentando pacificar a situação. Em pânico, temendo por sua vida e a vida de sua família a vítima conseguiu sair do local”.
Josivânio teve o veículo totalmente danificado. Até o momento ninguém o procurou para um pedido de desculpas ou ressarcimento pelos prejuízos sofridos, segundo nota.
Pré-candidato a deputado estadual, esteve em Tabira, Pedra e Venturosa Ascom Nesta quarta-feira (9), Dannilo Godoy cumpriu agenda de eventos, visitas e reuniões pelo sertão e agreste do estado. O pré-candidato a deputado estadual esteve em Tabira, Pedra e Venturosa. Nesta última, recebeu uma importante adesão. A convite da prefeita Nicinha, Dannilo Godoy foi a […]
Pré-candidato a deputado estadual, esteve em Tabira, Pedra e Venturosa
Ascom
Nesta quarta-feira (9), Dannilo Godoy cumpriu agenda de eventos, visitas e reuniões pelo sertão e agreste do estado. O pré-candidato a deputado estadual esteve em Tabira, Pedra e Venturosa. Nesta última, recebeu uma importante adesão.
A convite da prefeita Nicinha, Dannilo Godoy foi a Tabira, sertão do Pajeú, para participar de um evento da prefeitura local de entrega de veículos. Na ocasião o ex-prefeito de Bom Conselho conversou também com ex-prefeito da cidade, Dinca Brandino. No sertão, Tabira é uma das bases eleitorais do pré-candidato a deputado.
Na volta para Bom Conselho aconteceram duas paradas importantes. A primeira foi na cidade de Pedra onde, a convite da vereadora Rayssa, Dannilo encontrou com lideranças e correligionários.
Já em Venturosa Godoy recebeu uma importante adesão. Trata-se do vereador Carlos Soares, o Carlão. Desta forma Dannilo segue pavimentando sua caminhada até a Assembleia Legislativa de Pernambuco.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira atingiu nesta segunda (06), a meta preconizada pelo Ministério da Saúde para vacinação contra influenza. A meta do Ministério é a de vacinar 90% do público-alvo desta primeira etapa, que inclui profissionais de saúde e idosos a partir dos 60 anos de idade. Até esta segunda, já haviam sido […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira atingiu nesta segunda (06), a meta preconizada pelo Ministério da Saúde para vacinação contra influenza. A meta do Ministério é a de vacinar 90% do público-alvo desta primeira etapa, que inclui profissionais de saúde e idosos a partir dos 60 anos de idade.
Até esta segunda, já haviam sido vacinados 4.122 idosos, o que representa um percentual de atendimento de 91,87% desse público-alvo em Afogados. Dentre os profissionais de saúde, esse percentual já está em 97,2%.
“A vacinação continua, a estratégia do drive-thru foi importante pois nos ajudou a ampliar a vacinação, e estamos trabalhando para atender cem por cento do nosso público-alvo,” informou o Secretário Municipal de Saúde, Artur Amorim.
Profissionais da Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA) começaram a monitorar, nesta quarta-feira (28), as condições da água em trechos do Rio São Francisco, em Petrolina. A medição ocorrerá nos próximos oito meses e será informada junto ao relatório de balneabilidade do órgão. A ação é de responsabilidade da Prefeitura e faz parte do Projeto […]
Profissionais da Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA) começaram a monitorar, nesta quarta-feira (28), as condições da água em trechos do Rio São Francisco, em Petrolina.
A medição ocorrerá nos próximos oito meses e será informada junto ao relatório de balneabilidade do órgão. A ação é de responsabilidade da Prefeitura e faz parte do Projeto Orla Nossa.
A captação e acompanhamento de toda pesquisa será feita em parceria com o curso de Química do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão), sob a coordenação da professora Dr.ª Clecia Pacheco, no laboratório da Niagro.
O diretor de Projetos da AMMA, Victor Flores, comenta que durante a pesquisa, serão avaliados fatores variantes que podem influenciar nos resultados durante o período. “O estudo irá observar as variações e a influência do trabalho da Prefeitura de Petrolina, com o projeto Orla Nossa, a redução dos esgotos e a diminuição da vazão da barragem de Sobradinho, que também impacta nas propriedades da água. Só após as análises, vamos poder de fato, afirmar se a área é segura para banho”, esclarece.
