Notícias

O Superprefeito: Como os Consórcios Públicos Estão Redesenhando a Gestão Municipal no Brasil

Por André Luis

*Por Inácio Feitosa

Com mais de 85% dos municípios brasileiros integrados a algum consórcio público, o modelo de cooperação intermunicipal já se consolidou como um dos caminhos mais eficientes para enfrentar desafios estruturais da gestão pública. Em um cenário de demandas crescentes e recursos limitados, os consórcios surgem como alternativa capaz de ampliar serviços, reduzir custos e oferecer soluções que, isoladamente, seriam inviáveis para a grande maioria das cidades. 

Regulamentados pela Lei nº 11.107/2005, eles permitem que municípios unam esforços para áreas como saúde, resíduos sólidos, saneamento básico, meio ambiente, turismo, compras compartilhadas e desenvolvimento regional. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o país conta atualmente com 723 consórcios ativos, reunindo 4.783 cidades — um dado que traduz a força e a maturidade do modelo. É nesse contexto que ganha destaque a figura do chamado “superprefeito”, o gestor eleito pelos demais chefes do Executivo para representar institucionalmente o consórcio e conduzir projetos que ultrapassam os limites geográficos de seu município. 

Presidir ou dirigir um consórcio público é muito mais do que assumir uma função administrativa. É coordenar interesses políticos, técnicos e operacionais de múltiplas cidades, todas com necessidades e capacidades distintas. A tarefa, muitas vezes extenuante, exige habilidade de negociação, firmeza decisória, gestão de conflitos e visão regional. Os presidentes e diretores executivos desses arranjos lidam com pressões constantes por resultados, mantêm articulação com governos estaduais e federal, dialogam com órgãos de controle e administram uma estrutura que precisa funcionar com eficiência e transparência. A entrega de resultados — e, sobretudo, a manutenção da coesão entre os municípios consorciados — depende da compreensão de que o sucesso do consórcio exige apoio político, corresponsabilidade e confiança mútua entre os prefeitos participantes.

A formação de um consórcio começa pelo protocolo de intenções, documento que estabelece regras, objetivos e responsabilidades. Cada município precisa aprovar esse protocolo por meio de lei específica, garantindo segurança jurídica ao arranjo. Somente após essa etapa é celebrado o contrato do consórcio e eleita a sua liderança. Esse processo evidencia que os consórcios não são estruturas improvisadas, mas organizações planejadas, com governança própria e sustentação legal sólida.

Na prática, os consórcios avançam de maneira mais consistente em áreas onde os municípios enfrentam maiores limitações individuais, especialmente na saúde. Unidades regionais, contratação conjunta de especialistas, aquisição de equipamentos e organização de redes de atendimento transformaram a realidade de regiões inteiras. Cidades que antes não tinham acesso a exames de alta complexidade passaram a contar com serviços integrados, diminuindo filas, ampliando diagnósticos e fortalecendo o SUS. Além da saúde, áreas como meio ambiente, resíduos sólidos, turismo, agricultura e segurança pública também registram avanço expressivo dentro do modelo.

Os resultados são mensuráveis. Estudos indicam que municípios consorciados podem reduzir em até 5% suas despesas correntes per capita, sem prejuízo da qualidade dos serviços. A economia de escala gerada pelas compras compartilhadas, a otimização de equipes técnicas e a eliminação de duplicidades contratuais fortalecem a capacidade do poder público de investir melhor e entregar mais. Em muitas regiões, a formação de consórcios permitiu que pequenas cidades alcançassem padrões de gestão que antes eram possíveis apenas em grandes centros urbanos.

Esse avanço, entretanto, exige capacitação constante dos gestores. Para atender essa demanda, o Instituto Igeduc realizará no Recife um curso executivo sobre consórcios públicos, reunindo especialistas nacionais para discutir modelo jurídico, governança, sustentabilidade financeira, prestação de contas e desafios operacionais. A proposta é preparar prefeitos, secretários e equipes técnicas para liderarem arranjos cooperativos com eficiência e responsabilidade, fortalecendo ainda mais esse instrumento de desenvolvimento regional.

O “superprefeito” não é alguém com superpoderes, mas um gestor com visão ampliada, capaz de perceber que administrar uma cidade hoje significa compreender que problemas, soluções e oportunidades não respeitam fronteiras municipais. Os consórcios públicos representam essa nova lógica: colaborativa, técnica, econômica e orientada a resultados. Com quase todos os municípios brasileiros já integrados a algum arranjo cooperativo, o futuro da gestão pública no país é, inevitavelmente, interligado — e cresce na velocidade em que prefeitos entendem que, juntos, avançam mais.

*Inácio Feitosa é advogado, escritor e Fundador do Instituto IGEDUC ([email protected]).

