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Daniel Vorcaro pagou férias de Ciro Nogueira no valor de R$ 1,8 mi, diz revista

Por Nill Júnior

O senador Ciro Nogueira teve férias bancadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em estação de esqui de Courchevel, nos Alpes franceses, que custou R$ 1.849.201,00, segundo a PF. As informações são da revista Piauí de junho.

Segundo a matéria, as investigações da Polícia Federal identificaram uma série de benefícios concedidos por Vorcaro a Ciro Nogueira. Em decisão que autorizou novas diligências sobre o escândalo do Banco Master, o ministro André Mendonça afirmou que os elementos reunidos indicam uma relação que extrapolava a simples amizade, caracterizando um “arranjo funcional e instrumental orientado por benefício mútuo”.

As investigações apontam para uma complexa rede de vínculos entre o senador e Vorcaro. Entre os principais elementos sob análise estão pagamentos considerados atípicos à empresa CNLF Empreendimentos Imobiliários, ligada à família de Ciro; uma sociedade empresarial firmada em condições consideradas vantajosas ao senador; supostos pagamentos periódicos que a PF trata como possível mesada; uso de imóveis pertencentes ao banqueiro; despesas pessoais custeadas por terceiros; viagens internacionais em aeronaves privadas; além da atuação parlamentar em projetos e emendas legislativas que beneficiariam diretamente os interesses do Banco Master.

Segundo os investigadores, a empresa BRGD, ligada à família Vorcaro, transferiu cerca de R$ 902 mil para a CNLF entre 2023 e 2024. A PF suspeita que as operações possam ter servido para mascarar pagamentos indevidos. Em paralelo, a CNLF adquiriu 30% da Green Investimentos por R$ 1 milhão, embora a participação fosse avaliada em aproximadamente R$ 13 milhões, operação considerada incomum e destacada pelo ministro André Mendonça.

As mensagens apreendidas também sugerem a existência de pagamentos mensais em favor do senador. Conversas entre Vorcaro e seu primo, Felipe Cançado Vorcaro, mencionam repasses de R$ 300 mil, posteriormente elevados para R$ 500 mil. A origem, o destino e a finalidade desses valores ainda são alvo de investigação.

Documentos indicam que Ciro utilizou por meses um apartamento pertencente ao banqueiro em São Paulo. O senador estava morando em imóvel de Vorcaro em novembro de 2025, passado, quinze dias antes da prisão de Vorcaro, Ciro estava ocupando apartamento do banqueiro em SP e, em diálogo obtido pela revista, pediu diretamente ao banqueiro para ficar mais uns “três, quatro meses” no imóvel.

Conversas mostram ainda que despesas em restaurantes, viagens e hospedagens teriam sido pagas por Vorcaro. Entre os episódios investigados está uma viagem a Courchevel, estação de esqui de luxo nos Alpes franceses, realizada em janeiro de 2025. Segundo a PF, os gastos totais da viagem ultrapassaram R$ 1,8 milhão.

As suspeitas se estendem à atuação parlamentar. A chamada “Emenda Master”, apresentada por Ciro em 2024, propunha elevar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A investigação sustenta que o texto teria sido elaborado com participação direta do banco e beneficiaria especialmente o modelo de negócios do Master. Mensagens interceptadas mostram Vorcaro comemorando a apresentação da proposta, afirmando que ela havia saído “exatamente como mandei”.

A investigação atual também analisa a evolução patrimonial da família Nogueira. Relatórios do Coaf apontam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada pelo senador. Empresas controladas por familiares acumulam ativos milionários, distribuições de lucros expressivas e operações imobiliárias que despertaram interesse dos investigadores. Entre elas está a compra de uma cobertura de alto padrão na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por cerca de R$ 22 milhões.

Outro personagem recorrente é o empresário Ricardo Magro, dono da Refit. A PF investiga negociações imobiliárias entre empresas ligadas a Magro e familiares do senador, além da atuação de Ciro em emendas legislativas que poderiam favorecer interesses do empresário.

Ao longo das últimas três décadas, Ciro Nogueira consolidou-se como um dos políticos mais influentes de Brasília. Passou por diferentes governos, presidiu o PP por mais de uma década e alcançou o auge de sua trajetória ao assumir a Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. Nesse período, ampliou sua influência sobre cargos estratégicos, orçamento e articulações políticas.

Agora, entretanto, a investigação sobre o Banco Master representa o desafio mais sério de sua carreira. Pela primeira vez, os elementos reunidos pela Polícia Federal conectam, em um mesmo contexto, relações pessoais, operações empresariais, movimentações financeiras, viagens de luxo e iniciativas legislativas. Ciro nega irregularidades, afirma ser vítima de perseguição política e sustenta que todas as suas ações foram legais.

