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MRM diz que não há interrupção de 2ª etapa da Adutora

Por Nill Júnior

Segundo Diretor, retirada de tubos atende questões de segurança e logística

O Gerente da empresa MRM , responsável pela segunda etapa da Adutora do Pajeú, Nilton Souza, negou qualquer problema relacionado a pagamento ou repasse de recursos do Dnocs ou Ministério da Integração Nacional como causa da retirada de tubos do curso da Adutora na área de Itapetim, no Pajeú.

“Não há nenhum problema com a obra. Também não há nenhum registro de débitos do Dnocs conosco”, garantiu.

Explica o gerente que os tubos estão sendo retirados por questões ligadas à logística e segurança, sem dar mais detalhes. “Eles estão sendo alocados para o Almoxarifado da empresa para a obra, em Afogados da Ingazeira”.

“Não há nenhum problema. Prova disso é que a obra segue normalmente entre Iguaraci e Afogados, na PE 292”, assegurou. Ele também afirmou que os tubos retirados ainda não estavam nas valas cavadas para o serviço e sim posicionados no terreno à margem da pista para facilitar o trabalho.

Outras Notícias

Pipeiros cobram pagamentos à Compesa no Sertão

O abastecimento de água no Sertão pernambucano é um problema antigo, e sabido por todos. Mesmo com a Transposição do Velho Chico, ainda assim muitos municípios do Sertão de Pernambuco sofrem com a escassez de água. Sendo necessário voltar no tempo e de maneira arcaica abastecer localidades com carros-pipa. Para piorar a situação, esses carros-pipa […]

O abastecimento de água no Sertão pernambucano é um problema antigo, e sabido por todos. Mesmo com a Transposição do Velho Chico, ainda assim muitos municípios do Sertão de Pernambuco sofrem com a escassez de água. Sendo necessário voltar no tempo e de maneira arcaica abastecer localidades com carros-pipa.

Para piorar a situação, esses carros-pipa podem parar a qualquer momento. Segundo informações dos próprios pipeiros, a Compesa não está cumprindo com os pagamentos desde outubro de 2022, segundo relatos.

Um desses pipeiros que prestam serviço à Compesa relatou que, muitos colegas já pararam de trabalhar e muitos outros já cogitam tomar essa mesma medida. “Gostaria de falar sobre os pagamentos dos carros-pipa que coloca água pra Compesa, pagamento esse que desde outubro do ano 2022 está sem sair. A maioria dos pipeiros, que estão sem recursos, já pararam de trabalhar, e os que ainda estão rodando, também já falaram que vão parar por falta de pagamento”, disse.

“Do jeito que a Compesa está levando a situação, tem deixando a gente sem ter condições de trabalhar. São pipeiros de Dormentes, Afrânio, Petrolina e Rajada, todos na mesma situação. Importante destacar que a gente coloca água, onde a Compesa não chega em momento algum”, finaliza o pipeiro.

Nota de MDS induz a erro, diz Assessor da PMAI. “Reclamação da Ministra refere-se a 10,6% das cidades”

Amigo Nill Júnior, O Brasil tem 5.570 municípios. O MDS alega problemas de dinheiro parado em contas em 592 municípios.  Ora, isso representa apenas 10,6% do conjunto dos municípios. Chega a ser desonestidade intelectual justificar o atraso nos repasses para mais de 4.500 municípios, cujos programas estão funcionando com regularidade (ainda), porque 592 estão com […]

mdsAmigo Nill Júnior,

O Brasil tem 5.570 municípios. O MDS alega problemas de dinheiro parado em contas em 592 municípios. 

Ora, isso representa apenas 10,6% do conjunto dos municípios. Chega a ser desonestidade intelectual justificar o atraso nos repasses para mais de 4.500 municípios, cujos programas estão funcionando com regularidade (ainda), porque 592 estão com dinheiro em conta parada. Que esses assumam sua inoperância. E quanto aos outros 4.978?

