Victor Oliveira avalia positivamente encontro sobre GTA para Serra
Por Nill Júnior
Da Assessoria
O presidente estadual do PR jovem e ex-candidato a prefeito de Serra Talhada, Victor Oliveira, junto com o deputado estadual Rogério Leão e o secretário de Transportes do Estado e presidente estadual do PR, Sebastião Oliveira, se reuniram nesta quinta-feira (10), no Recife, com representantes do comando da Polícia Militar para acertar detalhes da instalação do Grupo Tático Aéreo (GTA) em Serra Talhada.
A reunião, na opinião de Victor Oliveira foi muito proveitosa, e informou que o coronel Alysson Bandeira, responsável pelo GTA ficou de passar para o secretário Sebastião Oliveira o anti-projeto de criação do grupamento.
“Sebastião disse que vai se empenhar pessoalmente para que a operacionalização do grupamento seja sediado em Serra Talhada o mais breve possível “, disse Victor.
Apesar de outras cidades, como Salgueiro e Petrolina disputarem o grupamento, Serra Talhada leva vantagem devido a sua localização geográfica, além disso, diversos municípios, principalmente do Pajeú e Sertão do Moxotó, apoiam a instalação do grupamento na segunda maior cidade do sertão.
“A atuação desse núcleo de resgate e policiamento aéreo em Serra Talhada seria muito importante. É um instrumento não só de combate a criminalidade e apoio a segurança, mas também de atendimento médico emergencial, com certeza seria de grande utilidade e, pessoalmente acredito que vamos ter êxito em nosso pleito“, declarou Victor.
A causa da morte do voluntário que participava dos testes da vacina CoronaVac foi suicídio, indicou o boletim de ocorrência obtido nesta terça-feira (10) pela TV Globo. Na véspera, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia suspendido temporariamente os testes do imunizante, que é desenvolvido pela farmacêutica chinesa SinoVac. No Brasil, a produção da vacina ficará […]
A causa da morte do voluntário que participava dos testes da vacina CoronaVac foi suicídio, indicou o boletim de ocorrência obtido nesta terça-feira (10) pela TV Globo.
Na véspera, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia suspendido temporariamente os testes do imunizante, que é desenvolvido pela farmacêutica chinesa SinoVac. No Brasil, a produção da vacina ficará a cargo do Instituto Butantan, que é vinculado ao governo de São Paulo e também coordena os testes da CoronaVac no país.
Ao fazer o anúncio da interrupção dos estudos, a Anvisa citou “evento adverso grave”, mas não deu detalhes sobre o motivo específico que levou à suspensão.
Pouco depois da divulgação da causa da morte do voluntário, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, afirmou em entrevista coletiva que “objetivamente, não havia essa informação [de que o voluntário se suicidou] entre as que recebemos ontem [segunda-feira]”.
Ao chegar ao apartamento, os policiais foram recebidos pelo zelador do prédio, que mostrou um homem de 32 anos no chão do banheiro – perto do braço dele, havia uma seringa e diversas ampolas de remédio. O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Até a última atualização desta reportagem, o laudo necroscópico não havia sido divulgado. O resultado depende do exame toxicológico, que demora mais tempo para ficar pronto. Com a interrupção do estudo da CoronaVac, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado nos testes no Brasil.
O governo de São Paulo acordou a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, que esteve no centro de uma disputa envolvendo Jair Bolsonaro, o Ministério da Saúde e o governador paulista, João Doria (PSDB), adversário político do presidente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há atualmente dez vacinas na terceira e última etapa de testes em humanos – um desses imunizantes é justamente a CoronaVac.
Antes de ser liberada para a população, uma vacina tem de passar por três estágios de ensaios clínicos que comprovem sua segurança e eficácia. A cada etapa, mais voluntários são recrutados, e os resultados dos testes são analisados pelos pesquisadores para garantir que o imunizante possa ser licenciado.
Da Ascom Câmara A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu em sessão solene na manhã desta sexta para inaugurar seu novo Anexo Administrativo. Ao todo, seis novos espaços foram entregues à população, dois banheiros, salas de ouvidoria, controle interno, comissões, sala de som, almoxarifado e tesouraria. O Prefeito José Patriota em sua […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu em sessão solene na manhã desta sexta para inaugurar seu novo Anexo Administrativo. Ao todo, seis novos espaços foram entregues à população, dois banheiros, salas de ouvidoria, controle interno, comissões, sala de som, almoxarifado e tesouraria.
O Prefeito José Patriota em sua fala destacou a importância do Poder Legislativo. “Daqui saem as grandes decisões para o município, são muitas as vezes que dialogamos com os vereadores sobre os projetos de lei que estão em pauta na casa”, destacou.
