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Muita emoção no adeus a José Patriota

Por Nill Júnior

O velório do deputado estadual José Patriota aconteceu na noite de terça-feira, 17 de setembro, e se estendeu ao longo de toda a quarta-feira, 18, no Centro Desportivo Municipal de Afogados da Ingazeira.

O evento reuniu políticos de todo o estado de Pernambuco, além de familiares, amigos e lideranças religiosas, que prestaram suas homenagens e destacaram o legado deixado por Patriota.

Dentre os que discursaram, estiveram o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota; representando os prefeitos; a deputada estadual Débora Almeida, que representou a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe); e o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira e a viúva, Madalena Patriota. Todos ressaltaram a trajetória de José Patriota, marcada por sua dedicação ao povo do Sertão do Pajeú, ao municipalismo e para todo o estado, em todos os cargos que ocupou ao longo de sua vida pública.

Após o velório, o corpo foi levado ao cemitério Parque da Saudade, no município, onde será enterrado.

Uma multidão caminhou um percurso entre o Centro Desportivo e o cemitério Parque da Saudade.  As imagens foram impressionantes. Houve paradas no Sindicato dos trabalhadores Rurais e na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.

Em vários momentos,  o cortejo era saudado por aplausos.  Um dia de fato muito emocionante e histórico em Afogados da Ingazeira,  no adeus a José Patriota.

Outras Notícias

Candidatos adotam seu tom no Guia Eleitoral

O Globo No seu primeiro programa do horário eleitoral, veiculado no início da tarde deste sábado, o PT criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na madrugada deste sábado, e afirmou que entrará “com todos os recursos para Lula ser candidato”. O programa mostrou diversas […]

O Globo

No seu primeiro programa do horário eleitoral, veiculado no início da tarde deste sábado, o PT criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na madrugada deste sábado, e afirmou que entrará “com todos os recursos para Lula ser candidato”. O programa mostrou diversas pessoas pedindo “Lula Livre”.

O protagonista do vídeo foi o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, inscrito como vice na chapa de Lula e seu provável substituto. Haddad narrou a maior parte do programa, mas não foi apresentado nem como vice, nem como candidato. Ele disse que o partido estará com Lula “até o fim”. O programa também mostrou uma fala do próprio Lula, gravada antes dele ser preso, em abril. O ex-presidente defendeu seu governo e criticou “juízes”.

Dono do maior tempo de televisão, Geraldo Alckmin fez ataques indiretos a Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas nos cenários sem Lula. Foi exibido o vídeo — que já havia sido adiantado nas redes sociais — que defende que “não é na bala que se resolve”. Além disso, uma locutora recomenda aos eleitores não votarem com “raiva” e e afirma que “é hora do equilíbrio”.

Já Bolsonaro, com pouco segundos, limitou-se a dizer:

— Vamos caminhar juntos, em defesa da família e da pátria.

Marina Silva (Rede) fez um discurso voltado para o público feminino:

— Alguém já te chamou de incapaz? Eu sei como é. Juntas nós somos fortes. Eu vou trabalhar todos os dias para que ninguém diga que você não pode. Você pode, sim. Essa é luta é nossa;

Ciro Gomes (PDT) reforçou sua promessa de ajudar as pessoas a saírem da lista de inadimplência do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Álvaro Dias (Podemos) criticou quem vai a Curitiba “homenagear o político preso”, em referência indireta a apoiadores do ex-presidente Lula, e afirma que foi a ciade para “homenagear a instituição certa: a Polícia Federal”.

Henrique Meirelles (MDB) disse que não vê problemas em ter trabalhado em governos “tão diferentes” como o de Lula e do presidente Michel Temer.

João Amoêdo (Novo) prometeu que, se depender dele, “esta é a última eleição com horário eleitoral obrigatório”. Guilherme Boulos (PSOL) foi apresentado pelo ator Wagner Moura como um “candidato que tem coragem de enfrentar privilégios.

“Glória a Deus. Chega de escravidão, chega de corrupção”, declarou Cabo Daciolo (Patriota). Vera Lúcia (PSTU) disse que o Brasil precisa de um “rebelião”. Eymael (DC) afirmou que irá governar com “honra, competência e caráter”. João Golaurt Filho (PPL) prometeu “recuperar o desenvolvimento e o orgulho de ser brasileiro”

Paulo Câmara participa de eventos em Caruaru

Caruaru recebeu atos da  campanha de Paulo Câmara (PSB) ao Governo. A primeira atividade realizada repetiu uma tradição da Frente Popular. O postulante abriu a agenda com uma visita à maior de todas elas, a Feira de Caruaru, junto com seus companheiros Raul Henry (PMDB), para a vice, e Fernando Bezerra Coelho (PSB), para o Senado, […]

Foto: Aluisio Moreira
Foto: Aluisio Moreira

Caruaru recebeu atos da  campanha de Paulo Câmara (PSB) ao Governo. A primeira atividade realizada repetiu uma tradição da Frente Popular. O postulante abriu a agenda com uma visita à maior de todas elas, a Feira de Caruaru, junto com seus companheiros Raul Henry (PMDB), para a vice, e Fernando Bezerra Coelho (PSB), para o Senado, do governador João Lyra Neto (PSB) e do prefeito José Queiroz (PDT), ambos caruaruenses, onde conversaram com feirantes e visitantes. “A caminhada em feiras livres é característico da Frente, desde sua fundação. O ex-governador Miguel Arraes fazia isso, Eduardo fez assim e nós temos repetido em diversas cidades do Estado. É uma forma de contato direto com a população, olho no olho, de nos apresentarmos e de verificarmos o sentimento das pessoas”, explicou.