Outras Notícias

Episódios em câmaras legislativas do Pajeú exigem que eleitor seja mais criterioso

Câmaras de vereadores de Tabira e São José do Egito protagonizaram cenas lamentáveis Por André Luis com informações de arquivo do blog Na semana que passou, dois episódios envolvendo câmaras legislativas do Pajeú ganharam repercussão negativa e mostraram que o eleitor precisa ser mais criterioso ao depositar o seu voto nas urnas eletrônicas em 2026. […]

Câmaras de vereadores de Tabira e São José do Egito protagonizaram cenas lamentáveis

Por André Luis com informações de arquivo do blog

Na semana que passou, dois episódios envolvendo câmaras legislativas do Pajeú ganharam repercussão negativa e mostraram que o eleitor precisa ser mais criterioso ao depositar o seu voto nas urnas eletrônicas em 2026.

O primeiro fato, e mais grave, aconteceu na Câmara de Tabira, durante Sessão que elegeria a nova Mesa Diretora. 

Os vereadores Vianney Justo e Dicinha do Calçamento trocaram socos após um desentendimento. 

Durante a sua fala, na primeira parte da sessão, Vianney ironizou Dicinha. “Essa sessão era diferente porque há dois anos teve vereador escoltado pela polícia. E o povo sabe quem foi. Foi Dicinha do Calçamento”, em referência ao vereador que mudou de voto em cima da hora e ajudou a eleger Djalma das Almofadas.

Dicinha levantou e foi pra cima de Vianey, que reagiu. 

Com o plenário cheio, a maioria ligada a prefeita Nicinha Melo, entre simpatizantes, contratados e detentores de funções na gestão. Muitos invadiram o plenário. Aí foi cadeira, mesa pra todo lado, bancada quebrada, uma confusão. O que há de pior na política.

Em São José do Egito, não teve troca de socos entre parlamentares, mas sim, no estômago do eleitor. 

O Debate do Sábado, na Gazeta FM, ouviu, pela primeira vez, a população egipciense sobre a polêmica envolvendo o alinhamento dos vereadores, inclusive ex-governistas, com o atual presidente João de Maria, para sua reeleição.

Aquartelamento dos sete vereadores, chamados de “sequestrados” para um imóvel no litoral, ausência no velório do colega Flávio Jucá, negociatas para apoio a João (eles negam), traição a Evandro de parte deles e a ampla repercussão na imprensa dominaram os debates e São José do Egito através de sua Câmara foram notícia no estado.

Pra completar, a juíza Tainá Prado suspendeu uma sessão extraordinária que seria realizada na quinta-feira, definindo o trâmite para eleição na segunda.

O programa perguntou: na sua opinião, sobre a polêmica da eleição da Mesa Diretora: ficou feio para João de Maria e os que o apoiaram? Ou faz parte do jogo?  Para 87,5% dos ouvintes, ficou muito feio para a imagem de João de Maria, dos governistas que viraram para apoiá-lo e para todos que se permitiram o tal aquartelamento.

“O que João de Maria fez foi horrível, puro oportunismo. Mas como hoje política se tornou profissão, nada mais me surpreende”, disse um ouvinte. “Isso é uma vergonha para a Câmara”, comentou outra. “Muito feio pra esses vereadores que se elegeram com apoio de Evandro”, disse um terceiro.

Já 12,5% disseram que a posição dos vereadores faz parte do jogo. “Pior é Evandro tratar mal os professores”, disse um ouvinte. “João de Maria é uma pessoa decente”, defendeu outra.

Como vimos, os dois episódios chama a atenção, repito, para que eleitor seja mais criterioso ao depositar o seu voto nas urnas eletrônicas em 2026. É preciso fazer uma análise crítica dos perfis dos candidatos. 

As eleições para vereador costumam ser ignoradas pelos eleitores, que colocam-na como menos importante que os demais cargos eletivos. O que não é verdade. O vereador é uma peça importante na engrenagem da política nacional e isso deve ser pesado com a sua devida proporção.

MPF recorre ao STJ e ao STF em ação penal por trabalho escravo em Palmares

Administradores das Usinas Vitória e Vitória Agro são acusados de submeterem 241 trabalhadores a condições degradantes Por meio de recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) defendeu a condenação de dois sócios e administradores das Usinas Vitória Ltda e Vitória Agro Ltda, em Palmares […]

Foto: CPT/Divulgação/Imagem ilustrativa

Administradores das Usinas Vitória e Vitória Agro são acusados de submeterem 241 trabalhadores a condições degradantes

Por meio de recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Ministério Público Federal (MPF) defendeu a condenação de dois sócios e administradores das Usinas Vitória Ltda e Vitória Agro Ltda, em Palmares (PE), por submeterem 241 trabalhadores a condição análoga à de escravo. 

