Profissional tinha diabetes e estava internado há cerca de uns dez dias.
Morreu, na sexta-feira (18), o radialista Saulo Lima, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele tinha diabetes e estava internado há cerca de uns dez dias.
Saulo Lima era torcedor do Central. O clube lamentou a morte do profissional e decretou luto oficial de três dias.
O velório de Saulo Lima já está acontecendo e o sepultamento será às 16h, ambos no Cemitério Parque dos Arcos. As informações são do G1-Caruaru
Duas cidades do Pajeú estão entre as que comemoram 65 anos de emancipação política hoje: Itapetim e Carnaíba. Em Itapetim a programação preparada pelo Governo Adelmo Moura através da Secretaria de Cultura, houve Alvorada pelas Ruas da Cidade e Hasteamento das Bandeiras. Às 19h, Celebração da Missa. Em seguida, às 20h30, a Secretaria de Cultura, Esportes e […]
Duas cidades do Pajeú estão entre as que comemoram 65 anos de emancipação política hoje: Itapetim e Carnaíba.
Em Itapetim a programação preparada pelo Governo Adelmo Moura através da Secretaria de Cultura, houve Alvorada pelas Ruas da Cidade e Hasteamento das Bandeiras.
Às 19h, Celebração da Missa. Em seguida, às 20h30, a Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo vai realizar em praça pública uma noite de muito repente e poesia no XXI festival de Violeiros de Itapetim.
Contará com as melhores duplas de cantadores do Nordeste. Serão cinco: Zé Viola & Afonso Pequeno, Edimilson Ferreira & Antônio Lisboa, Diomedes Mariano & Severino Feitosa, Felipe Pereira e Raulinho Silva e João Lourenço & Edvaldo Zuzú.
A abertura ficará com o show de canções do Poeta Zé Viola, apresentação do Poeta Zé Adalberto, declamações de Isabela Ferreira, além do lançamento do Livro “Inspiração”, do poeta itapetinese Lenelson Piancó.
Itapetim é conhecido como Ventre imortal da poesia, Terra-mãe dos grandes poetas repentistas, dentre eles os irmãos Batista (Dimas, Otacílio e Louro) e Rogaciano Leite.
O primeiro nome de Itapetim foi Umburanas, pelo fator já descrito. Quarenta e três anos depois do início do povoamento, chamou-se São pedro das Lages, pelo Decreto 92 de 31 de março de 1928. Passada uma década, pela Lei 235 de 9 de dezembro de 1938, já na categoria de Vila, nomear-se-ia Itapetininga, permanecendo apenas a paróquia com o nome primevo.
Em 31 de dezembro de 1943, pelo Decreto-Lei 952, foi novamente alterado o nome devido a uma cidade homônima do interior de São Paulo. A partir desta data, o município passou definitivamente ao nome atual, pela Lei 1 818 de 29 de dezembro de 1953, Itapetim torna-se município, ficando desmembrado de São José.
Na época,o governador de Pernambuco era o Dr. Etelvino Lins de Albuquerque e o projeto foi apresentado à Assembleia Legislativa pelo então deputado Manoel Santa Cruz Valadares e impulsionado pelo seu companheiro Walfredo Paulino de Siqueira, ambos de São José do Egito. Vale salientar que Valadares foi o primeiro juiz da Comarca de Itapetim.
Em Carnaíba, a programação tem a tarde a afinal do campeonato carnaibano e Missa em Ação de Graças. O prefeito Anchieta Patriota disse ter optado por priorizar folha e fornecedores para fechar o ano.
O território do atual município de Carnaíba era habitado pelos índios Cariris. Registros rupestres destes primitivos habitantes foram encontradas nas Serras do Boqueirão e da Matinha.
No século XIX, iniciou-se o povoamento de origem europeia quando o fazendeiro João Gomes dos Reis estabeleceu-se na Fazenda Lagoa da Barroca. Ali, foi construída a capela de Santo Antônio, no entorno da qual cresceu a vila de Carnaíba de Flores. A vila foi criada em 29 de junho de 1823. O distrito foi criado em 29 de julho de 1893, subordinado ao município de Flores.
Foi elevado à categoria de município com a denominação de Carnaíba pela lei estadual nº 1 018, de 29 de dezembro de 1953.