Sobre o Orla Nossa – é um projeto de revitalização do Rio São Francisco que vem sendo desenvolvido desde o início da gestão, em 2016. Entre os trabalhos realizados pela Prefeitura de Petrolina, estão o estudo e a retirada das baronesas, a inserção de 35 mil alevinos e a operação que identificou e solucionou ligações clandestinas e tubulações que despejavam esgoto no rio. O projeto agora está na fase de recuperação da mata ciliar degradada na extensão da Orla I, no processo de educação ambiental e de análise da qualidade da água.
Entre as parcerias firmadas, o programa conta com o auxílio do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, 72º Batalhão de Infantaria Motorizada e a Codevasf.
Evento reúne tecnologia, criatividade e boas trocas para fortalecer pequenos negócios no Sertão pernambucano A 7ª Feira de Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, um dos maiores eventos do segmento no Sertão do Pajeú, acontece de 28 a 30 de novembro, trazendo como tema “Empreendedorismo digital: conectando ideias, transformando o futuro”. O Sebrae Pernambuco terá papel […]
Evento reúne tecnologia, criatividade e boas trocas para fortalecer pequenos negócios no Sertão pernambucano
A 7ª Feira de Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, um dos maiores eventos do segmento no Sertão do Pajeú, acontece de 28 a 30 de novembro, trazendo como tema “Empreendedorismo digital: conectando ideias, transformando o futuro”. O Sebrae Pernambuco terá papel de protagonismo no evento, oferecendo apoio estrutural e capacitações para empreendedores locais.
O evento conta com 142 estandes de negócios, distribuídos nas praças Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara e Padre Carlos Cottart. A estrutura incluirá uma praça de alimentação, palco cultural em formato 360º e tecnologia de ponta, com o objetivo de promover experiências inovadoras no mundo dos negócios.
Desde outubro, os expositores vêm participando de capacitações promovidas pelo Sebrae, com foco em gestão financeira, marketing, gastronomia e outros temas relevantes. O objetivo das formações é aprimorar a qualidade dos produtos e serviços apresentados na feira, que terá segmentos variados como artesanato, moda autoral e gastronomia.
Um dos destaques será o desfile de moda autoral, promovendo a criatividade e a inovação das marcas locais. Além disso, o Sebrae disponibilizará ferramentas tecnológicas para que os visitantes explorem novos modelos de negócios, conectando o empreendedorismo tradicional ao digital, por meio dos óculos de realidade aumentada, que mostram como a inovação pode impulsionar negócios futuros. No estande do Sebrae também haverá atendimento a empresários e potenciais empreendedores da região.
Realizado pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, com parceria do Sebrae/PE, o evento é uma oportunidade de promover o desenvolvimento e a valorização dos pequenos negócios, essenciais para a economia regional. A feira ainda conta com o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e da Sala do Empreendedor do município.
Há pouco mais de 32 anos, Serra Talhada vivia o plebiscito sobre ter ou não uma estátua para Lampião, em 7 de setembro de 1991. No começo de 1988, o então vereador Expedito Eliodoro (extinto PDS) apresentou um projeto para construir uma grande estátua de Lampião no alto da serra que moldura e inspira o […]
Há pouco mais de 32 anos, Serra Talhada vivia o plebiscito sobre ter ou não uma estátua para Lampião, em 7 de setembro de 1991.
No começo de 1988, o então vereador Expedito Eliodoro (extinto PDS) apresentou um projeto para construir uma grande estátua de Lampião no alto da serra que moldura e inspira o nome do município, a cerca de quatro quilômetros da praça central. Sua ideia era inspirada no monumento de 27 metros do Padre Cícero, erguida 20 anos antes em Juazeiro do Norte, no Ceará.
Naquele ano, alguns grupos da cidade se preparavam para comemorar os 90 anos do nascimento do cangaceiro, cujos esparsos registros indicam que aconteceu ali, em um sítio nos arredores, em algum dia de junho de 1898.
À época, a relação de Serra Talhada com Lampião era ambígua: enquanto muitos soldados das forças volantes que combateram o cangaço pelo sertão nordestino nas décadas de 1920 e 1930 ainda estavam vivos e tinham se tornado nomes importantes da política e da economia municipal, movimentos estudantis, culturais e operários tinham nele uma imagem de luta por justiça social.
