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O Blog e a História: se vivo,Waldecy Menezes faria 95 anos

Por Nill Júnior

Grande nome da história da radiodifusão sertaneja, o radialista Waldecy Xavier de Menezes teria completado 92 anos se estivesse vivo ontem, dia 22.

Pernambucano de Nazaré da Mata, Waldecy veio a Afogados da Ingazeira a convite de Dom Mota Albuquerque, primeiro Bispo Diocesano, por quem dizia ter uma dívida de gratidão. Antes, começava a emprestar seu talento à Rádio Clube de Pernambuco.

O advogado Milton Oliveira, com apoio do historiador Fernando Pires escreveram sobre sua história:

Na Rua Maciel Pinheiro, em Nazaré da Mata, Pernambuco, nasceu Waldecy Xavier de Menezes. Era uma quarta-feira de manhã ensolarada, aquele 22 de abril de 1928, quando se ouviu, pela primeira vez, o choro do menino que viria a ser um dos maiores nomes da comunicação radiofônica.

Waldecy teve uma infância de menino pobre. Estudou no Grupo Escolar Maciel Monteiro, em Nazaré da Mata. Ao voltar da escola, ia com os irmãos para um pequeno sítio de seu pai, próximo a cidade, ajudar no plantio de milho, feijão e batata-doce, produtos que completavam a alimentação da família.

Conheceu o padre Mota por essa época, de quem recebeu o convite para fazer parte da Cruzada Eucarística, tendo Waldecy Menezes permanecido algum tempo ajudando na igreja, inclusive como sacristão. Ao fundar o colégio em Nazaré da Mata, o padre Mota levou Waldecy Menezes para estudar lá, dando-lhe ensino gratuito, além de todos os livros escolares.

Tempos depois, já rapaz, Waldecy Menezes deixou a terra natal e foi para o Recife tentar a sorte. Conseguiu emprego de bilheteiro no Cinema Glória, localizado no pátio do Mercado São José, no bairro do mesmo nome. Depois foi promovido a gerente. Por lá passou quase dois anos, depois decidiu retornar à terra natal.

Em Nazaré da Mata, manteve contato com a Companhia de Teatro Oden Soares, que se apresentava na cidade. Contra a vontade do pai, seguiu em caravana com esses atores mambembes. Portanto, era rapaz quando, pela primeira vez, subiu no palco para representar. Antes, no tempo que estudou no colégio das freiras, em Nazaré da Mata, havia participado de uma peça teatral, onde fez o papel de São Tarcísio.

Em Senador Pompeu, no Ceará, o dono da Companhia de Teatro teve de abandonar o grupo, por questão de saúde na família. Dois meses depois, quando a Companhia chegou a Quixadá (CE), a cidade estava em plena campanha política e não houve oportunidade para os atores encenarem as peças do repertório, de modo que, sem trabalho, eles chegaram a passar fome. Entretanto, quando a cidade tomou conhecimento do drama que atormentava os componentes da Companhia de Teatro, socorreu-os com dinheiro e gêneros alimentícios. Dali eles seguiram para outras praças, onde se apresentaram com sucesso.

Ao chegar à cidade de Campina Grande, na Paraíba, a Companhia de Teatro foi desfeita e Waldecy Menezes foi para o Recife. Fez teste na Rádio Clube de Pernambuco (PRA-8) e em 7 de janeiro de 1951, às 18 horas, pela primeira vez utilizou um microfone profissional, na radionovela “Santa Cecília”, onde fez o papel de um cego, pronunciando uma única frase: “Patroa, o jantar está na mesa. ”

Em 1º de janeiro de 1954 Waldecy Menezes foi para Belém, no Pará, ajudar na instalação da Rádio Marajoara, que foi ao ar no dia 26 de janeiro deste mesmo ano. No seu retorno ao Recife, passou a trabalhar na Rádio Clube de Pernambuco. Trabalhou, também, na Rádio Tamandaré. Mas foi na Rádio Clube que ele teve maior projeção, inclusive chegou a trabalhar com Chico Anysio, Fernando Castelão, J. Austragésilo e outros monstros da comunicação.

Em 1959, o então bispo de Afogados da Ingazeira, Dom João José da Mota e Albuquerque – o ex-professor padre Mota -, seu amigo, procurou o radialista e o convidou para administrar a Rádio Pajeú de Educação Popular que estava sendo instalada naquela cidade.

