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O menino do Pajeú: a homenagem aos 20 anos do Blog do Magno

Por Nill Júnior

Por Marcelo Tognozzi

Colunista do Poder360

Pajeú em língua tupi é o rio dos pajés. São 353 km desde a nascente na Serra da Balança até a barragem de Itaparica, onde se entrega ao São Francisco num eterno abraço. Irmãos de águas. Os gregos diziam que em cada rio vivia um deus. Com o Pajeú e o São Francisco não é diferente, cada qual com sua alma, filhos do mesmo sertão.

Águas que forjam espíritos, têm poder de morte e vida, escassez e abundância, pouca ou nenhuma tolerância com gente sem substância. Não é uma questão de ser forte ou fraco, mas de existir sertanejo, uma essência à flor da pele. O impulso de seguir em frente fez o menino desafiar a música de Luiz Gonzaga e José Dantas.

Não fez como o peixe que nadou do mar para o Riacho do Navio, cruzando o Pajeú. Escolheu o caminho inverso e nunca abriu mão do rádio e das notícias das terras civilizadas. Primeiro, mandava notícias do sertão para o Recife desde Afogados da Ingazeira, sua terra, que, sem qualquer exagero, poderia ser a capital do vale do rio dos pajés. Era o fim dos anos 1970, início dos 1980, sem google, sem internet nem o celular da civilização moderna. O equipamento mais avançado era o telefone público da Telpe (Telecomunicações de Pernambuco) movido a fichas. O repórter ditava a notícia aos gritos para uma boa alma na redação do Diário de Pernambuco, distante duas centenas de km. Depois veio o telex e a vida melhorou um pouco.

Assim começou a epopeia de Magno Martins, o sexto dos nove filhos de seu Gastão e dona Margarida, que conheci em Brasília no ano da graça de 1986, quando o Brasil recém inaugurara a Nova República. Naquele ano foi eleita a Assembleia Nacional Constituinte e o Congresso Nacional passou a ser um rico ecossistema de jornalistas vindos de todos os cantos do país.

Tinha Orlando Brito das lentes mágicas, Fernando Rodrigues, Laerte Rimoli, Jorge Bastos Moreno, Tereza Cruvinel, Vanda Célia, Tânia Fusco, Renato Riella, Leda Flora, Cristiana Lôbo, Monica Waldvogel, Gisele Arthur, Sonia Carneiro, Expedito Filho, Irineu Tamanini, José Maria Trindade, Bartolomeu Rodrigues, Ana Terra, Marcio Chaer, Joca, Jarrão, Chico Mendonça, Luiz Lanzetta, Ricardo Noblat, Helena Chagas, Etevaldo Dias, Armando Rollemberg, Ricardo Amaral, tanta gente que veio e foi, uns casaram, outros se abandonaram, apareceram e desapareceram, há os que estão aí firmes até hoje, resistentes ou, quem sabe, imprudentes.

Neste sopro constituinte de liberdade e ousadia, depois de passarmos pela Anistia, Diretas-Já e a morte de Tancredo Neves, assistimos de camarote o Brasil sair da ditadura para a democracia. Assunto nunca faltava, tinha de tudo. O deputado que acordou nu no gramado do Congresso depois de uma noite de amor com sua musa, a secretária que virou capa da Playboy, o cacique Mário Juruna e seu gravador, o centrão nascendo pelas mãos do parteiro Roberto Cardoso Alves, amamentado por seu lema “é dando que se recebe”.

Veio a eleição de Fernando Collor em 1989 e, no ano seguinte, lá estava Magno como um dos coordenadores da campanha vitoriosa de Joaquim Francisco ao governo de Pernambuco, derrotando Jarbas Vasconcelos, lenda viva da política, um dos autênticos do velho MDB.

A política está no sangue da família. Seu Gastão foi vereador e vice-prefeito de Afogados, mas a política de Magno é notícia, não partido. Fundou a Agência Nordeste, a primeira focada exclusivamente na região. Escreveu 15 livros. Um deles sobre Marco Maciel, de quem foi assessor e amigo. Outro, “Os Leões do Norte”, sobre os governadores de Pernambuco. Tem foco e energia invejáveis, sempre 220 volts.

