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O furo do Côco

Por Nill Júnior

O prefeito de Tavares, Côco de Odalio, do Republicanos, faltou a uma entrevista marcada com o comunicador Anchieta Santos na Cidade FM. Até agora, a última coisa que se sabe é o motivo.

Côco foi eleito apoiado pelo ex-gestor Ailton Suassuna. Nos bastidores, o gestor estaria sendo questionado pela falta de autonomia, diante do peso do padrinho político.

Não se sabe se essa relação política pesou para, de última hora e sem justificativa, não aparecer na entrevista. Teorias de que teria sido intimado a não aparecer circulam, mas só o gestor pode justificar o quê de fato houve.

O hoje prefeito falou a Anchieta Santos em agosto de 2020, ainda candidato, justificando que “não existir evolução sem mudança” para explicar a sua transformação de candidato da oposição em nome governista para disputar a sucessão do Prefeito Suassuna.

Antes do “Furo do Côco”, ele negou que tenha comprado a vaga de candidato e o compromisso de se eleito governar por 4 anos e e m seguida apoiar o nome de Maévia Suassuna, irmã do prefeito, contrariando os comentários recorrentes na cidade. “São acusações infundadas. São pessoas que proliferam a politicagem. Num momento dizem que não tenho dinheiro para a campanha e em outro me acusam de ter comprado a candidatura. Vivem de contradições”.

Outras Notícias

A vitória de Bolsonaro na visão do aliado Edgley Freitas e do adversário Carlos Veras

“O que parecia loucura deu certo”. Assim Edgley Freitas, ex-candidato a vice-prefeito de Tabira resumiu a vitória de Jair Bolsonaro como Presidente da República, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Edgley foi o nome mais expressivo da política tabirense que já no primeiro turno anunciou apoio ao candidato do PSL. No segundo […]

“O que parecia loucura deu certo”. Assim Edgley Freitas, ex-candidato a vice-prefeito de Tabira resumiu a vitória de Jair Bolsonaro como Presidente da República, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Edgley foi o nome mais expressivo da política tabirense que já no primeiro turno anunciou apoio ao candidato do PSL. No segundo turno nomes como a Presidente da Câmara Nelly Sampaio e mais os vereadores Marcílio Pires e Alan Xavier, decidiram pelo apoio a Bolsonaro.

Freitas disse que a roubalheira do PT foi determinante para a insatisfação da sociedade brasileira.

Por seu lado, o Deputado Federal eleito do PT Carlos Veras disse ser difícil fazer uma previsão positiva do futuro governo uma vez que por sua ausência nos debates, não se sabe o que Bolsonaro pensa.

“Não sabemos como vai ser o governo. Não sabemos se vai ser o Bolsonaro do antes, ou de agora que amenizou o discurso para se eleger. Os dois políticos foram provocados a falar sobre a eleição de 2020. Edgley negou interesse em voltar a disputar mandato.

Eleitores de Bolsonaro lembraram o nome dele para disputar a sucessão do Prefeito Sebastião Dias.

Já Carlos Véras prometeu que o PT participará do processo municipal em Tabira e para isso tem atuado para fortalecer um grupo mais forte. Declarou não ter prometido apoiar o vereador Djalma das Almofadas ou o vice-Prefeito Jose Amaral como candidato a prefeito. E negou ter reservado um cargo de assessor para alguém da família do vereador Djalma.

Na cidade a noticia que corre é de que para Djalma trocar o apoio a Neli Sampaio por Aldo Santana, ganharia também um cargo no gabinete de Carlos Veras em Brasília. O parlamentar disse que somente pensará na formação de sua equipe no mês de dezembro.

Prefeito de Paulista é multado em 35 mil por descumprimento de Cautelar

O conselheiro Dirceu Rodolfo aplicou nesta quarta-feira (25) ao prefeito de Paulista, Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior (conhecido como Júnior Matuto), uma multa no valor de R$ 35 mil por descumprimento de uma Medida Cautelar do Tribunal de Contas determinando que fosse suspensa a construção de um terminal hidroviário na praia de Maria Farinha, até ulterior […]

O conselheiro Dirceu Rodolfo aplicou nesta quarta-feira (25) ao prefeito de Paulista, Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior (conhecido como Júnior Matuto), uma multa no valor de R$ 35 mil por descumprimento de uma Medida Cautelar do Tribunal de Contas determinando que fosse suspensa a construção de um terminal hidroviário na praia de Maria Farinha, até ulterior deliberação do órgão.

