Ocupação de UTIs ultrpassa 90% em PE, diz Secretário
Por Nill Júnior
Secretário de Saúde de PE, André Longo
“Se houver uma curva mais acentuada, pessoas vão ficar sem assistência”
A ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Pernambuco tem alcançado, e por vezes até ultrapassado, a marca de 90%, segundo o secretário estadual de Saúde, André Longo.
Ele informou, nesta terça-feira (14), que houve abertura recorde de leitos nos hospitais públicos em 30 dias, mas, mesmo assim, a velocidade da disseminação do novo coronavírus no estado preocupa.
“Tínhamos uma média de 21 internações por dia de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave e, atualmente, isso mais que dobrou, para 45 casos por dia, nem todos com necessidade de terapia intensiva. As UTIs tinham ocupação de 49% e, agora, esse número tem variado entre 80% e 90%, por vezes superando os 90%”, disse o secretário.
Ainda de acordo com André Longo, houve uma abertura recorde de leitos no estado, no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Só hoje, foram abertos 37 novos leitos de UTI. Nos últimos 30 dias, foram 467 leitos ao todo, sendo 204 de UTI. Por isso, precisamos ter o compromisso de cada um com o distanciamento social, para que a curva de casos não ultrapasse a linha de capacidade do sistema de saúde. Se houver uma curva mais acentuada, pessoas vão ficar sem assistência”, declarou Longo.
O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) se comprometeu com produtores, trabalhadores rurais e fornecedores de cana a defender um programa capaz de ampliar a capacidade produtiva do estado e manter ativas as usinas. Fernando Bezerra esteve nesta terça (19/01) na Usina Cruangi, na cidade de Timbaúba, que voltou a moer em 2015, após três anos […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) se comprometeu com produtores, trabalhadores rurais e fornecedores de cana a defender um programa capaz de ampliar a capacidade produtiva do estado e manter ativas as usinas. Fernando Bezerra esteve nesta terça (19/01) na Usina Cruangi, na cidade de Timbaúba, que voltou a moer em 2015, após três anos de inatividade.
“O setor canavieiro gera milhares de empregos e responde por boa parte das nossas riquezas. Quero dialogar com toda a cadeia produtiva para encontrarmos maneiras de ajudar, aumentando a competitividade e abrindo cada vez mais postos de trabalho”, disse o senador. Na Cruangi, ele conversou com o presidente da Cooperativa do Agronegócio e Fornecedores de Cana (Coaf), que administra a usina, Alexandre Andrade Lima e com o consultor Gregório Maranhão. Eles entregaram ao senador um projeto de revitalização da atividade em Pernambuco, desenvolvido pela Associação dos Fornecedores de Cana. Mesmo com a seca, Cruangi moeu perto de 290 mil toneladas de cana, gerando mais de dois mil empregos durante a safra.
Visitas – Fernando Bezerra continuou intensificando as visitas ao Agreste e Zona da Mata, percorrendo as cidades de Camutanga, Ferreiros, Timbaúba, Macaparana e Casinhas. Nesta quarta ele segue para Petrolina, de onde inicia um trajeto pelo Sertão. A agenda começou por volta das 8h, com um café da manhã na casa do prefeito de Camutanga, Armando Pimentel. Os prefeitos Belarmino Vasquez (Tracunhaém), Adenilson Pereira (Salgadinho), Júnior Rodrigues (Timbaúba) e o deputado federal Marinaldo Rosendo (PSB), acompanharam o café. Depois o senador seguiu para Ferreiros, onde conversou com o prefeito Gileno Gouveia. Em seguida foi a Timbaúba, onde visitou a usina e depois conheceu uma empresa de laticínios que pertence a Rosendo.
