Novo dono do DP nega que jornal será “bolsonarista”
Por Nill Júnior
Blog do Magno
Novo acionista majoritário do Diário de Pernambuco, o advogado Carlos Frederico Vital, 58 anos, negou, há pouco, em entrevista ao blog, que tenha qualquer vinculação política ou empresarial com o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar. Embora eleitor do presidente Bolsonaro, negou, igualmente, que tenha planos para mudar a linha editorial do jornal, em defesa sistemática do Governo. “Faremos um jornalismo plural e imparcial, fiel à história do jornal mais antigo em circulação na América Latina”, afirmou.
Frederico negou que seja sócio da Vitarella, conforme foi ventilado também. Sobre seu perfil, explicou que advoga há mais de 30 anos, tem negócios no Rio de Janeiro (estacionamento) e uma locadora, vivendo na ponte aérea Recife-Rio. Ressaltou que, além de residência no Recife, tem também uma casa de campo em Gravatá, “cidade que adoro”, enfatizou. Quanto aos seus planos, disse que o primeiro é trazer de volta ao jornal o condômino afastado Joezil Barros.
“O Diário é um gigante adormecido e eu preciso de profissionais da grandeza e dimensão de Joezil Barros”, destacou. Frederico disse, ainda, que assumiu sozinho o novo empreendimento estimulado pela experiência no convívio com a imprensa esportiva, desde que foi diretor do Sport Club do Recife. “Minha única experiência no jornalismo vem dessa época, principalmente quando atuei na Associação dos Cronistas Desportivos de Pernambuco”, explicou.
Frederico se negou a revelar os valores da transação que tirou o DP das mãos do Grupo Rands, dos irmãos Alexandre e Maurício. “Não gostaria de antecipar números”, disse. Contrariando o que se ouve no mercado, o novo dirigente do jornal garantiu que não assume uma massa falida. “Assumo uma grife do jornalismo brasileiro, um orgulho da mídia nacional”, acrescentou. Ele garantiu que toma posse como presidente do Diário na próxima segunda-feira e que aguarda apenas a volta de Joezil dos Estados Unidos para fazer o convite formal da sua volta.
O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) recebeu nesta quarta-feira (15) em seu gabinete, em Brasília, a prefeita de Itaíba, Regina da Saúde (PTB), e garantiu apoio através de emendas para levar obras e projetos para o município do Agreste pernambucano. Participaram ainda do encontro o Secretário de Finanças, Wherdson de Lima; e o Gerente Municipal […]
O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) recebeu nesta quarta-feira (15) em seu gabinete, em Brasília, a prefeita de Itaíba, Regina da Saúde (PTB), e garantiu apoio através de emendas para levar obras e projetos para o município do Agreste pernambucano. Participaram ainda do encontro o Secretário de Finanças, Wherdson de Lima; e o Gerente Municipal de Convênios, José Cícero.
Apesar de todas as dificuldades de início de governo, quando herdou uma prefeitura sem recursos, com salários atrasados, carros quebrados e a saúde totalmente sucateada, a nova prefeita de Itaíba, Regina da Saúde (PTB), garantiu que com os novos recursos que vão chegar ao município nesta parceria com o deputado federal Zeca Cavalcanti, novas obras vão marcar a retomada do crescimento e o desenvolvimento econômico e social de Itaíba.
Os recursos vão garantir, entre outras ações, a abertura de 04 Poços Cristalinos e máquina para arado dos pequenos produtores através do Ministério da Integração Nacional, além de investimentos na infraestrutura urbana, atenção básica de saúde e manutenção de unidades de saúde.
Para o deputado Zeca Cavalcanti, no momento de crise e com uma herança amarga que a prefeita Regina recebeu de seu antecessor, a hora é de garantir apoio e recursos para recuperar o desenvolvimento desta importante cidade do agreste pernambucano. Itaíba voltando a crescer, cresce a região, cresce Pernambuco, conclui o parlamentar trabalhista.
Dando sequência às intervenções urbanísticas para aprimoramento estético da cidade de Serra Talhada, a gestão municipal implantou um monumento em homenagem à Capital do Xaxado sobre as águas do Açude Borborema, um dos cartões postais da cidade localizado às margens da BR-232, no Bairro Borborema. Projetado pelo arquiteto e urbanista serra-talhadense, Ícaro Diniz, o monumento […]
Dando sequência às intervenções urbanísticas para aprimoramento estético da cidade de Serra Talhada, a gestão municipal implantou um monumento em homenagem à Capital do Xaxado sobre as águas do Açude Borborema, um dos cartões postais da cidade localizado às margens da BR-232, no Bairro Borborema.