Apesar das suspeitas, até o momento o senador não foi condenado nem teve sua culpa reconhecida pela Justiça. As investigações seguem em andamento, enquanto os relatórios da Polícia Federal e as decisões do STF continuam ampliando o escrutínio sobre sua atuação política e empresarial

A reportagem descreve ainda uma longa trajetória política de Ciro Nogueira, destacando sua ascensão ao comando do PP e seu papel como ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. O texto afirma que ele acumulou forte influência sobre indicações de cargos, orçamento e articulações políticas, tornando-se um dos principais operadores do chamado Centrão.

O levantamento também revisita acusações e delações envolvendo o senador em diferentes escândalos ao longo das últimas décadas, incluindo casos relacionados à Operação Lava Jato, à Petrobras, à J&F e a empreiteiras. Embora seu nome tenha aparecido em diversas investigações e acordos de colaboração premiada, a reportagem ressalta que Ciro nunca foi condenado, preso ou sequer se tornou réu em boa parte dos casos.

Além de Vorcaro, o texto menciona relações de Ciro com empresários investigados ou acusados de irregularidades em setores como combustíveis, apostas online e mercado financeiro, incluindo Ricardo Magro e Fernando Oliveira Lima.

A matéria conclui que o escândalo do Banco Master abalou a imagem política de Ciro Nogueira ao revelar, segundo a PF, uma rede de negócios, favores e interesses compartilhados com Vorcaro. Apesar das suspeitas, o senador nega irregularidades, afirma ser vítima de perseguição política e sustenta que suas relações com empresários ocorreram dentro da legalidade.

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Novo aciona TSE para tentar suspender shows de apoio a Lula em três capitais

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral. O pedido envolve o […]

O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste sábado (17) para pedir a suspensão de atos musicais previstos para domingo (18), no Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. A legenda alega que os eventos configurariam showmícios em apoio à candidatura de Lula (PT), prática proibida pela legislação eleitoral.

O pedido envolve o chamado Ato Musical pela Democracia, que terá apresentações de artistas em apoio ao presidente Lula durante a campanha do segundo turno.

Entre os eventos citados estão uma manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro, com Caetano Veloso e Djavan; um ato com trio elétrico em Salvador, com Daniela Mercury; e uma mobilização no Parque da Redenção, em Porto Alegre.

Na ação apresentada ao TSE, o Novo sustenta que as apresentações teriam caráter eleitoral e poderiam ser enquadradas como showmícios. A avaliação, no entanto, ainda depende de decisão da Justiça Eleitoral.

Além da suspensão dos eventos, o partido pede que os organizadores forneçam informações sobre contratos, pagamentos feitos aos artistas, gastos com divulgação e origem dos recursos utilizados nas apresentações.

O Novo também solicita multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento de eventual ordem judicial.

Presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro afirmou que a legenda busca esclarecer a finalidade dos eventos e a origem dos recursos utilizados.

Os organizadores do ato previsto para Copacabana, 342 Artes e Mídia Ninja, afirmaram ao Metrópoles que a iniciativa tem como objetivo promover união em torno de temas como democracia, direitos, tolerância e valorização da cultura brasileira.

Até a publicação da matéria, não havia decisão do TSE sobre o pedido apresentado pelo Novo.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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José Sarney recebe alta após cirurgia abdominal no Maranhão

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal. Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames […]

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, recebeu alta médica neste sábado (17), após permanecer nove dias internado no UDI Hospital, em São Luís. Ele passou por uma cirurgia abdominal para tratar uma obstrução intestinal.

Sarney estava internado desde a sexta-feira (9), quando deu entrada no hospital com dores abdominais. Após avaliação clínica e exames de imagem, o ex-presidente foi submetido a um procedimento cirúrgico para reversão de uma obstrução intestinal.

Depois da cirurgia, ele permaneceu inicialmente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para acompanhamento pós-operatório. O procedimento, segundo boletim médico divulgado na ocasião, transcorreu sem intercorrências.

Neste sábado, a equipe médica informou que Sarney apresentou evolução clínica satisfatória e estava em condições de deixar o hospital. A orientação é que ele continue sob acompanhamento médico ambulatorial.

Esta foi a terceira internação do ex-presidente desde setembro. No dia 13 daquele mês, Sarney foi internado no mesmo hospital, em São Luís, para tratamento de uma pneumonia. Em 24 de setembro, ele deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento.

José Sarney foi presidente da República entre 1985 e 1990, no início do período de redemocratização do país. Também exerceu mandatos como governador do Maranhão e senador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press

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Coligação de Lula aciona ONU, PGE e PF e pede apuração sobre atuação da Meta nas eleições

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de […]

A coligação Brasil Pronto pra Mais, que apoia a reeleição do presidente Lula (PT), anunciou neste sábado (17) que levou questionamentos sobre a atuação da Meta nas Eleições 2026 à ONU, à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) e à Polícia Federal (PF). O grupo pede a apuração de possíveis irregularidades envolvendo as plataformas da empresa e de suspeitas relacionadas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo nota divulgada pela coligação, o caso foi encaminhado a um relator da Organização das Nações Unidas e aos órgãos brasileiros para que sejam investigadas situações envolvendo o Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas controladas pela Meta.

