Giza Simões só define candidatura após processo estadual
29/9/2006
Em entrevista ao Jornal Tribuna do Sertão a ex prefeita de Afogados da Ingazeira Giza Simões não confirmou como se especulava sua candidatura à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Giza usou discurso parecido com o do ex prefeito Totonho Valadares em uma das edições do mesmo jornal.
Disse : “Olhe, falar em candidatura a prefeitura hoje a eleição municipal é uma forma antecipada, precipitada, porque nós ainda estamos vivendo o pleito de 2006. Então ainda temos dois anos para a eleição municipal. Não sou eu, Dona Giza que vou decidir se serei ou não candidata, serão as circunstâncias do momento, daqui a dois anos”.
Disse ainda que também tem que ser ouvida a vontade do povo, das lideranças políticas, o conjunto das forças da União por Afogados, da União por Pernambuco e principalmente das lideranças políticas locais que fazem parte desse grupo.
“Então eu acho que não sou eu que vou decidir, nem aqui, nem agora é o momento. O que queremos falar, discutir, definir neste momento, é no pleito de 2006, nas eleições para Presidente, Senador, Governador, Deputado Estadual, Deputado Federal”.
E seguiu: “Passado este pleito, é bem verdade que uma eleição sempre está atrelada a outra, uma é consequência da outra. No entanto, teremos que por ordem e lógica e de prudência esperar o resultado do pleito, para poder pensar no próximo pleito. Política é um processo muito dinâmico é um processo mutável, evolutivo. É um processo que vem sendo construído, vem sendo trabalhado, em função das circunstâncias, do tempo e do momento. No momento certo diremos a nossa definição em função a esta pergunta.”
Entre 30 de dezembro de 2018 e 29 de junho de 2019, número de notificações de zika subiu 197,8%. Os registros de dengue cresceram 123,1% e os de chikungunya, 115,9%. G1 PE O número de casos suspeitos de arboviroses teve aumento de mais de 100% em Pernambuco, nos seis primeiros meses de 2019, em comparação […]
Entre 30 de dezembro de 2018 e 29 de junho de 2019, número de notificações de zika subiu 197,8%. Os registros de dengue cresceram 123,1% e os de chikungunya, 115,9%.
G1 PE
O número de casos suspeitos de arboviroses teve aumento de mais de 100% em Pernambuco, nos seis primeiros meses de 2019, em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, nesta quarta-feira (3), a quantidade de notificações de zika subiu 197,8%. Os registros de dengue cresceram 123,1% e os de chikungunya, 115,9%.
O boletim informa que foram notificadas 56 mortes por arboviroses, nos seis primeiros meses de 2019. No mesmo período do ano passado, houve registro de 52 óbitos. Uma morte já tinha sido confirmada em boletim anterior divulgado pela secretaria. O aumento foi de 7,6%.
O governo afirma que o diagnóstico laboratorial positivo dos óbitos, para qualquer uma das arboviroses, não necessariamente confirma a doença como causa do óbito.
Esta avaliação, para descarte ou confirmação, depende de investigação domiciliar e hospitalar do óbito e de avaliação no Comitê Estadual de Discussão de Óbitos por Dengue e outras Arboviroses.
O boletim da semana 26 aponta os dados registrados entre os dias 30 de dezembro de 2018 e 29 de junho de 2019.
Ainda de acordo com o boletim, este ano, houve registro de 2.195 casos de zika, sendo 43 confirmados. Em 2018, foram 737 registros da doença.
Os dados sobre as confirmações de zika nos seis primeiros meses de 2019 não foram divulgados pela secretaria. O governo descartou 1.118 suspeitas e informou que houve ocorrências notificadas em 111 dos 184 municípios do estado.
O boletim da secretaria aponta que foram registrados 32.952 casos de dengue, nos seis primeiros meses de 2019, em todas as cidades do estado. No ano passado, o governo notificou 14.771 ocorrências suspeitas.
