Novo golpe na praça usa nomes de Promotores de Justiça
Por Nill Júnior
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) alerta que golpistas estão entrando em contato com cidadãos e entidades se passando por promotores de Justiça, pedindo dinheiro através de transferências por pix.
Já foram detectados casos do tipo em cidades do interior de Pernambuco e Paraíba. Assim, o MPPE avisa a população que promotores de Justiça ou servidores não enviam mensagens ou telefona para as pessoas solicitando transferências de dinheiro, depósitos ou qualquer tipo de pagamentos.
Se você receber algum comunicado desse tipo, não envie qualquer valor e interrompa a chamada ou conversa por mensagens.
Você pode entrar em contato diretamente com o MPPE através da Ouvidoria, pelo Disque MP 127 ou pelo WhatsApp (81) 99679.0221; ou mesmo ligando para a Promotoria de Justiça da sua cidade, através da nossa lista de telefones e endereços, disponível em https://www.mppe.mp.br/mppe/institucional/enderecos-e-telefones.
O efetivo do Corpo de Bombeiros de Serra Talhada combateu um incêndio de grandes proporções no inicio da noite desta terça-feira (27), no portal da cidade de Triunfo. O fogo foi registrado na altura do KM 1 da PE-350, na Serra do Brocotó. Foi necessário o emprego de três viaturas do Corpo de Bombeiros, com […]
O efetivo do Corpo de Bombeiros de Serra Talhada combateu um incêndio de grandes proporções no inicio da noite desta terça-feira (27), no portal da cidade de Triunfo.
O fogo foi registrado na altura do KM 1 da PE-350, na Serra do Brocotó. Foi necessário o emprego de três viaturas do Corpo de Bombeiros, com 12 militares. Houve também a atuação da brigada do PrevFogo do IBAMA.
O fogo foi contido com o uso de mochilas costais e abafadores, uma vez que o local é íngreme e de difícil acesso, impossibilitando a circulação de viaturas. Não houve vítimas.
A Prefeitura Municipal de Arcoverde vai realizar nesta sexta-feira (25), a partir das 09h, Audiência Pública de Prestação de Contas do Município, referente ao primeiro quadrimestre de 2021, como também para as Prestações de Contas dos Fundos Municipais de Saúde, Assistência Social, Educação e Secretaria de Obras, referente ao mesmo período. Em virtude das restrições […]
A Prefeitura Municipal de Arcoverde vai realizar nesta sexta-feira (25), a partir das 09h, Audiência Pública de Prestação de Contas do Município, referente ao primeiro quadrimestre de 2021, como também para as Prestações de Contas dos Fundos Municipais de Saúde, Assistência Social, Educação e Secretaria de Obras, referente ao mesmo período.
Nesta quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a primeira-dama de Arcoverde, Rejane Maciel, assumiu a gestão da Secretaria Municipal de Assistência Social. “Um grande desafio em minha vida, que é estar à frente da Secretaria de Assistência Social, na qual, me sinto preparada para lutar todos os dias pela melhoria na qualidade de vida de […]
Nesta quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a primeira-dama de Arcoverde, Rejane Maciel, assumiu a gestão da Secretaria Municipal de Assistência Social.
“Um grande desafio em minha vida, que é estar à frente da Secretaria de Assistência Social, na qual, me sinto preparada para lutar todos os dias pela melhoria na qualidade de vida de cada Arcoverdense e também poder lutar por mais oportunidades para a nossa gente que se encontra em situação de vulnerabilidade em nossa cidade”, escreveu Rejane em seu Instagram.
Rejane também parabenizou Patrícia Padilha, que deixou o comando da pasta. “Também não poderia deixar de agradecer a Patrícia pelo belíssimo trabalho a frente da Secretária de Assistência Social durante esses anos e que irei dar continuidade ao seu trabalho e fazer com que a secretaria seja sempre um elo entre o poder municipal e a população”.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (28) os primeiros números do ano sobre o mercado de trabalho. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua). Em relação […]
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (28) os primeiros números do ano sobre o mercado de trabalho. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua).
Em relação trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12%, houve queda de 0,8 ponto percentual. Já em relação ao trimestre encerrado em outubro, o recuo foi de 0,4 ponto percentual.
Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, entretanto, quando a taxa foi de 11%, houve alta de 0,2 ponto percentual – o primeiro avanço desde o trimestre encerrado em março do ano passado. O IBGE, no entanto, só considera comparáveis os resultados de um mesmo trimestre e de 3 meses de intervalo.
O resultado ficou ligeiramente abaixo da mediana das projeções de 32 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta para 11,3%. As projeções colhidas iam de 10,8% a 11,9% para o período.
Tanto na comparação com o trimestre anterior, terminado em outubro, quanto com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda da população desocupada. Eram 12,625 milhões em janeiro e 12,367 milhões em outubro. Agora, o número de desempregados foi estimado em 11,913 milhões. No 4º trimestre de 2019, o número de desempregados, no entanto, foi de 11,6 milhões.
Do Correio Braziliense A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fechou o segundo decêndio de fevereiro em 0,16%, registrando desaceleração de preços da ordem de 0,39% em relação à taxa do segundo decênio do mês anterior, cuja alta foi 0,55%. O segundo decêndio do mês compreende os preços coletados entre os […]
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fechou o segundo decêndio de fevereiro em 0,16%, registrando desaceleração de preços da ordem de 0,39% em relação à taxa do segundo decênio do mês anterior, cuja alta foi 0,55%. O segundo decêndio do mês compreende os preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. O indicador foi divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).
IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é divulgado no final de cada mês de referência. Atualmente, ele é o índice de referência utilizado para o reajuste dos aumentos da energia elétrica e dos contratos de aluguéis.
No segundo decênio de fevereiro, a retração do IGP-M foi fortemente influenciada pela variação dos preços ao produtor, que tem peso de 60% na composição no indicador. Segundo o Ibre, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou deflação (inflação negativa) de 0,22%, no segundo decêndio de fevereiro, queda de 0,59 ponto percentual em relação aos 0,37% do período anterior.
A taxa de variação dos bens finais passou de 1,26% para 1,03%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa caiu de 10,47% para 4,92%. A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,36%, em janeiro, para -0,33%, em fevereiro, puxado pelo subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,23% para -0,84%.
O índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de -1,64%. No mês anterior, a taxa foi -0,69%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram soja em grão (0,72% para -7,71%), suínos (0,82% para -10,91%) e milho em grão (-0,25% para -2,00%).
Também o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% na formação do IGP-M, registrou variação menor no segundo decêndio de fevereiro: alta de 1,02%, contra os 1,06%, do mesmo período do mês anterior. Segundo o Ibre, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (1,49% para 0,72%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa caiu de 11,74% para 2,93%. Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos habitação (de 1,37% para 1,13%), Vestuário (0,05% para -0,12%) e Comunicação (0,50% para 0,33%).
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