O ex-vereador Heleno Mariano destacou a participação política histórica dos vereadores em pleitos majoritários. “Desta casa já saíram prefeitos e vice prefeitos, além do meu irmão Antônio Mariano que foi Deputado por quatro mandatos”. Augusto Martins e Raimundo Lima elogiaram o trabalho do Presidente Igor Mariano e as novas instalações da Casa.” Os servidores desta casa hoje tem condições de desempenhar seu trabalho de forma muito mais digna graças a está reforma”.
Homenagens – O novo anexo administrativo carrega o nome do ex- vereador Luiz Alves dos Santos in memoria, que esteve representado por sua esposa Dona Lucinda. A sala das comissões carrega o nome do ex-presidente da Casa, Luiz Odon, o arquivo tem o nome de José Nazário, que esteve na sessão ao lado do seu filho Franklin Nazário. A tesouraria leva o nome de Damião Alves dos Santos, Seu Bião.
A Ouvidoria terá o nome de Gastão Cerquinha, que apesar da idade avançada compareceu à solenidade, por fim, o nome do Controle Interno será de Erickson Torres, ex-presidente da Casa. Todos os nomes foram escolhidos pelos servidores efetivos do Poder Legislativo. Foi inaugurado também uma galeria que mostra a composição histórica da Câmara desde 1960 até os dias atuais. Lá estão nomes como Antônio Mariano, Waldecyr Xavier de Menezes, Inocêncio Nobelino, Reginaldo Remígio, entre tantos outros.
O Presidente do Poder, Igor Mariano, destacou ações da sua gestão e se comprometeu mais a vez em realizar o concurso público na casa legislativa. Lembrou ainda que assumiu dois compromissos com o povo quando foi eleito, a reforma da lei orgânica e do regimento interno da casa, ambos estão em discussão e devem ser aprovados em breve. O que significará um avanço legal enorme ao município. Agradeceu ainda aos parceiros e servidores do poder legislativo pelo empenho para a entrega da obra.
Justificativa – O vereador Daniel Valadares justificou a sua ausência da sessão por ser encontrar na capital pernambucana em compromissos políticos.
Nomes que rodeiam a ala governista em Arcoverde questionam a condução da médica e vereadora Cybele Roa e do marido, Rodrigo Roa. Um dia exemplos é de que como vereadora Cybele deveria ter hoje um bom grupo de vereadores de mandato ao seu lado. Não tem nenhum. Oriunda do grupo de Madalena, ainda não conseguiu o […]
Nomes que rodeiam a ala governista em Arcoverde questionam a condução da médica e vereadora Cybele Roa e do marido, Rodrigo Roa.
Um dia exemplos é de que como vereadora Cybele deveria ter hoje um bom grupo de vereadores de mandato ao seu lado. Não tem nenhum.
Oriunda do grupo de Madalena, ainda não conseguiu o apoio firmado da prefeita. Também não conseguiu alinhamento com o Delegado Israel Rubis.
Há quem reclame da falta de flexibilidade nas discussões. “Fazem reuniões políticas demoradas em busca de aliança mas não aceitam a opinião dos outros. Querem Amém às suas ideias, algumas utópicas, não abrem mão da cabeça da chapa. Isso vai os isolando”, disse uma fonte governista ao blog.
Já o Delegado Israel, tem se mostrado mais leve, solto e disponível para construir um lastro de aliança com todos os grupos. Ele próprio já disse recentemente que tem conversado com todo mundo.
O resultado das urnas significou um revés para boa parte dos caciques do Senado Federal, que não se reelegeram para um novo mandato de oito anos, embora estivessem em disputa duas das três vagas por Estado. A lista de derrotados é puxada pela cúpula da Casa: o atual presidente, Eunício Oliveira (MDB), ficou em terceiro […]
Jucá, Lobão e Eunício não conseguiram ser reeleitos
O resultado das urnas significou um revés para boa parte dos caciques do Senado Federal, que não se reelegeram para um novo mandato de oito anos, embora estivessem em disputa duas das três vagas por Estado. A lista de derrotados é puxada pela cúpula da Casa: o atual presidente, Eunício Oliveira (MDB), ficou em terceiro lugar no Ceará, e o vice-presidente, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), em quarto na Paraíba.
Além deles, perderam a vaga o senador Edison Lobão (MA), do MDB, e ex-ministros de Minas e Energia, além de Garibaldi Alves (MDB-RN), ex-ministro do Turismo. Até o fechamento desta edição, estava ameaçada também a reeleição do presidente nacional do MDB senador Romero Jucá (RR), do ex-ministro do Planejamento e ex-líder do governo Michel Temer.
