O presidente da ALEPE, Álvaro Porto, fala neste sábado à Rádio Pajeú.
A entrevista vai ao ar às 11 horas, conduzida por este blogueiro nos estúdios da emissora.
Álvaro avalia seus dez meses à frente da Assembleia Legislativa, a relação com os parlamentares e com a governadora Raquel Lyra.
Recentemente, sob a condução de Porto, a governadora sofreu uma derrota com a derrubada de seu veto a um trecho da Lei Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada na Alepe, derrubado pelo deputados estaduais.
A condução de Álvaro e um post sobre a votação pôs mais lenha no debate.
Claro, o presidente da Assembleia também fala de política, avalia governos e comenta sua posição nas eleições do próximo ano nos municípios do estado.
Padre lembrou que institucionalmente, a igreja católica tem se colocado em defesa da vacinação contra a Covid-19 Por André Luis O padre Josenildo Nunes, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Penha de Serra Talhada, lembrou ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (27), que Ciência e fé caminham juntas e que tem sido […]
Padre lembrou que institucionalmente, a igreja católica tem se colocado em defesa da vacinação contra a Covid-19
Por André Luis
O padre Josenildo Nunes, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Penha de Serra Talhada, lembrou ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (27), que Ciência e fé caminham juntas e que tem sido uma posição institucional da igreja católica no mundo todo a defesa da vacinação.
“Está mais que provado e comprovado de que a vacinação dos últimos tempos é o que está salvando muitas pessoas que contraíram o vírus. Nós estamos aí com um quadro muito alto de contaminação, porém com o índice baixo de mortalidade. Se isso tivesse acontecido ano passado, antes da vacina, nós teríamos uma pandemia com índice de mortalidade ainda mais alto”, disse o padre.
Josenildo ainda completou: “vale lembrar a loucura que foi em muitas capitais como Manaus e aqui também no interior, pessoas morrendo, os cemitérios superlotados, os coveiros não davam conta e isso era um quadro quando não se tinha a vacina. Hoje é outro quadro, depois que parte da população foi vacinada, por isso acredite na ciência, tenha fé. Ciênciae fé caminham juntas Sempre caminharam.”, lembrou.
Ainda segundo o padre Josenildo, a campanha antivacina é impulsionada por notícias e informações falsas.
“Infelizmente nós temos pessoas que não tem acesso ao conhecimento e facilmente, hoje, são ludibriadas por notícias e por informações falsas que fazem de fato a cabeça das pessoas. E outras pessoas que mesmo tendo acesso ao conhecimento, fazem questão de levantar essa bandeira do negacionismo e de juntar pessoas para engrossar esse cordão. Quando nós não temos acesso à informação correta, então, facilmente nós somos influenciados por esse tipo de notícia”, lamentou.
“Eu queria dizer que me admira, às vezes, algumas pessoas usarem o negacionismo em nome de Deus. Como não acreditar na ciência? Se esquecem que a ciência é um dos sete dons do Espírito Santo? Ou seja: a própria palavra institui como um dos dons do Espírito Santo a ciência, como instrumento humano, mas também, um instrumento divino para que o homem possa conhecer a si mesmo e também, encontrar defesas para a sua vida”, afirmou o padre.
“A ciência é a busca do conhecimento e quem busca o conhecimento, busca também, a Deus, porque Deus é a plenitude do conhecimento”, completou.
Padre Josenildo lembrou, que apesar de não ser noticiado, a igreja católica sempre está caminhando ao lado da ciência.
“Grandes institutos de pesquisa, de desenvolvimento da ciência no mundo inteiro está presente à igreja. Vou lhe dar só um exemplo: há alguns anos, nós tivemos aquela simulação da partícula do átomo, que se chocava com outro átomo numa super estrutura de simulação. Lá a igreja tinha cientistas. Padres cientistas que estavam acompanhando aquele projeto desde o seu início, ou seja, a igreja ela não caminha a margem da ciência, muito pelo contrário, ela caminha junto com a igreja”, lembrou padre Josenildo.
Do Blog do Magno Na corrida para as duas vagas que estarão em disputa para o Senado nas eleições de 2026, o senador Humberto Costa (PT), cotado para disputar a reeleição na provável chapa do candidato a governador pelo PSB, João Campos, aparece na dianteira na pesquisa do Instituto Opinião, tanto como a primeira opção […]
Na corrida para as duas vagas que estarão em disputa para o Senado nas eleições de 2026, o senador Humberto Costa (PT), cotado para disputar a reeleição na provável chapa do candidato a governador pelo PSB, João Campos, aparece na dianteira na pesquisa do Instituto Opinião, tanto como a primeira opção do eleitor, onde pontua 16,1% quanto na segunda alternativa – 9,4%. Na soma total, sendo o primeiro ou o segundo voto, o petista é o que mais se destaca– 25,5%.
