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Onde choveu no Pajeú

Por Nill Júnior

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Choveu bem durante a tarde deste domingo em áreas do Médio Pajeú neste domingo (07). Em Afogados da Ingazeira, a chuva chegou a ser torrencial. No pluviômetro da Rádio Pajeú, o registro foi de 21 milímetros.

Na tarde do domingo o literalmente fechou o tempo no sertão e a chuva caiu também em Tabira, São José do Belmonte, Serra Talhada, Calumbi, Flores, Carnaíba, Solidão, Iguaraci e Ingazeira. Para hoje a previsão da meteorologia é de mais chuva.

Outras Notícias

Pesquisa Simplex é suspensa pela Justiça Eleitoral

Mais uma pesquisa que não cumpriu a legislação eleitoral foi impugnada pela Coligação Pernambuco na Veia sob a alegação de erros insanáveis, similares à da Pesquisa Real Time Big Data, e teve decisão favorável pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).  Desta vez, a sondagem que foi suspensa pela Justiça Eleitoral foi a da empresa […]

Mais uma pesquisa que não cumpriu a legislação eleitoral foi impugnada pela Coligação Pernambuco na Veia sob a alegação de erros insanáveis, similares à da Pesquisa Real Time Big Data, e teve decisão favorável pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). 

Desta vez, a sondagem que foi suspensa pela Justiça Eleitoral foi a da empresa Simplex Consultoria Econômica e Empresarial, sediada em Caruaru, que seria divulgada nesta terça-feira (25).

De acordo com a decisão do Desembargador Dario Rodrigues Leite Oliveira, a pesquisa Simplex, registrada sob o número PE-00518/2022, foi formulada de forma a induzir o entrevistado a erro, e contaminou a higidez da pesquisa. A Justiça Eleitoral ainda determinou a proibição da veiculação da pesquisa sob pena de multa de R$ 10 mil por dia.

PESQUISAS FALSAS- Desde o início do segundo turno, a Justiça Eleitoral já condenou quatro apoiadores de Raquel Lyra pela divulgação nas redes sociais de pesquisas falsas, todas elas atribuindo à candidata tucana percentuais inexistentes, sempre à frente de Marília Arraes. Todos também foram multados em R$ 53.205. Leia aqui a íntegra da decisão.

Lula e Alckmin fazem ofensiva por apoio de empresários e investidores

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice na disputa pela Presidência, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), devem começar uma nova fase na pré-campanha, em busca do apoio de empresários e do mercado financeiro e com mais agendas de rua nos Estados em que estão em desvantagem nas pesquisas eleitorais.  Ao mesmo […]

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice na disputa pela Presidência, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), devem começar uma nova fase na pré-campanha, em busca do apoio de empresários e do mercado financeiro e com mais agendas de rua nos Estados em que estão em desvantagem nas pesquisas eleitorais. 

Ao mesmo tempo em que trabalham para ampliar o respaldo político, em negociações com lideranças do PSDB, MDB e PSD, os dois tentam atrair o setor produtivo. As informações são do Valor Econômico.

Nesta segunda-feira (23), na primeira reunião da coordenação-geral da pré-campanha à Presidência, Lula relatou aos aliados uma conversa recente, por telefone, que teria tido com o ex-ministro Blairo Maggi, um dos maiores empresários de soja do país, para estreitar o diálogo com o agronegócio. 

O petista disse também que deve procurar o presidente da Fiesp, Josué Gomes, em busca de pontes com o setor industrial. Josué é filho de José Alencar, que foi vice de Lula na Presidência e morreu em 2011.

O ex-presidente afirmou ainda – segundo relatos de seus apoiadores – que assim que tiver um esboço de seu programa de governo, entre julho e agosto, vai buscar presidentes de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), para negociar propostas.

Em outra frente, Lula deve reforçar o diálogo com lideranças históricas do PSDB, sobretudo depois da desistência do ex-governador João Doria de concorrer à Presidência. 

O ex-presidente disse que deve procurar em breve o ex-senador e ex-presidente do PSDB José Aníbal, que defendeu, nesta segunda-feira, o lançamento de outro nome tucano à Presidência. O ex-senador Aloysio Nunes Ferreira, no entanto, já declarou voto no petista e Lula teve conversas com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Nos bastidores, petistas defenderam uma aproximação com Doria, para reforçar a ideia da frente ampla. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, evitou falar sobre a desistência do ex-governador, mas não descartou o diálogo. “Não somos contra conversar com ninguém que se coloca nesse campo democrático, mas isso ainda não foi discutido.”

Alckmin foi escalado para reforçar as conversas com empresários, sobretudo do agronegócio, e com investidores. O vice na chapa deve ajudar também nas conversas com nomes históricos do PSDB.

