Nome que terá apoio de José e Anchieta Patriota ainda é mistério
Por Nill Júnior
A decisão do prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, de não disputar cadeira na ALEPE abriu uma nova dúvida. A sobre quem será seu candidato a Estadual, assim como quem terá apoio do prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota.
O espólio eleitoral dos dois pode ser fundamental para por exemplo, decidir a eleição de um dos socialistas que brigam por cadeira na Assembleia. Em 2014, por exemplo, Anchieta Patriota teve 5.906 votos em Afogados da Ingazeira e 6.398 votos em Carnaíba. Ou seja, mesmo que política não seja uma ciência exata, podem estar em jogo de 10 a 12 mil votos, o que justifica a peregrinação de candidatos que devem buscá-los por apoio.
Pra que se tenha uma ideia, nomes como André Campos, Ana Callou, Aglailson Júnior, João Suassuna e Rodrigo Novaes já teriam sondado a possibilidade de apoio do gestor carnaibano, para dar um exemplo. O movimento deve ser o mesmo agora em direção a José Patriota.
Uma boa probabilidade é de que sigam a mesma estratégia de apoiar um só nome. Anchieta Patriota disse ao blog que não tem previsão de definição. A escolha pode acontecer até maio. O prefeito carnaibano afirmou que discutirá a questão partidariamente e com o próprio José Patriota. Ele admite que s dois possam apoiar um mesmo nome.
Para Federal, os dois seguirão caminhos distintos. Anchieta votará em Danilo Cabral. Já Patriota apoiará João Campos, filho de Eduardo e que, juntamente com Danilo, cotado para estar entre os mais votados na ala socialista.
Outro que já tem nome decidido com a desistência de Patriota é Totonho Valadares. O ex-prefeito afogadense afirmou eu votaria no prefeito caso candidato. Como não disputará, Valadares vai apoiar novamente Waldemar Borges.
Da Agência Estado A votação para eleição dos indicados por líderes partidários para integrar a comissão especial que analisará o impeachment da presidente Dilma Rousseff foi adiada da noite desta segunda-feira para a tarde desta terça-feira. A decisão foi anunciada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em reunião com líderes partidários nesta tarde. O […]
A votação para eleição dos indicados por líderes partidários para integrar a comissão especial que analisará o impeachment da presidente Dilma Rousseff foi adiada da noite desta segunda-feira para a tarde desta terça-feira. A decisão foi anunciada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em reunião com líderes partidários nesta tarde.
O adiamento se deu porque a oposição e a ala antigoverno do PMDB resolveram lançar uma chapa independente, com viés contrário à presidente Dilma. A insatisfação com a chapa original se deve às indicações feitas pelo líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), que escolheu majoritariamente nomes contrários ao impeachment.
Cada chapa precisa ter, no mínimo, 33 integrantes. Se a chapa vencedora não tiver 65 membros, novas indicações são feitas para preencher as vagas remanescentes. Estes nomes retardatários são submetidos a outra votação, o que deve atrasar ainda mais a instalação da comissão.
O prazo para indicações de representantes, que já havia sido adiado das 14h para as 18h de hoje, foi novamente postergado, agora para as 14h de terça-feira. Caso a sessão comece logo em seguida, inviabiliza a sessão do Conselho de Ética, marcada também para as 14h, para votação do parecer pela continuidade do processo contra Cunha.
A decisão de aceitar uma nova chapa e adiar a votação irritou líderes governistas. A reunião na presidência da Câmara ficou tensa e os líderes do PT, Sibá Machado (AC), e do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), elevaram a voz.
Machado deixou a reunião transtornado. “Isso arrebenta com qualquer possibilidade de relação aqui dentro. É inaceitável. Não é mínimo do campo democrático. O processo já começa super contaminado. Acho que tem o dedo dos tucanos para criar problema”, afirmou Sibá Machado. “Tem uma guerra e vamos para ela do jeito que ela vier”, disse o líder do PT.