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) divulgou, nesta terça-feira (2), o esquema de segurança para a Operação Eleições 2018. Em todo o estado, o efetivo extra empregado para a ação será em torno de 17 mil policiais, sendo 15 mil policiais militares e 1800 civis, além de bombeiros militares, grupo tático aéreo, corregedores […]
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) divulgou, nesta terça-feira (2), o esquema de segurança para a Operação Eleições 2018.
Em todo o estado, o efetivo extra empregado para a ação será em torno de 17 mil policiais, sendo 15 mil policiais militares e 1800 civis, além de bombeiros militares, grupo tático aéreo, corregedores e Polícia Científica, que serão distribuídos em 27 mil postos de trabalho ao longo de todo o final de semana do pleito.
O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, explicou que não haverá necessidade de apoio de tropas federais em Pernambuco e que o total investido pelo governo estadual no esquema de segurança das eleições é de R$ 9,5 milhões. O recurso será dividido para o primeiro e segundo turno das eleições (caso aconteça).
“Nossa grande missão é proporcionar segurança para que o eleitor tenha seu direito assegurado de votação num local seguro. As forças de segurança foram reforçadas, são mais de 27 mil lançamentos de policiais militares numa integração de forças. Não há necessidade do uso de Forças Armadas, foi feito planejamento junto com TRE, a distribuição das urnas já ocorre a partir da quinta-feira com a segurança proporcionada pela Polícia Militar dos locais de votação e das urnas eletrônicas”, destacou o secretário.
Nessa eleição, a SDS e seus órgãos operativos atuarão em Centros Integrados de Comando e Controle Regionais, estabelecidos nas cidades de Recife, Caruaru e Serra Talhada. A novidade é a descentralização dos centros de comando que irão também para o interior.
Reviravolta. O Santa Cruz teve o laudo de segurança do Arruda aprovado, mas com jogo de portões fechados. Com isso, o jogo Santa Cruz x Afogados Futebol Clube que até ontem não tinha estádio pra acontecer definido será mesmo no Arruda. O presidente Joaquim Bezerra ainda tenta reverter a decisão de ausência de torcida. E […]
Reviravolta. O Santa Cruz teve o laudo de segurança do Arruda aprovado, mas com jogo de portões fechados.
Com isso, o jogo Santa Cruz x Afogados Futebol Clube que até ontem não tinha estádio pra acontecer definido será mesmo no Arruda.
O presidente Joaquim Bezerra ainda tenta reverter a decisão de ausência de torcida. E adiantou que não aceita jogar em outro estádio.
Ontem, a Secretaria de Defesa Social informou em nota que o Laudo de Segurança do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Pernambuco apontou irregularidades no estádio.
A vistoria técnica foi realizada hoje e manteve a reprovação para a prática de atividades desportivas no local. Hoje, liberou sem público.
Rádio Pajeú transmite: a Seleção do Povo da Rádio Pajeú transmite a partir das 8 da noite.
Você acompanha sintonizando 99,3, pelo www.radiopajeu.com.br , por aplicativo próprio e no RadiosNet.
A equipe terá Aldo Vidal, Júnior Cavalcanti, Augusto Martins, Marcony Pereira, Nill Júnior, Tito Barbosa, Leandro Simões, Samuelson Humberto e Tony Medeiros.
Nesta sexta-feira (08), a Secretaria Municipal de Saúde realizou o Arraiá da Saúde. O evento contou com mais de 250 atendimentos com ginecologista, ortopedista, psicólogo, clínico geral e ultrassonografista. “Em vez da população vir dançar forró, este arraiá tem o objetivo de cuidar da saúde do nosso povo”, brincou o prefeito Adelmo Moura, segundo nota. […]
Outro polo de conflito com o presidente, STF manteve rejeição estável, mas oscilando negativamente Igor Gielow/Folha de São Paulo O arrefecimento do conflito institucional alimentado por Jair Bolsonaro no primeiro semestre coincidiu com uma piora da avaliação do Congresso Nacional. Segundo pesquisa do Datafolha, a avaliação negativa do Legislativo subiu cinco pontos percentuais, três acima […]
Outro polo de conflito com o presidente, STF manteve rejeição estável, mas oscilando negativamente
Igor Gielow/Folha de São Paulo
O arrefecimento do conflito institucional alimentado por Jair Bolsonaro no primeiro semestre coincidiu com uma piora da avaliação do Congresso Nacional.
