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Múltipla indica empate técnico entre Duque e Sebastião Oliveira na corrida à Câmara Federal

Por Nill Júnior

Instituto também aferiu cenário Estadual e para o Senado

O Instituto Múltipla, parceiro deste blog, realizou pesquisa em Serra Talhada aferindo, há pouco mais de um ano da disputa eleitoral de 2018, como está o sentimento da população em relação aos principais cargos em jogo.

A primeira pergunta feita pelo instituto teve por base a gestão Luciano Duque, do PT. O Múltipla perguntou Serra Talhada está no caminho certo? Para 64,8%, a resposta foi sim, contra 35,2% que disseram não.

Na sequência, o Múltipla começou a avaliar o cenário eleitoral para 2018 na Capital do Xaxado. Primeiro, quis saber: se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para Deputado Estadual ? Foram citados alguns nomes em cenário estimulado:

Como era de se esperar, o quadro mostrou vários nomes, com vantagem para o atual Deputado Augusto César, que apareceu com 27,6% das intenções de voto, seguido pelo vereador petista Sinésio Rodrigues, 10,4%. A partir daí, são citados Rogério Leão (8%), Duquinho (7,2%), André Maio (5,2%), Rodrigo Novaes (5,2%), Dr Valdi (2,8%), Lucas Ramos (2%) e Eriberto Medeiros (1,6%). Outros somaram 7,6%. Não souberam opinar 22,4%.

Na pesquisa para Federal, o Múltipla montou dois cenários, todos incluindo o atual federal licenciado e Secretário de transportes Sebastião Oliveira e o prefeito Luciano Duque, que avalia possibilidade de disputa. Chama a atenção o grande equilíbrio entre as principais lideranças, que aparecem em empate técnico.

No primeiro levantamento, Luciano Duque tem 39,6% contra 39,2% de Sebastião Oliveira. Gonzaga Patriota aparece com 3,6%, Kaio Maniçoba, com 1,6%, mesmo percentual de Fernando Filho. Pastor Eurico tem 1,2%. Outros aparecem com 3,2%. Não sabem ou não souberam opinar, 10%.

No cenário 2 são colocados apenas Duque e Sebastião Oliveira. O quadro é também de empate técnico, quase empate matemático. Duque tem 44% contra 43,2% de Sebastião Oliveira. Outros aparece com 3,6%. Não sabem ou não opinaram 9,2%.

Para o Senado, Armando e Mendonça aparecem empatados: Em pergunta estimulada, o Múltipla quis saber qual a preferência do eleitorado na disputa para o Senado. O nome de Armando Monteiro aparece com 23,2% contra 20,4% do Ministro da Educação Mendonça Filho. Jarbas Vasconcelos aparece com 16,4%. Bruno Araújo, Ministro das Cidades, com 3,2%. Outros, 3,4%. Não sabem ou não opinaram 30,4%.

A pesquisa foi feita dias 12 e 14 de março. Perfil da amostra: Masculino 46,4%, Feminino 53,6%; 16 a 20 anos 11,2%, 21 a 29 anos 18,4%, 30 a 39 anos 24,4%, 40 a 49 anos 20,0%, 50 a 59 anos 11,6% e 60 anos ou mais 14,4%.

A amostra foi composta por 250 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Serra Talhada e distribuída da seguinte forma: Cidade 72,8% e área rural (Distritos e povoados) 27,2%. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 5,5%.

Localidades: Vila Bela, Nossa Senhora da Penha, Alto Bom Jesus, São Cristovão, Alto da Conceição, Tancredo Neves, Centro, Borborema, Universitário, AABB, IPSEP, Sem Teto, COHAB, Malhada, Baixa Renda, CAGEP, Caxixola, Várzea e Mutirão,  Bernardo Vieira, Caiçarinha da Penha, Logadouro, Luanda, Serrinha, Santa Rita, Taupiranga e Varzinha.

