Movimento “Fiscaliza Afogados” criado para pressionar Câmara contra aumento
Por Nill Júnior
Representantes do Movimento Fiscaliza Afogados participaram hoje do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, mostrando que há na sociedade civil um movimento histórico que vai cobrar do legislativo uma posição em relação ao aumento dos subsídios votados em 1 de agosto.
O grupo foi representado por Glauco Queiroz, Arthur Menezes, Albertino Bezerra e Darlan Quidute. Só no WhattsApp, são mais de 120 profissionais das mais diversas áreas. Sem contar nas entidades de classe representadas no grupo, como professores e ACS.
Eles já marcaram uma Audiência Pública para o dia 20 de outubro, onde discutirão amplamente o tema cobrando inicialmente que haja recuo na decisão de aumento dos vencimentos dos vereadores. Outra proposta paralela é a de equiparar o salário dos vereadores ao dos professores, como em outras cidades.
Quanto ao ato da Mesa Diretora, os integrantes do grupo dizem que duas posições são possíveis: uma, uma iniciativa de veto popular, com respaldo em Artigo da Lei Orgânica do município. Também um projeto de Lei de iniciativa Popular para reformar a decisão. Para ambos, são necessários 3% dos eleitores da cidade assinarem o documento, algo como 1.000 pessoas.
Os representantes também discutiram o aumento para o prefeito do município. Mesmo reconhecendo que não há como comparar as atribuições de um gestor municipal com o legislativo, entendem que a população tem direito de saber o opinar também sobre os vencimentos do executivo.
Enfim a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, resolveu ir a Brasília visitar os gabinetes dos deputados e senadores em busca de recursos para o município. A produção do Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, teve acesso ao empenho nº 1556 que é referente à compra de passagens aéreas para a capital federal. […]
Enfim a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, resolveu ir a Brasília visitar os gabinetes dos deputados e senadores em busca de recursos para o município.
A produção do Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, teve acesso ao empenho nº 1556 que é referente à compra de passagens aéreas para a capital federal.
Consta no histórico do empenho que a prefeita Nicinha irá acompanhada da sua assessora jurídica, Jannine Menezes, para participar de visitas e reuniões junto aos ministérios e gabinetes dos deputados federais.
O valor das passagens foi de R$ 5.728,80 com a ida prevista para o dia 24 de outubro e a volta no dia 26 do mesmo mês.
A prefeita de Tabira levou 2 anos e 10 meses para tomar essa fundamental decisão de ir a Brasília lutar por conquistas para Tabira, o que representa um atraso de 1.026 dias da gestão em relação a outros prefeitos da região que vão à capital federal praticamente todos os meses e nunca voltam com a bagagem vazia.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Administração, anunciou nesta terça-feira (04) a convocação de mais de 200 professores aprovados no Processo Seletivo Simplificado para a Secretaria de Educação. Os novos profissionais chegam para reforçar a rede municipal de ensino tanto na sede quanto na zona rural, especialmente neste período de […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Administração, anunciou nesta terça-feira (04) a convocação de mais de 200 professores aprovados no Processo Seletivo Simplificado para a Secretaria de Educação.
Os novos profissionais chegam para reforçar a rede municipal de ensino tanto na sede quanto na zona rural, especialmente neste período de volta às aulas.
“A educação é prioridade na nossa gestão, e essa convocação demonstra nosso compromisso com a valorização dos profissionais e o fortalecimento da rede municipal de ensino”, destacou a prefeita Márcia Conrado.
“Estamos reforçando nosso quadro de servidores para atender à demanda crescente da Educação. É fundamental que os convocados fiquem atentos aos prazos e às exigências documentais para garantir sua nomeação”, ressaltou o secretário municipal de Administração, Renan Pereira.
Os candidatos convocados devem conferir o resultado e as orientações para a apresentação da documentação no site https://www.tiged.dev.br/eprocesso/site/.
Foi pedida condenação dos acusados por seis crimes, como golpe de Estado e bloqueio de bens no valor de R$ 40 milhões para reparação de danos A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (16), um pacote de denúncias contra 39 pessoas envolvidas em atos de depredação e vandalismo contra […]
Foi pedida condenação dos acusados por seis crimes, como golpe de Estado e bloqueio de bens no valor de R$ 40 milhões para reparação de danos
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (16), um pacote de denúncias contra 39 pessoas envolvidas em atos de depredação e vandalismo contra prédios públicos em Brasília no último dia 8.
