O Natal é de Cristo
G1 A Polícia Federal prendeu, há exato um mês, Andréa Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, primo do parlamentar, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). Nestes 31 dias, a rotina dos três, que já tiveram cargos públicos em Minas Gerais, mudou e agora eles passam os dias […]
G1
A Polícia Federal prendeu, há exato um mês, Andréa Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, primo do parlamentar, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). Nestes 31 dias, a rotina dos três, que já tiveram cargos públicos em Minas Gerais, mudou e agora eles passam os dias em celas pequenas, com quatro refeições diárias e banhos de sol.
Os três foram presos na Operação Patmos, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal no dia 18 de maio. Foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão e 8 de prisão preventiva em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão e Paraná.
Segundo a Polícia Federal, a investigação partiu da delação de executivos do grupo J&F e da JBS, pertencente ao conglomerado. Nela, o senador afastado Aécio Neves aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista para pagar a defesa dele na Lava Jato.
De acordo com a secretaria, Andrea tem participado da rotina da penitenciária, mas não pode trabalhar, já que o benefício é concedido somente a presas sentenciadas e a jornalista cumpre prisão preventiva – antes do julgamento. Apesar disto, ela tem participado de atividades psicoterapêuticas e cultos religiosos.
O advogado Marcelo Leonardo disse que espera o julgamento de um recurso pedindo a liberdade de sua cliente no Supremo Tribunal Federal (STF). A votação está marcada para a próxima terça-feira (20). Na última terça-feira (13), o Supremo manteve a prisão da irmã do senador por entender que ela ainda apresenta risco de cometimento de novos crimes.
Segundo o defensor, Andrea não pode ser responsabilizada por atos atribuídos a terceiros e deveria responder às acusações em liberdade.
“Ela é primária, sem antecedentes criminais, tem 58 anos de idade e nunca se envolveu em fato criminoso e está acusada de uma isolada conduta. Não há necessidade de responder presa”, disse o advogado
As parlamentares defendem ainda a ampla investigação do caso, com respostas concretas do Estado à sociedade As codeputadas do mandato das Juntas (PSOL-PE) protocolaram, nesta terça-feira, 02, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), um requerimento de voto de protesto contra a ação do delegado Osias Tibúrcio Fernandes de Melo contra a advogada Anna Cristina, no […]
As parlamentares defendem ainda a ampla investigação do caso, com respostas concretas do Estado à sociedade
As codeputadas do mandato das Juntas (PSOL-PE) protocolaram, nesta terça-feira, 02, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), um requerimento de voto de protesto contra a ação do delegado Osias Tibúrcio Fernandes de Melo contra a advogada Anna Cristina, no dia 28, na Delegacia do Varadouro, em Olinda.
O tratamento desarrazoado e desproporcional com que a advogada foi tratada repercutiu nas mídias desde que a mesma, enquanto esperava uma cliente em frente à delegacia, foi abordada com discriminação pelo delegado Osias Tibúrcio Fernandes de Melo. O policial, após pedir a identificação de Anna Cristina, tentou reter sua carteira da OAB e a arrastou pelo braço, deixando-a detida na delegacia por mais de seis horas, sem autorização sequer para ir ao banheiro.
Na solicitação, as parlamentares ressaltam a importância do papel do advogado(a) para o exercício da justiça. Não existe nenhum meio legal que permita a retenção da Carteira de Identificação da OAB, como aconteceu no caso da advogada. Além disso, os profissionais da área devem ser tratados com respeito, podendo exercer seu trabalho com liberdade, de acordo com a Lei Federal 8.906/1994, que trata do Estatuto da Advocacia.
Além de violar as prerrogativas do exercício da advocacia, os fatos narrados e amplamente divulgados revelam a sistemática cotidiana do sistema de justiça criminal a que as pessoas negras são expostas e violentadas no nosso país.
Por ser negra, a advogada foi vista como suspeita e pela mesma razão foi presa, sem qualquer provas ou razão cabível. É assim que opera o racismo institucional, que marca as pessoas negras pelo estereótipo de subalternidade, não aceitando que uma mulher negra possa transitar como autoridade em alguns espaços.
As Juntas consideram o caso gravíssimo e lembram que, no Brasil, racismo é um crime inafiançável e imprescritível, segundo o Art. 5º, da Constituição Federal. As Juntas reivindicam uma ampla investigação do caso e explica que o Estado deve respostas concretas à sociedade, que é tão diversa e formada em sua maioria por pessoas negras.
Falar de casos de racismo é também repercutir uma demanda mundial, com as reações ao assassinato de George Floyd, nos EUA, ou ao ressurgimento de organizações extremistas, como aconteceu semana passada, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), com o protesto do grupo bolsonarista autodenominado “300 do Brasil”.
O voto protocolado também será remetido à OAB-PE, à Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, ao Ministério Público de Pernambuco e à advogada Anna Cristina.
Destaque para mal súbito de Luciano Duque quando discursava. Prefeito passa bem A Exposerra foi aberta na noite desta quinta (16) com público acima do esperado na exposição e considerado bom nos shows. Houve algumas novidades nos estantes deste ano, com segmentos mais variados e maior participação das cidades do entorno De Afogados da Ingazeira,. […]