Segundo pesquisa do Datafolha, a avaliação negativa do Legislativo subiu cinco pontos percentuais, três acima da margem de erro, do fim de maio para cá.
O Supremo Tribunal Federal, outro polo de conflito com Bolsonaro durante a primeira metade do ano, manteve sua avaliação estável —embora oscilando negativamente, dentro da margem.
O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia
O Datafolha fez seu levantamento com 2.065 pessoas por telefone, em 11 e 12 de agosto.
Olhando as médias, a atual legislatura mantém certa estabilidade, após uma queda mais acentuada no auge da disputa com o Executivo.
Em relação à pesquisa feita em 25 e 26 de maio, a aprovação do Congresso se manteve estável: de 18% para 17% de ótimo e bom. Já a reprovação subiu de 32% para 37%. Os que acham o trabalho de deputados e senadores regular oscilaram negativamente de 47% para 43%.
Enquanto isso, a atuação dos 11 ministros do STF se manteve estável. O índice de ótimo e bom oscilou de 30% para 27%, o de regular, de 40% para 38%, e o de ruim/péssimo, de 26% para 29%.
Na rodada anterior, tanto a corte quanto o Congresso haviam experimentado uma queda na rejeição popular ante a pesquisa feita em dezembro de 2019: os ministros, de 39% a 26%, e os parlamentares, de 45% para 32%.
Até o fim de junho, a temperatura política foi extremamente alta. Bolsonaro e o Congresso tiveram uma queda de braço pelo manejo do Orçamento e, depois, pelas medidas de combate à pandemia. Isso se somou à retórica usual do presidente, de negação da política de coalizão e crítica contumaz aos partidos.
No Supremo, os conflitos foram ainda mais profundos, com decisões de ministros levando Bolsonaro a adotar uma agenda clara de enfrentamento com a corte. Ela incluiu notas ameaçadoras e presença em atos antidemocráticos pedindo o fechamento dos Poderes rivais.
Isso ocorreu na primazia dada a governadores e prefeitos sobre a questão da abertura do comércio na crise e no veto à nomeação de Alexandre Ramagem como diretor da Polícia Federal, por exemplo.
A tensão só anuviou a partir de 18 de junho, quando foi preso Fabrício Queiroz, amigo de Bolsonaro e ex-assessor de seu filho Flávio, investigado no caso das “rachadinhas”.
De lá para cá, com um flanco judicial exposto, Bolsonaro amenizou todas as suas críticas e passou a vender uma imagem mais conciliadora.
Tendo arregimentado partidos do centrão em troca de cargos, o que sempre criticou, já havia gerado um ambiente para dissuadir tentativas de impeachment.
Isso se refletiu, aliado aos efeitos do auxílio emergencial da pandemia, em uma melhora na avaliação do presidente, que em 37% de ótimo e bom está no melhor patamar de seu mandato.
Na base bolsonarista, aferiu o Datafolha, o mau humor segue maior com a corte máxima do país.
Enquanto a avaliação do Congresso não muda muito entre aqueles que consideram o governo bom ou ótimo, a rejeição sobe bastante quando quem é avaliado é o STF.
Neste caso, a avaliação de um trabalho ruim ou péssimo é de 41%, número que vai a 46% entre os que dizem sempre confiar no que o presidente diz. Os mais ricos são os mais críticos aos Poderes avaliados.
No grupo que ganha mais de 10 salários mínimos, 51% rejeitam o Congresso e 52%, o Supremo.
A melhor aprovação dos parlamentares vem dos mais pobres, 22% de ótimo e bom, e dos menos instruídos (21%). Em relação aos magistrados, são 31% e 32% de aprovação nos mesmos grupos, respectivamente.
A crítica aos dois Poderes é maior entre empresários e funcionários públicos.
Já a aprovação maior, no recorte de ocupações, ocorre entre donas de casa para o Congresso (28%) e assalariados sem registro em relação ao Supremo (42%). Regionalmente, a aprovação e rejeição são homogêneas.
As entrevistas foram feitas por telefone devido a Covid-19.
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