Em Afogados da Ingazeira, por exemplo, não temos dinheiro em conta parada. O que temos é um quadro complicado de atraso nos repasses federais. Só de Bolsa Família são oito meses de atraso nos repasses. Para um maior detalhamento de quais programas do Governo Federal estão sem receber repasses, basta dar uma olhada na matéria recente  da Folha. 

Cordialmente,

Rodrigo Lima-Assessor de Comunicação-Prefeitura de Afogados da Ingazeira

Tereza Leitão emite nota sobre notícia de retirada de Marília

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque também emitiu nota sobre o acontecido Esclareço que a matéria veiculada em Blog local de que eu teria sido portadora da notícia sobre a retirada da pré-candidatura de Marília Arraes ao Governo de Pernambuco é falsa, não procede. Só quem pode tomar essa posição é o Encontro Estadual […]

Foto: Facebook

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque também emitiu nota sobre o acontecido

Esclareço que a matéria veiculada em Blog local de que eu teria sido portadora da notícia sobre a retirada da pré-candidatura de Marília Arraes ao Governo de Pernambuco é falsa, não procede.

Só quem pode tomar essa posição é o Encontro Estadual do PT, que será realizado amanhã, dia 2 de agosto.

Desde o início deste processo, a candidatura de Marília Arraes e seus apoiadores enfrentam uma grande oposição de setores do PT que defendem a aliança com o PSB.

Reitero a importância do respeito ao encontro como instância partidária e aproveito para lamentar o comportamento daqueles que estão proliferando a notícia do referido Blog em vários grupos de WhatsApp do PT e fora do PT.

Teresa Leitão

Setores da imprensa têm veiculado a informação de que a candidatura de Marília Arraes seria retirada, afirmação que não procede.

O PT tem o seu encontro marcado para esta quinta-feira, 2 de agosto, onde decidirá sua tática eleitoral, que reafirmará a vontade soberana da maioria dos militantes do partido que querem Marília Arraes candidata e futura governadora de Pernambuco.

Tanto Marília, quanto os seus apoiadores, estão tranquilos e aguardando o encontro de amanhã, quando, verdadeiramente, teremos a posição real do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco sobre o caminho que vamos seguir, com Lula presidente e Marília Arraes governadora, para que todo o nosso povo volte a ser feliz de novo.

Este é o desejo do povo pernambucano. Este será o caminho do PT.

Vamos à luta!

Luciano Duque

Prefeito de Serra Talhada

Site do Unicef destaca iniciativa do Programa Criança Feliz em Iguaracy

Mesmo com os esforços, um desafio importante a ser enfrentado surgiu nos municípios: muitas famílias não têm acesso à internet ou um celular, e não podem receber as atividades dessa forma. O programa é o Criança Feliz, que recebe recursos no contexto do Programa Conjunto Fundo ODS (Joint Programme SDG Fund), que tem como objetivo incentivar […]

Mesmo com os esforços, um desafio importante a ser enfrentado surgiu nos municípios: muitas famílias não têm acesso à internet ou um celular, e não podem receber as atividades dessa forma.

O programa é o Criança Feliz, que recebe recursos no contexto do Programa Conjunto Fundo ODS (Joint Programme SDG Fund), que tem como objetivo incentivar os países a acelerar o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de uma maneira integrada, com o apoio e execução dos municípios.

Por isso, para garantir que ninguém fique para trás, o programa precisou se reinventar, e visitadoras e visitadores criaram mais formas de se adaptar a cada contexto.

Em Iguaracy, no estado do Pernambuco, no Nordeste do Brasil, a equipe começou a desenvolver um caderno de atividades, que contém diversas brincadeiras e incentivos que a família pode realizar em casa com a criança, e que entregam nas casas ao final de cada mês.

Durante a entrega, aproveitam para conversar com as famílias e saber como tem sido realizar as atividades, além de orientar os próximos passos.

