Foram dias seguidos de chuva com um intervalo no meio, já que quinta e sexta-feira houve uma trégua nas cidades do Pajeú. Na madrugada deste sábado (7), a chuva voltou registrando 20mm em Afogados da Ingazeira. Tabira foram 15mm e 18mm em Carnaíba. Boa chuva também em Ingazeira, Iguaracy, Quixaba e Água Branca/PB. Ouvintes do […]
Foram dias seguidos de chuva com um intervalo no meio, já que quinta e sexta-feira houve uma trégua nas cidades do Pajeú.
Na madrugada deste sábado (7), a chuva voltou registrando 20mm em Afogados da Ingazeira. Tabira foram 15mm e 18mm em Carnaíba. Boa chuva também em Ingazeira, Iguaracy, Quixaba e Água Branca/PB.
Ouvintes do Rádio Vivo da Pajeú FM anunciaram chuva em muitas comunidades rurais com destaque para Capim Grosso 18mm, Pajeú Mirim 32mm, Matinha 25mm, Poço da Volta 20mm, Encruzilhada 28mm, Minadouro 41mm, Salgado 16mm, e Varzinha 15mm.
Por Pe. Izidorio Batista de Alencar A recente aprovação da PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados representa um grave retrocesso institucional e democrático no Brasil. Ao exigir autorização prévia do Congresso para que parlamentares sejam processados judicialmente, mesmo por crimes comuns, a proposta fere princípios fundamentais da igualdade perante a lei e da independência […]
A recente aprovação da PEC da Blindagem pela Câmara dos Deputados representa um grave retrocesso institucional e democrático no Brasil. Ao exigir autorização prévia do Congresso para que parlamentares sejam processados judicialmente, mesmo por crimes comuns, a proposta fere princípios fundamentais da igualdade perante a lei e da independência entre os poderes.
A justificativa de que a medida visa proteger o exercício do mandato contra abusos judiciais não se sustenta diante da realidade. O que se observa é a tentativa de criar um escudo legal para impedir investigações e punições de parlamentares que eventualmente cometam ilícitos. Em vez de fortalecer a democracia, a PEC enfraquece os mecanismos de controle e fiscalização, abrindo espaço para a impunidade.
Além disso, a reintrodução do voto secreto para autorizar prisões e a ampliação do foro privilegiado são medidas que caminham na contramão da transparência e da moralidade pública. O cidadão brasileiro, que já enfrenta desafios diários para acessar serviços básicos e confiar nas instituições, não pode aceitar que seus representantes se coloquem acima da lei.
É preciso lembrar que o mandato parlamentar não é um salvo-conduto. A imunidade prevista na Constituição deve proteger opiniões e votos, jamais servir como escudo para práticas criminosas. A sociedade brasileira exige ética, responsabilidade e compromisso com o interesse público — não blindagem institucional.
Em uma sociedade democrática, a investigação é um instrumento legítimo de controle, transparência e justiça. Aquele que exerce função pública ou detém responsabilidades institucionais deve estar disposto a prestar contas de seus atos, com serenidade e respeito às instituições.
Nesse contexto, o temor à investigação revela mais do que simples desconforto: pode indicar a existência de condutas que não resistem ao escrutínio público. Quem age com retidão não teme ser investigado, pois sabe que a verdade é sua aliada. Já quem se opõe sistematicamente à fiscalização, tenta obstruir processos ou busca blindagens legais, frequentemente o faz por receio de que venham à tona práticas incompatíveis com a ética e o interesse coletivo. Portanto, o medo de ser investigado não é, por si só, prova de culpa — mas é, sem dúvida, um sinal de alerta. Em tempos em que a confiança nas instituições é essencial, a transparência deve ser vista como virtude, e não como ameaça.
A pergunta que não quer calar deve ser feita aos senhores deputados federais de Pernambuco — André Ferreira, Fernando Rodolfo, Coronel Meira e Pastor Eurico (PL); Augusto Coutinho, Fernando Monteiro e Ossesio Silva (Republicanos); Clarissa Tércio, Eduardo da Fonte e Lula da Fonte (PP); Fernando Filho, Luciano Bivar e Mendonça Filho (União Brasil); Waldemar Oliveira (Avante); e, por fim, não menos grave, Eriberto Medeiros, Felipe Carreras, Guilherme Uchoa, Lucas Ramos e Pedro Campos (PSB). Os senhores e a senhora têm algo a esconder ou pretendem praticar atos ilícitos para necessitarem de blindagem institucional?
É urgente que o Senado Federal rejeite essa proposta. Que prevaleça o bom senso, o respeito à Constituição e o compromisso com uma democracia que não se curva diante de privilégios. NÃO A ANISTIA, SIM À DEMOCRACIA!
Natural de Sertânia, no Sertão do Pajeú, o médico Álvaro Perazzo construiu uma trajetória que liga a formação no interior de Pernambuco à atuação em alguns dos principais centros de cardiologia do Brasil e do exterior. Atualmente cirurgião cardiovascular e fellow em transplante cardíaco no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade […]
Natural de Sertânia, no Sertão do Pajeú, o médico Álvaro Perazzo construiu uma trajetória que liga a formação no interior de Pernambuco à atuação em alguns dos principais centros de cardiologia do Brasil e do exterior. Atualmente cirurgião cardiovascular e fellow em transplante cardíaco no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, ele integra a equipe do Núcleo de Transplante Cardíaco e Assistência Circulatória Mecânica.