Este sertanejo invocado, baixinho e ousado não foge de briga e nem leva desaforo para casa. O ex-senador Ney Maranhão (1927-2016) certa vez o recebeu para uma entrevista no gabinete. Maranhão, sertanejo raiz, gostava de terno branco de linho 120 e usava alpargatas de couro. Trancou a porta, tirou o revólver da cintura, pousou sobre a mesa, e iniciou sermão. Foi duro criticando reportagem de Magno, que dominou o medo e acabou revertendo a situação com tamanha habilidade, apaziguando o homem e o convertendo em sua fonte. O senador acabou se tornando um dos líderes do governo Collor no Congresso.

O finado governador Eduardo Campos também brigou, mas fez as pazes. A atual governadora Raquel Lyra bateu de frente com ele. Arrumou um cachorro vira-lata e o batizou com o nome do desafeto. Longe de ser homenagem, foi a única forma de Raquel conseguir botar coleira no Magno que, graças ao xará humano, da noite para o dia ganhou fama e notoriedade de cachorro mais famoso de Pernambuco. Raquel, diferente do tio Fernando (1938-2013), ex-ministro, ex-deputado e amigo querido, anda com o fígado a tiracolo. Mas aos 47 anos ela ainda terá tempo suficiente para adoçar o temperamento e voar mais alto na política.

O filho do sertão do Pajeú tem na reinvenção de si mesmo uma marca. Quando o jornalismo impresso agonizava, foi um dos pioneiros dos novos caminhos digitais, criando o Blog do Magno em 2006. Dia 19 de maio este seu “filho” completou 20 anos. Foi uma festa linda, abençoada por Eduardo Monteiro, presidente da Folha de Pernambuco, um apaixonado pelo bom jornalismo. Seu jornal está na internet, mas ainda circula impresso em papel, saindo de uma rotativa Offset Rockwell, joia rara e singela a matar de saudades aqueles com o privilégio de visitar suas oficinas e sentir o cheiro do papel ainda úmido de tinta.

Mesmo onipresente no Nordeste com seus programas de rádio, o podcast Direto de Brasília e o blog campeão de audiência, Magno está longe de ser unanimidade. Criticado pela esquerda, direita, centro, recebe pedrada e elogio de todo lado. São inúmeros os calos por ele pisados ao longo da sua rica trajetória profissional. A dor de uns acaba sendo elixir de muitos leitores e ouvintes.

Já enfrentou processos, ameaças e juras de morte. Pajeú é terra que mistura poesia com valentia. Realidade acima da rima rica. Quem vem de lá, como ensinou Luiz Gonzaga, enfrenta batalhão, amansa burro brabo, pega cobra com a mão, trabalha de sol a sol e tem devoção. Quem bebeu daquelas águas tem a benção dos pajés. Nunca perde o encantamento.

Outras Notícias

Campina Grande é a capital do rádio e da TV no II Encontro MidiaCom PB

Radiodifusores da Paraíba e de diversos estados do Nordeste se reúnem na FIEPB, em Campina Grande, para um dia de debates, conhecimento, inovação e fortalecimento da comunicação regional. Participo do evento como vice-presidente da ASSERPE, ao lado do Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento. O encontro conta com a participação de importantes lideranças da […]

Radiodifusores da Paraíba e de diversos estados do Nordeste se reúnem na FIEPB, em Campina Grande, para um dia de debates, conhecimento, inovação e fortalecimento da comunicação regional.

Participo do evento como vice-presidente da ASSERPE, ao lado do Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento.

O encontro conta com a participação de importantes lideranças da radiodifusão pernambucana. Dentre elas Edmilson Boaviagem, presidente da ASSERPE; Ana Amélia Lemos, vice-presidente para o Sertão do São Francisco e radiodifusores como Vladimir Melo (Sistema Jornal do Commercio) e Erbi Andrade, da Gazeta FM.

A programação aborda temas estratégicos para o futuro da radiodifusão, como os desafios do jornalismo na era digital, o impacto da inteligência artificial, as tendências do áudio e as novas formas de conexão com o público.

Entre os destaques, o painel “Jornalismo em transformação: informação, democracia e os desafios da era digital”, com Milton Jung (CBN) e Heródoto Barbeiro (Nova Brasil); o debate sobre os impactos da inteligência artificial no rádio; e a discussão sobre o Rádio 3.0, que apresenta a evolução do meio para um ecossistema de comunicação cada vez mais conectado, dinâmico e multiplataforma.

Liderado pelo competente presidente André Vajas, com presidentes de Associações Estaduais e do Conselho Superior da Abert, Roberto Cervo Leão, o evento também promove networking, troca de experiências e reconhecimento dos destaques do setor, reforçando a importância da união entre profissionais, empresas e entidades que impulsionam a radiodifusão nordestina.

