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Opinião: anúncio de Márcia dá start à corrida de 2026, que fala muito sobre 2028

Por Nill Júnior

O anúncio da prefeita Márcia Conrado da largada da candidatura de Breno Araújo a uma vaga na ALEPE dá uma espécia de start à campanha para o legislativo a partir de Serra Talhada em 2026.

Na cidade,três candidatos disputarão os votos com mais força. Além de Breno, Luciano Duque buscará areeleição e Sebastião Oliveira terá Serra como uma de suas principais bases.

O processo terá algumas particularidades. Hoje, Luciano Duque é apontado como favorito a majoritário. Daí a luta de Márcia para vincular as ações de gestão a Breno, dando-lhe capilaridade e competitividade. No caso, ainda há o fator Sebastião,Oliveiram,q ue invoca a aliança firmada em 2024 pela reeleição da petista.

Em Serra, a disputa será uma antecipação de 2028, com a briga dos principais nomes por protagonismo para emplacar favoritismo na eleição seguinte, a de 2028.

Veja o comentário para o Sertão Notícias, da Cultura FM:

Outras Notícias

Prefeito tratou como mal entendido episódio com vice. “Oposição só dá desgosto”

Ângelo foi perguntado sobre a relação com o vice, Antonio Almeida, que chegou a sinalizar rompimento com o governo, mas voltou atrás. E cutucou a oposição. “Havia uma série de mal entendidos. Sentamos, os nove vereadores da bancada, mas o prefeito, o vice, o presidente do PSB, Neto. Afastamos qualquer tipo de ruído e Antonio […]

Ângelo foi perguntado sobre a relação com o vice, Antonio Almeida, que chegou a sinalizar rompimento com o governo, mas voltou atrás. E cutucou a oposição.

“Havia uma série de mal entendidos. Sentamos, os nove vereadores da bancada, mas o prefeito, o vice, o presidente do PSB, Neto. Afastamos qualquer tipo de ruído e Antonio Almeida continua conosco”.

E seguiu: “Está conosco há muitos anos. Foi Secretário de Agricultura de Cleide e Ivan, foi vereador duas vezes no nosso grupo. Não tinha o buscar lá não (na oposição). Lá não tem nada pra dar a ninguém não. Só desgosto”, ironizou.

Governo de Pernambuco decreta ponto facultativo no dia 2 de abril, véspera da Paixão de Cristo

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Administração (SAD), decretou ponto facultativo no dia 2 de abril (quinta-feira), véspera do feriado da Paixão de Cristo. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial do Estado. A determinação vale para as repartições públicas e entidades da administração direta e indireta […]

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Administração (SAD), decretou ponto facultativo no dia 2 de abril (quinta-feira), véspera do feriado da Paixão de Cristo.

A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial do Estado.

A determinação vale para as repartições públicas e entidades da administração direta e indireta do Estado.

As exceções são para os serviços cujo funcionamento seja indispensável, de acordo com a decisão do chefe do órgão.

Lula pode se negar a ir para o semiaberto? Há controvérsias…

G1 O Ministério Público Federal (MPF) pediu na sexta-feira (27) à Justiça que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vá para o regime semiaberto. Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o dia 7 de abril de 2018. Segundo o MPF, Lula já cumpriu os requisitos de tempo e […]

G1

O Ministério Público Federal (MPF) pediu na sexta-feira (27) à Justiça que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vá para o regime semiaberto. Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, desde o dia 7 de abril de 2018.

Segundo o MPF, Lula já cumpriu os requisitos de tempo e bom comportamento e deve progredir de regime. A juíza Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, pediu informações para decidir.

O ex-presidente está preso em regime fechado desde 7 de abril do ano passado devido à condenação a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, em processo da Operação Lava Jato.

No regime semiaberto, ele poderia, em tese, cumprir a pena em casa mediante condições, como o uso de tornozoleira eletrônica, por exemplo.

Mas Lula rejeita passar para o semiaberto porque nega ter cometido o crime e diz ter sido condenado “por meio de um processo ilegítimo e corrompido por flagrantes nulidades”, nas palavras de seu advogado, Cristiano Zanin Martins. “Não troco minha dignidade pela minha liberdade”, escreveu o ex-presidente em carta divulgada nesta segunda-feira.

Os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, que fizeram o pedido para que Lula progrida de regime, argumentam que é uma obrigação do Ministério Público pedir a progressão do regime para o preso que reúne condições.

Segundo o procurador Marcelo Ribeiro, da Lava Jato, o Ministério Público, “como fiscal da lei, deve pedir e, mesmo se não pedir, a Justiça deve dar porque o Estado não pode exercer mais poder do que tem”.

Não é a primeira vez que esse tipo de polêmica é suscitado. Em 2014, Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão, acusada de ser mandante do assassinato dos pais em 2002, conseguiu revogar a decisão que determinava o cumprimento de sua pena em regime semiaberto.