À tarde o senador esteve em Macaparana, para uma conversa com prefeito Paulo Barbosa e o secretariado. No começo da noite, Fernando Bezerra foi ao município de Casinhas. Lá manteve reunião de trabalho com a prefeita Rosineide Barbosa e a equipe administrativa, discutindo projetos para a cidade que tramitam em Brasília. O senador fechou a terça já durante a noite, com um jantar na casa do ex-vereador Walter Borges, aliado histórico da Frente Popular. “É com grande alegria que reencontro tantos amigos nesta caminhada. Acho importante permanecer procurando as pessoas para ouvir as demandas. A atividade pública nos ensina que saber escutar é mais importante que falar”, disse o senador.
E as chuvas continuam caindo na região do Pajeú. Na tarde de ontem (18) uma forte chuva caiu na cidade de Serra Talhada. Foram registrados 85,1 milímetros na Capital do Xaxado. Já nesta quarta, o município de Flores amanheceu com uma forte chuva, 63,7 milímetros registrados até o final da manhã desta quarta (19). Há […]
E as chuvas continuam caindo na região do Pajeú. Na tarde de ontem (18) uma forte chuva caiu na cidade de Serra Talhada. Foram registrados 85,1 milímetros na Capital do Xaxado. Já nesta quarta, o município de Flores amanheceu com uma forte chuva, 63,7 milímetros registrados até o final da manhã desta quarta (19).
Há localidades em que pequenos barreiros já acumularam bastante água aliviando o sofrimento de algumas comunidades.
Outros municípios registraram precipitações: Calumbi 23,2mm – Santa Cruz da Baixa Verde 32mm – Triunfo 61,5mm.
Após mais uma sessão do Congresso Nacional derrubada por falta de quórum, desta vez na madrugada da quinta-feira (6), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou que a articulação política do governo do presidente sem voto Michel Temer (PMDB) é desorganizada, arrogante e não consegue reunir sua base parlamentar “fisiológica”, em meio […]
Após mais uma sessão do Congresso Nacional derrubada por falta de quórum, desta vez na madrugada da quinta-feira (6), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou que a articulação política do governo do presidente sem voto Michel Temer (PMDB) é desorganizada, arrogante e não consegue reunir sua base parlamentar “fisiológica”, em meio a um jogo sujo de chantagens e liberação de cargos e emendas.
Para Humberto, a verdadeira obstrução ao governo quem faz é a própria base do governo, que não esteve presente ao longo da sessão iniciada ainda na noite da quarta para a apreciação de vetos presidenciais, destaques à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do projeto que libera R$ 702 milhões para o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) e outros R$ 400 milhões para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
“Cabe a nós da oposição, conforme prevê o regimento interno, entrar em obstrução ao discordar da pauta. Não adianta nos acusar de não ter comprometimento com o país e de derrubar a sessão, pois somos minoria. O governo tem falhado constantemente no papel dele de reunir seus parlamentares”, afirmou.
Ele ressaltou que o PT é frontalmente contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos, aprovada em comissão da especial da Câmara para prejuízo das áreas da saúde e educação, e que o dinheiro para o Fies pode sair por meio de Medida Provisória (MP). “Ora, eles não precisam de um projeto de lei para liberar os recursos. Basta assinar uma MP e deixar de se posicionar contra os estudantes que mais precisam”, reiterou Humberto.
Segundo ele, a estratégia de Temer de agendar um jantar para o próximo domingo (9), na tentativa de manter sua base em Brasília para votações importantes na Câmara no dia seguinte, corre sério risco de ser um fiasco. “Não adianta essa boca-livre para a base aliada toda no Alvorada à custa dos cofres públicos. Falta liderança e orientação para esse governo. A única coisa que sobra é oportunismo”, disse Humberto.
O líder do PT lembrou que, desde agosto, o Palácio do Planalto tenta, em vão, votar os destaques da LDO, considerados fundamentais por Temer. Humberto observou que a desorganização tem irritado até alguns aliados no Congresso, que chegam a reclamar nos microfones da falta de comprometimento da base, como o próprio presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), que criticou publicamente a base governista no comando dos trabalhos.
