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Odacy recebe apoio de lideranças políticas de Granito e de petistas históricos em Petrolina

Por Nill Júnior

O deputado estadual Odacy Amorim, candidato a deputado federal pelo PT, conquistou neste fim de semana, importantes apoios para a sua caminhada à Câmara dos Deputados. Com agenda de campanha em Ouricuri, no Sertão do Araripe, na manhã deste domingo, 2, Odacy recebeu a confirmação do apoio do vice-prefeito de Granito, Neto de Onofre.

Além do vice-prefeito, fecharam com Odacy em Granito, o vereador Onofre de Neto e o suplente, Marquinhos. Outras lideranças do município deverão se somar ainda esta semana ao time de apoiadores de Odacy na caminhada do petista, rumo ao primeiro mandato de deputado federal.

Já em Petrolina, Odacy obteve a confirmação dos petistas históricos da principal cidade do sertão pernambucano. O presidente da sigla no município, Reginaldo Paes, e ainda, Cláudio Angelim, as irmãs, Neuma e Norma Guedes; e Mana Gondim. Todos são integrantes do diretório municipal petista na capital da irrigação do Nordeste.

O grupo afirmou que irá contribuir para a eleição do primeiro deputado federal do PT no sertão. “Agradeço aos companheiros de partido, aos amigos de Granito e a todos que quiserem se somar a nossa luta que é em defesa de Lula, do povo, do trabalhador, do sertão e de todo Pernambuco”, frisou Odacy Amorim.

Outras Notícias

Perícia vê ação de Dilma em decretos, mas não identifica nas pedaladas

Uma perícia elaborada por técnicos do Senado, a pedido da defesa de Dilma Rousseff, apontou que há provas de que a presidente afastada agiu diretamente na edição de decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional. No entanto, segundo os mesmos peritos, não foi identificada uma ação direta da petista na decisão de atrasar […]

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Do G1

Uma perícia elaborada por técnicos do Senado, a pedido da defesa de Dilma Rousseff, apontou que há provas de que a presidente afastada agiu diretamente na edição de decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional. No entanto, segundo os mesmos peritos, não foi identificada uma ação direta da petista na decisão de atrasar os pagamentos da União para bancos públicos, as chamadas “pedaladas fiscais”, nos subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra.

A edição dos decretos sem autorização do parlamento e as “pedaladas fiscais” embasaram o pedido de impeachment que afastou Dilma do comando do Palácio do Planalto. A solicitação de impedimento, apresentada pelos juristas Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal, se concentrou em duas acusações relativas a 2015: decretos de crédito suplementar assinados pela presidente sem autorização do Congresso e os atrasos no repasse de dinheiro para bancos públicos.

O relatório da área técnica do Senado, que tem 223 páginas, foi entregue na manhã desta segunda-feira (27) ao secretário-geral da mesa diretora do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Melo. A perícia afirma que ocorreram irregularidades na liberação dos créditos suplementares sem aval legislativo e nos atrasos de pagamentos de subsídios do Plano Safra aos bancos públicos.

Ainda segundo a perícia, há provas de que Dilma agiu diretamente na edição dos decretos. No entanto, segundo os técnicos, não foi identificada uma ação direta da presidente  afastada que determinasse o atraso nos pagamentos da União para bancos públicos que configuraram as “pedaladas”.

A perícia foi realizada em cima de provas e documentos anexados ao pedido de impeachment que tramita no Congresso. Em um primeiro momento, a comissão de especial encarregada de analisar o afastamento da presidente da República negou a solicitação da defesa para que os técnicos analisassem os documentos. Depois, atendendo a recurso dos advogados de Dilma, o presidente doSupremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a perícia fosse realizada.

Créditos suplementares: Uma das principais denúncias do pedido de afastamento da presidente é a acusação de que ela teria editado, no ano passado, decretos para liberar R$ 2,5 bilhões em crédito extra sem aval do Congresso.

A defesa da presidente afastada vem afirmando, ao longo do processo de impeachment, que não era necessário o aval do parlamento nos casos apontados pelos autores da solicitação de afastamento. Os técnicos do Senado que elaboraram a perícia, contudo, enfatizaram no documento que essa autorização era obrigatória.

