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Em discurso na Câmara, Gonzaga Patriota homenageia radialista Carlos Augusto

Por Nill Júnior

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Durante discurso proferido na tribuna do Plenário Ulisses Guimarães, na Câmara Federal, o deputado Gonzaga Patriota (PSB/PE) fez uma homenagem ao radialista Carlos Augusto, falecido na última quinta-feira (02) após sofrer uma parada cardíaca oriunda de insuficiência renal e diabetes.

Patriota relembrou a trajetória profissional do radialista Carlos Augusto. “Carlos Augusto, ex-vice-prefeito de Petrolina, na gestão de Guilherme Coelho, foi uma das vozes que acompanhou a história do rádio no Vale do São Francisco e primeiro locutor de Petrolina. Ele iniciou a vida de comunicador no Serviço de Auto Falantes Brasil Publicidade, de Manoel Alves Sibaldo, o “Menininho”, em Petrolina, no início da década de sessenta (1962), a partir daí, nunca mais largou o microfone”, rememorou o socialista.

O radialista Carlos Augusto
O radialista Carlos Augusto

O deputado ainda recordou o papel do radialista na implantação da Emissora Rural em Petrolina. Ao lado do padre Mansueto de Lavor, a convite do bispo Dom Antônio Campelo de Aragão, fundou a Emissora Rural, “A Voz do São Francisco”. Alvorada Alegre, Forró no Balundeiro e Forró na Cuia Grande, foram alguns dos programas que apresentou na Emissora Rural”, disse.

Sobre a Festa do Vaqueiro e a Jecana, Gonzaga destacou que em 1967, Carlos Augusto revitalizou a Festa do Vaqueiro, de Petrolina, que todos os anos reúne centenas de vaqueiros. No início da década de 1970, para chamar a atenção contra a matança indiscriminada que estava dizimando o jumento, animal símbolo do sertão, lançou em seu programa na Emissora Rural, a ideia de se realizar uma corrida de jegues. Com isso, em 1972 realizou a 1ª Jecana, uma incrível “Gincana de Jegues”.

E finalizou: “Ao grande amigo Carlos Augusto, agora, orações, orações e orações. Aos seus familiares e amigos, a nossa eterna admiração por esse grande homem que para nós, permanecerá vivo em nossa memória”.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Tradição do São João com dias contados? É São João, mas não se engane: não chegou embalado pelas promessas de encontro com as raízes, porque a cada ano os festejos juninos típicos do Nordeste sofrem ataques mais certeiros e a tradição vai virando poeira na memória. Cheiro de comida de milho, o som do forró […]

*Trecho de opinião de Luce Pereira ao Diário de Pernambuco

Tradição do São João com dias contados?

É São João, mas não se engane: não chegou embalado pelas promessas de encontro com as raízes, porque a cada ano os festejos juninos típicos do Nordeste sofrem ataques mais certeiros e a tradição vai virando poeira na memória.

Cheiro de comida de milho, o som do forró pé de serra, os tiros dos bacamarteiros, as quadrilhas e adivinhações, as fogueiras e os fogos, tudo vai sendo substituído por uma versão comercial (e descartável) que afugenta, sobretudo, os ritmos da terra enquanto escancara as portas para visitantes que têm tanta intimidade com o forró quanto tocadores de pífano têm com a música feita por “sertanejos” do tipo Luan Santana.

Tanto descaso e desrespeito com a identidade cultural da região se mostram tão brutais que o resultado não poderia se revelar mais previsível: dentro de poucos anos, o verdadeiro São João poderá ser visto, não vivido.

Restarão os recursos audiovisuais para matar as saudades, isso se não houver reação capaz de preservar o que resta. Ao menos por parte de alguns músicos ela já começou, embora ainda esteja limitada apenas a exprimir o desgosto com o rumo que tudo está tomando.

Culpa maior das prefeituras, que na eterna lua de mel com produtores das estrelas e bandas em evidência, transformam a grade de programação da festa em uma espécie de “momento alienígena”. Afinal, tanta estranheza dá a impressão que o Nordeste, em junho, é obrigado a mudar-se para outro lugar qualquer do país.

Incomodado com os ataques à tradição junina, responsáveis pelo encolhimento a cada ano do espaço para seguidores, discípulos ou simpatizantes do legado do Rei do baião, o músico Chambinho do Acordeon, que fez o papel do artista no filme Gonzaga: De pai pra filho, esperneia desde 2016 através de uma campanha que lançou com o título Devolva nosso São João.

Nivaldo Expedito de Carvalho (seu nome de batismo) estava desempenhando o papel de Targino dos 120 Baixos na novela Velho Chico quando teve a ideia. Na ficção, a personagem se deparava com o problema enfrentado na vida real: ao perambular por vilarejos com sua sanfona, a música que tocava em redutos antes dominado pelo forró era a mesma contra a qual os músicos nativos de rebelam em tempos juninos.