Morto em 1938, três semanas depois do seu aniversário de 41 anos, em Poço Redondo, no Sergipe, Lampião não tinha sequer um logradouro em sua cidade natal (“…Um cangaceiro/ Será sempre anjo e capeta, bandido e herói…”)
Sem apoio parlamentar, o projeto de Eliodoro – que tinha sido o vereador mais votado da história municipal – não foi aprovado. “A ideia era muito doida: ter uma estátua gigante do Lampião no alto do morro. Sairia caro, mas óbvio que seria muito bacana para a cidade”, afirma Cleonice Maria, da Fundação Cabras de Lampião de Serra Talhada.
A ideia nunca mais abandonou o município: no ano seguinte, quando um jornalista da recém-chegada TV Asa Branca, afiliada da Rede Globo em Caruaru, a 314 quilômetros, soube do projeto vencido, viajou até a cidade para fazer uma reportagem sobre a estátua. Era o que faltava para virar o principal assunto dos pouco mais de 72 mil habitantes.
“Foi entre abril e maio de 1990. A imprensa local, que até então pouco falara no assunto, passou a repercuti-lo, e logo virou um debate em todos lugares de Serra Talhada. Você ia no bar, estavam falando sobre a estátua de Lampião. Ia na escola, a mesma coisa. Na rua, no salão de cabeleireiro, no mercado, no trabalho. Só se falava disso”, conta o jornalista, professor e historiador Paulo César Gomes, que estuda o fenômeno social do cangaço.
Em 1991, a extinta Fundação Casa da Cultura de Serra Talhada tomou a ideia para si e propôs que a prefeitura abrisse uma consulta popular sobre a construção da estátua não no alto do morro, mas em uma área conhecida como Estação do Forró, atrás da antiga parada ferroviária. O presidente da instituição à época, Tarcísio Rodrigues, já tinha em mãos uma maquete feita pelo artista plástico Karoba, que ficou exposta ao público local.
O prefeito topou a ideia e decidiu marcar o plebiscito para o feriado de 7 de setembro – dia da Independência do Brasil. “Foi um embate entre gerações de Serra Talhada, porque os contemporâneos de Lampião se posicionaram contra: eles tinham sido influenciados pelo legado negativo dele, pela perspectiva da violência e do banditismo”, recorda Gomes.
“Os jovens, que vieram depois que Lampião morreu, não tiveram essa mesma influência. Eles encamparam a luta nos movimentos estudantis, centros acadêmicos e com o apoio de associações operárias”, completa.
A consulta da prefeitura de Serra Talhada chamou a atenção da imprensa pelo país: em julho de 1991, a revista Veja publicou uma reportagem dizendo que a votação era a “última batalha do rei do cangaço”. O jornal carioca O Globo foi na mesma linha, afirmando que Lampião finalmente seria julgado, 53 anos depois de seu assassinato.
De acordo com a Justiça Eleitoral de Serra Talhada, 76% dos eleitores (2.289 pessoas) votaram pelo “sim”, contra 22% do “não” e 0,8% de abstenções. A apuração foi acompanhada pela jornalista Vera Ferreira, neta de Lampião e Maria Bonita e, após o anúncio do resultado, os apoiadores da estátua aproveitaram o desfile cívico de 7 de setembro e a festa de Nossa Senhora da Penha, padroeira da cidade, para comemorar nas ruas. Nas semanas seguintes, os que tinham feito campanha pelo “não” ameaçaram destruir o monumento assim que ele fosse erguido.
A estátua de Lampião, porém, jamais se materializou. Sem dinheiro para executar a ideia, que previa grandes dimensões e o uso de materiais como bronze e granito, a fundação – que tinha assumido a responsabilidade da construção – não conseguiu financiamento para tirá-la do papel. A Fundação Banco do Brasil, uma das sondadas por Rodrigues, não quis patrocinar o projeto. Em 1993, quando ele deixou a presidência da instituição, o plano foi definitivamente engavetado.
A relação entre Lampião e Serra Talhada, no entanto, mudou depois daquele ano – mesmo sem a estátua.
Uma pequena praça no centro da cidade passou a ser chamada informalmente de “Pracinha do Lampião”, mesma época em que um novo hotel abriu suas portas com o apelido do cangaceiro. Uma rua da periferia foi nomeada oficialmente de Virgulino Ferreira da Silva e, em 1995, membros de um grupo de teatro de rua criaram a Fundação Cabras de Lampião que, por sua vez, deu origem ao Museu do Cangaço, localizado no mesmo espaço onde ficaria o monumento.
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