Cenipa recebe análise das turbinas do avião que caiu em Santos
Por Nill Júnior
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já recebeu resultado da análise laboratorial das turbinas do jato Cessna 560XL prefixo PR-AFA, que caiu no dia 13 de agosto em Santos (SP). A análise foi feita por oficina credenciada pelo fabricante e o laudo encaminhado ao Cenipa para que seja analisado em conjunto com outras informações. Não foi divulgado o teor do documento.
Segundo a Aeronáutica, o resultado da análise será apresentado no relatório final, após a integração de todos os dados do processo de investigação. Além disso, outras ações estão sendo feitas para apurar as causas do acidente, como a coleta de informações com testemunhas. No acidente, sete pessoas morreram, entre elas o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos.
Em 2018, ministra havia votado pela imparcialidade do ex-juiz da Lava Jato; provas do caso tríplex de Guarujá serão anuladas A ministra Cármen Lucia (STF) mudou seu voto nesta terça-feira (23) e definiu pela parcialidade do então juiz Sergio Moro na condução do processo da Lava Jato que levou à condenação do ex-presidente Lula (PT) […]
Em 2018, ministra havia votado pela imparcialidade do ex-juiz da Lava Jato; provas do caso tríplex de Guarujá serão anuladas
A ministra Cármen Lucia (STF) mudou seu voto nesta terça-feira (23) e definiu pela parcialidade do então juiz Sergio Moro na condução do processo da Lava Jato que levou à condenação do ex-presidente Lula (PT) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). A reportagem é de Matheus Teixeira e Marcelo Rocha/Folha de S. Paulo.
Com o voto da magistrada, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu anular a ação do tríplex e julgar procedente o habeas corpus em que a defesa do petista pedia a declaração da suspeição de Moro neste caso.
Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski foram os outros dois integrantes do colegiado a votar contra o ex-juiz da Lava Jato. Os votos derrotados foram os de Kássio Nunes Marques e Edson Fachin, relator do caso.
A análise do tema começou no final de 2018 com os votos a favor de Moro dos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia. Na ocasião, Gilmar pediu vista (mais tempo para analisar o caso) e suspendeu o julgamento.
Em 8 de março passado, porém, em um outro caso, Fachin deu uma decisão individual para anular todas as condenações contra Lula, incluindo a do sítio de Atibaia, que já tinha sido analisada em segunda instância e também tornava o petista inelegível.
Fachin devolveu os direitos políticos do ex-presidente, mas afirmou que isso levava à perda de objeto do habeas corpus sobre a suspeição de Moro.
Diante disso, no dia seguinte, Gilmar levou o tema para análise da Segunda Turma, e os quatro ministros divergiram de Fachin e se posicionaram a favor do prosseguimento do julgamento sobre Moro.
Naquele dia, porém, Kassio Nunes Marques pediu vistas do processo, sob o argumento de que chegou há pouco tempo no tribunal e precisava estudar melhor o processo.
Ele liberou o caso nesta terça-feira, e Gilmar levou a conclusão da análise do habeas corpus para o mesmo dia. Em seu voto, Kassio se posicionou contra o pedido de Lula. Já Cármen mudou seu voto de 2018 e determinou a derrota de Moro e sua consequente suspeição.
Agora há um temor entre defensores da operação Lava Jato que a decisão abra caminho para anulação de diversos outros processos da força-tarefa. Isso porque, advogados de investigados já se preparam para apresentar pedidos similares ao do petista para que seja declarada a parcialidade de Moro também em outros processos.
Com o resultado em favor de Lula, o ex-presidente já tem garantida a anulação do caso do tríplex, que o impediu de participar das eleições de 2018.
Para garantir sua elegibilidade em 2022, porém, o petista ainda depende do julgamento do plenário do STF que discutirá a decisão de Fachin em favor do petista.
Caso a maioria da corte referende a decisão, ele terá os direitos políticos de volta e poderá disputar o pleito de 2022 —o que neste momento já está valendo pela decisão individual de Fachin.
Se o resultado no plenário for no sentido oposto, porém, ainda remanescerá a condenação em duas instâncias no caso do sítio de Atibaia e ele seguirá inelegível.
Assim, Lula dependerá de uma nova declaração de suspeição de Moro, que não foi responsável por condená-lo em primeira instância, mas que atuou no início do processo.