Uma constatação, o Rádio como grande camaleão da comunicação se moderniza, ganha as multiplataformas, dinamismo, sem perder sua essência e a capacidade de chegar às massas com audiência de nove em cada dez brasileiros. Viva o Rádio!!

André Janones é internado em UTI com arritmia cardíaca em São Paulo

O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na madrugada desta segunda-feira (19) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca e falta de ar. Segundo a reportagem, Janones deu entrada no hospital por volta das 2h. Até a publicação das informações, o Vila Nova […]

O deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado na madrugada desta segunda-feira (19) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca e falta de ar.

Segundo a reportagem, Janones deu entrada no hospital por volta das 2h. Até a publicação das informações, o Vila Nova Star ainda não havia divulgado boletim médico sobre o estado de saúde do parlamentar.

Horas antes da internação, o deputado acompanhou o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado na noite deste domingo (18) pela Band.

Pouco antes de ser hospitalizado, Janones também publicou nas redes sociais um vídeo com sua avaliação sobre o confronto entre os dois candidatos à Presidência.

O deputado coordena o canal “Exército do Lula”, criado para apoiar a campanha pela reeleição do presidente. Segundo a Agência Brasil, o canal reúne atualmente 5,4 milhões de seguidores.

Até o momento, não foram divulgadas informações médicas adicionais sobre a evolução do quadro de Janones.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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João Campos critica postura de Flávio no debate da Band e elogia desempenho de Lula

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula. Na avaliação de […]

O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, divulgou um vídeo comentando o primeiro debate do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18) pela Band. Aliado do presidente, Campos fez críticas à atuação do candidato do PL e elogiou a participação de Lula.

Na avaliação de João Campos, Flávio adotou uma postura agressiva e provocativa durante o confronto e deixou de aprofundar temas que, segundo ele, deveriam ter sido discutidos pelos candidatos à Presidência.

“É impressionante como o candidato Flávio Bolsonaro conseguiu transformar o debate num circo. A forma debochada, agressiva, provocativa, primeiro mostra uma falta de compromisso com o povo brasileiro e com o nosso país”, afirmou.

Campos também elogiou a atuação de Lula. Segundo o presidente do PSB, o petista “se manteve altivo” e direcionou suas falas para temas relacionados ao futuro do país e às realizações de seus governos.

Ao longo do vídeo, o ex-prefeito também retomou assuntos levantados por Lula durante o debate. Entre eles, mencionou a discussão sobre licença-maternidade, o debate sobre a jornada 6×1 e o desafio feito pelo presidente para que os dois candidatos autorizem a abertura de seus sigilos.

“Flávio, não corre mais não, abre o sigilo. O presidente lançou o desafio. Tá aí, abre o sigilo”, declarou.

Campos fez ainda outras críticas a Flávio, incluindo referências a episódios mencionados durante a campanha e o debate. As declarações representam a avaliação política do dirigente do PSB e aliado de Lula sobre o desempenho dos presidenciáveis.

O encontro realizado pela Band neste domingo foi o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro na campanha do segundo turno. Os dois candidatos trocaram acusações e questionamentos sobre diferentes temas ao longo do programa.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com a avaliação de João Campos sobre o debate.

Vídeo: Reprodução

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TSE dá 24 horas para Meta comprovar tratamento igual a Lula e Flávio; multa pode chegar a R$ 1 milhão por dia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu à Meta prazo de 24 horas para demonstrar que está adotando medidas capazes de garantir tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A determinação foi feita nesta segunda-feira (19), a menos de uma semana do segundo turno. A nova determinação ocorre depois […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu à Meta prazo de 24 horas para demonstrar que está adotando medidas capazes de garantir tratamento igualitário às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A determinação foi feita nesta segunda-feira (19), a menos de uma semana do segundo turno.

A nova determinação ocorre depois de o TSE concluir que a empresa, responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, não comprovou o cumprimento da maior parte das medidas anteriormente impostas pela Justiça Eleitoral.

Caso a Meta não apresente as comprovações exigidas dentro do novo prazo, a multa diária poderá chegar a R$ 1 milhão.

Na quinta-feira (15), a Justiça Eleitoral já havia determinado que a empresa aplicasse as mesmas regras às duas candidaturas até o segundo turno. Entre as medidas, estava a proibição de reduzir de maneira desigual o alcance das publicações, as recomendações e os resultados de busca relacionados às campanhas.