A quantidade de casos de dengue confirmados chegou a 6.901, no mesmo período. A secretaria também não repassou dados sobre as confirmações do mesmo período do ano passado. Foram descartadas 7.452 suspeitas.
As notificações de chikungunya, de acordo com o novo boletim, chegaram a 4.407 e foram feitas em 128 cidades pernambucanas. No ano passado, a secretaria notificou 2.041 casos suspeitos.
Este ano, o governo confirmou 191 casos de chikungunya e descartou 2.089. Os dados sobre confirmações da doença em 2018 não foram disponibilizados.
Infestação
O novo boletim também aponta dados sobre o Índice de Infestação Predial do 3º ciclo do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa). Ao todo, informa a secretaria, 76 municípios estão em situação de risco de surto.
O documento diz também que 87 cidades encontram-se em situação de alerta e 21 municípios têm situação satisfatória.
https://www.instagram.com/p/CEXWxn7JssD/?igshid=sbb490l63vyv O ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro, do Avante, passou sem interferências pelo primeiro procedimento que consiste em uma angioplastia com aplicação de stent. “Muito obrigado a todos. Acabei de sair do primeiro procedimento”. Carlos disse seguir internado para aguardar resultados de mais exames e definir os próximos passos do seu tratamento. Mas logo […]
O ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro, do Avante, passou sem interferências pelo primeiro procedimento que consiste em uma angioplastia com aplicação de stent.
“Muito obrigado a todos. Acabei de sair do primeiro procedimento”.
Carlos disse seguir internado para aguardar resultados de mais exames e definir os próximos passos do seu tratamento. Mas logo deverá estar com familiares em Serra Talhada.
“Se Deus quiser daqui pra domingo estou chegando em casa”, afirmou.
Ao contrário do que se especula, não é a condição clínica, e sim a jurídica que travam a candidatura de Carlos à prefeitura. Carlos teve rejeitado o pedido contra sua inelegibilidade no STJ e ainda apareceu com seu nome na lista do TCE entregue ao TRE.
Agência Brasil – As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três […]
Com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, os livros devem ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países
Agência Brasil –As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três anos pelo governo brasileiro.
Assinado em 1990 com outros Estados-Membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para padronizar as regras ortográficas, o acordo foi ratificado pelo Brasil em 2008 e implementado sem obrigatoriedade em 2009. A previsão inicial era que as regras fossem cobradas oficialmente a partir de 1° de janeiro de 2013, mas, após polêmicas e críticas da sociedade, o governo adiou a entrada em vigor para 1° de janeiro de 2016.
O Brasil é o terceiro dos oito países que assinaram o tratado a tornar obrigatórias as mudanças, que já estão em vigor em Portugal e Cabo Verde. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ainda não aplicam oficialmente as novas regras ortográficas.
Com a padronização da língua, a CPLP pretende facilitar o intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa, já que os livros passam a ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países. De acordo com o Ministério da Educação, o acordo alterou 0,8% dos vocábulos da língua portuguesa no Brasil e 1,3% em Portugal.
Alfabeto, trema e acentos
Entre as principais mudanças, está a ampliação do alfabeto oficial para 26 letras, com o acréscimo do k, w e y. As letras já são usadas em várias palavras do idioma, como nomes indígenas e abreviações de medidas, mas estavam fora do vocábulo oficial.
O trema – dois pontos sobre a vogal u – foi eliminado, e pode ser usado apenas em nomes próprios. No entanto, a mudança vale apenas para a escrita, e palavras como linguiça, cinquenta e tranquilo continuam com a mesma pronúncia.
Os acentos diferenciais também deixaram de existir, de acordo com as novas regras, eliminando a diferença gráfica entre pára (do verbo parar) e para (preposição), por exemplo. Há exceções como as palavras pôr (verbo) e por (preposição) e pode (presente do indicativo do verbo poder) e pôde (pretérito do indicativo do verbo poder), que tiveram os acentos diferenciais mantidos.