Destaque para mal súbito de Luciano Duque quando discursava. Prefeito passa bem
A Exposerra foi aberta na noite desta quinta (16) com público acima do esperado na exposição e considerado bom nos shows. Houve algumas novidades nos estantes deste ano, com segmentos mais variados e maior participação das cidades do entorno De Afogados da Ingazeira,. Por exemplo, empresas como Liplig Noivas e a associação dos produtores de móveis do município.
Como esperado, muitos políticos na abertura oficial. Além de autoridades como o prefeito Luciano Duque e auxiliares, o Presidente da CDL Everaldo melo e demais nomes da entidade, políticos como Augusto César, Anchieta Patriota, Faeca Melo, Zé Raimundo, Eugênio Marinho, Marcos Oliveira, dentre outros.




O Grupo de Xaxado Cabras de Lampião se apresentou na abertura do evento. Nos discursos inclusive do Presidente da CDL, destaque para a necessidade de eventos como a Exposerra para enfrentamento da crise.
Prefeito passou mal destaque explorado pela imprensa local foi o mal súbito do prefeito Luciano Duque durante seu discurso na abertura do evento. Ele passou mal segundo sua assessoria fruto de uma queda de pressão e hipoglicemia, que é a baixa de açúcar no sangue.

Os shows de abertura tiveram público, compatível com o que costuma ocorrer na primeira noite, com Forrozão das Antigas e Vicente Nery.
Nesta sexta, a expectativa é de que seja maior com Lucas Costa, As Coleguinhas e Mano Walter. A programação termina neste sábado com Léo Magalhães e Cavaleiros do Forró.
O blog participa do evento: por mais um ano, o estande do blog estará montado na maior feira do gênero no interior. Compareça e prestigie nosso espaço.



A vítima é um homem de 51 anos que foi morto a facadas pelo vizinho após discussão. A cidade de Serra Talhada registrou mais um homicídio na noite deste sábado (10). A vítima é um homem de 51 anos que foi morto com golpes de faca no Sítio Xique-Xique, na região do Poço do Serrote, zona […]

A vítima é um homem de 51 anos que foi morto a facadas pelo vizinho após discussão.
A cidade de Serra Talhada registrou mais um homicídio na noite deste sábado (10). A vítima é um homem de 51 anos que foi morto com golpes de faca no Sítio Xique-Xique, na região do Poço do Serrote, zona rural do município.
Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi identificada como João Henrique Martins. O suspeito de cometer crime é um vizinho da vítima, e segundo informações apuradas pelo Farol de Notícias, o homicídio aconteceu após uma discussão entre os dois acerca de uma obra que estava sendo realizada.
O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos cabíveis. Uma testemunha do crime foi ouvida pela polícia, mas não há informações se o suspeito foi preso até o momento. Este é o 12º homicídio do ano em Serra Talhada.
Fabiano é acusado de ter intermediado a compra do mandato de Luceninha na prefeitura de Cabedelo-PB O radialista Fabiano Gomes foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (22). A prisão preventiva foi determinada pelo desembargador João Benedito, do Tribunal de Justiça, no bojo da operação Xeque-Mate, desencadeada pelo Ministério Público da Paraíba em […]