Depois da feira, a comitiva seguiu para a inauguração do comitê regional do Agreste. Lideranças de toda a região, entre prefeitos, vices, ex-prefeitos, deputados e ex-deputados, dividiam espaço com a militância, mostrando a unidade construída em torno da Frente Popular. Não por acaso, todos os discursos ressaltaram o exemplo da própria Caruaru, onde todos os grupos significativos – o de José Queiroz, o de João Lyra Neto e o do deputado Tony Gel (PMDB) – deixaram as diferenças locais de lado, para compor um único palanque na eleição estadual.

João Lyra lembrou a história caruaruense de lutas libertárias, citando as mobilizações pelas Diretas Já e a eleição de Tancredo Neves, e revelou qual a marca pela qual quer ser reconhecido após deixar o Governo. “Minha marca será a de ter ajudado a construir este novo Pernambuco. Em dezembro, farei como Eduardo fez em abril: deixarei o cargo com a consciência limpa de que mudamos a face do Estado”.

“Estamos dando um tiro na intriga daqueles que disseram que não haveria como unir Caruaru, que nem haveria campanha aqui. Eles até tentaram. Fizeram a convenção deles aqui. Foi bom, porque teve uma resposta. A resposta está aqui, neste palanque onde figuram todas as lideranças caruaruenses. A catedral política do Interior vai falar alto para todo Pernambuco”, comemorou Fernando Bezerra Coelho.

Bispo Diocesano questiona aumentos exorbitantes dos salários dos prefeitos da região

Falando à Rádio Pajeú nesta terça-feira (14), o Bispo Diocesano, Dom Limacêdo Antônio, chamou atenção para os aumentos exorbitantes de salários dos prefeitos, vices, vereadores e secretários municipais da região. Dom Limacêdo pediu sensatez e respeito aos mais pobres. “Nesse mundo de disparidades, as câmaras municipais devem usar da sensatez, moderação e equilíbrio para não […]

Falando à Rádio Pajeú nesta terça-feira (14), o Bispo Diocesano, Dom Limacêdo Antônio, chamou atenção para os aumentos exorbitantes de salários dos prefeitos, vices, vereadores e secretários municipais da região.

Dom Limacêdo pediu sensatez e respeito aos mais pobres. “Nesse mundo de disparidades, as câmaras municipais devem usar da sensatez, moderação e equilíbrio para não escandalizar os pequeninos, os mais pobres, porque a comunidade está escandalizada. Então, em nome da justiça, que gera paz, eu peço aos senhores que não subam tanto os vossos salários, porque é uma contradição”, alertou Dom Limacêdo. As informações são da Rádio Pajeú.

Lei Paulo Gustavo: Municípios do Pajeú tem mais de R$ 3 milhões disponíveis

Veja quanto cada um dos dezessete municípios da região tem disponíveis pela lei Por André Luis O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo nesta quinta-feira (11), em Salvador (BA). A Lei Paulo Gustavo, que visa aplicação direta no setor cultural, vai contemplar os municípios […]

Veja quanto cada um dos dezessete municípios da região tem disponíveis pela lei

Por André Luis

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo nesta quinta-feira (11), em Salvador (BA).

A Lei Paulo Gustavo, que visa aplicação direta no setor cultural, vai contemplar os municípios do Sertão do Pajeú com R$ 3.308.875,00, que poderão ser aplicados nas áreas de música, dança, pintura, escultura, cinema, fotografia, artes digitais e outras. Veja no final da matéria quanto está disponível para cada um dos dezessete municípios do Pajeú.

Para acessar os recursos, os entes federados devem usar o sistema da Plataforma TransfereGov a partir desta sexta-feira (12) e terão 60 dias para registrar os planos de ação, que serão analisados pelo Ministério da Cultura (MinC). Os valores serão liberados após a aprovação de cada proposta.

Os recursos têm como fontes os superávits do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e de outras fontes de receita vinculadas ao Fundo Nacional de Cultura (FNC). Por meio deles, é possível permitir a prestação de contas simplificada e segura, para desburocratizar o acesso à cultura e estimular a participação social no planejamento dos programas, projetos e ações.