A sessão foi encerrada por volta das 3h e comemorada pela oposição. “A nossa principal estratégia foi pedir verificação de quórum a cada votação de veto e não registrar presença. Temos o direito de fazer isso. Não temos culpa que, em apenas cinco horas e meia de sessão, os governistas não consigam se manter mobilizados”, finalizou.
O Plenário do Congresso apreciou cinco dos sete vetos que constavam da pauta. Todos foram mantidos por decisão dos deputados.
Pedidos devem ser realizados pela plataforma SDS Eventos com antecedência mínima de 15 dias da realização do evento para garantir o planejamento operacional das forças de segurança A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) alerta os organizadores de eventos juninos que o prazo para solicitar reforço das forças de segurança durante os festejos de […]
Pedidos devem ser realizados pela plataforma SDS Eventos com antecedência mínima de 15 dias da realização do evento para garantir o planejamento operacional das forças de segurança
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) alerta os organizadores de eventos juninos que o prazo para solicitar reforço das forças de segurança durante os festejos de São João 2026 termina no próximo dia 14 de junho. O pedido deve ser realizado exclusivamente por meio da plataforma eletrônica SDS Eventos, disponível no endereço https://eventos.sds.pe.gov.br/ e respeitar a antecedência mínima de 15 dias em relação à data de início do evento. A medida é fundamental para que as operativas da SDS realizem a análise técnica e o planejamento operacional necessários para garantir a segurança do público.
No momento da solicitação, os responsáveis devem informar dados como local, horário de funcionamento, estimativa de público, estruturas instaladas e identificação dos organizadores. Nos casos de eventos com trios elétricos, também é necessário informar o percurso previsto. De acordo com a gerente de Articulação e Segurança de Grandes Eventos da SDS, tenente-coronel Rafaela Veiga, o cumprimento dos prazos é essencial para a organização da operação. “É muito importante que os organizadores façam a solicitação dentro do prazo estabelecido e observem a antecedência mínima de 15 dias. Esse planejamento prévio permite que as forças de segurança avaliem cada evento de forma adequada e adotem as medidas necessárias para garantir a tranquilidade dos festejos e a segurança da população”, destacou.
A Operação São João 2026 será realizada entre os dias 30 de maio e 29 de junho, contando com atuação integrada das forças de segurança e monitoramento por meio dos Centros Integrados de Comando e Controle instalados no Recife, no Agreste e no Sertão. “Reforçamos que o cumprimento dos prazos é indispensável para a avaliação e definição do apoio policial aos eventos realizados em todo o Estado”, complementou a tenente-coronel Rafaela. Mais informações podem ser encontradas na Portaria Nº 2836 de 23 de abril de 2026, disponível no site da SDS/PE.
BOMBEIROS – O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) será responsável pelas análises técnicas e vistorias das estruturas temporárias utilizadas nos eventos, como palcos, camarotes, tablados e trios elétricos. Os pedidos de regularização e emissão do Atestado de Regularidade deverão ser realizados pelo site www.bombeiros.pe.gov.br.
As vistorias poderão ser realizadas até 24 horas antes da utilização das estruturas. Em caso de irregularidades ou descumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico, os espaços poderão ser interditados, com responsabilização dos proprietários e organizadores. A Portaria também determina que as estruturas temporárias estejam montadas com antecedência mínima de 48 horas para realização das inspeções técnicas.
Do UOL Enquanto a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, não se manifesta sobre quem vai assumir a relatoria da Operação Lava Jato, ministros da Corte ouvidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo” divergem sobre como a escolha deveria ser feita. O caso era relatado por Teori Zavascki, que morreu na quinta-feira […]
Temer disse que escolherá o novo ministro após a definição de quem assume a Lava Jato. Foto: TRF4/Assessoria
Do UOL
Enquanto a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, não se manifesta sobre quem vai assumir a relatoria da Operação Lava Jato, ministros da Corte ouvidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo” divergem sobre como a escolha deveria ser feita. O caso era relatado por Teori Zavascki, que morreu na quinta-feira passada (19) em desastre de avião em Paraty, no litoral do Rio.
