Notícias

Omar Azis adia depoimento do sócio-diretor da Precisa para agosto

Por André Luis

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), anunciou o adiamento do depoimento do sócio-diretor da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano.

Maximiano inicialmente iria depor nesta quarta-feira (14), logo após a oitiva da diretora-técnica da empresa, Emanuela Medrades.

Aziz afirmou que não seria possível ouvir os dois no mesmo dia, uma vez que há muitos senadores inscritos para apresentarem questionamentos. O depoimento de Maximiano, portanto, fica para o mês de agosto.

Outras Notícias

Sertânia: Prefeitura emite nota sobre manifestação de aposentados

A Prefeitura de Sertânia emitiu nota ao blog sobre o episódio da última sexta, quando aposentados do município  protestaram contra o prefeito Guga Lins, reclamando o não pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, com faixas, camisas e muito panelaço. Leia o que diz a Prefeitura: 1 – Em reunião na quinta-feira (17), um dia […]

sertA Prefeitura de Sertânia emitiu nota ao blog sobre o episódio da última sexta, quando aposentados do município  protestaram contra o prefeito Guga Lins, reclamando o não pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, com faixas, camisas e muito panelaço. Leia o que diz a Prefeitura:

1 – Em reunião na quinta-feira (17), um dia antes da manifestação, ficou definido que o pagamento da segunda parcela do 130 salário dos aposentados e pensionistas do IPSESE será realizado no dia primeiro de março deste ano. O que nos causou estranheza é que a data de pagamento era de conhecimento de todos. Prova disso é que, dos cerca de 370 aposentados e pensionistas de Sertânia, um pouco mais de 10 pessoas participaram da manifestação (ver fotos), inclusive, algumas com fortes vínculos políticos com o grupo que faz oposição a atual gestão.

2 – O atraso, apenas da segunda parcela do 130 salário, uma vez que o pagamento mensal está em dia, se deu em virtude das contribuições dos ativos serem insuficientes para pagamento dos inativos do fundo financeiro. A atual administração municipal realizou no início de sua gestão um aporte mensal de R$ 150.000,00 (média), sendo que, em virtude dos aumentos de salário mínimo, reajustes anuais dos aposentados e pensionistas, reajuste anual do piso nacional dos professores, aumento na quantidade de aposentados e pensionistas, entre outros, o aporte tem crescido ano a ano, chegando ao valor médio mensal de R$ 300.000,00. Isso, por erro das gestões anteriores.

3 – Apesar da crise financeira que assola todos os municípios, a administração municipal de Sertânia tem priorizado os repasses de contribuições previdenciárias e aportes financeiros comprovando um compromisso com a previdência municipal. Ressaltamos que a atual Gestão tem total disponibilidade para esclarecer quaisquer outros questionamentos que se fizerem necessário.

4 – Por fim, entendemos e defendemos todas as manifestações legítimas e, são elas, que fortalecem a nossa democracia. Mas, lamentamos o uso político evidenciado nesse movimento em Sertânia, incentivado pelo grupo de oposição à atual Administração, que tenta denegrir a imagem da Gestão Municipal e o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Sertânia (IPSESE).

Prefeitura de Sertânia

Ângelo Ferreira assina Acordo de Cooperação Técnica com a PRF

O prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira assinou um Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Rodoviária Federal. A iniciativa oficializou a união do trabalho com a PRF e representa uma melhor prestação de serviços à sociedade.  A finalidade é estabelecer procedimentos que permitam o intercâmbio de informações, tecnologias e conhecimentos. A cooperação técnica visa a […]

O prefeito de Sertânia Ângelo Ferreira assinou um Acordo de Cooperação Técnica com a Polícia Rodoviária Federal.

A iniciativa oficializou a união do trabalho com a PRF e representa uma melhor prestação de serviços à sociedade.  A finalidade é estabelecer procedimentos que permitam o intercâmbio de informações, tecnologias e conhecimentos.