Os denunciados devem responder pelos crimes de associação criminosa armada (art. 288, parágrafo único, do Código Penal); abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do CP); golpe de Estado (art. 359-M do CP); dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima (art. 163, parágrafo único, I, II, III e IV do CP); deterioração de patrimônio tombado (art. 62, I, da Lei 9.605/1998).
Esses crimes serão combinados com os artigos 29, caput (concurso de pessoas) e 69, caput (concurso material), ambos do Código Penal, o que pode agravar as penas.
As denúncias são assinadas pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, criado na semana passada pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.
Além de pedir a condenação dos envolvidos nos ataques, ele solicita a decretação de prisão preventiva dos denunciados, medida considerada essencial para impedir que novos crimes violentos contra o Estado Democrático de Direito sejam cometidos.
Requer ainda bloqueio de bens no valor total de R$ 40 milhões para reparar os danos, tanto os materiais ao patrimônio público quanto os morais coletivos, e a perda dos cargos ou funções públicas nos casos pertinentes.
As cautelares solicitadas incluem pedido para que o STF adote as medidas necessárias para impedir que os denunciados deixem o país sem prévia autorização judicial, determinando que os nomes dessas pessoas sejam inseridos no Sistema de Tráfego Internacional da Polícia Federal. Também é solicitada a preservação de material existente em redes sociais mantidas pelos denunciados.
Obra criminosa coletiva comum – Nas peças, o MPF aponta que, após convocações que circulavam em aplicativos de mensagens e redes sociais, os denunciados se associaram, de forma armada, com o objetivo de praticar crimes contra o Estado Democrático de Direito.
No dia 8 de janeiro, na Praça dos Três Poderes, milhares de pessoas – entre elas, os denunciados – unidas com iguais propósitos e “contribuindo uns com os outros para a obra criminosa coletiva comum, tentaram, com emprego de violência e grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes Constitucionais”, diz a peça.
Também aponta que o grupo tentou depor o governo legitimamente constituído por meio de grave ameaça ou violência.
“No interior do prédio sede do Congresso Nacional e insuflando a massa a avançar contra as sedes do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal, os denunciados destruíram e concorreram para a destruição, inutilização e deterioração de patrimônio da União, fazendo-o com violência à pessoa e grave ameaça, emprego de substância inflamável e gerando prejuízo considerável para o erário”.
A Polícia Legislativa apurou que os invasores usaram as chamadas “armas impróprias”, arremessando contra os policiais objetos contundentes como pontas de aço, paus, pontas chumbadas e diversos itens do mobiliário da Casa Legislativa. Foram apreendidos também itens como um machado cabo de fibra de vidro emborrachado, um canivete preto e uma faca esportiva de camping, caça e selva.
O subprocurador-geral aponta que a adesão dos denunciados ao grupo criminoso se deu com vontade e consciência de estabilidade e permanência. Isso é comprovado pelo conteúdo dos materiais difundidos para arregimentar o grupo criminoso pelas redes sociais, que faziam “referência expressa aos desígnios de ‘tomada de poder’, em uma investida que ‘não teria dia para acabar’”, afirma a peça.
“O ataque às sedes dos Três Poderes tinha por objetivo final a instalação de um regime de governo alternativo, produto da abolição do Estado Democrático de Direito”.
Assim, a ação criminosa não se esgotaria nos danos físicos aos prédios públicos. “Os autores pretendiam impedir de forma contínua o exercício dos Poderes Constitucionais, o que implicaria a prática reiterada de delitos até que se pudesse consolidar o regime de exceção pretendido pela massa antidemocrática”.
Como os crimes foram cometidos por uma multidão (crime multitudinário), para facilitar a investigação, o MPF definiu quatro frentes de apuração: núcleo dos instigadores e autores intelectuais dos atos antidemocráticos; núcleo dos financiadores dos atos antidemocráticos; núcleo das autoridades de Estado responsáveis por omissão imprópria; e núcleo de executores materiais dos delitos.
Os 39 denunciados nesta segunda-feira estão inseridos no núcleo de executores materiais dos crimes.
Em princípio, não houve imputação para terrorismo (art. 2, da Lei 13.260/2016) porque, para configurar o crime, a lei exige que os atos sejam praticados “por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião”, o que não foi possível comprovar até o momento.
Não há, no entanto, impedimentos para que esse e outros crimes sejam imputados aos denunciados, caso surja comprovação das respectivas práticas.
