Professores da rede municipal de ensino de Tabira têm buscado o blog e as redes sociais para questionar a atuação da Presidente do SINDUPROM, Dinalva Melo.
Aguerrida nas outras cidades, tal qual uma leoa que cai pra cima de prefeitos e secretários de Educação de toda região, o alinhamento político com a prefeita Nicinha Melo a faz de uma mansidão sem tamanho com os mesmos temas.
Enquanto Dinalva tem sido dura na defesa do rateio do Fundeb, em Tabira, não há registro de uma declaração pública cobrando a mesma vantagem para os profissionais da educação.
Ontem à noite, professores acessaram a ficha financeira e lá constava um valor correspondente a um 14° salário.
Hoje pela manhã acessaram de novo, e o valor havia aumentado. E agora a pouco, já sumiu tudo.
Professores relatam que a Secretaria está de recesso e só retorna dia 10. E cobram atuação similar da verificada em outras cidades.
Dinalva apoiou Nicinha e chegou a soltar fogos na sua eleição. A mágoa foi porque enfrentou um processo de demissão capitaneado pelo então Secretário Flávio Marques. Ganhou na justiça o direito a permanecer no cargo.
O fato de ela apoiar a atual gestora até não merece reprimenda. Pode-se até dizer que é legítimo e democrático. Mas misturar as bolas e não se fazer atuante, fazendo vista grossa para problemas que afetam a categoria é o fim da picada.
A companhia teatral CIA EntreCorpos, da cidade de Tabira, marcou presença no cenário cultural pernambucano ao estrear o espetáculo “Se É Pra Contar, Deixa Que Eu Conto” durante a mostra competitiva do Festival Abril para o Teatro. A apresentação aconteceu no dia 25 de abril, no palco do Teatro João Lyra Filho, em Caruaru. Com […]
A companhia teatral CIA EntreCorpos, da cidade de Tabira, marcou presença no cenário cultural pernambucano ao estrear o espetáculo “Se É Pra Contar, Deixa Que Eu Conto” durante a mostra competitiva do Festival Abril para o Teatro. A apresentação aconteceu no dia 25 de abril, no palco do Teatro João Lyra Filho, em Caruaru.
Com dramaturgia e direção de Luiz Andrade, o espetáculo reúne atores adolescentes e jovens de diferentes bairros de Tabira, evidenciando a força da produção artística do interior do estado. A sessão contou com casa cheia e uma recepção calorosa do público, marcada por aplausos, emoção e envolvimento durante toda a encenação.
A narrativa acompanha um grupo de artistas mambembes que, ao se perderem pelo sertão, chegam à misteriosa Vila dos Cafundó, um lugar assombrado pelos chamados “fantasmas da seca”. Ao decidirem se apresentar ali mesmo, os artistas enfrentam um grande desafio: os fantasmas, contrariados com a presença do grupo, roubam a voz de Mariquinha — personagem essencial para guiá-los de volta ao caminho correto.
Diante do medo coletivo, surge a coragem de Bernardo, escolhido para enfrentar os fantasmas e cumprir uma prova decisiva. A trama, carregada de simbolismo, aborda a resistência do povo sertanejo, destacando que, mesmo diante da seca e das dificuldades, há vida, esperança e luta. Inspirado na força cultural do Nordeste, o espetáculo também faz referência ao retorno da asa branca como símbolo de renovação — assim como a recuperação da voz de Mariquinha representa a continuidade da jornada dos artistas.
Além da forte conexão com o público, a montagem também chamou atenção do júri do festival, garantindo diversas indicações e importantes conquistas.
Indicações:
Melhor Ator
Melhor Ator Coadjuvante
Melhor Figurino
Melhor Cenografia
Melhor Sonoplastia
Melhor Direção
Melhor Espetáculo
Melhor Inovação e Pesquisa
Premiações conquistadas:
🏆 Melhor Direção
🏆 Melhor Figurino
🏆 Melhor Sonoplastia
🏆 Melhor Ator Coadjuvante
O reconhecimento consolida o trabalho da CIA EntreCorpos como uma das promessas do teatro pernambucano contemporâneo, destacando o talento jovem e a potência criativa que emerge do interior.
