MP Eleitoral vê indícios de ilicitude em prestação de contas em Dormentes
Por André Luis
Não é vedado a candidatos, em princípio, contratar empresa de parentes para fornecer bens ou serviços a sua campanha eleitoral. Mas, na falta de comprovação do fornecimento, deve haver devolução do valor correspondente ao pagamento.
Com esse entendimento, o Ministério Público Eleitoral se posicionou a favor de sentença da 107ª Zona Eleitoral, no município de Dormentes-PE, que desaprovou prestação de contas do candidato Roniere Macedo Reis.
Trata-se de despesa realizada com o fornecedor Terra Boa Comércio de Materiais de Construção, cujos sócios são o próprio Roniere Reis e a esposa.
Em recurso, o candidato alega que a relação de parentesco entre ele e o fornecedor não seria suficiente para comprometer a confiabilidade das contas, pois não haveria proibição na legislação. Afirmou ter apresentado nota fiscal indicando o material contratado (tubos para confecção e hasteamento de bandeiras durante o período eleitoral).
De acordo com as prestações de contas, foram contratados 1.640 tubos, no valor de R$ 3.249,76, para confecção de hastes para bandeiras. Entretanto, em relação às bandeiras, o candidato adquiriu apenas mil unidades. O Ministério Público Eleitoral entendeu haver excesso na compra, pois foram adquiridos mais da metade de tubos extras para fixar as bandeiras, sem justificativa para o excedente.
Além disso, como existem apenas 14.838 eleitores no Município de Dormentes, o MP Eleitoral observou que a relação entre votantes e a quantidade de bandeiras confeccionadas (mil unidades) daria uma bandeira para cada 14 eleitores. Essa relação torna ainda mais inverossímil e suspeito o caráter da despesa.
A legislação eleitoral não veda pagamento de despesa a parente por candidato. No entanto, devem ser observados preceitos éticos e morais quanto ao uso de recursos públicos, a fim de evitar favorecimento pessoal, principalmente porque as campanhas eleitorais são custeadas com recursos públicos, resultantes dos tributos pagos pela sociedade.
Diante das informações apresentadas, o MP Eleitoral entendeu que houve falta de transparência e indícios de ilicitude na contratação, de maneira a determinar ao candidato a devolução do valor da despesa não comprovada.
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29). O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a […]
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29).
O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a importância das políticas de desenvolvimento regional para reduzir desigualdades históricas no país. Leia abaixo a nota na íntegra:
As governadoras e os governadores do Nordeste vêm a público repudiar declarações recentes que insultam nossos estados e cidadãos, reafirmando que o Brasil só avançará com cooperação federativa, respeito e verdade.
O que está em debate não é apenas uma disputa política circunstancial, mas a forma como o país encara suas desigualdades históricas e projeta o futuro de sua economia e de sua gente. A verdade dos números desmente a narrativa falaciosa do governador Romeu Zema, expressa em entrevista ao portal Metrópoles.
Em 2024, o BNDES desembolsou R$ 133,7 bilhões, dos quais R$ 48,7 bilhões foram para o Sudeste e R$ 48,8 bilhões para o Sul. O Nordeste recebeu R$ 13,3 bilhões, o Centro-Oeste R$ 13,0 bilhões e o Norte R$ 9,7 bilhões. Ou seja, 73% de todos os desembolsos concentram-se no eixo Sul-Sudeste. Minas Gerais, sozinho, recebeu R$ 12,7 bilhões, sendo o quarto estado mais beneficiado.
O mesmo ocorre com os Gastos Tributários federais: em 2025, estima-se que o país renuncie a R$ 536,4 bilhões em tributos, dos quais R$ 256,2 bilhões ficarão no Sudeste e R$ 89,3 bilhões no Sul, enquanto o Nordeste receberá R$ 79,3 bilhões desses recursos. Em termos proporcionais, a relação entre Gastos Tributários e arrecadação revela que o Norte (75,6%) e o Nordeste (37,2%) dependem mais desses instrumentos que o Sudeste (14,9%) e o Sul (22,2%), o que evidencia a função redistributiva prevista na Constituição. Além disso, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) também cobre o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, mostrando que não há preterição a esses estados. Os dados, portanto, são claros: não procede a ideia de que “o Nordeste vive de subsídios” ou que “Minas é prejudicada”.
Também não procede a insinuação de que os estados nordestinos seriam os principais responsáveis pelo endividamento do país. Dados atualizados até abril deste ano mostram que os estados brasileiros devem R$ 827,1 bilhões à União, sendo 92% dessa dívida concentrada nos estados do Sul e do Sudeste. O Nordeste responde por apenas 3% do total, proporção que desmente a narrativa de desequilíbrio e evidencia onde se encontra a real concentração do passivo.