Projetado pelo arquiteto e urbanista serra-talhadense, Ícaro Diniz, o monumento evidencia a identidade visual e histórica de Serra Talhada, com elementos da natureza (serra e açude), do povo e da cultura serra-talhadense, representada por sete dançarinos de xaxado.
A prefeita Márcia Conrado ressaltou o empenho da gestão em cuidar do aspecto estético da cidade, valorizando os cartões postais e potencializando o turismo local. “Serra Talhada já é uma cidade linda, repleta de belezas naturais e rica em cultura, e nós estamos trabalhando para potencializar ainda mais as nossas riquezas, valorizando nossos cartões postais, a exemplo do Açude Borborema, que acaba de ganhar um lindo monumento luminoso; do viaduto de acesso à cidade, que foi revitalizado ano passado; da revitalização que estamos fazendo nas praças e jardins, tudo isso para garantirmos uma cidade bem cuidada para o nosso povo e cada vez mais atrativa para os turistas”, afirmou a gestora.
“Gostaria ainda de agradecer ao nosso amigo Ícaro Diniz, o arquiteto responsável por projetar o monumento, nos ajudando a deixar Serra Talhada ainda mais linda, e à equipe do Corpo de Bombeiros, que nos deu todo o suporte necessário durante a instalação da estrutura no açude, garantindo que o serviço fosse feito com toda segurança”, completou a prefeita Márcia Conrado.
O MONUMENTO
O monumento conta com uma estrutura metálica galvanizada medindo 15 metros de comprimento, com um letreiro colorido contendo o nome de Serra Talhada e, ao centro, sete dançarinos de xaxado. A estrutura fica situada em uma posição estratégica para evidenciar a silhueta da serra sobre o Açude Borborema, o pôr do sol e a beleza do local durante a noite quando o monumento é iluminado.
Correio Braziliense As eleições municipais terminaram no domingo passado, mas ao menos 104 municípios poderão sofrer mudanças em relação aos prefeitos escolhidos pelo voto popular. Nessas cidades, as candidaturas eleitas estão sub judice no Tribunal Superior Eleitoral. Em 2020, o número de prefeitos em situação indefinida aumentou mais de 40% na comparação com o pleito […]
As eleições municipais terminaram no domingo passado, mas ao menos 104 municípios poderão sofrer mudanças em relação aos prefeitos escolhidos pelo voto popular. Nessas cidades, as candidaturas eleitas estão sub judice no Tribunal Superior Eleitoral.
Em 2020, o número de prefeitos em situação indefinida aumentou mais de 40% na comparação com o pleito de 2016, quando 71 candidatos eleitos ainda precisavam regularizar suas situações com a Justiça Eleitoral.
De acordo com o TSE, caso essas candidaturas venham ser impugnadas depois da posse, que ocorre em 1º de janeiro de 2021, essas cidades terão novas eleições.
Na maioria dos casos, os candidatos vencedores estão enquadrados na Lei da Ficha Limpa. A norma aprovada em 2010 proíbe políticos condenados em segunda instância judicial de serem eleitos. Mas também abre a possibilidade de que o réu apresente recursos a tribunais superiores e obtenha, por meio de decisão liminar, o direito de concorrer.
“O que acontece hoje é que você só comprova os requisitos de Ficha Limpa quando se registra a candidatura. Nesta situação, entramos na seara da interpretação. Alguns juízes entendem que não há, outros entendem que naquele contexto há aplicação da lei da Ficha Limpa. Com isso uma série de recursos vão sendo impetrados, e o candidato muitas vezes consegue se eleger”, explica Acácio Miranda, jurista e especialista em Direito Eleitoral.
A lei eleitoral prevê que todos os recursos que envolvam deferimento ou indeferimento de candidaturas devem ser julgados 20 dias antes do primeiro turno pela Justiça Eleitoral. A finalidade é impedir que candidatos com problemas na Justiça Eleitoral concorram às urnas. Na prática, entretanto, isso não acontece.