No habeas corpus ao Supremo, a defesa do ex-presidente apontou diversos fatos que comprovariam a parcialidade de Moro, como o deferimento da condução coercitiva, em março de 2016, sem prévia intimação para oitiva; autorização para interceptações telefônicas do ex-presidente, familiares e advogados antes de adotadas outras medidas investigativas; a divulgação de grampos; e a atuação durante o plantão do juiz federal Rogério Favreto para que Lula não fosse solto.
Depois, a defesa ainda acrescentou o argumento de que a posse de Moro como ministro da Justiça de Jair Bolsonaro seria outro indício de que o ex-magistrado teria atuado de maneira parcial.
A defesa também juntou aos autos, em 2019, diálogos obtidos pelo site The Intercept Brasil e publicados por outros veículos de imprensa, como a Folha, entre integrantes da Lava Jato que indicam uma relação próxima de Moro com o Ministério Público Federal, responsável pela acusação.
Logo após a divulgação das mensagens, a defesa anexou as reportagens que tratavam do assunto para reforçar seus argumentos de que o ex-juiz não agiu com equidistância na Lava Jato.
Paralelamente, em outro procedimento em análise no Supremo, sobre uma ação penal ainda em tramitação no Paraná, conseguiu ordem do ministro Ricardo Lewandowski para ter acesso ao conteúdo hackeado de celulares de autoridades na operação.
A determinação foi efetivamente cumprida em janeiro e recebeu o aval de outros ministros da corte em sessão da Segunda Turma do tribunal no início deste mês. A defesa do ex-presidente, porém, diz que não precisa juntar mais elementos nesse pedido de habeas corpus para provar a parcialidade do ex-magistrado.
O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, afirmou em depoimento que arrecadou e pagou uma quantia superior a R$ 70 milhões desviado da companhia para os peemedebistas Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, Romero Jucá (RR), senador e ex-ministro, e José Sarney (AP), ex-presidente da República, assim como a outros líderes do partido, segundo informa o […]
O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, afirmou em depoimento que arrecadou e pagou uma quantia superior a R$ 70 milhões desviado da companhia para os peemedebistas Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, Romero Jucá (RR), senador e ex-ministro, e José Sarney (AP), ex-presidente da República, assim como a outros líderes do partido, segundo informa o jornal O Globo.
De acordo com Machado, que fechou acordo de delação premiada, o maior montante foi destinado a Renan Calheiros, que o indicou à presidência da Transpetro em 2003.
O senador alagoano permaneceu apoiando Machado para que ele se mantivesse no cargo até 2015, ainda que tivesse sido acusado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, de receber propina.
Machado afirma que repassou ao ex-presidente Sarney, durante o período em que comandou a estatal, cerca de R$ 20 milhões. Já o senador e ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá, teria recebido quantia semelhante, aproximadamente R$ 20 milhões.
Além dos caciques do PMDB, outros partidários também foram citados por Machado como beneficiários de dinheiro desviado da estatal. Jáder Barbalho (PMDB-PA) e Edison Lobão (PMDB-MA) foram acusados no depoimento. Segundo O Globo, o ex-presidente da subsidiária da Petrobras mencionou somas repassadas a seus padrinhos políticos e também indicou contratos e caminhos percorridos pelo dinheiro até os destinatários acusados.
A foto dos vereadores governistas na Fazenda Melancias, do ex-prefeito e ex-deputado José Marcos de Lima, claro, correu trecho em São José do Egito. Pela manhã, o Senador Humberto Costa e o Deputado Federal Carlos Veras estiveram com o prefeito Evandro Valadares, o Secretário Paulo Jucá e vereadores da base governista. A reunião aproximou a aliança […]
A foto dos vereadores governistas na Fazenda Melancias, do ex-prefeito e ex-deputado José Marcos de Lima, claro, correu trecho em São José do Egito.
Pela manhã, o Senador Humberto Costa e o Deputado Federal Carlos Veras estiveram com o prefeito Evandro Valadares, o Secretário Paulo Jucá e vereadores da base governista.
A reunião aproximou a aliança que deve ser firmada entre PT e PSB no município. Está bem encaminhado que o PSB deve ficar na cabeça da chapa, provavelmente com o atual vice, Eclérinston Ramos, e PT na vice.
