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Morre prefeito de Joaquim Nabuco, aos 44 anos

Por Nill Júnior

O atual prefeito do município de Joaquim Nabuco, Charles Batista (Solidariedade) de 44 anos, morreu neste sábado (22).

O gestor estava internado na UTI do Hospital particular no Recife.

A informação sobre sua morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da Prefeitura de Joaquim Nabuco. Ele deixa esposa e dois filhos.

Ele estava internado em hospital do Recife e havia tido uma parada cardíaca por decorrência de complicações em doença no pâncreas. Segundo informações preliminares teve uma segunda parada e não resistiu.

Assessores informaram que, após ser liberado, o corpo vai ser velado na cidade de Joaquim Nabuco, e em seguida sepultado. O velório será aberto ao público.

O vice-prefeito de Joaquim Nabuco , Gilvan Silva Barreto, conhecido como ‘Sapatinho’, deve assumir o cargo de prefeito da cidade até o encerramento do mandato, que vai até o fim de 2024.

Charles Batista, do Solidariedade, foi eleito prefeito de Joaquim Nabuco, na Mata Sul de Pernambuco, com 53,83% dos votos. A eleição suplementar aconteceu junto com a eleição geral no município. A votação foi para prefeito e vice-prefeito nas duas cidades.

A eleição suplementar de Joaquim Nabuco aconteceu após o prefeito Neto Barreto, e vice-prefeito Eraldo Veloso, tiveram as candidaturas cassadas, após o candidato a vice foi flagrado jogando dinheiro para eleitores após o resultado das eleições, em 2020.

“Foi com muita tristeza que nós, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), recebemos a notícia do falecimento de Charles Batista, prefeito de Joaquim Nabuco, homem honrado e aguerrido nos compromissos com o município e com toda a população”, disse o Diretório Estadual do PSDB em nota.

Outras Notícias

Ciro Bezerra assumirá as manhãs na Rádio Jornal

O amigo e gente boa Ciro Bezerra vai ocupar as manhãs na Rádio Jornal. É mais uma mexida no tabuleiro do rádio recifense depois da ida de Geraldo Freire e Wagner Gomes para a CBN Recife. “A partir de agora, me dedicarei exclusivamente à Rádio Jornal e volto ao horário da manhã. Ficarei das 5h […]

O amigo e gente boa Ciro Bezerra vai ocupar as manhãs na Rádio Jornal. É mais uma mexida no tabuleiro do rádio recifense depois da ida de Geraldo Freire e Wagner Gomes para a CBN Recife.

“A partir de agora, me dedicarei exclusivamente à Rádio Jornal e volto ao horário da manhã. Ficarei das 5h às 9h e na sequência teremos Igor Maciel e, logo depois, Natália Ribeiro. Deixo a TV, para dedicar-me ao novo projeto. Contamos com a energia positiva de todos. Viva o Rádio!” – disse a amigos.

Ciro tem uma longa história dedicada ao rádio. Particularmente, o conheço desde os anos 90, quando chegou a ocupar os microfones da Itapuama FM a convite de João Ferreira, alternativa que ele encontrou para enfrentar a nova grade da Rádio Cardeal. Foi quando Anchieta Santos e eu fomos contratados por Ronald Falabella, hoje Diretor do Múltipla, para a nova grade da pioneira da terra do Cardeal. Apesar da disputa por audiência, nos encontrávamos para bons papos no velho Albatroz, no centro da cidade.

Ciro chegou a conhecer bem o Pajeú. Lembro da história de uma ida dele comigo e Aldo  Vidal para uma comunidade rural no Sítio Cajueiro, onde havia um jogo de futebol. Até hoje Bezerra conta a história de uma jovem que, sabendo sua história, lhe entregou um bilhete pedindo para ele levá-la a Recife, pois “queria conhecer o mar”.

Sempre foi parceiro. É presença quando que convidado para eventos da ASSERPE, como em abril do ano passado, na reeleição da Diretoria. Fez sucesso na Rádio Olinda até que foi convocado para a Rádio Jornal. Dinâmico, logo ganhou destaque também na TV do Sistema. Quase foi seduzido pela política, envolvido com sua São Lourenço da Mata. Eu sempre fui contra. No rádio, Ciro é vereador, prefeito e doutor. No Rádio, Ciro também é rei!