A cooperação técnica visa a disponibilização dos sistemas eletrônicos e-DAT, BAT, BOP, APP e Sistemas Móveis.

Com acesso a eles, Sertânia conseguirá coletar e informar todos os dados sobre os acidentes de trânsito ocorridos em seu território. A PRF irá capacitar os agentes de trânsito do município para manusear esses sistemas.

“Estamos avançando a passos largos na segurança pública de Sertânia. Criamos a Guarda Civil Municipal, uma Central de Videomonitoramento e agora estamos unindo forças a Polícia Rodoviária Federal. Quem ganha é a população por meio de um sistema de proteção muito mais eficiente”, comentou o prefeito Ângelo Ferreira.

A participação do prefeito Ângelo Ferreira aconteceu de forma remota, além do gestor participaram do termo de assinatura, o Secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia, Vladimir Cavalcanti; o superintendente regional da PRF, Antônio Vital; o diretor da DTIC, Fábio Williams de Sousa; o superintendente executivo, Eduardo Siqueira Campos; o chefe do Setic, Luís Correia; o assessor parlamentar, Pedro Cavalcanti; a chefe substituta do NGAT, Ana Cecília Aldeman; o chefe substituto do Setic, Leonardo Cabral; e, por meio de videoconferência, o chefe da Delegacia de Garanhuns, Flávio Roque.

Tadeu Alencar integra equipe de transição de Lula no grupo de Justiça e Segurança Pública

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE) foi um dos nomes anunciados pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, para fazer parte da equipe de transição do presidente Lula, que assume o Governo Federal no início de janeiro. Tadeu passa a integrar a equipe de Justiça e Segurança Pública, que é comandada pelo ex-governador do Maranhão e senador […]

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE) foi um dos nomes anunciados pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, para fazer parte da equipe de transição do presidente Lula, que assume o Governo Federal no início de janeiro.

Tadeu passa a integrar a equipe de Justiça e Segurança Pública, que é comandada pelo ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino.

“É uma satisfação enorme estar ao lado do Presidente Lula, do meu companheiro de partido Geraldo Alckmin, Vice-Presidente eleito, do Senador Flávio Dino e de tanta gente qualificada e de espírito público, nesse momento tão importante para o Brasil. O próximo ano será de soerguimento do nosso País, que, além dos seus problemas crônicos, sofreu uma devastação das suas políticas públicas, o que vai exigir do novo governo muito trabalho e muita capacidade política e administrativa. Há muito a fazer”, comentou Tadeu.

Tadeu Alencar está no seu segundo mandato como Deputado Federal por Pernambuco e antes disso foi contribuiu com o governo de Eduardo Campos em Pernambuco, sendo procurador Geral do Estado no primeiro mandato e secretário da Casa Civil no segundo, além de ser integrante da Advocacia Geral da União, como procurador da Fazenda Nacional.

“A hora é de aplicar no governo o que funcionou na campanha, juntar o Brasil para enfrentar os seus muitos problemas. Vamos levar o nosso aprendizado no parlamento e no serviço público para subsidiar o trabalho que já vem sendo feito com muita competência. A transição tem o caráter de contribuir com dados, informações e sugestões para a consideração do Presidente eleito, dentro do programa de governo que já foi aprovado pelas urnas. Ele é que será executado.”

“O trabalho realizado pelo Coordenador da transição, Geraldo Alckmin tem sido muito importante na montagem das equipes que colaboram na transição e, tem prestigiado nomes com experiência, mas também que expressem diversidade, meritocracia e  representatividade. Nesses anos todos aprendemos sobre o funcionamento da administração pública e nos temas sensíveis para os quais fui indicado na transição. Estou pronto para ajudar”, arrematou Alencar.

O Grupo de Transição da Justiça e Segurança Pública da transição é coordenado pelo senador eleito e ex-governador do Maranhão, Flávio Dino, do PSB. Segundo ele, o leque de temas a serem enfrentados pelo novo governo inclui, prioritariamente, o debate sobre armamento desenfreado da população.