A Cautelar foi expedida monocraticamente pelo conselheiro no dia 27 de setembro e logo em seguida referendada pelos membros da Segunda Câmara. No entanto, em visita ao local da obra no dia 06 de outubro, técnicos do TCE testemunharam o descumprimento da Cautelar, pois os serviços permaneciam em seu ritmo normal de execução.

Uma nova vistoria foi realizada no último dia 19 e, segundo o relatório dos técnicos, “a obra estava em andamento, embora em ritmo lento, sendo executados no momento da visita serviços de instalação elétrica e de execução do píer”.

AFRONTA – “Das circunstâncias narradas”, disse o conselheiro Dirceu Rodolfo, “reputo configurada a reiteração de condutas manifestamente atentatórias à autoridade das deliberações desta Casa por parte do senhor prefeito, o que, no meu entender, caracteriza grave infração à ordem legal e constitucional, impondo-se o devido sancionamento do gestor-mor da municipalidade, nos moldes previstos pela Lei Orgânica desta Corte de Contas”.

De acordo com esta Lei (artigo 73, inciso XII), o descumprimento de decisão monocrática ou colegiada do TCE enseja a aplicação de multa ao responsável, sem prejuízo da condenação ao ressarcimento dos prejuízos ou danos causados ao erário, adotando-se, se necessário, outras providências legais cabíveis.

O TCE reiterou ao prefeito a “imediata suspensão” da execução do contrato nº 004/2016, sob pena de aplicação de nova multa, acrescida em até 1/3 do valor da multa ora aplicada, sem prejuízo de outras sanções. E determinou ao seu Núcleo de Engenharia que realize nova inspeção ao local da obra em até cinco dias da publicação desta decisão a fim de averiguar o efetivo cumprimento da Cautelar.

Gilmar Mendes diz que tentativa de anular impeachment foi “Operação Tabajara”

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a tentativa do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. “É mais uma ‘Operação Tabajara’. Se não fosse um ato circense, seria realmente um ato criminoso, de tentativa de fraude”, afirmou. Para o ministro, “não […]

gggggggggggO ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a tentativa do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), de anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“É mais uma ‘Operação Tabajara’. Se não fosse um ato circense, seria realmente um ato criminoso, de tentativa de fraude”, afirmou.

Para o ministro, “não faz nenhum sentido” um presidente da Câmara revogar a decisão tomada pelo plenário da Casa.

Ele também criticou o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que articulou com Maranhão que ele aceitasse o pedido feito pela AGU. “A gente fica com vergonha do nível jurídico, inclusive do advogado-geral da União”, disse o ministro.

A expectativa no início do dia era que a oposição entrasse no Supremo contra a decisão de Maranhão, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu ignorar a decisão do deputado e dar continuidade ao processo de impeachment na Casa.

E o juiz que recebeu meio milhão no Mato Grosso? “Tô nem aí”, disse ele

O Globo Em meio a ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que contestam os altos valores pagos aos magistrados, um juiz de Mato Grosso surpreendeu ao ter o valor de seu contracheque do mês passado revelado: cerca de meio milhão de reais. Titular da 6ª Vara de Sinop, a 477 quilômetros de Cuiabá, o […]

O Globo

Em meio a ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que contestam os altos valores pagos aos magistrados, um juiz de Mato Grosso surpreendeu ao ter o valor de seu contracheque do mês passado revelado: cerca de meio milhão de reais.

Titular da 6ª Vara de Sinop, a 477 quilômetros de Cuiabá, o juiz Mirko Vicenzo Giannotte recebeu, em valores brutos, R$ 503.928,79. Com descontos, o rendimento foi de R$ 415.693.02. Em conversa com o GLOBO, ele disse que o pagamento é justo, está dentro da lei e que ele não está “nem aí” para a polêmica.

A remuneração foi autorizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e, de acordo com o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJ-MT), é resultado do ressarcimento de um passivo referente ao período de 2004 a 2009. Nesses anos, o magistrado foi designado para atuar em uma entrância superior, ou seja, uma comarca de maior porte, e seguiu recebendo o salário de uma posição abaixo na estrutura judiciária.

O valor, segundo o Portal da Transparência, foi resultado da soma de R$ 300.283,27 em salário, R$ 137.522,61 em indenizações, além de R$ 40.342,96 em vantagens eventuais e mais R$ 25.779,25 em gratificações.