É preciso compreender este cenário à luz da história. Desde o ciclo do ouro em Minas Gerais, que concentrou riqueza e infraestrutura na Colônia e no Império, passando pela centralização política no Rio de Janeiro e pela política do “café com leite” que assegurou recursos e crédito a São Paulo e Minas na República Velha, até os ciclos industriais do século XX, quando a indústria têxtil, automobilística e siderúrgica se instalaram no Sudeste com fortes subsídios e políticas de atração de mão de obra europeia, o Estado brasileiro sempre privilegiou o eixo Sudeste-Sul. Enquanto isso, o Nordeste foi marcado por migrações forçadas, desestruturação agrária e políticas emergenciais diante da seca. Apenas nas últimas décadas, com a expansão do sistema universitário federal e do investimento em pesquisa, a juventude nordestina começou a colher os frutos de uma presença mais consistente do Estado nacional, alcançando projeções positivas em ciência, cultura e economia.
Em pleno século XXI, porém, os recursos públicos destinados à modernização produtiva ainda se concentram majoritariamente nas regiões Sudeste e Sul. O Nordeste nunca reivindicou esmolas, mas lutou pela criação de políticas de desenvolvimento regional capazes de valorizar suas potencialidades e apoiar seus empreendedores. A concentração histórica de infraestrutura, capital humano e crédito no Centro-Sul contrasta com a luta do Nordeste contra o abandono e o preconceito, e torna ainda mais urgente uma política nacional de desenvolvimento equilibrado.
Nesse contexto, também é necessário defender as políticas assistenciais. Programas como Bolsa Família, BPC e Garantia Safra não são privilégios nem muletas, mas instrumentos contracíclicos indispensáveis ao combate das desigualdades sociais e regionais. Funcionam como colchão de proteção em tempos de crise e como alavanca para dinamizar as economias locais. Cada real transferido a famílias de baixa renda gera efeitos multiplicadores sobre o comércio, a agricultura familiar e os serviços, ampliando a base econômica e tributária dos municípios. Longe de fomentar dependência, essas políticas fortalecem o mercado interno, reduzem vulnerabilidades e consolidam a cidadania.
O que está em jogo, portanto, é a própria compreensão de desenvolvimento. Historicamente, setores do Sudeste resistem a discutir mecanismos de desenvolvimento regional, tratando-os como concessões indevidas. Mas não se trata de concessão: trata-se de justiça histórica e de cumprimento da Constituição, que reconhece a obrigação do Estado de corrigir desigualdades estruturais entre regiões.
A política nacional de desenvolvimento deve combinar crédito público — via BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Finep e bancos regionais — com instrumentos tributários que garantam investimento, emprego e infraestrutura em áreas em que o mercado sozinho não entrega. Essa é uma agenda que os governadores nordestinos defendem com prioridade, e que não pode ser confundida com privilégios, mas sim entendida como condição para que o país inteiro avance.
A Federação é um pacto de solidariedade, não de hostilidade. Transformar diferenças econômicas em hierarquias morais de regiões e de pessoas é oportunismo eleitoral que empobrece o debate e fragiliza o Brasil. Esse tipo de retórica divide o país, desrespeita milhões de cidadãos e compromete o ambiente de negócios, porque cria incertezas institucionais.
Reafirmamos, por isso, nosso repúdio a toda forma de racismo, xenofobia e estigmatização regional. O Nordeste não aceitará ser transformado em bode expiatório de disputas eleitorais. Nossa cidadania é indivisível e exige respeito, com políticas públicas baseadas em dados e evidências, não em preconceitos e estereótipos.
Comprometemo-nos, como governadoras e governadores do Nordeste, a defender o crédito para o desenvolvimento com critérios técnicos e transparência; a aprimorar a avaliação dos Gastos Tributários, assegurando que gerem contrapartidas em emprego e inovação; a reforçar a cooperação inter-regional em cadeias estratégicas — das energias renováveis à logística, da saúde às tecnologias industriais e digitais —; e a promover o diálogo federativo em espírito republicano, pautado na verdade dos fatos e no respeito às instituições.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, divulgou nesta quinta-feira (1º), por meio de suas redes sociais, a prestação de contas das ações desenvolvidas ao longo de 2025. No balanço, ele destacou a atuação conjunta com o prefeito Sandrinho e a captação de recursos destinados a áreas como saúde e infraestrutura. De acordo com […]
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, divulgou nesta quinta-feira (1º), por meio de suas redes sociais, a prestação de contas das ações desenvolvidas ao longo de 2025. No balanço, ele destacou a atuação conjunta com o prefeito Sandrinho e a captação de recursos destinados a áreas como saúde e infraestrutura.