Em seguida vem o ex-senador Armando Monteiro Neto (PSDB), uma das alternativas para a chapa da governadora Raquel Lyra (PSDB). Como opção de primeiro voto do eleitor, aparece com 9,6% e como segunda, 8,2%, totalizando 17,8%. Mesmo em segundo, Armando está num cenário de empate técnico com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), nome também cotado para a chapa de João.
Miguel é a opção de 10% do eleitor do primeiro voto de senador e 5,9% da segunda, totalizando 15,9%. Logo a seguir, vem Eduardo da Fonte (PP), aliado de Raquel. Para 6,9% dos entrevistados, ele seria uma alternativa para o primeiro voto e 5,9% para o segundo, resultando num total de 12,8%. A seguir, aparece o ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), que totaliza 12,3%, sendo 7,4% como opção do primeiro senador e 4,9% do segundo senador.
Na sequência, vem o ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicanos), lembrado para a chapa de João, com uma totalidade de 10,1% das intenções de voto, sendo 4,3% para o primeiro voto e 5,8% para o segundo voto. Logo em seguida, desponta o ex-ministro Gilson Machado Neto (PL), com um total de 9,1%, sendo 5,6% da opção do primeiro voto e 3,5% da opção do eleitor para o segundo voto nas duas vagas para o Senado.
O ministro da Pesca, André de Paula (PSD), alternativa para a chapa de Raquel, aparece com um total de 8,5%, sendo 3,3% como opção para a primeira vaga e 5,3% para a segunda vaga. Por fim, o atual senador Fernando Dueire (MDB), que sucede a Jarbas no Senado, somou apenas 1,7% na totalidade, sendo 0,5% como opção para o primeiro voto e 1,2% como escolha para o segundo voto.
Pelo cruzamento dos dois votos, o percentual total é de 200%, dos quais 25,2% representam brancos e nulos, e indecisos 61%. No quesito rejeição, a liderança é do senador Humberto Costa. Entre os entrevistados, 11,1% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido de Gilson Machado, com 10% dos entrevistados que disseram que não votariam nele de jeito nenhum.
Na sequência, aparecem André de Paula, com 6%, Anderson com 4,6%, Silvio Filho com 4%, Eduardo da Fonte com 3,5%, Armando com 3,4%, Miguel com 2,5% e Dueire com 2,1%.
A pesquisa foi a campo entre os dias 5, 6, 7 e 8 deste mês, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo da investigação. As entrevistas foram pessoais (face a face) e domiciliares.
Recurso discute a possibilidade da aplicação de regra de cálculo da aposentadoria pelo INSS mais vantajosa para segurados. O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quarta-feira (30), julgamento sobre a possibilidade da aplicação de regra mais vantajosa à revisão de benefício previdenciário de segurados que ingressaram no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) antes da […]
Recurso discute a possibilidade da aplicação de regra de cálculo da aposentadoria pelo INSS mais vantajosa para segurados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quarta-feira (30), julgamento sobre a possibilidade da aplicação de regra mais vantajosa à revisão de benefício previdenciário de segurados que ingressaram no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) antes da lei que criou o fator previdenciário e alterou a forma de apuração dos salários de contribuição para efeitos do cálculo de benefício.
O caso, popularmente conhecido como “revisão da vida toda”, discute se é possível afastar a regra de transição introduzida pela Lei 9.876/1999, que excluía as contribuições anteriores a julho de 1994, quando ela for desfavorável ao segurado. A matéria está em discussão no Recurso Extraordinário (RE) 1276977, com repercussão geral (Tema 1.102).
Regra de transição
O RE foi interposto pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que garantiu a um beneficiário, filiado ao RGPS antes da Lei 9.876/1999, a revisão de sua aposentadoria com a aplicação da regra definitiva (artigo 29 da Lei 8.213/1991), por ser mais favorável ao cálculo do benefício que a regra de transição.
Esta, para os segurados filiados antes da edição da lei, abrangia apenas 80% das maiores contribuições realizadas após julho de 1994, período do lançamento do Plano Real, que controlou a hiperinflação. Já a regra definitiva leva em consideração 80% dos salários de contribuição de todo o período contributivo.