Entre os pontos apresentados estão restrições enfrentadas pela campanha de Lula no impulsionamento de conteúdos no Instagram e diferenças identificadas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial da empresa.

A coligação afirma que a Meta AI teria recusado determinados pedidos para criação de conteúdos relacionados a Lula enquanto permitia solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro. A campanha também questiona o alcance de publicações e possíveis mecanismos de promoção de conteúdos relacionados ao candidato do PL.

Os acionamentos à PGE e à Polícia Federal incluem ainda pedidos de apuração sobre suspeitas de financiamento eleitoral irregular relacionado a conteúdos favoráveis a Flávio. As suspeitas, entretanto, ainda precisam ser investigadas e não significam comprovação de irregularidade.

A Meta nega ter atuado para favorecer ou prejudicar qualquer candidatura. A empresa atribuiu episódios relatados durante a campanha a falhas técnicas e contestou as acusações de parcialidade.

O tema já chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta semana, a Corte determinou medidas relacionadas a restrições aplicadas à conta de anúncios da campanha de Lula, à análise de perfis considerados suspeitos e ao tratamento dado pela ferramenta de inteligência artificial às duas candidaturas.

Na decisão, o ministro Marco Aurélio Bellizze afirmou que não havia, naquele momento, elementos suficientes para concluir que a Meta tivesse manipulado deliberadamente a distribuição de conteúdos para favorecer um candidato.

A comunicação à ONU amplia a discussão para o âmbito internacional, enquanto PGE e PF deverão avaliar se existem elementos que justifiquem novas providências ou investigações no Brasil.

Fonte: Metrópoles
Foto: Cheng Xin/Getty Images

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Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de envolvimento em disputa por ilha em Angra e pede investigação da PF

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso. Segundo Richarlison, uma […]

O atacante Richarlison acusou neste sábado (17) o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de envolvimento na disputa pela posse de um imóvel em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Segundo Richarlison, uma empresa ligada a ele adquiriu direitos de ocupação do imóvel entre 2020 e 2021, durante a pandemia de Covid-19. O negócio teria sido realizado em parceria com Alencar da Silveira Júnior, então presidente do América-MG, e Renato Velasco.

O jogador afirmou ter recebido propostas para vender o imóvel, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas disse que recusou a negociação. Na versão apresentada por Richarlison, posteriormente a posse passou para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador.

“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça”, afirmou Richarlison. O atacante disse ainda ter investido cerca de R$ 10 milhões no local e alegou não ter recebido de volta o valor aplicado.

A disputa judicial começou depois que uma empresa ligada ao jogador adquiriu direitos de ocupação da área. Posteriormente, a posse ficou com uma empresa vinculada a Willer Tomaz. Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve entendimento favorável à empresa do advogado. As ações foram encerradas depois que os autores desistiram do processo.

Flávio Bolsonaro não aparece como parte no processo judicial. Em manifestações anteriores sobre o caso, a assessoria do senador negou qualquer vínculo dele com o imóvel e classificou as acusações como infundadas.

Richarlison pediu que a Polícia Federal apure as circunstâncias da disputa e afirmou que, caso consiga recuperar o dinheiro que diz ter investido, pretende destinar parte do valor ao hospital de Nova Venécia, no Espírito Santo, sua cidade natal.

Até o momento, não há informação de que a Polícia Federal tenha aberto investigação a partir do pedido feito pelo jogador.

Fonte: Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Intelectuais e ex-ministros, entre eles Ricupero e Reale Jr., assinam manifesto de apoio a Lula

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e […]

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil”, o documento foi apresentado durante encontro realizado no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, na capital paulista.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Entre os signatários estão o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, a economista Claudia Costin, o climatologista Carlos Nobre e o economista Eduardo Giannetti.

Também assinam o documento Beatriz Bracher, Beatriz Cardoso, Fabio Feldman, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, José Carlos Dias, Izabella Teixeira, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

No manifesto, o grupo afirma considerar que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar o equilíbrio institucional, os direitos e as liberdades democráticas. Os signatários também apresentam críticas ao projeto político de Flávio Bolsonaro e apontam, na avaliação deles, riscos de retrocessos sociais e institucionais.

O texto ressalta, porém, que o apoio ao presidente não representa concordância integral com o atual governo. Os autores afirmam manter diferenças em relação a Lula e críticas à gestão, além de defenderem independência para continuar expressando essas posições.

Entre as prioridades mencionadas no documento estão crescimento econômico, geração de empregos, recuperação da capacidade industrial, inovação, agricultura de baixo carbono, educação, ciência e tecnologia.

O manifesto também aborda preservação ambiental, proteção de florestas e recursos hídricos, diversidade, direitos fundamentais e defesa do diálogo entre diferentes setores da sociedade.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Hyndara Freitas

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