“É humanamente impossível para o TSE (última instância) conseguir julgar os milhares de casos antes da eleição. Ainda mais com a redução do período de campanha e em uma eleição municipal com milhares de candidatos. Esses julgamentos só vão ocorrer depois do pleito.”, afirma Bruna Gonçalves, advogada e membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep).
Idoneidade
Segundo a especialista, a Justiça Eleitoral já trabalha com um calendário de eleições suplementares, pois muitos eleitos serão cassados depois dos julgamentos. Nesta semana, por exemplo, o TSE determinou que novas eleições sejam realizadas em Bom Jesus de Goiás (GO).
Os ministros revogaram o registro de candidatura de Adair Henriques da Silva (DEM) a prefeito do município goiano. Ele foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições, recebendo 50,26% dos votos válidos. Sem data para o novo pleito, o TSE determinou que o presidente da Câmara Municipal, da legislatura que inicia no próximo ano, exerça provisoriamente o cargo de prefeito na localidade.
“É comum que isso ocorra e novas eleições sejam realizadas neste período, justamente porque a Justiça só vai dando vazão aos casos durante o ano seguinte ao eleitoral”, completa Bruna Gonçalves. Em 2016, o TSE teve de realizar novos pleitos em 183 municípios de todo o país. O estado de Minas Gerais teve o maior número de cidades nesta situação, 33 no total. Em seguida aparece São Paulo com 25 casos. Paraná e Rio Grande do Norte tiveram 13 eleições suplementares, cada.
Para Marina Fernandes, coordenadora do Politize!, a Lei da Ficha Limpa é um grande avanço da legislação, mas ainda depende de conscientização por parte do eleitor. “O principal desafio para a plena efetividade da Lei da Ficha Limpa é conscientizar a população da importância da idoneidade dos candidatos à cargos públicos. É preciso que as pessoas saibam mais sobre política e cidadania para poderem fazer melhores escolhas nas eleições”, defende.
O governo federal prevê que o salário mínimo passará a ser de R$ 1.630 a partir de janeiro de 2026, com o novo valor sendo pago a partir de fevereiro. A estimativa faz parte do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional. A LDO é o […]
O governo federal prevê que o salário mínimo passará a ser de R$ 1.630 a partir de janeiro de 2026, com o novo valor sendo pago a partir de fevereiro. A estimativa faz parte do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional.
A LDO é o instrumento que define as metas fiscais, as prioridades do governo para o ano seguinte e serve como referência para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha o orçamento do país. O projeto precisa ser analisado e aprovado pelo Congresso antes do recesso parlamentar de julho.
Atualmente, o salário mínimo está fixado em R$ 1.518, após reajuste de 7,5% concedido neste ano. Caso a projeção apresentada pela área econômica do governo se confirme, o novo valor representará um aumento de R$ 112, equivalente a 7,4%.
O valor, no entanto, ainda é provisório. De acordo com as regras vigentes, o salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano, quando o governo divulgar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Esse índice é utilizado como base de cálculo para a atualização do piso nacional.
O reajuste do salário mínimo impacta diretamente benefícios como aposentadorias, pensões e o seguro-desemprego, além de influenciar o orçamento de estados e municípios, que também utilizam o valor como referência para pagamentos de servidores e contratos.
Nos últimos anos, o governo federal retomou a política de valorização do salário mínimo, garantindo aumento real acima da inflação, com base na soma do INPC e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A proposta para 2026 segue esse mesmo critério.
E o nosso terreiro? Essa foi a semana Amazônia. O mundo todo de olho nas queimadas que consomem um ecossistema determinante para o planeta. Cobrar do governo Bolsonaro uma ação incisiva para combater esse crime ambiental ê obrigação, independentemente do perfil ideológico. Alguns radicais dirão que é “papo de esquerdista”. Nunca foi ou será, qualquer […]
Essa foi a semana Amazônia. O mundo todo de olho nas queimadas que consomem um ecossistema determinante para o planeta. Cobrar do governo Bolsonaro uma ação incisiva para combater esse crime ambiental ê obrigação, independentemente do perfil ideológico. Alguns radicais dirão que é “papo de esquerdista”. Nunca foi ou será, qualquer que seja o nome sentado na cadeira presidencial. Por aqui não foi diferente.