Criado entre Sertânia e Tuparetama, Álvaro teve contato desde cedo com a realidade do sertão e com um ambiente familiar voltado à educação. Filho de Argemiro Perazzo, engenheiro, advogado e teólogo, e de Rosalva Perazzo, farmacêutica com mestrado, recebeu incentivo à formação acadêmica e humanística. A convivência com tios e tias ligados à docência, à engenharia, ao direito e à literatura também marcou sua formação.
A decisão pela medicina surgiu ainda na infância. Um episódio durante uma seca severa, ao presenciar a mãe aplicar soro em um animal doente, e a morte do avô por problemas cardíacos reforçaram o interesse pela área da saúde, especialmente pela cardiologia.
Após concluir o ensino médio em Petrolina, Álvaro ingressou no curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), após aprovação em quatro instituições. Durante a graduação, realizou estudos na Accademia Italiana de Salerno e, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, cursou parte da formação na Università degli Studi di Padova, na Itália. É fluente em português, espanhol, italiano, inglês e alemão.
A residência em Cirurgia Cardiovascular foi realizada no Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape), no Recife. Em 2019, participou de um clinical fellowship na Emory University, nos Estados Unidos. Com a pandemia de Covid-19, passou a atuar no InCor, em São Paulo, onde foi aprovado em primeiro lugar para a residência em transplante cardíaco.
Além da atuação assistencial, Álvaro mantém produção acadêmica. É doutorando em Cirurgia Cardíaca pela Maastricht University, na Holanda, e realizou fellowship na Universidade de Viena e, mais recentemente, no Deutsches Herzzentrum der Charité, em Berlim. Também possui MBA em Gestão em Saúde pela Fundação Getulio Vargas.
Na área científica, foi presidente da Associação Brasileira dos Residentes em Cirurgia Cardiovascular, atua como editor e revisor de periódicos internacionais e recebeu o Young Investigator Award em duas edições do EuroELSO. Em 2026, tem trabalhos apresentados em congressos em Toronto e Dublin.
Um dos episódios destacados em sua trajetória foi a participação em um transplante cardíaco realizado no InCor em uma paciente natural de Afogados da Ingazeira, também no Sertão do Pajeú. Segundo pessoas próximas, a coincidência da origem reforçou o vínculo entre médico e paciente.
Casado com a cardiologista Gabriela Montenegro, Álvaro é pai de dois filhos. Mesmo atuando em São Paulo e no exterior, mantém a intenção de aproximar a medicina de alta complexidade das regiões do interior pernambucano, especialmente do sertão, de onde partiu para a carreira médica.
O presidente Michel Temer disse que a última pesquisa Datafolha, na qual aparece com 82% de rejeição, “não é verdadeira”. A pesquisa foi divulgada no dia 10 de junho. Questionado sobre como retomar a pauta de votações em seus últimos meses de gestão mesmo diante da baixa popularidade, Temer respondeu que tem “a melhor relação […]
O presidente Michel Temer disse que a última pesquisa Datafolha, na qual aparece com 82% de rejeição, “não é verdadeira”. A pesquisa foi divulgada no dia 10 de junho.
Questionado sobre como retomar a pauta de votações em seus últimos meses de gestão mesmo diante da baixa popularidade, Temer respondeu que tem “a melhor relação com o Congresso” e que os parlamentares estão “trabalhando como antes”.
Segundo Temer, o projeto de lei que destrava a venda das distribuidoras da Eletrobrás está “ajustado” e deve ser votado ainda esta semana pela Câmara dos Deputados.
“Nós aprovamos, das últimas três semanas para cá, seis ou sete Medidas Provisórias numa única noite, aprovamos a reoneração no Senado, o cadastro positivo na Câmara”, afirmou Temer.
O presidente falou com a imprensa após participar de almoço com líderes do Mercosul, nesta segunda-feira (18), em Assunção, no Paraguai. Depois, retornou para o Brasil.
A Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia divulgou na quarta-feira (4) o balanço final da Operação Natal Seguro 2022, feito pela Guarda Civil Municipal. Durante 18 dias, entre 12 e 31 de dezembro, aconteceram ações em pontos estratégicos, como o centro da cidade, para reforçar a segurança da população no fim de ano, […]
A Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia divulgou na quarta-feira (4) o balanço final da Operação Natal Seguro 2022, feito pela Guarda Civil Municipal.
Durante 18 dias, entre 12 e 31 de dezembro, aconteceram ações em pontos estratégicos, como o centro da cidade, para reforçar a segurança da população no fim de ano, período em que aumenta o fluxo de pessoas no município.
Uma das principais atividades da GCM foi a abordagem de veículos, já que os guardas também estiveram presentes nas estradas que dão acesso à Custódia-PE, Arcoverde-PE e Monteiro-PB.
No total, os agentes realizaram 274 abordagens, um aumento de 13,6% na comparação com o ano retrasado. No período de 2021, de acordo com os dados fornecidos pela Central de Videomonitoramento de Sertânia (CVMS), foram registradas 241 abordagens desse tipo.
Você precisa fazer login para comentar.