O que é – A Lei Paulo Gustavo prevê repasses a estados, municípios e ao Distrito Federal para ações emergenciais do setor cultural, duramente atingido pelos efeitos econômicos da pandemia. Música, dança, pintura, escultura, cinema, fotografia, artes digitais. É amplo o espectro e pulverizada a proposta, que pretende contemplar toda a diversidade de manifestações culturais e artísticas do país. Do valor total, R$ 2 bilhões são destinados aos estados e R$ 1,8 bilhão aos municípios.

A partir desta sexta-feira, os entes federados podem se inscrever por meio da plataforma TransfereGov e terão 60 dias para registrar os planos de ação a serem desenvolvidos com os recursos, que serão liberados após aprovação das propostas.

Veja abaixo quanto está disponível para cada município do Sertão do Pajeú:

Afogados da Ingazeira – R$ 359.627,70; Brejinho – R$ 84.859,25; Calumbi – R$ 72.772,21; Carnaíba – R$ 202.190,71; Flores – R$ 222.596,68; Iguaracy – R$ 128.936,15; Ingazeira – R$ 64.411,72; Itapetim – R$ 148.430,32; Quixaba – R$ 80.059,07; Santa Cruz da Baixa Verde – R$ 132.004,67; Santa Terezinha – R$ 126.504,89; São José do Egito – R$ 324.922,57; Serra Talhada – R$ 759.786,92; Solidão – R$ 74.780,95; Tabira – R$ 276.869,78; Triunfo – R$ 160.482,73; Tuparetama – R$ 90.241,27.

Com atividade fraca, arrecadação tem pior desempenho em 5 anos em 2015

Do G1 Influenciada pela forte recessão que se abateu sobre a economia brasileira, a arrecadação de impostos e contribuições federais não resistiu e registrou queda real de 5,6% em 2015, apesar do aumento de vários tributos pelo governo no ano passado, segundo números divulgados pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (21). No ano passado, […]

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Do G1

Influenciada pela forte recessão que se abateu sobre a economia brasileira, a arrecadação de impostos e contribuições federais não resistiu e registrou queda real de 5,6% em 2015, apesar do aumento de vários tributos pelo governo no ano passado, segundo números divulgados pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (21).

No ano passado, a arrecadação somou R$ 1,22 trilhão, de acordo com números oficiais. Foi o menor valor, para um ano fechado, desde 2010, ou seja, dos últimos cinco anos.

De acordo com dados do Fisco, a arrecadação refletiu, no ano passado, o baixo nível de atividade econômica. Em 2015, produção industrial recuou 7,7%, as vendas de bens e serviços caíram 7,75% e o valor em dólar das importações recuou 27%, apesar do aumento de 3,7% na massa salarial.

Desonerações e altas de tributos
O governo também informou que a a arrecadação também se ressente, em 2015, das desonerações de tributos feitas nos últimos anos – parcialmente revertidas, em alguns casos. De acordo com informações da Receita Federal, as reduções de tributos realizadas nos últimos anos tiveram impacto de queda na arrecadação de R$ 103 bilhões em 2015, contra R$ 99,41 bilhões no ano anterior.

O governo, entretanto, começou a aumentar impostos em 2015 como parte do ajuste fiscal para tentar reequilibrar as contas públicas. Neste ano, o governo já subiu tributos sobre empréstimos, carros, cosméticos, cerveja, vinhos, destilados, refrigerantes, bancos, receitas financeiras das empresas, taxas de fiscalização de serviços públicos, gasolina, importações, e exportações de manufaturados, entre outros. A maior parte destes aumentos já está valendo.

Meta fiscal
O fraco comportamento da arrecadação no último ano, apesar do aumento de tributos autorizado pelo governo, não facilitou o cumprimento da meta de superávit primário (a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) fixada inicialmente 2015. Por isso, o governo enviou ofício ao Congresso Nacional para reduzira meta fiscal.

Em um primeiro momento, a meta foi fixada pela equipe econômica em R$ 66,3 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) em 2015. Em julho, porém, o governo anunciou que a meta foi reduzida para 0,15% do PIB, ou R$ 8,74 bilhões e, em outubro, anunciou que as contas deverão ter novo rombo neste ano – de mais R$ 50 bilhões, sem contar as chamadas “pedaladas” e a eventual frustração de receitas com leilão de hidrelétricas.

O Tesouro Nacional informou no fim de 2015 que as chamadas pedaladas foram todas quitadas no ano passado. Com isso, admitiu que o rombo pode se aproximar da marca dos R$ 120 bilhões em 2015.

No ano passado, além de aumentar tributos, para tentar cumprir a meta fiscal, o governo também atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pela presidente da República. Além disso, também elevou tributos sobre a folha de pagamentos, com impacto somente em 2016 – revertendo parcialmente a desoneração autorizada nos últimos anos.

O governo também está atuando do lado da contenção de gastos, principalmente de investimentos. Em maio, foi anunciado um bloqueio de R$ 69,9 bilhões em recursos do orçamento de 2015 e, em julho, a equipe econômica informou que foi autorizado um bloqueio adicional de R$ 8,6 bilhões nos gastos dos ministérios. Para 2016, defende ainda a retomada da CPMF.