Consultor de orçamentos do Senado e um dos técnicos da perícia, o servidor Diogo Prandino afirmou em entrevista concedida após a entrega do documento que, como os créditos suplementares fariam que o governo não atingisse o resultado primário previsto no orçamento, deveriam ter passado pelo Congresso em forma de um projeto de lei.

“Foi identificado que esses decretos, a alteração que eles programam, eles imprimem na programação orçamentária não é compatível com a obtenção da meta de resultado primário tal como estabelecido no artigo 4º da Lei Orçamentária Anual e no momento que eles não estão de acordo com o permissivo, como consta do artigo 4º da loa, essa autorização para abertura de crédito, ela deveria vir de uma proposta, um projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional”, disse o consultor após entregar a perícia à comissão.

 

Congresso derruba veto de Bolsonaro e libera verba pública para passagens

Parlamentares derrubaram sete vetos da lei que muda as regras eleitorais e de prestação de contas dos partidos. Jornal Nacional Uma decisão do Congresso vai permitir que partidos políticos usem dinheiro que recebem do governo para pagar passagens aéreas para qualquer pessoa que for participar de um evento da legenda. O presidente Jair Bolsonaro tinha […]

Parlamentares derrubaram sete vetos da lei que muda as regras eleitorais e de prestação de contas dos partidos.

Jornal Nacional

Uma decisão do Congresso vai permitir que partidos políticos usem dinheiro que recebem do governo para pagar passagens aéreas para qualquer pessoa que for participar de um evento da legenda. O presidente Jair Bolsonaro tinha vetado este ponto da lei que muda as regras eleitorais e de prestação de contas dos partidos, mas os parlamentares derrubaram este veto e outros seis.

Os vetos foram derrubados com votos, inclusive, do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, do MDB, e do filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro, sem partido.

Um deles trata do fundo eleitoral. Deputados e senadores derrubaram o veto e determinaram que o valor do fundo eleitoral seja definido pela Comissão de Orçamento do Congresso, com a inclusão de até 100% do dinheiro das chamadas emendas de bancada, que, em 2020, deve ficar em torno de R$ 6 bilhões, dinheiro que é destinado prioritariamente para as áreas de saúde e educação.

Mas essa mudança não valerá para as eleições municipais de outubro de 2020, porque alterações na lei eleitoral têm que ser aprovadas um ano antes do pleito. Ou seja, fica mantido o texto sancionado pelo presidente para as eleições de 2020. Vale o valor liberado pelo governo nas eleições de 2018, corrigido pela inflação, o que daria R$ 2 bilhões.

O líder do Novo na Câmara, Marcel Van Hattem, criticou o possível aumento do dinheiro público para financiar campanhas.

“Não é só porque vivemos num período de crise que não se pode utilizar dinheiro para isso, mas é ainda pior ver dinheiro que deveria ser utilizado nas áreas básicas, saúde, segurança e educação, ser utilizado para pagar santinho, bandeiraço, enfim contratar cabo eleitoral, tudo muito errado”, afirmou.

Deputados e senadores também derrubaram um veto para permitir o uso de dinheiro público de um outro fundo, o partidário, na compra de passagens aéreas para pessoas que não sejam filiadas ao partido. Nesse caso, a mudança é na lei dos partidos e vai valer a partir da promulgação nos próximos dias.

Deputados e senadores podem ainda derrubar outros vetos para permitir o uso de dinheiro público no pagamento de dívidas eleitorais aplicadas ao partido por desrespeitar a lei eleitoral. E também para enfraquecer a Lei da Ficha Limpa ao limitar a apresentação de fatos novos para pedir a inelegibilidade de um candidato até o momento do registro da candidatura.

Especialistas alertam para a importância do bom uso do dinheiro público.

“Cabe ao Congresso Nacional, neste momento, ter a sensibilidade, especialmente com relação ao momento de grave crise fiscal, que o Brasil enfrenta, para decidir da melhor maneira qual o encaminhamento dos recursos públicos que são destinados às campanhas políticas e aos partidos”, destacou Marcelo Issa, da Transparência Partidária.

O Palácio do Planalto não quis se manifestar sobre a derrubada dos vetos.

Fatalidade: morte de criança em Jabitacá causa comoção

O menino Miguel Neto, com cerca de um ano e meio de idade, infelizmente veio a óbito de forma trágica na manhã desta segunda-feira (8) no distrito de Jabitacá. A fatalidade ocorreu quando o genitor, de nome Felipe, que estava de saída em seu veículo, não percebeu a presença do filho ao dar ré. A […]

O menino Miguel Neto, com cerca de um ano e meio de idade, infelizmente veio a óbito de forma trágica na manhã desta segunda-feira (8) no distrito de Jabitacá.