Ocorre que, por sugestão de Rona Leite, Humberto fez uma visita de cortesia ao ex-prefeito e ex-deputado Zé Marcos. E o acompanharam os vereadores David Teixeira, Tadeu do Hospital e Alberto Loló.
Claro, não faltariam fotos do encontro. Ocorre que, bem ao estilo político do interior, alguns governistas não gostaram da presença dos três vereadores da base na casa de Zé Marcos ao lado de alguns opositores de Evandro, como Albérico Tiago, Maurício do São João, Damião de Carminha e Jota Ferreira.
Mas não passaria disso se não fosse a reação de Tadeu do Hospital. Em um áudio que compartilhou justificando sua atitude, ele culpa, acreditem, quem tirou a foto. “Eu sou do grupo. Nós num tem nada a vez com o grupo de Zé Marcos. Mas quando chegou lá a primeira coisa que Marcelo Patriota fez foi tirar uma foto”.
E criticou o fotógrafo: “sai conversa de um jeito, sai conversa do outro. Marcelo Patriota tem muita maldade no coração. A gente nem desceu do carro e ele já veio, bate aqui uma foto. Eu achei chato sair”, disse.
Mesmo considerando que há relevância zero na ida de governistas à casa de Zé Marcos e que a repercussão é típica da política interiorana, fica a questão: se não queria sair na foto, pra que foi? A maioria dos governistas ficou onde estava…
No último dia 12 foi inaugurado no Distrito de Loanda, zona rural do município, a Unidade de Inclusão Produtiva e o Serviço de Convivência. Já naquela oportunidade o secretário de Desenvolvimento Social, Josenildo André, informava que a finalidade dos aparelhos era trabalhar a permanência dos jovens no campo, “mas uma permanência com qualidade e dignidade”, […]
No último dia 12 foi inaugurado no Distrito de Loanda, zona rural do município, a Unidade de Inclusão Produtiva e o Serviço de Convivência.
Já naquela oportunidade o secretário de Desenvolvimento Social, Josenildo André, informava que a finalidade dos aparelhos era trabalhar a permanência dos jovens no campo, “mas uma permanência com qualidade e dignidade”, disse ele e, esta qualidade, na visão do secretário está atrelada a capacitação da mão-de-obra que possibilitará um convívio mais lucrativo e prazeroso dos jovens com as atividades rurais.
Numa parceria do município e o Governo Federal, pela primeira vez cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico para zona rural.
126 jovens estão matriculados nos cursos de Agricultor Orgânico, Bovinocultor de Leite, Forragicultor, Operador de Implementos Agrícolas e Operador de Sistema de Irrigação, oferecidos pela Unidade de Inclusão Produtiva e ministrados na Escola Municipal Fausto Pereira. Além destes 5 cursos, mais 2 cursos ligados a cadeia produtiva do leite, vem sendo realizado em parceria com o Governo Estadual através do Programa “PE no Batente”.
“É a primeira vez que o Pronatec ministra seus cursos na zona rural. Ao todo são 7 cursos oferecidos aos jovens do campo, capacitando-os e dando-lhes condições de tirarem da terra seu sustento e de suas famílias, com dignidade e qualidade de vida”, disse Josenildo.
Além da Unidade de Inclusão Produtiva, o Serviço de Convivência da SMDS, já começa a identificar as potencialidades da comunidade para atuar com atividades culturais, através de oficinas de danças regionais ou outras aptidões, bem como através da inclusão digital.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, teve encontro com o Secretário Executivo da Casa Civil, Yuri Coriolano. O Gerente Regional de Articulação da Casa Civil, Mário Viana Filho, também esteve no encontro. O encontro discutiu parcerias institucionais do estado e, claro, também discutiu o quadro político da região. Sandrinho não tem […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, teve encontro com o Secretário Executivo da Casa Civil, Yuri Coriolano.
O Gerente Regional de Articulação da Casa Civil, Mário Viana Filho, também esteve no encontro.
O encontro discutiu parcerias institucionais do estado e, claro, também discutiu o quadro político da região.
Sandrinho não tem escondido que mesmo estando no PSB, seria interessante ter o apoio da governadora Raquel Lyra.
Aliás, é certo dizer que Sandrinho fica no PSB e mantém sua fidelidade ao grupo do Deputado Estadual José Patriota. Ou seja, caso haja o apoio, o staff de Raquel Lyra sabe que essa condição é inegociável.
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