Com o sucesso da estreia, o grupo segue sua trajetória, preparado para levar o espetáculo a novos palcos e continuar emocionando plateias com histórias que valorizam a cultura e a identidade do sertão.
Por Magno Marins, jornalista A cultura de um povo é o seu maior patrimônio. Preservá-la é perpetuar valores, permitir que as novas gerações não vivam sob as trevas do anonimato. Isso só não é prática em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, a 386 km do Recife. Lá, o poder público não está nem aí. […]
A cultura de um povo é o seu maior patrimônio. Preservá-la é perpetuar valores, permitir que as novas gerações não vivam sob as trevas do anonimato.
Isso só não é prática em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, a 386 km do Recife. Lá, o poder público não está nem aí. Do contrário, preservaria seus casarões incorporados à história.
Como é o caso da belíssima casa da professora e historiadora Letícia Goes, na Praça Arruda Câmara, coração da cidade. Ao ver a sua demolição, em imagem postada no site de Nill Júnior, diretor da Rádio Pajeú, sofri um golpe, uma dor profunda na alma e no espírito. Casarão de muitas histórias, lindo, estilo colonial clássico, com detalhes nas paredes que refletiam o modelo europeu importado, a velha morada de Dona Letícia vai deixar muita saudade.
Era ali que, ao entardecer, ela me recebia – e tantos e tantos alunos – para um chá cultural. Expressava-se em latim, francês, espanhol e inglês fluentemente. Dava lições de moral, ética e comportamento doméstico. Era a mãozona da cidade sem nunca ter parido.
Suas aulas no Colégio Normal eram precedidas pelo hino francês La Marseillaise. Allons enfants de la Patrie/ Le jour de gloire est arrivé! Contre nous de la tyrannie/ L’étendard sanglant est levé. Quem não cantasse de pé, com a mão no peito, não assistiria sua aula.
Dona Letícia era linda! Dicção perfeita, entonação irrepreensível, elegância incomparável, sempre perfumada e disponível. Já levei muitos carões dela, mas eram finos, suaves, como o vento no entardecer do seu casarão. Seu túmulo deve ter remexido com as marretadas de ontem em sua casa, que não era dela, como dizia, mas patrimônio do município.
A notícia é que em seu lugar surgirá uma farmácia quando deveria ser um museu se o poder público tivesse sensibilidade. Gasta-se o dinheiro do povo com tantas futilidades, nunca com a preservação da história. Um povo que não se preocupa em preservar sua memória perde-se na história e se aniquila a curto prazo, na sua cultura.
As nossas raízes, cultura, memória e história são fatores fundamentais de preservação. O maior legado de uma sociedade é a sua cultura e o seu patrimônio preservados. A cultura milenar dos Maias preservada, ainda nos dias de hoje, proporciona beleza sem comparação de plena sabedoria ancestral.
Minha terra devia chorar hoje ao invés de aplaudir essa violência. Arrancaram um pedaço de Afogados da Ingazeira, apagaram da história a professora Letícia e seu trono como um supérfluo qualquer. A cidade é como um corpo. Todo corpo tem sua alma, tal qual a cidade com sua cultura. Ambos, portanto, precisam ser preservados.
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Presidente licenciado da Amupe, José Patriota, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Patriota fala dos passos em torno de seu mandato a Deputado Estadual, da pauta municipalista que continua acompanhando e da intensa movimentação política no estado. Ontem a Frente popular oficializou a chapa Danilo ao Governo […]
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Presidente licenciado da Amupe, José Patriota, é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú.
Patriota fala dos passos em torno de seu mandato a Deputado Estadual, da pauta municipalista que continua acompanhando e da intensa movimentação política no estado. Ontem a Frente popular oficializou a chapa Danilo ao Governo e Teresa Leitão candidata ao Senado. Hoje, Marília Arraes e André de Paula anunciam alinhamento.