A fatalidade ocorreu quando o genitor, de nome Felipe, que estava de saída em seu veículo, não percebeu a presença do filho ao dar ré.

A criança ainda foi socorrida para a UBS da localidade, porém, já se encontrava sem vida.

O caso segue sendo atualizado em um ambiente de muita dor e consternação.

Pelo que o blog foi informado, ainda não está confirmado velório e sepultamento. Isso porque o corpo da criança de menos de dois anos, que segue na UBS de Jabitacá, pode ser levado ao IML de Caruaru.

Os pais, Felipe e Érika Martins, moram em Pão de Açúcar, município de Taquaritinga do Norte.

Erika foi visitar os familiares no Sítio Volta, Distrito de Jabitacá. O pai veio ontem só buscar a família ontem. Iria embora ontem mesmo, mas por insistência da família ficou na comunidade. Hoje pela manhã não percebeu o filho próximo ao carro e, em um ponto cego. Foi quando ocorreu a tragédia.

O pai está em choque. Um amigo está vindo de Pão de Açúcar para tentar consolá-lo e ajudar com as providências. Ele ainda terá que dar depoimento à polícia.

Como a família é de Jabitacá, a probabilidade é de que o velório e sepultamento aconteça lá. Dia de dor no Distrito.

Homicídio registrado em São José do Egito

O Pajeú voltou a registrar um homicídio: José Wanderley de Lima Lopes, 23 anos, morreu ao ser esfaqueado por Jefferson Ferreira Felix, 24 anos. Foi no centro da cidade. A arma do crime foi apreendida e o acusado detido pela PM. A vítima foi socorrida por PMs para o hospital local, onde veio a óbito […]

popular-e-morto-com-10-golpes-de-faca-peixeira-na-zona-rural-de-vieiropolis.jpg.280x200_q85_cropO Pajeú voltou a registrar um homicídio: José Wanderley de Lima Lopes, 23 anos, morreu ao ser esfaqueado por Jefferson Ferreira Felix, 24 anos. Foi no centro da cidade.

A arma do crime foi apreendida e o acusado detido pela PM. A vítima foi socorrida por PMs para o hospital local, onde veio a óbito minutos depois. Vítima e acusado tinham várias passagens pela polícia.

Piso rende debate quente entre professor e Patriota em jornal

O Presidente da Amupe e Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, foi questionado por sua posição em relação ao piso dos professores e os repasses incompatíveis do Governo Federal. E de forma dura. Foi no Jornal do Commercio, através de texto do leitor Vandoci Dantas. Escreveu ele: “O aumento de 13% do piso dos […]

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O Presidente da Amupe e Prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, foi questionado por sua posição em relação ao piso dos professores e os repasses incompatíveis do Governo Federal. E de forma dura. Foi no Jornal do Commercio, através de texto do leitor Vandoci Dantas. Escreveu ele:

“O aumento de 13% do piso dos professores é, segundo o prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da Amupe, José Patriota, valor fora da realidade econômica. Fora da realidade, senhor Patriota, são as vergonhosas mordomias dos políticos. E os escândalos praticados em todo o país, infelizmente com a conivência de nossa falida Justiça. Os professores merecem respeito, seu prefeito. Chega de bandidagem contra nosso bolso”.

Na edição seguinte do jornal, respondeu Patriota :

“Caro Vandoci Dantas, com relação à sua nota Piso Salarial, afirmo que não questiono o valor do professor. Defendo sua melhoria salarial. O que me preocupa, como prefeito e Presidente da Amupe, é a falta de apoio financeiro do Governo Federal. O piso do magistério aumentou 13,01%. Todo mês de janeiro cada ano deve ser divulgado um  novo valor. De todo o recurso do Fundeb que os municípios recebem, a média de gasto somente com a folha de pagamento está em 72,4% (acima dos 60% que a lei determina). O que temos feito é alertar que, se a lei não sofrer alterações, logo o recurso do Fundeb não será suficiente. Não me incluo no que você se refere aos políticos. Lamento tudo o que tem ocorrido no País com relação aos escândalos”.