Lotação, falta de energia elétrica e falta d’água estão entre os problemas relatados pela vereadora Por André Luis A Vereadora de Tabira, Socorro Veras, usou o seu perfil no Instagram na tarde desta terça-feira (8), para fazer graves denúncias de problemas na Casa de Apoio do município, no Recife. Socorro relata que recebeu denúncias que […]
Lotação, falta de energia elétrica e falta d’água estão entre os problemas relatados pela vereadora
Por André Luis
A Vereadora de Tabira, Socorro Veras, usou o seu perfil no Instagram na tarde desta terça-feira (8), para fazer graves denúncias de problemas na Casa de Apoio do município, no Recife.
Socorro relata que recebeu denúncias que apontam, além de lotação, a falta de energia elétrica, o que estaria impedindo as pessoas de se comunicarem com os seus familiares, visto que não tem como carregarem os celulares.
“Os ventiladores não podem ser utilizados, os pacientes estão correndo o risco de perder os alimentos que estão armazenados na geladeira e freezer, e o mais agravante, os reservatórios que abastecem a casa não podem ser abastecidos, pois é necessário utilizar bomba elétrica, deixando os banheiros vazios”, relata a vereadora.
Em sua postagem, a vereadora faz questionamentos a Secretaria de Saúde e a Prefeitura de Tabira.
“No momento em que estamos vivendo, de pandemia, está certo a casa de apoio lotada dessa maneira, onde os usuários já vão com a saúde debilitada e ainda correndo o risco de contrair o covid-19?”.
Socorro também questiona se “não seria o caso da prefeita aumentar a quantidade de dias que o carro vai e volta para Recife, para evitar aglomeração”.
Ainda segundo a vereadora “a casa localizada em uma cidade quente, como Recife, não é desumano está sem energia, deixando os pacientes impossibilitados de ligar um ventilador. E o mais agravante, ficar sem encher os reservatórios de água que abastecem a casa, já que são abastecidos através de bomba elétrica? Será que os pacientes que lá estão, vão ter direito a tomar pelo menos um banho, hoje? Será que vão passar a noite no escuro, quando muitos precisam tomar medicação e/ou fazer procedimentos durante este período?”, questionou Socorro Veras. Veja abaixo a denúncia da vereadora na íntegra.
Foto: Fael Miranda Pernambuco está entre os seis estados brasileiros que passam, a partir de hoje (30), a integrar o programa Jovens Defensores Populares, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Acesso à Justiça, em parceria com a Secretaria Nacional da Juventude e execução da Fiocruz. O projeto […]
Pernambuco está entre os seis estados brasileiros que passam, a partir de hoje (30), a integrar o programa Jovens Defensores Populares, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Acesso à Justiça, em parceria com a Secretaria Nacional da Juventude e execução da Fiocruz. O projeto busca formar mil jovens de comunidades periféricas e de baixa renda em direitos humanos e cidadania, com atuação direta nos municípios do Recife e de Olinda.
O lançamento ocorreu nesta sexta-feira (30), no Recife, e marca o início de uma formação voltada à juventude de bairros como Peixinhos e Xambá, em Olinda, e Chão de Estrelas, Linha do Tiro, Santo Amaro e Várzea, na capital. A proposta vai além da capacitação, pretende fomentar o engajamento político de jovens entre 18 e 29 anos, estimulando que proponham soluções locais para os problemas que vivenciam nos seus territórios.
A escolha por Pernambuco não é casual. Segundo o Atlas da Violência 2023, mais de 75% das vítimas de homicídio no estado são negras, e quase metade tem entre 15 e 29 anos. Em 2022, a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos recebeu mais de 4.200 denúncias de violações no estado, revelando uma realidade marcada por desigualdade, violência e escassez de políticas públicas estruturantes.
De acordo com Sheila de Carvalho, secretária de Acesso à Justiça do MJSP, o programa parte do reconhecimento de que os próprios jovens das periferias “são os mais capacitados para denunciar e enfrentar as violações que vivem diariamente”. A proposta do ministério, segundo ela, é oferecer ferramentas e redes de apoio que fortaleçam esses jovens como defensores populares em seus contextos.
Os participantes foram selecionados por meio de busca ativa, em articulação com cursinhos populares, coletivos de base e organizações da sociedade civil. A maioria é composta por jovens negros, com forte envolvimento comunitário e histórico de militância em seus bairros. Além do conteúdo formativo, o programa busca estimular a construção de redes locais de proteção e incidência política.
O programa, que também será implementado no Pará, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, integra as ações do Pronasci 2 (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), e está centrado na ampliação do acesso à justiça como ferramenta de prevenção à violência. As informações são do Diario de Pernambuco.
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