Vereador defende recadastramento do Bolsa Família em Tabira

Por Anchieta Santos Com base no ditado quando vê a barba do vizinho pegando fogo, coloco as minhas de molho, o vereador Djalma das Almofadas usou a tribuna da Câmara durante a sessão de ontem para apresentar uma sugestão a Coordenação do Programa Bolsa Família em Tabira. Citando as irregularidades apresentadas pelo Bolsa Familia em […]

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Por Anchieta Santos

Com base no ditado quando vê a barba do vizinho pegando fogo, coloco as minhas de molho, o vereador Djalma das Almofadas usou a tribuna da Câmara durante a sessão de ontem para apresentar uma sugestão a Coordenação do Programa Bolsa Família em Tabira.

Citando as irregularidades apresentadas pelo Bolsa Familia em Solidão, Djalma disse que não acredita que em Tabira a situação seja tão grave quanto Solidão, mas admite a existência de irregularidades.

Já o vereador Zé de Bira falando pela Casa Legislativa pediu em nome da justiça social no município que a Coordenação do Bolsa Família envie a relação das famílias beneficiadas, com base no Portal da Transparência.

Ainda na sessão de ontem o vereador Sebastião Ribeiro questionou a justificativa de que a salina estaria derrubando rebocos no hospital recentemente reformado. Ribeiro assegurou que o problema do hospital está na baixa qualidade da obra feita recentemente.

Caso de dengue hemorrágica em Tabira: A vereadora Maria Nely Sampaio fez discurso de alerta contra a dengue e até citou a confirmação de um caso de dengue hemorrágica registrado esta semana e cobrou providencias da gestão municipal.

Enquanto Aldo Santana sugeriu a criação de uma comissão para ir até a sede da Caixa Econômica em Caruaru em busca de informações sobre a liberação dos recursos da emenda de Armando Monteiro e o Presidente Marcos Crente pediu explicações ao governo se já existe dinheiro da emenda para calçamentos e asfalto na caixa Econômica.

Aldo Santana ataca gastos na agricultura e líder do governo diz que “não adianta falar”: “Enquanto investiu meio milhão de reais em festas, o governo Sebastião Dias destinou somente R$ 130 mil reais para as obras na agricultura.

“Um absurdo”, disse o vereador Aldo Santana. Ao que rebateu o líder do governo Val do Bar: “Todos os gestores gastaram assim no passado”. E completou: “Não adianta falar aqui. Procure o prefeito e os secretários para saber as dificuldades”. Esqueceu Val que a Tribuna da Câmara é o lugar ideal para os debates entre os parlamentares municipais.

Evento discute a formação de marca e imagem na política

Quem busca o sucesso na política sabe que nessa era digital,  a importância da transparência e o compromisso com a ética nas próximas eleições, com o gerenciamento criterioso de nome e marca dos candidatos, fazem a diferença junto ao eleitorado. Estratégias e conceitos para fortalecer o controle de qualidade na construção da imagem pública e […]

Paulo de Lencastre e Aldo Vilela estão entre as atrações do evento
Paulo de Lencastre e Aldo Vilela estão entre as atrações do evento

Quem busca o sucesso na política sabe que nessa era digital,  a importância da transparência e o compromisso com a ética nas próximas eleições, com o gerenciamento criterioso de nome e marca dos candidatos, fazem a diferença junto ao eleitorado.

Estratégias e conceitos para fortalecer o controle de qualidade na construção da imagem pública e pessoal, da gestão (resultados e desafios), são temas que serão abordados aqui em Pernambuco, no começo do próximo mês, por um dos maiores pesquisadores da área, o professor português, Paulo de Lencastre.

Ele atua em Marketing na Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa (Porto), e também  na PUC do Rio de Janeiro e na Católica de Pernambuco.

O evento – “Seu nome, sua marca”, é promovido pela  Comnecta, empresa que atua em Pernambuco, com foco no desenvolvimento institucional e humano.

A programação vai ser realizada no Hotel Portal de Gravatá, no dia 08 de julho, das 09 às 12h,  tendo como público alvo,  gestores, lideranças políticas, pré-candidatos e assessores.