O Promotor Ariano Tércio Silva de Aguiar informou em nota ao blog que solicitou ao Presidente da Câmara de Vereadores de Carnaíba, Gleybson Martins, que instaure procedimento disciplinar para apurar a conduta do vereador Irenildo Pereira dos Santos, o Nêudo da Itã. O motivo segundo o promotor, Nêudo firmou contrato com o poder público no […]
O Promotor Ariano Tércio Silva de Aguiar informou em nota ao blog que solicitou ao Presidente da Câmara de Vereadores de Carnaíba, Gleybson Martins, que instaure procedimento disciplinar para apurar a conduta do vereador Irenildo Pereira dos Santos, o Nêudo da Itã.
O motivo segundo o promotor, Nêudo firmou contrato com o poder público no ano de 2013, na então gestão do ex-prefeito José Mário Cassiano. Em janeiro de 2019, o próprio MP ajuizou uma ação civil de responsabilidade por atos de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Carnaíba José Mário Cassiano Bezerra e o vereador. Ambos já denunciados por ilegalidade na dispensa de licitação e superfaturamento na aquisição de um terreno.
Segundo o próprio representante do MP, houve enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação a princípios gerais da administração pública, notadamente o da legalidade, da impessoalidade e da eficiência, dos dois acusados na venda de um terreno de propriedade de Nêudo por valor superior ao praticado habitualmente, caracterizando superfaturamento.
“Na qualidade de prefeito e ordenador de despesas de Carnaíba, José Mário Cassiano Bezerra, dolosamente, deixou de observar as formalidades pertinentes à dispensa de licitação, autorizando e assinando contrato de compra e venda de um terreno localizado no povoado da Itã, distrito de Carnaíba, medindo dois hectares, com área de 6.000,00 mil metros quadrados”, relatou o promotor da Justiça. O ex-prefeito pagou o valor de R$ 80.000,00, além de burlar o processo licitatório.
“O terreno em questão foi declarado à Receita Federal e ao Tribunal Regional Eleitoral, no ano de 2012, com o valor de R$ 10.000,00, de acordo com a declaração de patrimônio de Irenildo Pereira dos Santos. Houve valorização de mais de 800% em menos de um ano”, denunciou. O terreno não teve utilidade alguma para a municipalidade”, argumentou o promotor de Justiça.
Ariano quer que Gleybson Martins encaminhe cópia comprovando a instauração de inquérito, devidamente publicada no Diário Oficial no prazo de dez dias, “sob pena de o Ministério Público tomar as medidas legais cabíveis”.
As pesquisas de intenção de voto do instituto Datafolha para presidente da República tem irritado aliados e apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição. Muitos que se manifestaram nas redes sociais recorreram às eleições de 2018, sugerindo que o mesmo instituto errou naquele momento, porque dizia que o então candidato do PSL não […]
As pesquisas de intenção de voto do instituto Datafolha para presidente da República tem irritado aliados e apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição.
Muitos que se manifestaram nas redes sociais recorreram às eleições de 2018, sugerindo que o mesmo instituto errou naquele momento, porque dizia que o então candidato do PSL não se elegeria.
Uma visita aos números do passado mostra um equívoco nesse argumento. Mas havia algumas semelhanças e muitas diferenças entre aquele momento e o atual. Os números também mostram que o Datafolha não errou nas projeções de primeiro turno.
As projeções de segundo turno não se concretizaram, mas as sondagens antes do primeiro turno dificilmente se confirmam no segundo turno. As pesquisas feitas no segundo turno, no entanto, foram precisas, e até com uma vantagem exagerada para Bolsonaro.
Vamos a alguns números. Em junho de 2018, exatamente no dia 10, a pesquisa Datafolha apontava o ex-presidente Lula com 30%. Bolsonaro aparecia em segundo lugar, com 17%, e a ex-ministra do meio-ambiente Marina Silva (Rede), 10%.
Àquela data, Lula estava preso e o PT ainda tentava na Justiça eleitoral garantir a candidatura dele. O partido, de fato, não tinha candidato àquela altura do processo eleitoral.