Senadores que lideraram a oposição ao governo Temer, como Roberto Requião (MDB-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), ficaram de fora da próxima legislatura. Já Renan Calheiros (MDB-AL), ex-presidente do Senado que rompeu com Temer e fez campanha aliado ao PT e ao ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato, garantiu um novo mandato na segunda vaga.
Dois partidos que surpreenderam foram a Rede, da candidata derrotada à Presidência Marina Silva, que elegeu seis senadores (tinha apenas um), e o PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro, que não tinha nenhum e agora contará com uma bancada formada por quatro.
A bancada da Rede será formada por Randolfe Rodrigues (AP) – reeleito -, Capitão Styvenson (RN), Delegado Alessandro Vieira (SE), Fabiano Contarato (ES) e Flávio Arns (PR). A do PSL terá Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidenciável, o policial militar da reserva Major Olímpio (PSL-SP), a juíza Selma Arruda (PSL-MT) e Soraya Thronicke (PSL-MS). Não conseguiu a reeleição o senador e cantor gospel Magno Malta (PR-ES), um dos principais aliados políticos e cabos eleitorais de Bolsonaro.
Também não se reelegeram os senadores Waldermir Moka (MDB-MS), Ataídes Olveira (PSDB-TO), Vicentinho (PR-TO), Benedito de Lira (PP-AL), Ângela Portela (PT-RR), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
A eleição para o Senado também deixou de fora dois ex-governadores do PSDB que estão na mira de operações policiais por suspeita de corrupção: Marconi Perillo (Goiás) e Beto Richa (Paraná). Perillo só não foi alvo de pedido de prisão, segundo o Ministério Público, por causa do período eleitoral, enquanto Richa ficou preso temporariamente.
Delator da Operação Lava Jato cassado em plenário, o ex-petista Delcídio do Amaral (PTC-MS) fracassou ao tentar retornar ao Senado. Ele ainda tentava o regularizar a sua candidatura junto à Justiça Eleitoral.
Esperanças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff (MG), cassada pelo Congresso em 2016, e o ex-senador Eduardo Suplicy (SP) não conseguiram se eleger. Dilma ficou em quarto lugar, enquanto Suplicy foi o terceiro. Principal nome do clã Sarney também ficou de fora o filho do ex-presidente, Sarney Filho (PV) ex-ministro do Meio Ambiente.
Entre os eleitos, há nomes antigos como o ex-ministro da Educação Cid Gomes (PDT-CE), irmão do candidato a presidente derrotado Ciro Gomes (PDT), e ex-deputados federais que trocaram de Casa. Por outro lado, ingressaram personalidades como a medalhista olímpica Leila do Vôlei (PSB-DF) e o comentarista esportivo e apresentador Jorge Kajuru (PRP-GO), além do militar da reserva e instrutor policial Marcos do Val (PPS-ES), celebridade nas redes sociais.
Em Sergipe, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB), não se reelegeu.
A prefeitura de Brejinho anunciou que realizará a partir dessa segunda (11) um recadastramento dos servidores municipais. Segundo informações repassadas ao blog, a medida faz parte do trabalho de mapeamento da realidade da máquina pela gestão Gilson Bento. Pelo cronograma, o recadastramento, que se dará por ordem alfabética, vai até 2 de fevereiro. Servidores ativos […]
A prefeitura de Brejinho anunciou que realizará a partir dessa segunda (11) um recadastramento dos servidores municipais.
Segundo informações repassadas ao blog, a medida faz parte do trabalho de mapeamento da realidade da máquina pela gestão Gilson Bento.
Pelo cronograma, o recadastramento, que se dará por ordem alfabética, vai até 2 de fevereiro.
Servidores ativos com iniciais entre A e F farão o recadastramento entre 11 e 13 de janeiro. Os que tem iniciais entre G e L, de 14 a 18 de janeiro.
Servidores que começam com M e N, tem os dias de 19 a 21 de janeiro. Entre O e T, de 22 a 26 de janeiro.
O recadastramento segue de 27 a 29 se janeiro para quem tem as iniciais entre U e W.
Já os inativos cujos nomes começam com iniciais de A a H tem entre 18 e 20/01 para recadastrar. De I a M, de 21 a 25/1. De N a S, de 26 a 28/1. E de T a Z, de 29/1 a 2/2.
Mais informações no telefone (87) 3850-1156 ou presencialmente, na Rua Severino de Costa Nogueira, 153.
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