O formato é de Café Debate, com mediação do jornalista Aldo Vilela.  As vagas são limitadas.  Informações e inscrições: 81. 9.9998.8061 ou no email: [email protected]

Claudio Botelho pede desculpas a Chico Buarque

Do JC Online Depois de se envolver em uma polêmica por conta de críticas ao governo Dilma e ao PT durante a apresentação da peça Chico Buarque em 90 Minutos – um áudio em que ele xingava o público vazou –, o ator Claudio Botelho publicou nesta terça (22) um pedido de desculpas ao músico […]

Do JC Online

1b80df1291989031e1e82416f595ad8fDepois de se envolver em uma polêmica por conta de críticas ao governo Dilma e ao PT durante a apresentação da peça Chico Buarque em 90 Minutos – um áudio em que ele xingava o público vazou –, o ator Claudio Botelho publicou nesta terça (22) um pedido de desculpas ao músico Chico Buarque.

Chico havia dito que não vai mais liberar o uso de suas músicas por Botelho na peça. No áudio e em entrevistas, o ator comparou a reação ao seu posicionamento político no palco com a censura sofrida por Chico na ditadura e ao fechamento violento da peça Roda Viva. “Peço desculpas a Chico Buarque. Nada do que vier de mim, nenhuma palavra, gesto ou pensamento, poderá jamais servir para desagradá-lo. Ele é o autor, o compositor, e estou trabalhando com sua obra. Desta forma, reconheço sua soberania a respeito de tudo que envolva seu nome e sua criação”, escreve no post.

Ele também se desculpa por comparar a perseguição sofrida por Chico na ditadura com a reação da platéia. “Errei. Erro muito. Sou humano, mas isso não me desculpa. Aos 51 anos, sendo também autor e sendo um homem de história longa no teatro, eu tinha por obrigação preservar o autor e sua obra, não permitir que nada partindo de mim resvalasse nele, seja da forma que fosse”, ainda diz.

E, apesar de reclamar do áudio privado vazado para o público, Botelho pede desculpas para quem ouviu o momento “de nervosismo, de destempero”. “Isto está sendo tratado em esfera policial e jurídica. Mas mesmo assim, por ter sido duro, descortês, arrogante e destemperado (o momento era muito inflamado), peço desculpas a todos que ouviram aquele Claudio Botelho sem compostura. E, se atingi alguém, mesmo tendo sido violada minha privacidade, peço novamente desculpas”, afirma.

Demora na votação do ajuste fiscal refletirá na arrecadação, diz Receita

Do Correio Braziliense A demora na votação das medidas do ajuste fiscal refletirá na arrecadação dos próximos meses, aumentando o impacto das desonerações nos cofres federais. A avaliação é do chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias. Segundo ele, a trajetória de queda na arrecadação pode continuar por mais tempo que […]

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Do Correio Braziliense

A demora na votação das medidas do ajuste fiscal refletirá na arrecadação dos próximos meses, aumentando o impacto das desonerações nos cofres federais. A avaliação é do chefe do Centro de Estudos Tributários da Receita Federal, Claudemir Malaquias. Segundo ele, a trajetória de queda na arrecadação pode continuar por mais tempo que o previsto caso o Congresso Nacional atrase a votação da medida que reduz a desoneração da folha de pagamento.

“Se a medida [provisória] da desoneração da folha for aprovada mais para o fim do ano, os efeitos [sobre o caixa do governo] serão menores neste ano e a maior parte do ajuste ficará para o ano seguinte. Isso tende a ser um complicador, porque os efeitos esperados para essas medidas estão sendo postergados”, disse o técnico da Receita Federal.

Originalmente, a Receita estima em R$ 104 bilhões a renúncia fiscal deste ano, decorrente de benefícios concedidos nos últimos anos. A medida com maior impacto será a desoneração da folha de pagamento, algo em torno de R$ 25 bilhões em 2015.

De acordo com Malaquias, caso o Congresso atrase as votações a projeção poderá ser revista para cima. Ele, no entanto, afirmou que a Receita ainda não tem nenhum novo número oficial.

“O Executivo fez sua parte, mandando as medidas provisórias para o Congresso Nacional. Temos de aguardar a conclusão das discussões”, esclareceu Malaquias.

Para Claudemir Malaquias, a queda na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) é a principal responsável pela redução da arrecadação federal em abril. Segundo ele, os números mostram que a retração da lucratividade das empresas, antes restritas ao sistema financeiro, está se disseminando para os demais setores da economia.

“A queda da lucratividade está se espalhando para quase todos os setores. Antes estava concentrada no setor financeiro”, explicou Malaquias.

De janeiro a abril, a arrecadação de IRPJ e de CSLL na modalidade estimativa mensal caiu 19,46% para instituições financeiras e 1,26% para empresas de outros setores, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Até março, a arrecadação das empresas não financeiras apresentou crescimento acima da inflação.