De acordo com Daniel Valadares, somente em 2025 foram viabilizados R$ 1,7 milhão em recursos para o município. Desse total, R$ 1,5 milhão são oriundos de emenda do deputado federal Carlos Veras, direcionados à infraestrutura, e R$ 200 mil provenientes de emendas dos parlamentares Augusto Coutinho e Raul Henry, voltadas para a área da saúde.
No acumulado entre 2021 e 2025, o vice-prefeito informou que contribuiu para a captação de R$ 8.511.000,00 em investimentos para Afogados da Ingazeira. Os valores, segundo o levantamento apresentado, foram distribuídos da seguinte forma: R$ 1.706.000,00 em 2021; R$ 1.605.000,00 em 2022; R$ 2.500.000,00 em 2023; R$ 1.000.000,00 em 2024; e R$ 1.700.000,00 em 2025.
Entre as ações realizadas no último ano, Daniel citou a pavimentação de ruas, a inauguração da quadra poliesportiva da Escola Dom Mota, as novas instalações do Centro de Telemedicina, a implantação da Casa da Cidadania e Justiça e a entrega de um ônibus e duas vans para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Também foram mencionadas a construção de praças na zona rural e a inauguração de uma praça em frente ao Cemitério São Judas Tadeu.
Ao comentar o encerramento de 2025, o vice-prefeito afirmou que o período foi marcado por desafios e resultados. “Foi um ano de muitas dificuldades, mas também de muito trabalho; de desafios, mas também de muitas conquistas”, declarou. Ele também projetou o próximo ano, destacando a expectativa de continuidade das ações em parceria com outras esferas de governo.
O governador Paulo Câmara teve hoje (23.08) a primeira reunião de trabalho com o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente. Na pauta da conversa, os investimentos da empresa em Pernambuco, especialmente a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica Suape (PQS). “Foi uma conversa inicial, mas o presidente se mostrou muito sensível e receptivo às […]
O governador Paulo Câmara teve hoje (23.08) a primeira reunião de trabalho com o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente. Na pauta da conversa, os investimentos da empresa em Pernambuco, especialmente a Refinaria Abreu e Lima e a Petroquímica Suape (PQS). “Foi uma conversa inicial, mas o presidente se mostrou muito sensível e receptivo às nossas preocupações, especialmente no que toca a geração de emprego e renda”.
“A Abreu e Lima já é responsável por 30% de todo o diesel produzido no Brasil”, informou Parente, ressaltando a importância da unidade para a Petrobras. De acordo com o presidente da empresa, o chamado “segundo trem” da refinaria está sendo analisado no âmbito do planejamento estratégico da Petrobras para os próximos anos, que será anunciado no mês de setembro.
Com relação à Petroquímica Suape, foram confirmadas as negociações com o grupo mexicano Alpek, que tem unidades semelhantes à de Pernambuco. Além de Câmara e de Parente, também participaram da reunião o diretor Financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, o secretário estadual da Fazenda, Marcelo Barros, e o procurador-geral do Estado, César Caúla.
Paulo aproveitou para convidar o presidente da Petrobras para voltar a Suape. Parente ainda não conhece a Refinaria Abreu e Lima.
GOVERNADORES – Pela manhã, Paulo Câmara esteve em Brasília para uma reunião com os governadores Wellington Dias (Piauí) e Rui Costa (Bahia). Na pauta, o andamento das negociações com o Governo Federal para adotar compensações aos Estados que não foram beneficiados pelo acordo da renegociação das dívidas.
Da Folha PE O ano ainda não terminou, mas a direção estadual do PSB já traça seu planejamento para debater as eleições de 2016. O partido se prepara para retomar as Agendas 40 na segunda quinzena de janeiro e prepara a realização de um seminário com os pré-candidatos da legenda, em maio, após o fim […]
Sileno afirma que o PSB deverá contar com 130 candidatos no Estado
Da Folha PE
O ano ainda não terminou, mas a direção estadual do PSB já traça seu planejamento para debater as eleições de 2016. O partido se prepara para retomar as Agendas 40 na segunda quinzena de janeiro e prepara a realização de um seminário com os pré-candidatos da legenda, em maio, após o fim do prazo de filiação partidária.
A legenda tem um projeto ambicioso para o próximo pleito e conta com 130 pré-candidatos a prefeituras do Estado. “Estamos programando o partido para o debate com as Agendas 40 e a realização de um seminário. Temos 130 pré-candidatos, mas esses projetos ainda não estão fechados. O importante é o PSB se fortalecer indo às ruas, discutindo seu programa de governo e mostrando que tem projeto”, afirmou o presidente estadual, Sileno Guedes (PSB).
Segundo o dirigente, a concretização das candidaturas incluirá uma ampla discussão com os aliados. A realização das Agendas 40 tiveram início neste ano e deverão se estender até junho, mês no qual são realizadas as convenções.