Nesta segunda (23), na reunião da coordenação-geral da pré-campanha, Lula foi aconselhado a buscar também economistas como o ex-ministro Henrique Meirelles, que foi secretário da Fazenda na gestão Doria em São Paulo e presidente do Banco Central durante o seu governo. Segundo relatos, Lula evitou comentar. O encontro foi fechado à imprensa.

O PT já tem dialogado com economistas ligados a Alckmin, como Persio Arida, que coordenou o plano de governo econômico do ex-governador quando ele concorreu à Presidência em 2018. Dentro da sigla, há a expectativa que Alckmin indique Arida para participar do programa de governo. A sigla, no entanto, evita falar sobre quem cuidará da área.

Ao ser questionada sobre Arida, a presidente do PT se esquivou. “[São] Vários economistas participando, mais de 80. É bem provável que tenha conversado com Persio Arida, André Lara Resende”, disse.

Na reunião, integrantes da pré-campanha avaliaram que há chances de a disputa pela Presidência acabar no primeiro turno, e defenderam a necessidade de ampliar desde já os apoios, não só políticos, mas também de setores econômicos. 

Participaram do encontro dirigentes dos sete partidos que compõem a chapa (PT, PSB, Psol, Rede, PCdoB, PV e Solidariedade), além de Lula e Alckmin, em São Paulo.

Tabira: Nelly Sampaio garante na Justiça gratificações ao salário

A vereadora Maria Nelly de Lima Sampaio Brito (Nelly de Mano) conquistou uma vitória na Justiça de Tabira. Em decisão proferida no último dia 24 de agosto, o juiz da Vara Única da Comarca de Tabira concedeu a segurança no Mandado de Segurança Cível nº 0000082-34.2025.8.17.3420, determinando a nulidade do ato administrativo que havia suspendido […]

A vereadora Maria Nelly de Lima Sampaio Brito (Nelly de Mano) conquistou uma vitória na Justiça de Tabira. Em decisão proferida no último dia 24 de agosto, o juiz da Vara Única da Comarca de Tabira concedeu a segurança no Mandado de Segurança Cível nº 0000082-34.2025.8.17.3420, determinando a nulidade do ato administrativo que havia suspendido a incorporação de suas gratificações ao salário.

O processo foi acompanhado pelo advogado Caio Soares, que defendeu a legalidade do direito adquirido da vereadora, destacando que ela já preenchia os requisitos previstos na Lei Municipal nº 019/1997.

Na sentença, o magistrado reconheceu que a suspensão do pagamento ocorreu de forma ilegal, sem a devida conclusão do processo administrativo e em afronta aos princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. Além disso, ressaltou que a gratificação possui caráter alimentar, sendo essencial para a subsistência da servidora.

Com a decisão, foi determinado o imediato restabelecimento das gratificações, nos mesmos moldes em que vinham sendo pagas antes da suspensão.

A vereadora comemorou a vitória, afirmando que esta decisão representa não apenas o reconhecimento de um direito pessoal, mas também uma afirmação da legalidade e da segurança jurídica em favor de tantos servidores que sofrem com perseguições políticas.

O advogado Caio Soares destacou que a decisão reforça a necessidade de respeito às garantias constitucionais e aos direitos dos servidores públicos, evitando práticas arbitrárias por parte da administração.

Coluna do domingão

Lançamento de “Lula 2018” é hoje A considerar o volume de pessoas que estarão hoje em Monteiro acompanhando a visita de Lula e Dilma às obras da Transposição (já se fala em dez mil pessoas), não há dúvidas de que o ato será palanque para o lançamento dá pré campanha de 2018 do ex-presidente. Depois, […]

Lançamento de “Lula 2018” é hoje

A considerar o volume de pessoas que estarão hoje em Monteiro acompanhando a visita de Lula e Dilma às obras da Transposição (já se fala em dez mil pessoas), não há dúvidas de que o ato será palanque para o lançamento dá pré campanha de 2018 do ex-presidente.

Depois, porque até três de maio, data em que acontece o aguardado depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro, vai ser a primeira oportunidade de demonstração de pressão popular das forças que apóiam o petista. Depois disso, Lula terá apenas o 1º de maio como grande ato pré depoimento.

É parte de uma espécie de jogo de xadrez psicológico para criar um ambiente que torne cada vez mais complexo o cenário caso a decisão futura seja de decretar sua prisão. Lula continua se dizendo vítima de uma tentativa política, e não jurídica, além de midiática de tira-lo do páreo. Investigadores da Lava Jato e o juiz Moro dizem o contrário.

A verdade é que o cenário político e jurídico em tempos de Lava Jato é tão complexo que um prognóstico aceitável é impossível de cravar, inclusive em torno do ex-presidente.

Daqui a um ano, em março de 2018, vai ser possível olhar pra trás e dizer: “o ato foi arrancada para o fortalecimento do seu projeto”. Ou: “tanta zoada pra nada”. Em que frase você aposta?