O acento circunflexo foi retirado de palavras terminadas em “êem”, como nas formas verbais leem, creem, veem e em substantivos como enjoo e voo.
Já o acento agudo foi eliminado nos ditongos abertos “ei” e “oi” (antes “éi” e “ói”), dando nova grafia a palavras como colmeia e jiboia.
O hífen deixou de ser usado em dois casos: quando a segunda parte da palavra começar com s ou r (contra-regra passou a ser contrarregra), com exceção de quando o prefixo terminar em r (super-resistente), e quando a primeira parte da palavra termina com vogal e a segunda parte começa com vogal (auto-estrada passou a ser autoestrada).
A grafia correta das palavras conforme as regras do acordo podem ser consultadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), disponível no site da Academia Brasileira de Letras (ABL) e por meio de aplicativo para smartphones e tablets, que pode ser baixado em dispositivos Android, pelo Google Play, e em dispositivos da Apple, pela App Store.
Congresso em Foco O Tribunal responsável por julgar as ações da Operação Lava Jato na segunda instância da Justiça reduziu o ritmo desde janeiro. Após confirmar e aumentar a condenação do ex-presidente Lula em 24 de janeiro deste ano, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) concluiu apenas um caso desde então. A Oitava […]
O Tribunal responsável por julgar as ações da Operação Lava Jato na segunda instância da Justiça reduziu o ritmo desde janeiro. Após confirmar e aumentar a condenação do ex-presidente Lula em 24 de janeiro deste ano, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) concluiu apenas um caso desde então.
A Oitava Turma, que determinou sentença de 12 anos e 1 mês ao ex-presidente, chegou a analisar quatro ações da Lava Jato somente em novembro do ano passado, lembra a reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
A velocidade em que o processo de Lula tramitou em segunda instância foi criticado por aliados do ex-presidente. Lula está preso desde o dia 7 de abril após o último recurso contra a condenação foi negado.
Três casos ligados à Lava Jato estão paralisados por pedidos de vista do juiz Victor Laus e não há data para retornarem à pauta do colegiado, que também inclui o relator da Lava Jato João Paulo Gebran Neto e o revisor Leandro Paulsen – que já deram seus votos.
O único caso concluído nos últimos quatro meses foi o do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que teve sua pena por lavagem de dinheiro ampliada de cinco para seis anos de prisão. No mesmo dia, o colegiado começou a analisar a ação que condenou o também ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto e o pecuarista José Carlos Bumlai.
Os outros dois casos paralisados envolvem Cláudia Cruz, esposa do deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), e o ex-deputado André Vargas.
A Câmara de Vereadores de Santa Terezinha aprovou Moção de Repúdio na noite de ontem (10) em desfavor do cantor Alcymar Monteiro em razão do péssimo comportamento na sua apresentação durante o João Pedro 2022. Sábado, um vídeo de Alcymar tecendo criticando os músicos da banda em pleno show, na presença de milhares de cidadãos […]
A Câmara de Vereadores de Santa Terezinha aprovou Moção de Repúdio na noite de ontem (10) em desfavor do cantor Alcymar Monteiro em razão do péssimo comportamento na sua apresentação durante o João Pedro 2022.
Sábado, um vídeo de Alcymar tecendo criticando os músicos da banda em pleno show, na presença de milhares de cidadãos terezinhenses e do público de cidades vizinhas ganhou o país, viralizando.
Na justificativa, os parlamentares afirmam que é inadmissível o gesto do cantor e que o público também foi prejudicado ao se deparar com a grosseria do artista para com seus músicos, causando-lhes um enorme constrangimento.
Segundo a Moção de Repúdio, vários parlamentares terezinhenses estavam presentes no show e ficaram estupefatos com a conduta reprovável do cantor, afirmando que não concordam com a atitude do artista.
“A conduta do Cantor Alcymar Monteiro causou vexame e humilhação aos músicos que receberam a reclamação descabida perante o público gerando revolta na população local, sem olvidar de dizer que o caso teve grande repercussão nacional”.
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