Em 26 de setembro de 1959, ao final da tarde daquele sábado, Waldecy Xavier de Menezes desceu do trem, pisando, assim, pela primeira vez, o solo de Afogados da Ingazeira, cidade que o acolheu como filho e por ele foi amada de forma invulgar. Da estação Waldecy Menezes seguiu num carro de praça (Ford 29, dirigido por Carlos Brito) em direção ao Grande Hotel, onde ficou hospedado alguns meses. Depois se mudou para o Palácio Episcopal, residindo, durante muito tempo, na companhia do bispo.

No dia 4 de outubro de 1959 foi inaugurada a Rádio Pajeú. “Luzes da Ribalta” foi a primeira música a ir ao ar. Waldecy trazia um rádio de pilha na mão, quando entrou no Cine São José à procura do bispo, que ali estava inspecionando o trabalho dos pedreiros. Tinha um sorriso nos lábios e foi logo dizendo: “Dom Mota, sua emissora está no ar.”

Em maio de 1961, Dom Mota foi assumir a diocese de Sobral, no Ceará. Waldecy Menezes teve, então, de deixar o Palácio Episcopal, indo residir na casa do Sr. Manoel de Sá Maranhão, mais conhecido como Deda Capitão, que abriu as portas de seu lar para o radialista, atendendo a um pedido de Dom Mota.

Quase seis anos depois, Waldecy Menezes deixou essa família e o lar que o acolheu, para se casar, em 6 de dezembro de 1966, com a professora Ivanise Pereira de Menezes, com quem teve os filhos: Alexandre Magno, Aline Márcia, Adriana Flávia e Ana Patrícia.

Antes de deixar a diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Mota pediu a Waldecy Menezes que permanecesse na Rádio Pajeú enquanto fosse possível. E o radialista só a deixou ao morrer. Ao ser indagado, numa entrevista, se teria condições de atender o pedido do bispo, Waldecy Menezes respondeu: “Mesmo que eu não tenha mais condições de trabalhar, mesmo aposentado, todos os dias terei de ir à Rádio Pajeú, ao menos para vê-la, a não ser que esteja hospitalizado. Estou, e estarei na Rádio Pajeú até o fim dos meus dias.”

Professor brilhante, proficiente, de oratória invulgar e bela, Waldecy Xavier de Menezes foi o que de melhor pode prover o ensino médio, no Vale do Pajeú, no tocante ao mister de lente, na cadeira de História. Ao tempo em que exercia o magistério, Waldecy Menezes fez Licenciatura na Faculdade de Formação de Professores, na cidade de Arcoverde (PE).

Homem católico e muito inteligente.

Apresentou inúmeros programas de auditório no palco do Cine São José. No período de inverno, o programa acontecia à noite, na sexta-feira, e chamava-se “Festa na Roça”, sendo auxiliado, durante algum tempo, pela professora Maria do Carmo (Carminha da Estação), que, ao lado dele, formava o casal de matuto.

Nas demais épocas, o programa era na manhã do domingo, e tinha, agora, o nome de “Domingo Alegre”.

Os jovens cantores locais, Antônio Xavier, Assis de Floriano, Eduardo Rodrigues, Lindaura Siqueira, José Martins, Maria da Paz, Júlio Góes, Oscarzinho, Geraldo Valdevino, Milton Freitas, Luciana Arcoverde (Lulita) e tantos outros, tinham no programa, espaço para exibirem o talento artístico, como Maria da Paz, em memória.

Waldecy Menezes também trouxe para seus programas, artistas renomados, como Genival Lacerda, Hélio Lacerda (Lacerdinha), Luiz Gonzaga, Coronel Ludugero, Waldik Soriano, Alcides Gerardi, José Augusto, Adilson Ramos e outros mais. Infelizmente, por falta de patrocínio, tanto o “Festa na Roça” como o “Domingo Alegre” tiveram de ser interrompidos.

Como bom ator que era (já havia trabalhado no filme “Canto do Mar”, de Roberto Cavalcante, onde teve como companheira a atriz Aurora Duarte), Waldecy Menezes fez muito sucesso por onde passou, especialmente ao declamar poesias belíssimas, sendo a mais requisitada, justamente pelo seu impacto emocional, o monólogo “Perfil de Hospício”, de Alberico Bruno:

“Num recanto de hospício, / Eu contemplava ali um mundo de sofrimento. / Em cada cela havia um mundo diferente. / A um canto / Uns falavam, outros sorriam…”

Nos últimos anos de vida, Waldecy ficou praticamente cego. Não conseguiu juntar dinheiro suficiente para impedir o avanço da catarata. Logo, porém, recebeu ajuda, e pôde finalmente trocar o cristalino ocular, recuperando a visão. Enquanto esteve com essa deficiência, contou os passos que dava de casa à Rádio, mas não quebrou a promessa feita ao seu velho amigo Dom Mota.