Patriota também avalia as gestões Bolsonaro, Paulo Câmara e Sandrinho Palmeira, responde às perguntas dos ouvintes e de blogueiros.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.
Nesta segunda-feira (29), o pré-candidato a prefeito pela oposição de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou em suas redes sociais o apoio recebido de João Valadares, importante líder local. Em sua publicação, Brito expressou sua satisfação em contar com o apoio de João Valadares, destacando sua relevância como figura pública em São José do […]
Nesta segunda-feira (29), o pré-candidato a prefeito pela oposição de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou em suas redes sociais o apoio recebido de João Valadares, importante líder local.
Em sua publicação, Brito expressou sua satisfação em contar com o apoio de João Valadares, destacando sua relevância como figura pública em São José do Egito e sua vasta experiência na política e no relacionamento com a comunidade.
“É com muita alegria que recebo mais um apoiador de peso ao nosso projeto de sociedade e de ver uma São José mais forte e rumo ao progresso”, afirmou Fredson Brito em sua postagem.
O pré-candidato ressaltou a importância das palavras e do engajamento de João Valadares. “João me alegrou muito em suas palavras. São sentimentos de quem já não aguenta mais tanto descaso e falta de respeito com a população”, acrescentou Brito.
Ao finalizar sua mensagem, o pré-candidato reiterou o compromisso de unir forças com João Valadares e outros apoiadores em prol do progresso e do desenvolvimento de São José do Egito.
Para fazer um balanço dos cem primeiros dias de seu governo, o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Inicialmente, o gestor fez um mea culpa. Admitiu ter se frustrado ao prometer começar o Governo com três Secretarias. “Mas diante das demandas de algumas áreas, fui obrigado […]
Para fazer um balanço dos cem primeiros dias de seu governo, o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Inicialmente, o gestor fez um mea culpa. Admitiu ter se frustrado ao prometer começar o Governo com três Secretarias. “Mas diante das demandas de algumas áreas, fui obrigado a ampliar o número”.
O gestor afirmou que conseguiu reduzir já em fevereiro, a folha que em janeiro ultrapassava o limite de 53% orientados pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Lamentou não poder atender a expectativa de empregos diante da crise e sobre concurso, considerou precipitado fazer qualquer previsão.
Sem querer responsabilizar a antecessora e aliada Cida Oliveira, o Prefeito Djalma Alves disse ter pago o trabalho de topografia para o Ramal da Adutora do Pajeú que levará água ao Rio São Francisco para sua cidade. Cida havia sido questionada pelo MP por não incluir o ramal nem participar das reuniões regionais.
O gestor afirmou ter saldado logo em janeiro os restos a pagar deixados pela gestão anterior e em 31 do mesmo mês, já pagou os salários dos servidores, recuperou ônibus escolares, inclusive com aquisição de novos pneus para a frota. Também relacionou a recuperação da rede elétrica das escolas e melhoria de estradas rurais.
Provocado a falar sobre a denúncia de ter ferido a Lei Orgânica do Município por celebrar contrato com a Prefeitura quando exercia o cargo de vereador, Djalma disse não entender que tenha errado, pois nunca fez contrato e sim forneceu produtos em pequena quantidade de sua padaria, mas que como gestor não fará nada parecido.
A respeito da substituição do vereador adversário Totinha (PSD), afastado pela Justiça Eleitoral, o Prefeito disse ter havido erro do Eleitoral antes da eleição. Depois foi feita a substituição normal dentro da própria coligação adversária.
Djalma falou nunca ter alimentado a esperança do PSB ganhar a vaga, muito menos com dois nomes como se chegou a ser ventilado pelo jurídico do partido. O prefeito de Solidão se mostrou preocupado em manter as finanças equilibradas, pois segundo ele não vale a pena governar uma cidade tendo contas rejeitadas e pagando multas.
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