No dia 22 de agosto de 2018, Lula ainda era apresentado na pesquisa Datafolha como candidato. Aparecia com 39% da preferência do eleitorado contra 19% de Jair Bolsonaro. Marina Silva se mantinha na terceira posição, mas com apenas 8% das intenções de voto.
No cenário sem Lula, no mesmo dia 20 de agosto de 2018, Bolsonaro aparecia na liderança, com 22%, Marina em segundo, com 16%, seguida de Ciro Gomes (PDT), com 10% e de Geraldo Alckmin, com 9%. Fernando Haddad, provável substituto de Lula na disputa, tinha apenas 4% da preferência do eleitorado.
No dia 10 de setembro de 2018, dias depois de Bolsonaro levar a facada, e com Fenando Haddad prestes a se tornar o candidato do PT, Bolsonaro apareceu com 24% das intenções de voto. Haddad amargava o 5° lugar, com 9 pontos percentuais.
Foi só no dia 14 de setembro que o Datafolha apresentou a primeira pesquisa com todos os nomes da disputa. Na ocasião, Bolsonaro tinha 26% das intenções de voto; Haddad aparecia empatado com Ciro Gomes, com 13%.
No dia 20 de setembro, nova pesquisa mostrava Bolsonaro com 28% da preferência do eleitorado. Haddad cresceu três pontos e assumiu o segundo lugar, com 16%. Ciro Gomes permaneceu com 13%.
No dia 29 de setembro de 2018, o Datafolha mostrava Bolsonaro estável, com os mesmos 28% da pesquisa anterior, e Fernando Haddad teve um crescimento para 22%, isolado no segundo lugar.
Dias antes do primeiro turno, no dia 4 de outubro de 2018, Bolsonaro amplia a vantagem, segundo o Datafolha, passando a 39%, contra 25% de Haddad.
O resultado do primeiro turno ficou assim: Jair Bolsonaro com 46,03%; Fernando Haddad com 29,28%. Ambos foram para a disputa do segundo turno. Uma diferença de 7 pontos percentuais para Bolsonaro em relação à ultima pesquisa e de 4 pontos para Haddad.
Portanto, enquanto Lula esteve como candidato, mesmo preso, liderou as pesquisas. Fernando Haddad era um candidato desconhecido do público. Com a saída de Lula, Bolsonaro teve crescimento gradativo, mas contínuo até o dia da eleição.
Agora, Lula, ao que tudo indica, será o candidato do PT, está livre dos processos que o levaram à prisão, e Bolsonaro é o presidente do Brasil. Há, portanto, uma diferença fundamental na condição das duas candidaturas.
Não é verdade que as pesquisas em 2018 sempre foram desfavoráveis a Bolsonaro. O que o Datafolha dizia, até às vésperas do primeiro turno é que Ciro Gomes era o melhor candidato para derrotar Bolsonaro em eventual segundo turno.
Um segundo turno com Haddad, Bolsonaro levava a melhor, com um ponto percentual de vantagem, na pesquisa realizada no dia 4 de outubro (antes do primeiro turno).
No segundo turno, em todas as pesquisas Datafolha, Bolsonaro vencia o candidato do PT em 2018. No dia 10 de outubro, Bolsonaro tinha 58% contra 42% de Haddad. No dia 10 de outubro, Bolsonaro aparecia com 59% contra 41% de Haddad.
Na última sondagem, no dia 25 de outubro, 56% para Bolsonaro e 44% para Haddad. O Datafolha praticamente cravou, pois o resultado final foi Bolsonaro 55,13% e Haddad com 44,87%.
A eleição municipal de Santa Cruz da Baixa Verde ganhou um novo capítulo na tarde desta sexta-feira (30). Segundo o Baixa Verde Notícias, com o indeferimento do registro de candidatura de Zé Bezerra pela justiça eleitoral, o grupo de oposição não perdeu tempo e decidiu em reunião finalizada agora a pouco, lançar o nome do […]
A eleição municipal de Santa Cruz da Baixa Verde ganhou um novo capítulo na tarde desta sexta-feira (30).