Pessoalmente, falta de trabalho não é o que inquieta Chambinho, que tem 25 shows na agenda por mês, mas a vida de sanfoneiros em condição bem menos privilegiada, gente que toca há décadas na festa e, de repente, tem a sanfona emudecida a um canto justamente no mês em que ela menos descansava.

O próprio Dominguinhos, extraordinário sanfoneiro e compositor que conduziu mais de perto o legado de Luiz Gonzaga, sofreu na pele os efeitos do esgarçamento desta tradição: nos últimos anos de vida, chegou a ser preterido na grade de programação de cidades importantes do ciclo junino.

São muitos os descontentes, inclusive com o perverso discurso de que “os tempos mudaram”. A quem entende assim, recomenda-se ao menos a leitura de uma conhecida citação que reluz no início de muitos trabalhos de conclusão do curso de pedagogia: “Um povo que não tem raízes acaba se perdendo no meio da multidão. São exatamente nossas raízes culturais, familiares, sociais, que nos distinguem dos demais e nos dão uma identidade de povo, de nação” (Pedroso, 1999). Nordestinos, afinal, é o que somos.

Empossado

Por algumas horas, sem decreto ou ato institucional que lhe desse a envergadura do cargo, o Deputado Federal Sebastião Oliveira foi Governador de Pernambuco. Pelo menos nas horas que antecederam a entrega da Estrada de santa Rita pelo Governador Paulo Câmara. Antes, auxiliares de Oliveira bradavam aos quatro cantos que o Secretário entregaria a obra ao povo de Serra Talhada…

Prática comum

É comum a crítica a Sebastião e outros aliados de Câmara de que essa conduta é uma parte da questão que impacta em seus índices de popularidade para baixo. Quando a ação é positiva, aliados se agarram a ela como se fossem os arautos da execução. Quando a agenda é negativa e esses mesmos aliados são provocados,  jogam no balaio do governador. Mais uma da série “saudades de Eduardo”.

Desnível

O nível da política tabirense é de intoxicar o fígado. Nas redes sociais, ao se referir ao advogado César Pessoa, o vice-prefeito Zé Amaral costuma chamá-lo de “César Besteira”. No bate-rebate, adversários de Amaral o batizaram de “Zé, o Doido”. Que lindo…

Na pista

Enquanto José Patriota não anuncia seu nome para Estadual, a vereadora e pré candidata Aline Mariano vai ocupando espaço. Já colocou na  agenda sua presença na Expoagro 2018, onde circulará ente as pessoas se apresentando como a candidata da terra, ao lado do pai Antonio Mariano. Alguns vereadores já fechados com ela acompanharão o beija mão…

Pegou mal

Noves fora, o ato de anúncio do apoio de Sílvio Costa a Marília Arraes, sem a paixão dos lados, parece ter sido ruim para a petista e seu projeto. Soou como pressão à Executiva Nacional e ato de rebeldia aos passos internos da legenda. A ponto de, publicamente, Gleisi Hoffman dizer que o episódio não tem chancela da legenda.

Projeto Fermento

O vereador Zé Negão negou ida imediata para o Patriotas, antigo PEN, mas deixou clara a estratégia da legenda. Se conseguir reunir os três vereadores que tem, mais nomes como Zé, Augusto Martins, Erickson Torres e outros, pode mudar de status em 2020. Do partido da chapinha, que emplacou três legisladores, para uma legenda que pode ser fiel da balança.

Engolindo seco

Evandro Valadares e aliados internamente não digeriram bem a mudança de candidato a Deputado Estadual sugerida pelo Palácio, trocando Nilton Mota por Clodoaldo Magalhães,  por questões óbvias. Nilton já estava ambientado com o bloco e identificado com a base do prefeito. Mas, admite, considerando que a solicitação veio de cima, pode engolir o sapo…

“Bênça seu padre”

O vice prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, entrou com os dois pés na brincadeira junina promovida pela prefeitura esta semana, em que o prefeito Luciano Duque foi caracterizado de “padre petista”. Sonhar mesmo, Márcio sonha com a bênção de sua candidatura pelo gestor, em 2020. Em 2012, era Duque a sonhar com o apoio de Carlos Evandro. Esperou, conseguiu, rachou, e seguiu…

Frase da semana: 

“Ele não viu que eu tava com a roupa da escola, mãe?” – Marcos Vinícius da Silva, de 14 anos, à mãe Bruna, baleado durante operação policial noComplexo da Maré, Rio, momentos antes de morrer.