Pernambuco registra os dois primeiros casos positivos para a variante delta em moradores locais

Os dois primeiros casos da variante Delta da Covid-19 foram confirmados em pernambucanos. A informação é do Diário de Pernambuco. O resultado do sequenciamento genético foi divulgado pelo secretário estadual de saúde, André Longo, em coletiva de imprensa, na tarde desta quinta-feira (12).  A ocorrência foi identificada em um morador de Abreu e Lima e […]

Os dois primeiros casos da variante Delta da Covid-19 foram confirmados em pernambucanos. A informação é do Diário de Pernambuco.

O resultado do sequenciamento genético foi divulgado pelo secretário estadual de saúde, André Longo, em coletiva de imprensa, na tarde desta quinta-feira (12). 

A ocorrência foi identificada em um morador de Abreu e Lima e em outro de Olinda, ambos municípios da Região Metropolitana do Recife. De acordo com Longo, a partir dos casos registrados, a Secretaria de Saúde vai investigar se já existe transmissão comunitária com a variante delta no estado. A cepa é originária da índia e é considerada a mais transmissível.

“Enquanto nos deslocávamos para esta coletiva, recebemos o resultado de um novo laudo de processamento genético do Instituto Ageu Magalhães, e temos que informar que duas amostras positivaram para a variante delta, que é a variante originária da índia”, explicou inicialmente André Longo.

Ao todo, 52 amostras foram analisadas nesta semana no estado. Os pacientes contaminados com a nova variante são do sexo masculino e têm 24 e 49 anos. O primeiro é morador de Abreu e Lima e o outro, morador da cidade de Olinda. Ambos começaram a sentir os primeiros sintomas da doença em julho.

“Outras informações ainda estão sendo levantadas. Já demos início às ações de vigilância epidemiológica para esses casos”, acrescentou o secretário de saúde. “Esses casos só reforçam a necessidade de manutenção do cuidado e de avançarmos com a vacinação completa, com as duas doses”, completou.

Maioria dos brasileiros teme ação semelhante à dos EUA na Venezuela, aponta pesquisa Quaest

Uma pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 58% dos brasileiros dizem temer que o Brasil possa enfrentar algo parecido com a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro em 3 de janeiro.  Outros 40% afirmam não ter medo, e 2% não souberam ou não responderam […]

Uma pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 58% dos brasileiros dizem temer que o Brasil possa enfrentar algo parecido com a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro em 3 de janeiro. 

Outros 40% afirmam não ter medo, e 2% não souberam ou não responderam à pergunta feita pelo instituto. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 8 e 11 de janeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Entre os apoiadores do ex-presidente Lula, 74% declararam medo, enquanto 57% dos bolsonaristas disseram o mesmo.

Avaliação da ação dos EUA

A pesquisa também avaliou a percepção dos brasileiros sobre a ação dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro — um evento que repercutiu globalmente e gerou reações políticas e diplomáticas intensas. Aconteceu em uma operação militar que incluiu bombardeios e forças especiais dentro da Venezuela, culminando com a prisão de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, por comando dos EUA — que os trasladaram para Nova York para enfrentar acusações federais nos Estados Unidos.

No Brasil, 46% dos entrevistados disseram aprovar a ação militar dos EUA, enquanto 39% rejeitaram, e **15% não souberam ou não responderam.

Reação à postura do governo brasileiro

Sobre a reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à operação, os dados também apontam que 51% consideram que a resposta brasileira foi errada, enquanto 37% acreditam que foi correta, com 12% sem opinião.

A pesquisa ainda perguntou qual deveria ser a postura do país frente a eventuais futuras ações dos EUA contra a Venezuela: 66% defendem que o Brasil deveria manter neutralidade, 18% apoiariam as ações americanas, e 10% se oporiam explicitamente, enquanto 6% não souberam ou não responderam.