Mas é preciso apontar uma incoerência. Porque não somos tão incisivos e preocupados na defesa do nosso torrão? Nosso ecossistema, a Caatinga, agoniza, fruto da especulação imobiliária irracional, das queimadas em nome da produção de gado de leite e corte e monoculturas, da retirada ilegal de madeira que circula em caminhões carregados estradas afora sem nenhuma fiscalização.
Nossos rios, nascentes e riachos? São agredidos diariamente por conta dos esgotos sem tratamento, destruição de suas matas ciliares, busca do lucro em detrimento de sua preservação, segredo da vida nesse pedaço do Nordeste.
Ah se partíssemos para cima de governador e prefeitos como estamos indo pra cima de Bolsonaro. Até as iniciativas isoladas como a atuação do Grupo Fé e Política no Pajeú não tem o apoio popular necessário. E aqui também a ação inconsequente do homem pela ganância está minando a condição de vida nossa e das espécimes, algumas já ameaçadas de extinção.
O rio da nossa identidade, o Pajeú, está morrendo. Não há políticas sérias ou atitude colegiada dos gestores do Pajeú para resolver o problema. Ao contrário, se revezam assinando recomendações do MP e TCE se comprometendo em acabar com os lixões que contaminam solo e água. Enquanto prazo houver, mais prazo tentarão ganhar. E nós, o que estamos fazendo para cobrar uma atitude?
As consequências dos ataques ao nosso ecossistema são tão graves quanto as de quem queima e desmata a Amazônia. A diferença pode estar em nossa atitude. Estamos tão preocupados com o que ocorre a alguns milhares de quilômetros (e com razão), mas tão apáticos, silenciosos, omissos com o que acontece todo dia a palmos do nariz.
Outro lado
O vereador Wellington JK, que pediu a Bolsonaro para legalizar as rinhas de galo, disse que cria, é a favor da atividade e se considera galista. Mas como não colocou galo pra brigar nem apareceu em rinha, garante, não cometeu crime nenhum. Então tá…
Sucupira
No início do mês, a prefeitura de Afogados mandou para pôr fim a uma manifestação que teve até fogo em uma via por melhorias no Bairro Miguel Arraes o Secretário Executivo de Obras Carlos Rabelo, para depois dizer que ele não tinha autorização para prometer resolver nada.
1×1
Aliados de Totonho Valadares alimentam blogs comemorando bolas fora do governo Patriota. Mas também deveriam baixar a bola. Valadares também prometeu e não resolveu o problema do trânsito e entregou conjunto popular sem infraestrutura adequada, calçamento, escola ou posto de saúde.
Brasil...
Se atos de improbidade, desmantelos fiscais ou rejeição de contas fossem levados a sério nesse país, nem estariam pensando em voltar e pedir votos para o ano Carlos Evandro (Serra Talhada), Cida Oliveira (Solidão) e Dinca Brandino (Tabira). Mas…
Cidades querem IML
Impressionante como a entrega de um IML lidera os pleitos em cidades como Salgueiro, Araripina e Serra Talhada. Explica-se pelo sofrimento potencializado na hora mais dolorida, com unidades em Recife, Caruaru e Petrolina que não dão conta há muito tempo da demanda do Sertão.
Não é comigo
O Deputado Federal Sebastião Oliveira disse que não é com ele a responsabilidade sobre a empresa que recebeu mas sequer iniciou a cerca patrimonial do Aeroporto Santa Magalhães. “Me licenciei em abril de 2018”. As críticas que rodaram redes sociais são de que a tal empresa é de gente lo Deputado.
Contagem regressiva
Daqui a um ano ja terá começado a chamada propaganda intrapartidária para políticos com vistas à indicação de seu nome pelo partido. E em 31 de agosto de 2020, começará a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
Perdoai a infidelidade
O PSB de Pernambuco está fazendo escola. Esta semana, o ex-governador cearense e Senador Cid Gomes disse que, por ele, a Deputada Tábata Amaral não será expulsa do PDT pelo voto a favor da Reforma da Previdência.
Frase da semana:
“Aonde está enterrado o Queiroz?”
Do Deputado Alexandre Frota (PSDB), um dos personagens da semana, dando recado ao presidente Bolsonaro, no melhor estilo “quem te viu quem te vê”.
Você precisa fazer login para comentar.