Em alguns municípios, a legenda se estruturou de forma mais organizada, e promove encontros por bairros em microrregiões. É o caso de cidades polos como Petrolina, Caruaru, Jaboatão e Olinda.
Principal cidade administra da pelo partido, a Agenda 40 do Recife ainda não tem previsão para ser realizada. A reunião depende do aval do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), que escolherá o formato data do evento. A preocupação do socialista é que o encontro acabe antecipando debate eleitoral.
Em alguns municípios, a agendas chegam até mesmo a ser motivo de polêmica interna devido à disputa de pré-candidatos da legenda. Em Jaboatão dos Guararapes, o deputado federal e pré-candidato à prefeitura João Fernando Coutinho (PSB) não participa dos encontros capitaneados pelo vice-prefeito de Jaboatão e também pré-candidato, Heraldo Selva (PSB).
Em Petrolina, o deputado estadual Lucas Ramo (PSB) e o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) também não participam ativamente nas agendas promovidas pelo deputado estadual Miguel Coelho (PSB). Após o prazo de filiação, PSB fará um seminário para informar seus pré-candidato sobre legislação eleitoral.
Apesar das diferenças entre os partidos, de um lado o conservadorismo do PRB, de outro um PT mais aberto ao diálogo, o ex-prefeito João Paulo (PT) e o deputado estadual Silvio Costa Filho (PRB) buscaram dar o tom do entendimento para a disputa da Prefeitura do Recife, em evento de oficialização da chapa capitaneada pelo […]
Apesar das diferenças entre os partidos, de um lado o conservadorismo do PRB, de outro um PT mais aberto ao diálogo, o ex-prefeito João Paulo (PT) e o deputado estadual Silvio Costa Filho (PRB) buscaram dar o tom do entendimento para a disputa da Prefeitura do Recife, em evento de oficialização da chapa capitaneada pelo petista. A solenidade foi realizada nesta sexta-feira (15) e contou com a presença de lideranças políticas do Estado.
“Nós entendemos que, com a quantidade de pulverização de candidaturas, hoje são quase oito que se desenham na Cidade, não tinha sentido no nosso campo, podendo apresentar uma agenda compartilhada para a Cidade, uma agenda programática. O momento era muito mais de unidade do nosso campo do que de qualquer divisionismo”, afirmou Silvio Filho, em conversa com a Imprensa.
O pré-candidato a vice afirmou também que o partido trabalhava com a possibilidade de ter uma candidatura própria à PCR. No entanto, o deputado admitiu que a união com o ex-prefeito representaria uma opção mais viável para as eleições municipais deste ano. “Por isso, tomamos essa decisão e vamos trabalhar para ganhar as eleições, para estar no 2º turno e apresentar uma agenda para a Cidade”, disse.
O ex-prefeito João Paulo, que encabeça a chapa, disse acreditar que a parceria com Silvio Filho significa um reforço na candidatura. “Ele traz com ele, também, o pai, a figura do Armando com toda a bancada do PTB, o que para nós foi um reforço grande, porque trazemos a força da juventude, em um político jovem e com experiência”, declarou.
Segundo João Paulo, a partir de agora, a chapa pretende conversar com outros partidos. “Existem outros partidos que estamos procurando para conversar e nós estamos abertos ao diálogo com o conjunto das forças. Acredito que nós fizemos uma relação grande com o PSB aqui, construímos grandes forças juntos. O PSB cometeu equívocos políticos, que foi dar as costas ao presidente Lula e a presidente Dilma, que tanto fizeram por Pernambuco, e isso nos distanciou. Mas não coloco na condições de inimigos, vamos fazer a nossa campanha no melhor nível possível, recuperando a memória da Cidade, o que nós fizemos. E quanto ao PCdoB, todas as informações que tenho, é que eles vão apoiar a candidatura de Geraldo Julio, independente de estar na vice ou não”, afirmou.
Gestão
Em seu discurso, o pré-candidato a prefeito lembrou os anos em que o PT esteve à frente da Prefeitura do Recife. Segundo o petista, entre as primeiras ações, caso seja eleito, será restabelecer o legado deixado pelos 12 anos de administrações petistas. João Paulo relembrou medidas como o Orçamento Participativo (OP), os habitacionais, uma das marcas das gestões, e cobrou a retomada da participação popular.
Chapa
O deputado estadual Silvio Costa Filho, por sua vez, disse que a coligação, que engloba, ainda, PTB, PTdoB e PTN, tem trabalhado com a perspectiva de eleger de oito a dez vereadores. “A nossa ideia é fazer essa coligação para tentar eleger a maior quantidade de vereadores possíveis, já com olhar para a governabilidade da nossa gestão”.
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