Fabiano é acusado de ter intermediado a compra do mandato de Luceninha na prefeitura de Cabedelo-PB
O radialista Fabiano Gomes foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (22). A prisão preventiva foi determinada pelo desembargador João Benedito, do Tribunal de Justiça, no bojo da operação Xeque-Mate, desencadeada pelo Ministério Público da Paraíba em parceria com a Polícia Federal.
O radialista foi alvo, no dia 3 de julho, de dois mandados de busca e apreensão, um no trabalho e outro em casa. Ele é acusado de ter intermediado a compra do mandato do ex-prefeito de Cabedelo, Luceninha, que renunciou ao cargo em 2013. A operação fraudulenta, de acordo com as investigações coordenadas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), resultou na posse do atual prefeito afastado do município, Leto Viana (PRP). Ele foi reeleito em 2016.
O radialista já cumpria medidas cautelares desde o 3 de julho, por decisão do desembargador. O magistrado proibiu o acusado de deixar o território nacional. Fabiano Gomes chegou a confessar, espontaneamente, no dia 27 de abril, o cometimento do crime.
Em depoimento prestado ao coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, ele foi claro e objetivo ao dar detalhes sobre a compra do mandato do prefeito eleito de Cabedelo em 2012, Luceninha, ocorrida cinco anos antes.
Disse que estava sendo alvo de ameaças veladas de morte por saber demais e ter provas do ocorrido na cidade metropolitana. O nome dele apareceu como peça central do esquema denunciado no bojo da operação Xeque-Mate. No depoimento voluntário, deu detalhes sobre todo o processo que foi desde a eleição de Luceninha, passando pela compra do mandato até acertos para o recebimento de verba pública destinada à publicidade.
Fabiano Gomes contou que foi procurado por Luceninha para fazer a campanha ele, em 2012. Eleito, no ano seguinte, recebeu a promessa do gestor de que pagaria publicidade para o portal dele. Seria uma compensação pelo esforço na campanha. Antes que o processo licitatório para acertar a publicidade fosse concluído, foi procurado novamente pelo prefeito empossado. Ele teria alegado não ter poder sobre a gestão, que foi gravado por um secretário e não tinha voz ativa. Queria renunciar. Precisava, para isso, que alguém assumisse as dívidas de campanha. Não confiava em Leto Viana, o vice, preso recentemente, para cumprir com o compromisso. Foi então que Fabiano Gomes intermediou a entrada do empresário Roberto Santiago no processo.
O empresário, diz o radialista, não queria outra coisa com a gestão a não ser impedir a implantação, na cidade, de um shopping concorrente. Para isso, bancaria o pagamento pela renúncia com dinheiro encaminhado a Luceninha por Fabiano Gomes. Foram R$ 500 mil em uma mala.
O passo seguinte foi o parcelamento do restante da dívida, paga em parte pelo empresário e outra parte com o rateamento de cargos na prefeitura. Tudo está no processo, inclusive os vídeos gravados na colaboração de Fabiano Gomes. Neste período, segundo o radialista, todas as decisões administrativas na cidade passavam pela mão de Roberto Santiago. Até fornecedores que não recebiam da prefeitura procuravam o empresário e ele mandava Leto pagar.
Denunciados
Além de Fabiano Gomes, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou na Justiça outras 25 pessoas no bojo da operação Xeque-Mate. O grupo é acusado de ter montado uma organização criminosa na Prefeitura de Cabedelo. As irregularidades teriam ocorrido a partir da suposta compra do mandato do prefeito eleito em 2012, José Maria de Lucena Filho (Luceninha). Ele teria negociado a função pública para o pagamento de dívidas de campanha eleitoral. O beneficiado com a renúncia do gestor foi o então vice-prefeito, Leto Viana (PRP), que conseguiu ser reeleito em 2016.
De acordo com a denúncia protocolada no Tribunal de Justiça da Paraíba, os integrantes do grupo teriam passado, a partir daí, a praticar diversos crimes. Entre eles foram elencados “desvio de recursos públicos através da indicação de servidores ‘fantasmas’; corrupção ativa e passiva; fraudes a licitações; lavagem de dinheiro; avaliações fraudulentas de imóveis públicos e recebimento de propina para aprovação ou rejeição de projetos legislativos. Pelo menos dez dos acusados chegaram a ser presos e afastados dos respectivos cargos ou funções públicas no curso da investigação.
Acusados
Além de Fabiano Gomes, está presa toda cúpula do poder político na cidade de Cabedelo. Logo no início da operação, em abril, foram levados para a cadeia o prefeito Leto Viana (PRP); a vereadora e primeira-dama da cidade, Jacqueline Monteiro França; o presidente da Câmara de Vereadores, Lúcio José do Nascimento Araújo e outros quatro vereadores. O vice-prefeito, Flávio Oliveira (já falecido), foi apenas afastado do cargo. O comando da prefeitura foi assumido, então, pelo vereador Vítor Hugo, após ser eleito presidente da Câmara de Vereadores. Ao todo, dez dos 15 vereadores também foram afastados por decisão da Justiça.
Confira a lista de denunciados
1) Wellington Viana França
2) Jacqueline Monteiro França
3) José Maria de Lucena Filho
4) Lúcio José do Nascimento Araújo
5) Marcos Antônio Silva dos Santos
6) Inaldo Figueiredo da Silva
7) Tercio de Figueiredo Dornelas Filho
8) Rosildo Pereira de Araujo Júnior (Júnior Datele)
9) Gleuryston Vasconcelos Bezerra Filho
10) Antônio Bezerra do Vale Filho
11) Adeildo Bezerra Duarte
12) Leila Maria Viana do Amaral
13) Márcio Bezerra da Costa
14) Aliberto Florencio de Oliveira
15) Flávio de Oliveira
16) Rosivaldo Alves Barbosa
17) Josué Pessoa de Goes
18) Belmiro Mamede da Silva Neto
19) Antonio Moacir Dantas Cavalcanti Júnior
20) Francisco Rogério Santiago Mendonça
21) Reinaldo Barbosa de Lima
22) Roberto Ricardo Santiago Nóbrega
23) Olívio Oliveira dos Santos
24) Fabiano Gomes da Silva
25) Lucas Santino da Silva
26) Fabrício Magno Marques de Melo Silva
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