A decisão também determinou que a ferramenta de inteligência artificial da empresa não oferecesse tratamento favorecido a nenhum dos candidatos. Na ocasião, havia sido fixada multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

Segundo a nova decisão, os prazos de parte dessas determinações já haviam terminado sem que a Meta apresentasse elementos considerados suficientes para demonstrar o cumprimento das ordens.

“A persistência do descumprimento, a poucos dias do segundo turno, evidencia a insuficiência da multa fixada”, registra a decisão citada pela AFP.

A discussão chegou à Justiça Eleitoral depois que a campanha de Lula acusou a Meta de interferência na disputa eleitoral e de restringir conteúdos do presidente no Instagram e no WhatsApp. O PT também alegou existir uma “seletividade algorítmica” envolvendo a inteligência artificial integrada ao WhatsApp.

A Meta nega ter favorecido qualquer candidatura. A empresa reconheceu falhas, entre elas a desativação equivocada de anúncios da campanha de Lula, mas afirmou que os episódios decorreram de problemas técnicos e não atingiram exclusivamente o Brasil.

Na semana passada, representantes da empresa também participaram de reunião com o TSE para discutir medidas relacionadas à desinformação e ao funcionamento das plataformas durante a reta final das eleições. O tribunal destacou, na ocasião, a necessidade de garantir “paridade de armas” entre as duas campanhas.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: TSE/Divulgação

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Estudantes ampliam mobilização política na reta final do segundo turno, aponta UNE

Universitários e estudantes do ensino médio têm ampliado a participação em atos, assembleias e atividades políticas nesta reta final da eleição presidencial. As mobilizações ocorrem em diferentes cidades e colocam temas como educação pública, permanência estudantil, direitos sociais e democracia no centro das discussões. O movimento ganhou maior visibilidade depois do primeiro turno, principalmente dentro […]

Universitários e estudantes do ensino médio têm ampliado a participação em atos, assembleias e atividades políticas nesta reta final da eleição presidencial. As mobilizações ocorrem em diferentes cidades e colocam temas como educação pública, permanência estudantil, direitos sociais e democracia no centro das discussões.

O movimento ganhou maior visibilidade depois do primeiro turno, principalmente dentro de universidades, centros acadêmicos, diretórios estudantis e grêmios. Em algumas cidades, reuniões inicialmente organizadas dentro das instituições de ensino terminaram levando estudantes às ruas.

Na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, uma assembleia convocada para organizar ações relacionadas ao segundo turno reuniu mais de mil estudantes. Como o público ultrapassou a capacidade do auditório, a mobilização seguiu para as ruas e recebeu a adesão de outras pessoas.

Estudantes secundaristas também passaram a participar das manifestações. No Rio de Janeiro, uma das mobilizações realizadas no centro da cidade teve entre seus primeiros organizadores alunos do Colégio Pedro II. Brasília também recebeu ato com presença expressiva de estudantes.

Além da disputa eleitoral, as manifestações têm colocado em discussão questões diretamente relacionadas à vida dos jovens, como financiamento das universidades públicas, assistência estudantil, bolsas para alunos de baixa renda e condições para permanência no ensino superior.

A discussão sobre o futuro das universidades federais também entrou na campanha. Flávio Bolsonaro (PL) propõe transferir a gestão do ensino superior federal do Ministério da Educação para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O candidato afirma que pretende investir em educação, manter o piso constitucional da área, reformular o ensino técnico e ampliar as escolas cívico-militares.

A União Nacional dos Estudantes declarou apoio à reeleição de Lula (PT) e participa das mobilizações desta reta final. A entidade também defende maior financiamento das universidades públicas, fortalecimento da assistência estudantil e aplicação de 10% do Produto Interno Bruto na educação pública.

A organização estudantil, porém, pretende manter as mobilizações depois da eleição, independentemente do resultado do segundo turno. A expectativa é de continuidade das atividades dentro das universidades, escolas, centros acadêmicos, diretórios e grêmios em torno das reivindicações da juventude.

As avaliações foram apresentadas pela presidente da UNE, Bianca Borges, em entrevista à Agência Brasil. Estudante de Letras do Instituto Federal de São Paulo e formada em Direito pela USP, ela afirmou que universitários e secundaristas voltaram a ocupar espaço nas mobilizações nacionais e defendeu que essa participação continue para além do período eleitoral.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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