Waldecy Xavier de Menezes faleceu no dia 4 de dezembro de 1989, aos 61 anos de idade, no Hospital Miguel Calmon, em Casa Amarela, na cidade do Recife, sendo sepultado em Afogados da Ingazeira. Seu féretro foi acompanhado por milhares de amigos e fervorosos admiradores.

Escreveu o jornalista Magno Martins por ocasião dos 50 anos da emissora:

Meu ídolo era o ídolo de todos os pajeuzeiros daquela época: Waldecy Xavier de Menezes, radialista, professor poliglota, poeta, escritor, enfim, uma figura encantadora, sedutora e apaixonante. Waldecy era o nosso Sílvio Santos, também.

Sim, porque ele criou, por muitos anos, com a sapiência e o talento que Deus lhe deu, o “Domingo alegre”, programa de auditório transmitido ao vivo pela Rádio Pajeú, sempre aos domingos, que fazia a alegria de todos nós, que vivíamos naquele mundo feliz, sem televisão, sem jornal, muitas vezes até sem energia, ilhados do mundo.

O “domingo alegre”, no auditório do velho e saudoso Cine São José, revelou talentos musicais, poetas, cantadores, entre tantos, Maria da Paz, a nossa Paizinha, que tanto sucesso faz no sul – maravilha.

Emissora pioneira no Sertão, graças aos caprichos e a obstinação de Dom Mota, a Pajeú serviu de laboratório para grandes nomes: Dinamérico Lopes, Ulisses Lima, Abílio Barbosa, José Tenório, Padre Assis, Barnabé, Toinho Xavier, Fernando Moraes, Roberval Medeiros, Miguel Alcântara, Naldinho Rodrigues, Antônio Medeiros, Juraci Torres, Luciete Martins, Rogério Oliveira, Marcone Edson, Fernando Pessoa, Wanderley Galdino, Carlos Pessoa e tantos outros que me fogem à memória.

Mas a trajetória de Waldecy, nascido na cidade de Nazaré da Mata e descoberto por Dom Mota, se confunde com os 50 anos da Rádio Pajeú. Tive a honra de ser aluno dele cursando o segundo grau em Afogados da Ingazeira. Suas aulas eram indescritíveis. Professor de História e Ciências Sociais, além de inglês, não recorria a um só livro como referência didática. Estava tudo armazenado na sua memória. Aliás, aquilo não era uma memória, mas um computador.

Waldecy, que é irmão do famoso maestro José Menezes, era um intelectual refinado, boêmio, apreciador de serestas em noites enluaradas do sertão, um apaixonado pelo sertão e sua gente simples. Quanto ele faz falta!

Outras Notícias

Zeinha diz que sonha ser prefeito com Lula presidente

O prefeito de Iguaracy,  Zeinha Torres,  fez um balanço do seu primeiro mandato e os primeiros 10 meses de seu segundo, falando ao blogueiro Marcelo Patriota. Sobre o governo Bolsonaro, Zeinha disse que ele ainda não mostrou à que veio. Quando perguntado sobre o que gostaria de ter feito, mas não conseguiu, disse que as […]

O prefeito de Iguaracy,  Zeinha Torres,  fez um balanço do seu primeiro mandato e os primeiros 10 meses de seu segundo, falando ao blogueiro Marcelo Patriota.

Sobre o governo Bolsonaro, Zeinha disse que ele ainda não mostrou à que veio.

Quando perguntado sobre o que gostaria de ter feito, mas não conseguiu, disse que as questões hídricas foram as que deram mais dor de cabeça, como o caso do abastecimento simplificado.

Para ele essa é uma questão que precisa ser resolvida. “Já fizemos algumas adutoras, mas precisamos fazer mais. Ainda tem muita gente que depende de carro pipa. Queremos acabar com isso”, destacou.

Zeinha falou sobre o sucesso do Governo itinerante, que leva ações para áreas afastadas do município, que tem cerca de 840 quilômetros quadrados e uma população de 12 mil habitantes. “O Distrito de Jabitacá, se fosse na Paraíba seria uma cidade, e tenho um olhar e um cuidado mais do que especial sobre o Distrito”.