Outras Notícias

Com apoio de Motta, CCJ vota hoje PEC que prevê o fim da escala 6×1

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista. O texto sugere […]

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara vota nesta quarta-feira (22) o relatório sobre o fim da escala 6×1. A PEC 8/2025, que trata do tema, já conta com parecer favorável do relator, Paulo Azi (União-BA), apresentado na semana passada. A votação, no entanto, foi adiada após pedido de vista.

O texto sugere uma redução na jornada de trabalho semanal sem alteração nos salários dos trabalhadores. O documento agrupa dois projetos. Um da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que determina a redução para 4 dias de trabalho por semana e 3 de descanso em uma jornada de 36 horas semanais. O outro do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) fala somente em uma redução da jornada para 36 horas semanais. As informações são da CNN.

A expectativa do governo e de deputados do centrão é de aprovação do texto nesta quarta. Para avançar na CCJ, a PEC exige maioria simples, com quórum mínimo de 34 deputados. Com isso, o próximo passo é levar a proposta para uma comissão especial que será responsável por discutir o mérito da proposta.

O relator foi favorável à admissibilidade da PEC, ou seja, a legitimidade do projeto junto à Constituição. Azi, no entanto, deixou claro que é preciso que a comissão especial faça ajustes. Ele disse que vai recomendar no relatório uma redução para que a jornada semanal seja de 5×2 e usou a proposta do próprio governo para justificar esse argumento.

“O próprio governo e as próprias centrais sindicais sinalizaram para uma proposta intermediária, que seria a redução da jornada para 40 horas e a adoção da escala 5×2. Esse é o primeiro ponto que nós vamos indicar como sendo um objeto de avaliação da comissão especial”, disse o relator.

A votação estava marcada para acontecer na última quarta, mas foi adiada por um pedido de vista de Lucas Redecker (PSDB-RS) e Bia Kicis (PL-DF) 15. Por isso, foi necessário cumprir o prazo de duas sessões de plenário para retomar a pauta.

Projeto do governo

O governo enviou um PL (Projeto de Lei) na semana passada sugerindo justamente uma jornada de trabalho de 5×2 e 40 horas por semana. A ideia do executivo era acelerar a tramitação, ter maior facilidade na aprovação e retomar o protagonismo sobre o tema em um ano eleitoral.

A votação da proposta gera expectativa no governo especialmente pela popularidade da pauta. O Planalto começou a apoiar o texto no segundo semestre de 2025. A base governista entende que a aprovação do fim da 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 no final do ano passado são duas pautas que dão lastro para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tente a reeleição ao quarto mandato.

Para ser aprovada em forma de PEC, o texto demanda o apoio de ao menos três quintos dos deputados (308 votos). Já um PL exige apenas maioria simples para aprovação (257 votos).

A PEC entrou nos holofotes do Congresso depois que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), abraçou a pauta e decidiu dar encaminhamento. O parlamentar tem enfatizado a importância da pauta para a “classe trabalhadora” e sinalizado pressa na tramitação.

O objetivo do congressista é aprovar o texto ainda no primeiro semestre, realizando a votação até o final de maio no plenário.

Hugo teve encontros recentes com integrantes do governo para discutir os detalhes da proposta. Na última sexta (17), ele se reuniu com o ministro da SRI (Secretaria Relações Institucionais), José Guimarães.

Nenhum dos dois se pronunciou depois do encontro, mas a relação já havia sido colocada à prova depois do envio do PL pelo Executivo. Guimarães era líder do governo na Câmara quando Hugo anunciou um acordo com o Planalto para tramitar somente a PEC. Em coletiva, o presidente da Casa chegou a dizer que o governo não enviaria nenhuma proposta alternativa. Isso não foi cumprido.

O texto do governo foi enviado em regime de urgência para acelerar a votação. Com isso, a proposta deve ser votada em até 45 dias na Câmara. O objetivo de Hugo é terminar a tramitação da PEC antes disso.