Patriota quer ser

O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, continua fazendo contas e tentando se articular para um mandato legislativo. Ontem, se reuniu com quatro vereadores do PSB de Calumbi de calculadora na mão. A reeleição na AMUPE, como sabemos, também é parte do projeto.

Socialistas longe

O único socialista da região que iria fincar os pés em Monteiro para ver Lula era Anchieta Patriota, prefeito de Carnaíba.

Mas um compromisso em Recife o tirou da agenda. De qualquer forma, ajudou com um ônibus para levar pessoas ao ato.

A decisão de Paulo Câmara em não aparecer por lá foi a senha para os demais assistirem o ato pela TV.

Se convocado, Sinézio vai

O vereador petista Sinézio Rodrigues disse ter ficado surpreso com os 10% de serra-talhadenses que disseram votar nele para Federal em 2018. Admite que o dado aumenta a pressão para ser candidato ajudando o PT. “Há sim possibilidade”, diz sobre a disputa.

Capitalizou

A se considerar o cenário apontado pelo Múltipla em Serra, o único ministro que tem capitalizado politicamente para 2018 é Mendonça Filho, da Educação, que já aparece pontuando pra governador. Bruno Araújo tem uma máquina de fazer votos na mão, mas não sabe o caminho do interior.

Loteamento político irregular

Mesmo com 100% dos prefeitos com nomes certos para 2018, o de Serra Talhada, Luciano Duque, acha que um candidato pode sair bem da região mesmo sem grandes cabos eleitorais. Pesquisas que indicam insatisfação com o atual quadro o fazem crer nisso.

Quem escreveu?

Um gente boa, o presidente do TRE, Antônio Carlos Alves, poderia ter evitado que seu discurso na entrega do Fórum Eleitoral virasse a gafe da noite. Tentou contar afogadenses a história da própria cidade e chamou Jabitacá de “jabuticaba”. Merece desconto pelo esforço.

Não podia, Djalma!

A lei orgânica de Solidão proíbe que vereadores firmem contrato com o executivo. Está no artigo 18.

Mas quando legislador, tendo até presidido a Câmara, o hoje prefeito Djalma Alves forneceu itens de sua padaria para lanches em vários eventos da municipalidade.

Quanto foi?

São pelo menos onze empenhos de diversas secretárias, como o 0001589, de fornecimento de lanches para evento com professores. Entre 2012 e 2015, a gestão Cida contratou à empresa Djalma Alves de Souza, CNPJ 02.339.022/0001-06 quase R$ 9 mil.

Frase da semana: “É esse que vai levar o tiro primeiro?”

De um PM, antes do seu colega atirar em Edvaldo Alves, que protestava contra a violência em Itambé. O caso repercute no estado. A vítima continua internada.

PSB de Tabira promove reunião do “fim melancólico de seu projeto” nas próximas horas

Por Anchieta Santos Objetivando finalmente definir o rumo que vai tomar na eleição de 2016 o PSB se reunirá nas próximas 24 horas em Tabira, depois de cinco ou seis pré-candidatos a prefeito desistirem. Depois da executiva estadual vetar a indicação do vice do prefeito Sebastião Dias, numa aliança com o palanque que apoia o […]

“Aqui jaz o projeto de candidatura independente e de oxigenação da política de Tabira, tão propagado pelo PSB local”

Por Anchieta Santos

Objetivando finalmente definir o rumo que vai tomar na eleição de 2016 o PSB se reunirá nas próximas 24 horas em Tabira, depois de cinco ou seis pré-candidatos a prefeito desistirem.

Depois da executiva estadual vetar a indicação do vice do prefeito Sebastião Dias, numa aliança com o palanque que apoia o senador Armando Monteiro e por último ex-aliados de Dinca sinalizarem em voltar ao grupo de onde saíram, o Partido Socialista Brasileiro fará sua última reunião.

A realidade é que o PSB, que até alguns dias atrás prometia fazer uma nova política, está saindo do páreo mais velho do que antes.

Hoje o vereador Sebastião Ribeiro, o ex-vice-prefeito Joel Mariano, o suplente de vereador Vianey Justo, Ridaylson Cipriano (Beliato), secretário do partido, e a advogada e pré-candidata a vereadora Cláudiceia Rocha já dão como certa a retomada da Comissão Provisória do partido e a coligação com a candidata do PMDB, Nicinha de Dinca.

Por outro lado, vereadores importantes do partido como Edmundo Barros, Marcos Crente e Zé de Bira, deverão perder os seus mandatos não disputando a reeleição. O ex-prefeito Josete Amaral deverá participar da reunião onde deverá ter uma não muito honrosa missão:  fechar a tampa do caixão socialista e seu projeto independente.