Com todos os equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas e usando o álcool em gel, visitadoras e visitadores respeitam a distância de 1,5 metro e não entram nas casas.

“Essa é uma forma de manter as crianças sem acesso à internet se desenvolvendo e realizando as atividades. A gente tenta fazer com que o isolamento social não impacte no desenvolvimento da criança e nem no vínculo que fizemos com elas”, conta a visitadora Silmara Bezerra, que já trabalha no PCF há três anos.

A mãe de Karen Araújo, de 5 anos, tem recebido as atividades em casa. Recebe apoio do Programa Criança Feliz desde a sua gestação. Mesmo com acesso à internet, tem enfrentando outros desafios. A gestação de Aline Araújo foi complicada. Desde o início, sofreu com uma gravidez de risco e, aos três meses, descobriu que estava com zika. Naquele momento, ainda não se sabia muito sobre o vírus, nem sobre suas consequências. Foi apenas depois do nascimento de Karen que veio o diagnóstico: a pequena nasceu com microcefalia.

Agora, Karen já é acompanhada pelo Programa Criança Feliz há três anos. Antes da pandemia, as visitas domiciliares aconteciam quinzenalmente.

A microcefalia e a paralisia cerebral fazem com que Karen tenha certa dificuldade motora e cognitiva, o que é sempre trabalhado durante as atividades. Mas, neste momento de pandemia, ela não pôde seguir com seus acompanhamentos de saúde rotineiros, como fisioterapia e fonoaudiologia.

Por isso, para a mãe, as atividades do programa têm sido importantes para estimular a menina, para que ela continue com seu desenvolvimento, que já mostra resultados.

“Com as atividades do programa a gente consegue estimular, sem ela ficar parada. Tem que ter criatividade para as atividades e, na correria do dia a dia, falta criatividade para saber o que fazer pra poder suprir as necessidades de uma atividade diferente”, conta Aline.

Participando do PCF e com as atividades em mãos, mesmo em meio a pandemia, o desenvolvimento de Karen é notável. Em uma das atividades, a mãe montou um pequeno varal com brinquedos pendurados, para que a menina tirasse um a um. “No início ela tinha muita dificuldade, mas hoje ela já levanta os braços pra pegar os brinquedos”, comemora Aline. “Foi uma gestação conturbada e só de Karen ter nascido é uma vitória grande”.

Veja a reportagem completa no site do Unicef:

https://www.unicef.org/brazil/historias/uma-nova-forma-de-fortalecer-o-desenvolvimento-infantil-durante-pandemia

Deputado Luis Miranda vai ao Senado após ser citado em áudio

“Vou mandar prender ele agora. Ele está mentindo”, disse o deputado ao passar pelos jornalistas. O deputado Luis Miranda (DEM-DF) chegou ao Senado nesta quinta-feira (1) ao ser citado na CPI da Covid. O representante da Davati Medical Supply Luiz Paulo Dominguetti Pereira afirmou que o deputado procurou a empresa para comprar vacinas. “Vou mandar […]

“Vou mandar prender ele agora. Ele está mentindo”, disse o deputado ao passar pelos jornalistas.

O deputado Luis Miranda (DEM-DF) chegou ao Senado nesta quinta-feira (1) ao ser citado na CPI da Covid. O representante da Davati Medical Supply Luiz Paulo Dominguetti Pereira afirmou que o deputado procurou a empresa para comprar vacinas.

“Vou mandar prender ele agora. Ele está mentindo”, disse o deputado ao passar pelos jornalistas.

Luís Miranda e seu irmão, o servidor da Saúde Luís Ricardo Miranda, estão no centro das denúncias de irregularidades na contratação da vacina Covaxin, que atingiram o governo.

O parlamentar disse à CPI da Covid que levou as suspeitas ao presidente Jair Bolsonaro e implicou o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).