Emoção no primeiro ato dos 60 anos da Rádio Pajeú

O Cine São José ficou lotado para receber o debate “A Rádio e a História”. Um encontro sobre os 60 anos da Radio Pajeú e seu papel no desenvolvimento da região. Foi o primeiro ato pelos 60 anos da Rádio Pajeú, a pioneira do Sertão Pernambucano. O mestre de cerimônia foi o comunicador Celso Brandão. […]

Foto: Bruna e William Tenório

O Cine São José ficou lotado para receber o debate “A Rádio e a História”. Um encontro sobre os 60 anos da Radio Pajeú e seu papel no desenvolvimento da região. Foi o primeiro ato pelos 60 anos da Rádio Pajeú, a pioneira do Sertão Pernambucano. O mestre de cerimônia foi o comunicador Celso Brandão.

Como convidados, o Monsenhor Assis Rocha, ex-diretor da emissora, José Tenório, comunicador da era de ouro, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, ex-Gerente Administrativo responsável pela transição para o atual momento. O debate foi mediado pelo comunicador Anchieta Santos.

Cada um partilhou sua vivência na emissora. O Padre Assis Rocha falou da história da emissora e da ligação com os primeiros bispos Diocesanos, Dom João José da Mota e Albuquerque e Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho. Ele destacou a força dos bispos na Fundação e primeiros passos da emissora na evangelização e formação do Sertão Pernambucano.

Lembrou também o pioneirismo e da história da Rádio Pajeú nas transmissões históricas.

O Monsenhor João Acioly destacou a importância de Dom Luis Pepeu e Dom Egídio Bisol na estruturação receber da emissora. O primeiro foi responsável pela reforma de sede e do espaço que abriga hoje o Museu do Rádio. E o atual articulou junto à Comissão Episcopal Italiana (CEI), recursos determinantes para a sua migração para FM.

Já Zé Tenório lembrou da Era de Ouro do rádio, dos programas que apresentou e brincou com a aparência de seu estilo com o de Waldecir Menezes. A força dos comunicadores à época atraia multidões. Em um exercício de memória, Anchieta Santos, mediador e Zé Tenório lembraram com a plateia de comunicadores que fizeram a história da emissora.

O presidente da Câmara de Vereadores, Igor Mariano, lembrou da relação do seu pai, Simplício Sá com a emissora e do papel que teve como autor do projeto que tombou o prédio do Museu do Rádio.

O prefeito José Patriota lembrou de sua relação com a emissora, desde os treze anos apresentando vários programas na emissora ligados à igreja ou à formação sindical.

Padre Josenildo, Gerente Administrativo Adjunto agradeceu a todos que contribuiram com a história da emissora e, assim como Igor, fez referência ao slogan No Coração do Povo, dizendo que tinha relação com o sentimento de proximidade com a rádio e a sociedade.

Em seguida, houve show com o cantor Flávio Leandro. Sertanejo de Bodocó.  Flávio emocionou o público com seus sucessos. Uma noite inesquecível.

Charlles de Tiringa lança vaquinha virtual. “Sabe o que o fraco de condição passa”

O pré-candidato a Deputado Federal Charlles de Tiringa, do PSB, lançou uma vaquinha virtual para arrecadar recursos na sua campanha. Apesar da condição de milionário, conforme declaração de patrimônio na última campanha, Charlles explica que a arrecadação é necessária por conta da legislação eleitoral, que impõe limites. No Brasil, a campanha é bancada por um […]

O pré-candidato a Deputado Federal Charlles de Tiringa, do PSB, lançou uma vaquinha virtual para arrecadar recursos na sua campanha.

Apesar da condição de milionário, conforme declaração de patrimônio na última campanha, Charlles explica que a arrecadação é necessária por conta da legislação eleitoral, que impõe limites.

No Brasil, a campanha é bancada por um sistema misto de financiamento, composto majoritariamente por recursos públicos e complementado por doações de pessoas físicas e recursos próprios dos candidatos. Desde 2015, doações de empresas (pessoas jurídicas) são estritamente proibidas pela legislação eleitoral brasileira.

O teto máximo de gastos fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para uma campanha a deputado federal é de R$ 3,17 milhões.

Tiringa participou do vídeo e argumentou que eles “já sabem o que é que o pobre de condições passa”. Até esse post, a campanha arrecadou R$ 7.200.