Agora, Hugo encostou o PL do governo e vai manter a celeridade na aprovação da PEC. Ele disse que definirá o relator do texto na comissão especial depois da aprovação na CCJ. O presidente da Casa manifestou o interesse em ter um nome do centrão que seja a favor da proposta.

Ataque às tradições, soberba e estrelismo contamina parte dos prefeitos de Pernambuco

Situações como as de Sivaldo Albino (Garanhuns) e Rodrigo Pinheiro (Caruaru) são tendência no universo dos gestores do Estado. Saiba reconhecer um Uma safra de novos gestores de Pernambuco está contaminada pela necessidade de aparecer como influencers, ticktokers e afins, com uma novidade: a dificuldade de lidar com o contraditório. O exemplo mais recente vem […]

Situações como as de Sivaldo Albino (Garanhuns) e Rodrigo Pinheiro (Caruaru) são tendência no universo dos gestores do Estado. Saiba reconhecer um

Uma safra de novos gestores de Pernambuco está contaminada pela necessidade de aparecer como influencers, ticktokers e afins, com uma novidade: a dificuldade de lidar com o contraditório.

O exemplo mais recente vem de Garanhuns: o prefeito Sivaldo Albino conseguiu a façanha de acabar com a história do Festival de Inverno de Garanhuns. Os eventos tem volume de público, mas parte das atrações não tem relação nenhuma com o evento, justificando a política pão e circo.

Essa semana que passou, levou como atração o MC Anderson Neiff, conhecido pelas canções pornográficas e cujos shows são um convite à violência. Mais uma vez, a nova onda dos gestores, de participarem no palco com a atração, foi destacada. Em uma única frase com pelo menos cinco palavrões, o prefeito foi chamado ao palco sob a alcunha de “gostoso”. Tudo desenhado e arquitetado para Sivaldo capitalizar politicamente.

Quando de forma educada o cantor Zeca Baleiro reclamou da distância do palco para o público, num desenho que também foge à tradição do FIG, Albino rebateu com grosseria e desrespeito. Em vez de absorver a observação, sinalizou que nunca mais Baleiro pisa no palco. Mas Neiff está confirmado no próximo ano.

Em Caruaru, Rodrigo Pinheiro é especialista nesse tipo de atitude. Não soube separar a divergência da cultura. Fulô de Mandacaru não pisa mais no palco do São João. Mas Anderson Neiff está confirmado no São João de Caruaru 2026. Pinheiro é um dos patronos do fim da tradição junina na maior festa da cidade, transformado num festival onde o menos importante é o que construiu essa história.

Vai ficar marcado pela decisão inédita de vetar uma emissora no espaço de transmissão dos camarotes, por mera discondância de sua linha editorial. Aliás, os ditadores da era moderna estão espalhados pelo estado. Tive notícias de gestor que, por não aceitar questionamento sobre o espaço à imprensa no São João, agiu de forma grosseira com seus representantes e até mandou emissário perguntando o preço da linha editorial da emissora. Isso em pleno 2025…

Esse tipo de arroubo de estrelismo e soberba está correndo frouxo em parte por conta da aceitação da política do pão e circo, e em parte pela inércia de MPE e TCE no caso dos prefeitos no palco, como já exaustivamente denunciado. Uma desmoralização que dá fôlego pra esse novo perfil de gestor em Pernambuco.

Coronavírus: Prefeitura de Flores realiza desinfecção em pontos da cidade

A Prefeitura de Flores deu início aos trabalhos de desinfecção em áreas comuns do município que concentram grande circulação de pessoas como: bancos, casa lotéricas, postos de saúde, hospital e praças. O procedimento está sendo realizado pelos os Agentes Endemias e deve seguir durante os próximos 15 dias. “O prefeito Marconi Santana nos fez esta […]

A Prefeitura de Flores deu início aos trabalhos de desinfecção em áreas comuns do município que concentram grande circulação de pessoas como: bancos, casa lotéricas, postos de saúde, hospital e praças.