Maior renda
O julgamento estava sendo realizado no ambiente virtual, mas foi deslocado para o presencial após pedido de destaque do ministro Nunes Marques. O relator do recurso, ministro Marco Aurélio (aposentado), já havia votado no sentido de que o contribuinte tem direito ao critério de cálculo que lhe proporcione a maior renda mensal possível, a partir do histórico das contribuições.
Por decisão do colegiado, os votos proferidos pelo relator permanecem válidos mesmo depois de sua aposentadoria. Assim, o ministro André Mendonça, sucessor do ministro Marco Aurélio, não vota no caso.
Compatibilidade com a Constituição
Único a votar nesta tarde, o ministro Nunes Marques entende que a regra de transição (caput do artigo 3º da Lei 9.876/1999), que estabelece o início do período de cálculo dos benefícios previdenciários em julho de 1994, é compatível com a Constituição. Para o ministro, o afastamento da regra de transição criaria uma situação anti-isonômica, pois permitiria a coexistência de dois formatos de cálculo para segurados filiados antes de novembro de 1999, quando foi editada a lei questionada.
O Ministério Público de Pernambuco e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira informam que está suspensa, por tempo indeterminado, a realização da feira do troca, também conhecida como feira do “rolo”, tradicionalmente realizada entre a Vila Bom Jesus e o início do bairro Padre Pedro Pereira. A interdição se faz necessária tendo em vista os […]
O Ministério Público de Pernambuco e a Prefeitura de Afogados da Ingazeira informam que está suspensa, por tempo indeterminado, a realização da feira do troca, também conhecida como feira do “rolo”, tradicionalmente realizada entre a Vila Bom Jesus e o início do bairro Padre Pedro Pereira.
A interdição se faz necessária tendo em vista os reiterados flagrantes de descumprimento dos protocolos sanitários registrados no local, apesar da permanente atuação das equipes de vigilância buscando orientar e fiscalizar comerciantes e frequentadores.
O Ministério Público determinou também, que a Prefeitura proceda o cadastramento e a identificação dos comerciantes que atuam no local para que, de forma organizada e respeitando os protocolos, a feira possa voltar a funcionar.
Ressaltando que não há data definida para que esse retorno ocorra.
A Câmara Municipal de Tuparetama divulgou o edital de abertura do concurso público para o preenchimento de seis vagas e cadastro de reserva. As inscrições iniciaram nesta terça-feira (2) e vão até o dia 1º de agosto de 2024. As provas estão agendadas para o dia 25 de agosto de 2024. Os salários oferecidos variam […]
A Câmara Municipal de Tuparetama divulgou o edital de abertura do concurso público para o preenchimento de seis vagas e cadastro de reserva. As inscrições iniciaram nesta terça-feira (2) e vão até o dia 1º de agosto de 2024.
As provas estão agendadas para o dia 25 de agosto de 2024. Os salários oferecidos variam de R$ 1.790,73 a R$ 5.757,66, de acordo com o cargo e a escolaridade exigida.
O concurso será executado pela empresa Igeduc e as vagas disponíveis são para vigilante (1 vaga), agente administrativo/auxiliar legislativo (1 vaga), agente administrativo/serviços gerais (1 vaga), técnico administrativo (2 vagas) e contador (1 vaga).
Para participar do concurso, os candidatos devem atender a alguns requisitos, como possuir a escolaridade exigida para o cargo, ter no mínimo 18 anos completos na data da posse e estar em dia com as obrigações militares e eleitorais. As inscrições podem ser realizadas até as 12h do dia 1º de agosto de 2024, através do site Igeduc Seleção (https://igeduc.selecao.net.br/informacoes/83). A taxa de inscrição varia de R$ 86,00 a R$ 126,00. Candidatos que se enquadrem nos requisitos do edital podem solicitar isenção da taxa entre os dias 2 e 5 de julho de 2024.
O concurso consistirá em uma prova objetiva com questões de conhecimentos específicos, língua portuguesa e noções de informática. As provas serão realizadas no dia 25 de agosto de 2024, em local e horário que serão divulgados a partir do dia 8 de agosto. Os gabaritos preliminares serão divulgados no dia 26 de agosto e o resultado final está previsto para ser publicado até o dia 18 de setembro de 2024, no site Igeduc Seleção (https://igeduc.selecao.net.br). O prazo de validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.
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