As condutas foram constatadas em fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego realizada entre 11 e 28 de novembro de 2008.

Os réus Francisco Augusto da Silva Melo e José Bartolomeu de Almeida Melo foram denunciados após o MTE ter comprovado que os trabalhadores do corte de cana eram submetidos a situações degradantes, sem mínimas condições de higiene ou alimentação, e em total desrespeito à legislação trabalhista. 

Após terem sido condenados em primeira instância pela prática do crime de trabalho escravo, caracterizado no artigo 149 do Código Penal Brasileiro, os administradores foram absolvidos em julgamento no Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Mesmo tendo reconhecido as condições precárias encontradas na fiscalização, comprovadas nos autos por meio de relatórios, imagens e depoimentos, o Tribunal entendeu que se tratava de simples descumprimento da legislação trabalhista. 

Os recursos do MPF, por meio da Procuradoria Regional da República da 5ª Região, caminham em outro sentido, indicando que houve crime nas duas usinas, consumido na sujeição de trabalhadores a condições aviltantes de trabalho.

O que define o crime previsto no artigo 149 é a submissão a trabalhos forçados e a jornadas exaustivas, a sujeição a condições deploráveis de trabalho e a restrição, por qualquer meio, da locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto. 

Apesar de a restrição à locomoção não ter sido constatada pela fiscalização do MTE, entende-se que basta estar presente uma das condutas para que se configure condição análoga à de escravo. Na ação penal foram verificadas as outras três condutas ilícitas.

A decisão do TRF5 chegou a especificar as seguintes situações encontradas no local: ausência de fornecimento de água potável aos trabalhadores; ausência de fornecimento de alimentação, ficando a cargo dos próprios trabalhadores levarem suas marmitas ao local de trabalho; inexistência de lugar adequado para realizarem suas refeições, que eram efetuadas no chão, no meio da plantação de cana.

Ainda a ausência de disponibilização de sabão e água para higiene pessoal, de fornecimento gratuito de ferramentas necessárias ao trabalho e de equipamentos de proteção individual adequados, até a falta de instalações sanitárias para as necessidades fisiológicas, forçando os trabalhadores a usarem o relento da plantação para tal fim, entre outros problemas.

No entanto, mesmo reconhecendo todas essas ilicitudes, o tribunal absolveu os réus sob o argumento de que “o simples descumprimento de normas laborais não é suficiente, por si só, a configurar a ação delitiva de sujeição de trabalhadores a condições degradantes de trabalho (fls.934)”. 

Além disso, apontou que a acusação não fazia menção a prévio Termo de Ajuste de Conduta (TAC), ou outro tipo de atuação no âmbito administrativo, que pudesse, pelo descumprimento dos réus, demonstrar a intenção em manter a situação precária dos trabalhadores no campo.

Diante da absolvição dos administradores, o MPF interpôs recursos ao STF e ao STJ sob a alegação de que tais situações humilhantes configuram o crime do artigo 149, CPB. E se as múltiplas evidências de condições tão desumanas de trabalho, como as que foram retratadas nos autos, foram reconhecidas pelo próprio tribunal, questionou que outro tipo de comprovação seria capaz de sensibilizar o julgador.

Além disso, ressaltou que a caracterização do crime de redução à situação análoga à escravidão deve ser vista a partir das relações de trabalho da contemporaneidade. Isso significa que não é preciso que as vítimas estejam submetidas ao tipo de escravidão ocorrido antes de 1888 no Brasil, com pessoas acorrentadas, privadas de liberdade e tratadas como mercadorias. Basta que elas tenham sua dignidade gravemente afetada a partir de coação, violência ou privação de direitos básicos.

Quanto à inexistência de TAC, ou de atuação preventiva no âmbito administrativo, o MPF explicou que a acusação deve comprovar apenas a autoria e a materialidade (previsão em lei) do delito. Por outro lado, a obrigação de apresentar atos a favor dos acusados fica a cargo da defesa, o que não ocorreu durante o processo.

Assim, em direção diversa do que entendeu o TRF5, o MPF ressalta a importância de repreender situações de submissão incontroversa de trabalhadores a condições indignas, a ponto de serem comparados a escravos. 

Se não for dessa forma, acaba-se por negar vigência aos princípios da dignidade humana, da liberdade do trabalho e da redução de desigualdades sociais. Tais princípios estão elencados na Constituição Federal, nos artigos 1º, incisos III e IV, e no artigo 3º, incisos I e III.

Diante desses fatos, o MPF recorreu ao STJ apontando a necessidade de reforma da decisão do TRF5 que absolveu os réus, acatando-se a decisão de primeiro grau, que os condenou. Ao STF, defendeu o reconhecimento da afronta aos artigos 1º e 3º da CF/88.