O procedimento está sendo realizado pelos os Agentes Endemias e deve seguir durante os próximos 15 dias.

“O prefeito Marconi Santana nos fez esta recomendação e investiu na compra de novas bombas costais. Essa é mais uma ferramenta de combate ao Coronavírus”, destacou o Coordenador de Endemias, Vaneilson Francisco.

“Decidimos iniciar esse procedimento imediatamente como parte do Plano de Contingência para conter a disseminação do coronavírus”, disse o Secretário de Saúde, Adriano Vieira.

TCE aprova contas de gestão do Fundo de Previdência de Floresta

Por Juliana Lima  A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE)  julgou regulares com ressalvas as contas de gestão do Fundo de Previdência dos Servidores Públicos de Floresta, relativas ao exercício financeiro de 2018, tendo como interessado Antônio de Pádua de Sá. Ao analisar os autos do Processo TCE-PE Nº 19100126-0, os conselheiros consideraram que houve uso de […]

Por Juliana Lima 

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE)  julgou regulares com ressalvas as contas de gestão do Fundo de Previdência dos Servidores Públicos de Floresta, relativas ao exercício financeiro de 2018, tendo como interessado Antônio de Pádua de Sá.

Ao analisar os autos do Processo TCE-PE Nº 19100126-0, os conselheiros consideraram que houve uso de taxas de juros inadequadas nas premissas atuariais; ausência de medidas para equacionar o déficit atuarial; funcionamento irregular dos conselhos deliberativo, fiscal e do comitê de investimentos; ausência de medidas para mitigar o impacto fiscal do plano financeiro; registro individualizado desatualizado e incompleto; projeção atuarial das receitas e despesas inadequada; e transparência reduzida.

A corte recomendou que a Prefeitura de Floresta obedeça ao parâmetro mínimo de prudência estabelecido pela Constituição Federal, quando da definição da taxa de juros a ser adotada para a avaliação atuarial; adote ações para equacionar o déficit atuarial como plano de amortização e medidas complementares para resguardar a sustentabilidade do regime próprio; e realize o devido registro das reservas matemáticas em consonância com o procedimento adotado a partir do MCASP 2014, comunicando à contabilidade municipal acerca do montante a ser evidenciado em notas explicativas, entre outras medidas.

Carlos Veras lança cartilha sobre Eleição 2020 para petistas

Nesta segunda-feira (11), às 10h, o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) lançará a cartilha “Eleição 2020- De cidade em cidade, a gente conquista o Brasil”. O livreto contém informações indispensáveis aos candidatos a vereador(a) ou prefeito(a). Todo o conteúdo estará disponível através de link nas redes sociais do parlamentar para baixar e compartilhar, inclusive com […]

Nesta segunda-feira (11), às 10h, o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) lançará a cartilha “Eleição 2020- De cidade em cidade, a gente conquista o Brasil”.

O livreto contém informações indispensáveis aos candidatos a vereador(a) ou prefeito(a). Todo o conteúdo estará disponível através de link nas redes sociais do parlamentar para baixar e compartilhar, inclusive com versão para e-book.

O objetivo da iniciativa é fortalecer candidaturas petistas em todas as cidades pernambucanas e até brasileiras.

Por meio da cartilha, os interessados poderão obter informações fundamentais sobre quem pode se candidatar, como fazer o registro das candidaturas, possibilidades de alianças partidárias, cotas por gênero, regras da propaganda eleitoral, formas de financiamento, entre outras.

“A Eleição 2020 é estratégica para que o Brasil possa novamente encontrar o rumo do crescimento econômico, do desenvolvimento social e da justiça. Essa cartilha faz parte do nosso esforço para fortalecer as candidaturas petistas em todas as cidades brasileiras a fim de fazer valer o projeto democrático e popular do nosso partido”, afirma Carlos Veras.