Ela alegou que temia por sua liberdade e que o pedido tinha sido feito pelos advogados contra a vontade dela. Um ano depois, pediu o semiaberto.

Lula pode ficar: Para o professor Leonardo Pantaleão, especialista em direito e processo penal e sócio da Pantaleão Sociedade de Advogados, “a progressão de pena é um direito do cidadão – e não uma obrigação – que pode por ele ser exercido ou não. Se quiser cumprir tudo no regime fechado, pode”, afirma.

O criminalista diz que a progressão de regime é um benefício. Por isso, pode ser recusado pelo preso. Além disso, uma decisão contrária à vontade dele, afirma, é “ilegal”, passível de recurso.

“Uma vez não sendo de interesse do reeducando, ele preferindo ficar no regime mais grave por qualquer motivo, não há nada que possa obrigá-lo. O juiz não pode obrigá-lo”, declarou.

Lula tem que sair: Rogério Cury, especialista em direito e processo penal e sócio do Cury & Cury Advogados, considera que cabe ao estado fazer cumprir o princípio de individualização da pena. Por isso, segundo ele, o preso é obrigado a progredir a partir do momento em que todos os requisitos necessários estejam cumpridos.

“A partir do momento em que o estado determina que o preso progrida, se o mantiver no regime pior, está praticando um constrangimento ilegal. Não vejo condições técnicas de o preso se negar a progredir”, avaliou. “Como o preso está sob a custódia do estado, o estado tem a obrigação de remetê-lo e inseri-lo no regime correto”.

Para Cury, a Lei de Execuções Penais é clara ao afirmar que a pena será progressiva. “Se o preso se recusa a cumprir, é preciso usar meios necessários para que isso ocorra. E se descumprir de maneira injustificada as regras do regime em que ele está, pode regredir para um regime pior”, afirmou.

Em Tuparetama, prefeito investe em perfuração de poços no distrito Santa Rita

Como os demais municípios do Sertão Pernambucano, Tuparetama vem sofrendo uma das piores secas da história, já considerada a mais grave estiagem dos últimos 60 anos.  A falta de água é uma das conseqüências da seca e a crise de abastecimento se alastra por todo o município, mas de modo ainda mais perverso na zona […]

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Como os demais municípios do Sertão Pernambucano, Tuparetama vem sofrendo uma das piores secas da história, já considerada a mais grave estiagem dos últimos 60 anos.  A falta de água é uma das conseqüências da seca e a crise de abastecimento se alastra por todo o município, mas de modo ainda mais perverso na zona rural.

Em reuniões nas comunidades rurais, ouvindo a população e discutindo alternativas, o prefeito Dêva Pessoa tem recebido entre as principais reivindicações, o pedido de perfuração de poços.  E é neste sentido que o governo municipal tem redobrado seus esforços para amenizar o sofrimento dos que vivem no campo.

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Através da sua Secretaria de Desenvolvimento Rural e em parceria com o DNOCS, a Prefeitura de Tuparetama vem realizando perfurações de poços a exemplo do Distrito Santa Rita, na semana passada (fotos) onde o prefeito Dêva cumpriu a promessa feita em reunião com os moradores da localidade. Na ocasião Dêva Pessoa ressaltou que esse não será o primeiro, garantindo à comunidade que não faltará água em suas casas.

Armando diz que Congresso contribuirá para retomar crescimento 

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou, nesta quarta-feira (23), em debate no 28º Congresso Aço Brasil, em Brasília, que vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional podem contribuir para aumentar a produtividade e a eficiência da economia brasileira, essencial, na sua visão, à retomada do crescimento quando a recessão for superada. Segundo Armando, […]

Foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) afirmou, nesta quarta-feira (23), em debate no 28º Congresso Aço Brasil, em Brasília, que vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional podem contribuir para aumentar a produtividade e a eficiência da economia brasileira, essencial, na sua visão, à retomada do crescimento quando a recessão for superada.

Segundo Armando, a produtividade da economia brasileira, que cresceu apenas 0,68% anuais, em média, entre 1990 e 2010, é um problema sistêmico. Como tal, ainda de acordo com o senador, só pode ser combatido aumentando-se a eficiência de forma disseminada, tanto na área tributária como no crédito, na infraestrutura, na educação e na inovação tecnológica.

No debate do encontro da indústria siderúrgica sobre as limitações à competitividade no Brasil, Armando Monteiro citou algumas iniciativas em tramitação no Congresso que podem contribuir para ampliar a produtividade. O senador mencionou, entre outras, a reformulação do PIS-Cofins e do Cadastro Positivo e a instituição da duplicata eletrônica.

Armando declarou acreditar que deverão dar resultados na melhoria da competitividade as discussões do grupo de trabalho que preside, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), sobre reformas microeconômicas, que passam por medidas de desburocratização e facilitação dos investimentos privados.