Municípios pernambucanos recebem Selo Unicef

Uma solenidade no teatro Santa Isabel marcou a entrega do “Selo Unicef Município Aprovado”, prêmio criado para estimular os gestores a implementarem políticas públicas para diminuir as desigualdades e garantir os direitos de crianças e adolescentes. A certificação é um destaque internacional aos esforços estadual e municipal em manter ações na saúde, educação, proteção e participação […]

Luciano Duque, de Serra Talhada
Luciano Duque, de Serra Talhada

Uma solenidade no teatro Santa Isabel marcou a entrega do “Selo Unicef Município Aprovado”, prêmio criado para estimular os gestores a implementarem políticas públicas para diminuir as desigualdades e garantir os direitos de crianças e adolescentes.

A certificação é um destaque internacional aos esforços estadual e municipal em manter ações na saúde, educação, proteção e participação social. Acompanhado da primeira-dama Ana Luiza, o governador Paulo Câmara ressaltou a importância do planejamento para a implantação de políticas públicas.

“Apesar de todos os desafios do ano de 2016, nós chegamos aqui, no mês de dezembro, podendo comemorar o Selo da Unicef para muitos municípios. Mas, acima de tudo, um trabalho de cada um dos senhores e das senhoras em favor das nossas crianças, em favor dos nossos jovens”, frisou o governador.

Guga Lins - Sertânia
Guga Lins – Sertânia

O representante da Unicef no Brasil, Gary Stahl, exaltou o avanço de Pernambuco em diversos segmentos. “A mortalidade infantil caiu quase 14% nos municípios certificados em Pernambuco – dobro da redução da média nacional. Isso significa que 62 bebês deixaram de morrer em cada ano nesse período”, informou Gary, parabenizando ainda os esforços do Estado e dos municípios avaliados pela entidade.

Um dos 35 agraciados com a quarta edição do Selo, o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório, afirmou que o foco na educação foi primordial no processo. “Conseguimos ser premiados em todos as categorias graças a nossa política de base da educação. Agora, a gente parte para uma parceria com o Governo do Estado para a universalização do ensino integral”, contou o gestor sertanejo.

15327235_1816799018532827_5802510113151051608_nForam agraciados com o selo as cidades de Águas Belas, Arcoverde, Bezerros, Bonito, Brejinho, Cabrobó, Caruaru, Casinhas, Cedro, Flores, Ibimirim, Itacuruba, Itambé, João Alfredo, Lagoa Grande, Limoeiro, Orobó, Panelas, Petrolândia, Petrolina, Poção, Salgueiro, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Maria da Boa Vista, Santa Terezinha, São Bento do Una, São Caetano, São José do Egito, Serra Talhada, Sertânia, Surubim, Tacaimbó, Tacaratu, Tuparetama e Venturosa.

Coligação de Nicinha perde ação ao tentar barrar carreta Mamute em evento de Flávio Marques e Marcos Crente

A Coligação “Juntos para o Trabalho Continuar”, liderada por Nicinha, sofreu mais uma derrota na Justiça Eleitoral ao tentar impedir a carreta de som que puxará o arrastão que será realizada hoje (14) em Tabira pela Coligação “A Mudança Se Faz Com Todas as Forças”, encabeçada pelos candidatos Flávio Marques e Marcos Crente. Com a […]

A Coligação “Juntos para o Trabalho Continuar”, liderada por Nicinha, sofreu mais uma derrota na Justiça Eleitoral ao tentar impedir a carreta de som que puxará o arrastão que será realizada hoje (14) em Tabira pela Coligação “A Mudança Se Faz Com Todas as Forças”, encabeçada pelos candidatos Flávio Marques e Marcos Crente.

Com a decisão desfavorável, a “Carreta Mamute” está confirmada hoje no evento de Flávio Marques e Marcos Crente, mantendo o ritmo da campanha eleitoral na cidade de Tabira.

Essa é mais uma derrota judicial para a coligação de Nicinha, que tem buscado frear a movimentação crescente da campanha de Flávio Marques e Marcos Crente.

A ação, movida pela coligação de Nicinha, alegava que o veículo “Carreta Mamute”, utilizado pela campanha de Flávio Marques, seria configurado como um trio elétrico, o que é proibido pela legislação eleitoral para arrastões e carreatas, exceto em comícios, conforme o artigo 39, §10, da Lei n. 9.504/97. A acusação pedia que o evento fosse barrado sob pena de apreensão do veículo.

No entanto, a defesa da coligação de Flávio Marques argumentou que o veículo em questão se enquadra como um carro de som dentro dos limites legais de potência sonora permitidos para eventos como carreatas e arrastões, não sendo, portanto, um trio elétrico.

O juiz João Paulo dos Santos Lima, da 50ª Zona Eleitoral de Tabira, decidiu que não há provas suficientes para comprovar que o equipamento utilizado exceda os limites estabelecidos pela legislação. Além disso, a decisão apontou que a coligação de Nicinha também utilizou equipamentos sonoros semelhantes em eventos anteriores, o que contribuiu para a negativa da liminar.