Falando sobre política,  defendeu o ex-presidente Lula. “Quem foi prefeito no tempo de Lula e não fez nada era incompetente. Tenho um sonho de estar prefeito de Iguaracy com Lula na presidência, pois tenho certeza que faria muito mais por essa terra que amo tanto.  Lula foi o maior presidente da história e voltando vai fazer ainda mais pelo Brasil”.

Ele agradeceu aos vereadores que segundo ele tem votado nos projetos que representam o melhor para Iguaracy e ao Governador Paulo Câmara pelas ações e obras para o município.

A entrevista foi feita para o Blog do Marcello Patriota e retransmitida pelas rádios Gazeta FM, Tupã Fm, Ingazeira FM e com repercussão na Rádio Pajeú FM de Afogados da Ingazeira.

O (in)desejável parlamento brasileiro

Por Joel Gomes* Sem saudosismo nem apego aos eventos passados na política brasileira, com impeachment de Presidentes, cassações/suspensões de políticos inescrupulosos, porém, a atualidade do nosso Parlamento, em geral, não difere de características passadas. Injustiças ocorreram em grande escala. Ibsen Pinheiro, me recordo bem e aqui apenas exemplifico, foi severamente punido, diga-se, politicamente e não […]

Por Joel Gomes*

Sem saudosismo nem apego aos eventos passados na política brasileira, com impeachment de Presidentes, cassações/suspensões de políticos inescrupulosos, porém, a atualidade do nosso Parlamento, em geral, não difere de características passadas.

Injustiças ocorreram em grande escala. Ibsen Pinheiro, me recordo bem e aqui apenas exemplifico, foi severamente punido, diga-se, politicamente e não judicialmente, num manifesto nefasto de mentiras. Homem de bem como tantos outros que sucumbiram no esquecimento pelo poder da imprensa, de grupos intencionistas e políticos que fazem da ciência política degraus para derrubada de seus inimigos/algozes, por vezes, levando alguns Parlamentares ao degredo.

E nas Assembleias Legislativas de todo o País, incluindo-se a Câmara Legislativa de Brasília, fatos desonrosos e preocupantes ocorrem com frequência. Em São Paulo, o ex Deputado Fernando Cury, em plenário, apalpou os seios da Colega Isa Penna, devidamente filmado pelas câmaras e foi notícia no Brasil e mundo afora (no ano de 2020)

No entanto, o Parlamento Municipal, por alguns denominados de “Parlamento Mirim”, caminha no mesmo sentido de achar que o Plenário das Câmaras Municipais é lugar de gracejos, de exposição delirante em defesas de Prefeitos/Prefeitas. Não obstante, Parlamentares que se constituem oposicionistas, denigrem a imagem de gestores(as) que, em pequeno espaço de tempo, estavam no mesma palanque e comungavam da mesma hóstia política(sem blasfêmia).

Usam os mais degradantes meios de mídia para aparecerem. Dia desses, uma escapada flatulência detonada por um Parlamentar, foi noticiário com milhares de visualizações. Noutro vídeo, também difundido em grande escala, Parlamentares Municipais, não só do Estado de Pernambuco, porém, em grande área do Nordeste, saíram às tapas no Plenário assistido pelo Povo que merece o respeito de ver seu representante se comportando com decoro. Em mais uma Sessão Ordinária e transmitida pelas redes sociais, o Parlamentar abre uma valise(Mala de mão) e despeja 100 mil reais afirmando que tentaram comprar sua honra.

Aonde chegamos? O Vereador, o mais antigo agente político do País, hoje, carece de aperfeiçoamento, de dedicação, de boa conduta, cumprir o que lhe compete criando e aprovando leis municipais, fiscalizando as ações do Executivo garantindo o bom uso do dinheiro público, representar o Povo com lisura e independência politico/partidário, ser probo e, acima de tudo, saber que o mandato pertence a Sociedade que lhes outorgou o poder de representação.

Que pena! Houvesse na grade curricular a disciplina “Ciência Política”, talvez não estivéssemos passando por tantos dilemas planejados, entre os quais, o que cerceava nossa liberdade e nossa democracia, colocando representantes honestos, comprometidos e que verdadeiramente defendam o Povo.