O rendimento de julho, em valores brutos, é quase oito vezes maior do que recebido pelo magistrado no mês anterior: R$ 65.872,83. Os dados foram revelados pelo site do jornal “O Estado de S. Paulo”.

O pedido de pagamento foi feito pela Associação dos Magistrados do Mato Grosso e teve aval do CNJ. Em entrevista ao GLOBO, o juiz Giannotte afirmou que o valor é a “justa reparação” pelos anos em que trabalhou em comarcas superiores, mas seguiu recebendo o salário como juiz de primeira entrância.

“Eu não ‘tô’ nem aí (sobre a polêmica). Eu estou dentro da lei e estava recebendo a menos. Eu cumpro a lei e quero que cumpram comigo”, disse. Segundo Giannotte, ele aguarda receber outros passivos estimados em R$ 750 mil, referente ao acúmulo de varas. “O valor será uma vez e meio o que eu recebi em julho. E quando isso acontecer eu mesmo vou colocar no Facebook”, disse o juiz, que afirma ser “famoso” por trabalhar até de madrugada.

A única surpresa para o magistrado foi a quantia milionária ter sido depositada no dia 20 de julho, data em que completou 47 anos. “Foi um belo presente, uma coincidência”, disse Giannotte, que não revelou como vai investir a bolada.

Em 2015, o juiz ganhou visibilidade com uma decisão que tomou em Sinop, ao determinar que a Universidade de São Paulo (USP) fornecesse a substância fosfoetanolamina sintética, conhecida como a pílula que câncer, para um morador da cidade.

Com 7,5 mil novas carteiras assinadas em julho, Pernambuco aumenta em 146% o saldo de empregos em 2024

Estado soma 25,1 mil novos postos criados nos sete primeiros meses deste ano, de acordo com o Novo Caged Pernambuco registrou, pela sexta vez no ano, saldo positivo de empregos. O Estado gerou 7.578 novos postos de trabalho em julho de 2024, quantitativo 72,7% maior do que o observado no mesmo período do ano passado […]

Estado soma 25,1 mil novos postos criados nos sete primeiros meses deste ano, de acordo com o Novo Caged

Pernambuco registrou, pela sexta vez no ano, saldo positivo de empregos. O Estado gerou 7.578 novos postos de trabalho em julho de 2024, quantitativo 72,7% maior do que o observado no mesmo período do ano passado (4.388). Com o resultado, são acumulados 25.172 novos empregos formais criados de janeiro a julho deste ano, representando crescimento de 146% em relação aos sete primeiros meses de 2023. Os dados, que confirmam a retomada da empregabilidade no Estado, são do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta quarta-feira (28).

“Acompanhar mês a mês o crescimento da geração de emprego em Pernambuco enche os corações de cada integrante do governo de felicidade. Isso mostra que os esforços que vêm sendo empreendidos estão dando frutos, que os pernambucanos e pernambucanas estão tendo mais oportunidades e que o nosso Estado está, mais uma vez, em uma rota de desenvolvimento. A mudança começou, não dá pra voltar atrás”, disse a governadora Raquel Lyra.

O resultado de julho se destaca pela homogeneidade na geração de empregos em Pernambuco. Pela primeira vez no ano, o Estado criou postos de empregos de forma significativa em quatro grandes setores da economia, além de repetir o bom resultado do mês anterior com saldo positivo em todos os setores. “Vale destacar o crescimento do setor agropecuário, que mais do que duplicou o número de carteiras assinadas em relação a junho, puxado, principalmente, pelo cultivo de lavouras permanentes com destaque para produção de uva e manga”, explica a Secretária de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco, Amanda Aires.

*SETORES* – Todos os cinco grandes setores produtivos em Pernambuco tiveram saldo de empregos positivo no mês de julho deste ano. O resultado foi puxado, principalmente, pelos setores de Serviços (com 2.725 novos postos), Agropecuária (1.526) e Comércio (1.522). Em seguida, vieram Indústria (1.367) e Construção (438). O setor de Serviços, grande destaque no mês de julho, teve seus principais resultados motivados pelos novos postos de trabalho criados nas áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (1.462), seguidas pelas atividades econômicas em alojamento e alimentação (741). 

*NOVO CAGED* – O Novo Caged é um método de geração de estatísticas do emprego formal que capta informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e do sistema Empregador Web. A partir dos dados reunidos, é possível calcular a subtração entre o número de admissões e o de demissões ocorridas em um determinado período, obtendo-se o saldo (positivo ou negativo) de postos de trabalho formal.