Desfile também teve protestos. Petistas “desfilaram” gritando Fora Temer

O desfile de Sete de Setembro deste ano em Afogados da Ingazeira também foi marcado por protestos. O candidato a prefeito pela coligação União Pelo Povo, Emídio Vasconcelos, junto com um grupo de candidatos (as) a vereadores (as), militantes e simpatizantes levou para as ruas do município uma faixa onde se lia: “Luto e luta […]

Grupo de petistas furou o bloqueio e
Grupo de petistas furou o bloqueio e “desfilou” no final do Sete de Setembro

O desfile de Sete de Setembro deste ano em Afogados da Ingazeira também foi marcado por protestos. O candidato a prefeito pela coligação União Pelo Povo, Emídio Vasconcelos, junto com um grupo de candidatos (as) a vereadores (as), militantes e simpatizantes levou para as ruas do município uma faixa onde se lia: “Luto e luta pela democracia”.

Segundo Emídio, que foi um dos organizadores do protesto, a faixa foi uma maneira de mostrar que Afogados tem um grupo de resistência contra o golpe dado na ex-presidente Dilma Rousseff, “precisamos mostrar que Afogados tem um grupo de resistência, um grupo que defende Dilma, Lula o PT e acima de tudo a democracia”, disse segundo nota.

_mg_1683

_mg_1681

_mg_1680

Além do ato do grupo de Emídio, outras faixas levadas por estudantes durante o desfile, também tinham cunho de protesto, pediam escolas, segurança, hospitais, respeito, valorização dos professores, soldados, médicos e enfermeiros, serviços públicos de qualidade e o fim da corrupção, segundo nota de sua assessoria ao blog.

Noutra, um pedido de melhores condições na educação, segurança e saúde. Em mais uma, a cobrança por defesa da escola pública clamava por dignidade e valorização dos professores.

_mg_1494

A guarda municipal de Afogados da Ingazeira, também levou para a Avenida Rio Branco uma faixa onde pedia o fim da extinção da categoria.

Pelo que o blog apurou, as faixas de protesto não foram registradas pela equipe que conduzia o Desfile ligada à Secretaria de Educação. O grupo de preto, do PT, também tinha intenção de chamar o prefeito José Patriota de “golpista”, parando em frente ao palanque das autoridades. O Prefeito saiu antes do local.

Luciano Duque cumpre agenda no Alto Pajeú

O deputado estadual Luciano Duque (SD), aproveitou o sábado para visitar lideranças polícias no Alto Pajeú. Segundo destacado pelo parlamentar em suas redes sociais, durante as visitas aproveitou para conversar sobre o início do seu mandato e reafirmar compromisso com o povo da região. Em Brejinho, Luciano se encontrou com o ex-prefeito, José Vanderlei, com […]

O deputado estadual Luciano Duque (SD), aproveitou o sábado para visitar lideranças polícias no Alto Pajeú.

Segundo destacado pelo parlamentar em suas redes sociais, durante as visitas aproveitou para conversar sobre o início do seu mandato e reafirmar compromisso com o povo da região.

Em Brejinho, Luciano se encontrou com o ex-prefeito, José Vanderlei, com os vereadores Ronaldo Delfino, Chico Dudu e Ligekson Lira. Também com o ex-vereador Guega de Jacinto e com outras lideranças do município, como a ex-secretária de educação de Serra Talhada, Marta Cristina.

“Também conversamos com Otonione, de Itapetim e Ricardo da Castanha, de Santa Terezinha”, disse Duque.

Luciano também passou por São José do Egito, onde se encontrou com o ex-prefeito, Romério Guimarães e Paulo Guedes e outras lideranças do município.

Vereador flagrado com porte de arma em Pesqueira

No fim da manhã de  hoje,  a Polícia recebeu denúncia de um veículo que possivelmente estaria realizando compra de votos. Deparou-se com um automóvel com as mesmas características nas proximidades do Restaurante Renascença, realizando a respectiva abordagem. Nas buscas foram localizados com Ednaldo José Bezerra, Inaldo Paz, vereador do município de Pesqueira, um revólver Taurus, […]

No fim da manhã de  hoje,  a Polícia recebeu denúncia de um veículo que possivelmente estaria realizando compra de votos.

Deparou-se com um automóvel com as mesmas características nas proximidades do Restaurante Renascença, realizando a respectiva abordagem.

Nas buscas foram localizados com Ednaldo José Bezerra, Inaldo Paz, vereador do município de Pesqueira, um revólver Taurus, oxidável, cal. 38, n° 1860806, com seis munições intactas e um punhal.

A ocorrência se deu a 1.200 metros do local da Escola Professor Arruda Marinho. Não foi constatada a compra de votos.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Pesqueira, onde se encontra aguardando parecer da autoridade policial judiciária. Uso de armas mesmo por quem tenha porte é proibido no dia da eleição.