*Joel Gomes Pessôa é vereador por Tuparetama-PE   

Definida empresa responsável pelo concurso público da Câmara de Vereadores de Afogados

Nesta quinta-feira (06.02) ocorreu a sessão pública referente à Licitação 001/2019, Tomada de Preços 001/2019, que tem por Objeto a Contratação de instituição/empresa especializada para planejar, organizar, realizar, elaborar e reproduzir provas inéditas para o Concurso Público da Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira/PE, onde a empresa Contemax Consultoria foi a única licitante, sagrando-se vencedora […]

Nesta quinta-feira (06.02) ocorreu a sessão pública referente à Licitação 001/2019, Tomada de Preços 001/2019, que tem por Objeto a Contratação de instituição/empresa especializada para planejar, organizar, realizar, elaborar e reproduzir provas inéditas para o Concurso Público da Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira/PE, onde a empresa Contemax Consultoria foi a única licitante, sagrando-se vencedora do certame.

O processo licitatório encontra-se em curso, sendo aberto vistas da Comissão Permanente de Licitação para que o Departamento Jurídico possa emitir parecer acerca da legalidade dos atos praticados, que será submetido à apreciação da Presidência da Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira – PE.

A Empresa – A Contemax Consultoria é uma empresa privada, especializada na prestação de serviço técnico no planejamento, organização e execução de concurso público e processo seletivo para órgãos públicos de nível federal, estadual e municipal. Ao longo de mais de uma década, vem contribuindo para a organização de quadros de pessoal de inúmeros entes federados, atuando sempre em estrita obediência aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Dentre os concursos realizados e em andamento no Estado de Pernambuco, estão os concursos do CNPq – SEBRAE/PE, Triunfo, Jaboatão dos Guararapes, Santa Terezinha, Paulista, Quixaba, Orobó, Câmara Municipal de Flores, Passira e Granito.

Mato toma de conta de ambulância do Samu em São José do Egito

Enquanto segue o impasse para funcionamento do SAMU na região, cada prefeitura tem um modo diferente de tratar sua ambulância. Em Ingazeira o Prefeito Luciano Torres (PSB), tem a ambulância em lugar coberto e seguro. Já em São Jose do Egito o prefeito médico Romério Guimarães (PT), deixa a ambulância do SAMU exposta ao sol […]

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Enquanto segue o impasse para funcionamento do SAMU na região, cada prefeitura tem um modo diferente de tratar sua ambulância. Em Ingazeira o Prefeito Luciano Torres (PSB), tem a ambulância em lugar coberto e seguro.

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Já em São Jose do Egito o prefeito médico Romério Guimarães (PT), deixa a ambulância do SAMU exposta ao sol (sempre), a chuva (as vezes) e dentro do mato no estacionamento do hospital. (Por Anchieta Santos).

Carlos Veras e Flávio Marques comentam derrota na eleição de Tabira

“Com muita tristeza”. Foi assim que o Deputado Federal Carlos Veras disse ter recebido a derrota do aliado Flávio Marques na disputa pela Prefeitura de Tabira.  Durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Cidade FM, o parlamentar acrescentou que Tabira perdeu uma grande oportunidade de avançar com um candidato qualificado.  Carlos Veras […]

“Com muita tristeza”. Foi assim que o Deputado Federal Carlos Veras disse ter recebido a derrota do aliado Flávio Marques na disputa pela Prefeitura de Tabira. 

Durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Cidade FM, o parlamentar acrescentou que Tabira perdeu uma grande oportunidade de avançar com um candidato qualificado. 

Carlos Veras disse ter estranhado o gesto de paz do vice-prefeito eleito Marcos Crente, quando parte da militância depreda a cidade e destrói bens públicos. O deputado lançou um desafio, após dizer que não se nega a conversar: “Para cada obra que vou conseguir para Tabira, desafio os nossos adversários trazerem uma igual. Vamos conquistar R$ 4 milhões para o Campus da UPE. Que eles tragam uma ação no mesmo valor”. 

Mesmo dizendo ter desarmado o palanque, Veras pôs culpa nos adversários pelo atraso na obra do Curral do Gado e na operação tapa buracos. 

Provocado a definir quem foi o pai de sua derrota, Flávio Marques preferiu atribuir o resultado a ingratidão de alguns e a traição de outros. 

Flávio agradeceu os 7.993 votos conquistados, e reconheceu que sem se preocupar a quem estava entregando os destinos de Tabira, alguns eleitores queriam se vingar de um diretor, um técnico da saúde, ou outro qualquer membro do governo. 

Repetiu o discurso da campanha de que o marido (Dinca) é que vai mandar e não a prefeita eleita Nicinha Brandino. 

Ao mesmo tempo, o ex-candidato petista assegurou não torcer pelo quanto pior melhor e prometeu fazer uma oposição responsável. 

Quanto aos 5 vereadores eleitos pela oposição, tanto Carlos Veras como Flávio Marques disseram não acreditar que algum deles mude para o bloco governista.