Em caráter reservado, ministros defendem a remessa dos processos a um dos integrantes da Segunda Turma da Corte –da qual Teori fazia parte. Neste caso, a relatoria ficaria com Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffolli ou Celso de Mello.
Outros alegam que, como há investigados julgados no plenário –caso do atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)–, a distribuição deveria ser feita entre todos os magistrados do Supremo.
Entre os integrantes da Corte há também quem defenda que Cármen Lúcia deveria seguir à risca o regimento interno, remetendo o caso ao substituto de Teori no tribunal.
Possibilidade praticamente descartada diante da declaração do presidente Michel Temer, durante o velório do relator, de que só indicará o novo ministro após definida a relatoria da Lava Jato pelo STF. A decisão veio depois dos sinais enviados por Cármen Lúcia ao Planalto de que o substituto não será o relator.
Se outros artigos do regimento forem seguidos, ainda é possível que casos urgentes sejam encaminhados aos ministros revisores da Lava Jato. Na Segunda Turma, o revisor é o decano, Celso de Mello. No plenário, o revisor é Luís Roberto Barroso.
Os investigados a serem julgados pelo STF são aqueles com foro privilegiado, como ministros de Estado, deputados e senadores. A morte de Teori, que pretendia decidir sobre a homologação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht ainda na primeira quinzena de fevereiro, criou apreensão sobre a manutenção do caráter técnico na condução do caso.
Urgência – Uma demanda considerada urgente na Corte é dar andamento ao processo de homologação das 77 delações da Odebrecht. A equipe de Teori trabalhava no material mesmo durante o recesso do Judiciário, mas, após a morte do relator, tudo foi paralisado.
De acordo com dois ministros ouvidos pelo “Estado de S. Paulo”, a probabilidade de Cármen Lúcia homologar as delações até 31 de janeiro, quando acaba o período de recesso, é baixíssima.
Primeiro, porque acreditam que não há previsão legal ou regimental para tal ato. Para um ato urgente, será necessário definir o novo relator e considerar que há urgência em validar as delações como prova.
Em segundo lugar, os ministros acreditam que não faz parte do perfil da presidente do Supremo tomar uma decisão dessa relevância sozinha. A avaliação é de que ela deve promover conversas informais sobre o assunto com os colegas. Os ministros estão prontos para iniciar a discussão interna. Há quem considere a possibilidade, entre assessores e ministros, de antecipar a volta das férias.
Silêncio – Por ora, os ministros aguardam os primeiros sinais para saber como Cármen Lúcia vai agir. E consideram que deverão participar da decisão, tão logo ela dê abertura. No fim de semana, a ministra optou por manter a discrição.
A presidente do Supremo retornou a Brasília logo após participar do velório de Teori no sábado (21), em Porto Alegre. Na cerimônia fúnebre, evitou conversas com os colegas de Corte.
Uma das primeiras autoridades a chegar ao velório de Teori, Cármen Lúcia esteve apenas em alguns momentos no plenário do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), onde estava o caixão. Por isso, não conversou com os demais ministros no local: Dias Toffoli –um dos mais emocionados–, Gilmar Mendes, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski.
A ministra também não acompanhou os ministros em almoços após o velório. Toffoli e Lewandowski dividiram mesa em uma churrascaria famosa na cidade. Já Gilmar saiu mais cedo, após almoçar com o ministro-chefe da Casa Civil e um dos homens fortes do governo Temer, Eliseu Padilha.
Na noite deste domingo (22), convidado por Temer, Gilmar foi recebido em jantar no Palácio do Jaburu. No encontro, que não constava na agenda oficial do presidente, os dois tiveram “conversas de rotina”, de acordo com a assessoria de imprensa do ministro do Supremo. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
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