Segundo o Baixa Verde Notícias, com o indeferimento do registro de candidatura de Zé Bezerra pela justiça eleitoral, o grupo de oposição não perdeu tempo e decidiu em reunião finalizada agora a pouco, lançar o nome do médico Ismael Quintino para concorrer à prefeitura da capital da rapadura.
Ismael é genro do ex-prefeito Zé Bezerra e chega com a missão de enfrentar o projeto de reeleição do prefeito Irlando Parabólicas.
Mais cedo, o juiz da 71ª Zona Eleitoral, Diógenes Portela Saboia Soares Torres, deferiu o pedido de impugnação proposto por Irlando Parabólicas contra o registro da candidatura a prefeito de Zé Bezerra, em Santa Cruz da Baixa Verde, nas eleições de 2024.
O magistrado seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral e acatou os argumentos contidos no pedido de Irlando, por entender que Zé Bezerra está inelegível em função de condenações criminais sofridas perante a Justiça Federal e Estadual.
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes do país tem relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana Com a interrupção da campanha de vacinação contra a Covid-19 por falta de doses em várias cidades, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu nesta terça-feira (16) a troca de Eduardo […]
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes do país tem relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana
Com a interrupção da campanha de vacinação contra a Covid-19 por falta de doses em várias cidades, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu nesta terça-feira (16) a troca de Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde.
Em nota, a entidade afirmou que os gestores municipais “assistem e vivem desesperadamente a angústia e o sofrimento da população que corre aos postos de saúde na busca de vacinas” e manifestou “indignação com a condução da crise sanitária” pela pasta.
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes de país têm relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana, em consequência da interrupção da reposição das doses e da falta de previsão de novas remessas pelo Ministério. Não foram listados os municípios que estão com falta do imunizante.
“Foram várias as tentativas de diálogo com a atual gestão do ministério, entre pedidos de agenda e de informação. A pasta tem reiteradamente ignorado os prefeitos do Brasil, com uma total inexistência de diálogo”, escreveu o presidente da CNM, Glademir Aroldi.
“Seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário para a aquisição de vacinas. Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para estados e municípios. Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da federação brasileira, a qual deveria ter liderado, frustrando assim a população do país”, diz a nota.
Na segunda, o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan assinaram contrato para compra de mais 54 milhões de doses da Coronavac, vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo instituto paulista, após longo impasse.
A confederação considera que a atual gestão da pasta não tem condições de conduzir o processo de vacinação, e, por isso, vê como “necessária, urgente e inevitável” a troca de comando.
No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (DEM) afirmou na segunda (15) que vai interromper a campanha de imunização contra a Covid-19 na cidade. A ameaça de medida semelhante foi feita por outras capitais.
Enquanto isso, auxiliares de Pazuello tentam frisar que a situação não representa o fim ou uma suspensão da campanha em todo o país, mas o que chamam de “término momentâneo” das doses em algumas cidades.
A vacinação já havia sido interrompida por motivo semelhante em outras três cidades da região metropolitana do Rio na semana passada. Em duas delas, São Gonçalo e Duque de Caxias, o Ministério Público alertou para falhas na organização do atendimento a grupos prioritários.
A entrega do lote é responsabilidade do governo federal, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI).
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada no sábado (13), a coordenadora do PNI, Francieli Fontana, disse que a expectativa é receber 4,9 milhões de doses até o dia 23 deste mês.
Recentemente, membros do Ministério da Saúde têm falado na possibilidade de receber novos lotes um pouco mais cedo, até o próximo domingo (21) –sem citar, contudo, datas precisas e qual seria o fornecedor.
Até esta terça-feira, o país vacinou 5,5 milhões de pessoas com a primeira dose do imunizante e 308 mil com a segunda dose.
Neste domingo (14), o Brasil registrou a maior média móvel de mortes por Covid-19 de toda a pandemia do novo coronavírus: foram 1.105 mortes por dia na última semana.
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